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É a pausa senhores, a pausa...

por Olympus Mons, em 21.01.14

 

 

Não discuto o Aquecimento Global provocado por causas antropogénicas!  Não discuto Alterações climáticas provocadas pela indução de CO2 na Atmosfera, Não discuto alterações a fenómenos atmosféricos. Não discuto para além dos meus dois posts (é só clicar no tag aquecimento global).  Não é isso que me interessa. O que for é.  O que me interessa é o mecanismo através do qual se ignora a memória. Interessa-me todo este processo que está a acontecer, esta transformação na percepção do fenómeno em si.

 

Ainda recentemente a mínima alusão que indiciasse uma fagulha de cedência a qualquer céptico climático (aqueles que acreditam que o sistema climático não é de todo tão sensível ao Co2 como o pintam) era motivo das maiores ataques.  Editores de revistas perderam empregos, professores foram afastados e anos e anos de construção de reputação e carreira foram destruídos num único texto prontamente publicado nas revistas de referência. A perversão ao processo de  peer review só agora está a ser analisada para espanto e sideração de muitos cientistas de outras áreas, homens como Lindzen, Douglass, viram os seus papers levarem anos até serem publicados, quando os rebutal eram por vezes publicados imediatamente até na mesma edição.  

 

Mas, dizia eu. Há um par de anos mencionar a pausa (the pause), o facto de não haver aumento da temperatura global há 15 anos, era motivo para ser imediatamente vilipendiado em alguns dos meios em que este assunto é discutido.

 

Subitamente a pausa aparece no relatório quinquenal das nações unidas (AR 5 do IPCC), trenberth (assim o Lenine do AGW) fala abertamente do missing heat e agora, espanto do espanto, a revista Nature ( assim o pravda) , aquela que até tem como política oficial recusar-se publicar qualquer paper que contradiga a versão oficial publicou a 15 de Janeiro  Climate Change: the case of the missing heat…. O quê? WTF!

 

Jeff Tollefson de forma muito casual faz muitos do argumentos que até ontem eram feitos durante anos pelos deniers com consequências muito nefastas para os mesmos. Estes fenómenos de transição é que me fascinam. Como é que se passa do:  é verde, é verde, é  verde… este amarelo é muito bonito, não é?

 

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