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A beleza da Elevada Diversidade Humana (EDH)

por Olympus Mons, em 26.12.13

 

Colocar um post com uma imagem destas não será a forma mais apelativa de ser lido.

E este borrão de cores pode à partida não significar nada para si, mas ele representa a beleza da diversidade humana.

 E sendo este um blog com instancias algo politicas não posso deixar de dizer que enquanto o FCE (fascismo cultural de esquerda) continuar a impingir essa visão de que somos todos iguais somente contextualizados por pequenas diferenças, irrelevantes e sem significado, vamos continuar a não ver, a não apreciar na sua real extensão, a beleza da diversidade humana.  Enquanto esse FCE tiver reacções alérgicas à saliência, à proeminência de alguns fenótipos em determinadas características vamos viver num mundo alternativo e altamente abstractizado sem verdadeiramente vermos o outro. Até ao dia.

Almoço com um judeu Askenazim, sem me sentir diminuído ou inferior, e sinto-me fascinado com a inteligência, com o fraco hiperbolic discounting, percebendo com satisfação o modo como ele encara a realidade. Quando estou com asiáticos repara no recato e na timidez sem me sentir de alguma forma superior por ser mais desinibido e quando navego a mundo, o meu mundo, de forma alguma procuro amizades e vivência do meu precioso tempo tentando aferir a inteligência, ou mesmo o status, das pessoas que me rodeiam. ou me sinto bem junto deles ou não. Certo?

 

Mas dizia eu que cada uma daquelas cores significa um conjunto de marcadores genéticos que populações humanas estiveram sujeitas e que tem que, tem que, ter marcado de forma profunda, diferenciada e diferenciadora, cada um deles! – Tem que.

Este mapa tem o admixture das populações humanas.  Admixture é a mistura de marcadores genéticos, que todos nós transportamos, e que quando duas populações diferenciadas começam a reproduzir se introduzem então essas novas linhagens na população.

 

  

 

 

 

 

  

AFRICA

os verdes. curiosamente os verdes escuros correspondem a culturas Dad, a culturas de elevado investimento parental. E os claros a culturas de mais baixo investimento parental (cads)... mas deve ser uma coincidencia...!

  

NORTE AFRICA

Depois estamos no norte de africa e médio oriente. por exemplo os beberes Mozabites (azul) do haplogroup E1b1b1 , E3, etc ... 

 

 

MÉDIO ORIENTE

E os amarelos do médio oriente, dos haplogrupos J...  

 

 

 LEVANTE e CÁUCASO

E começamos a ver os Roxos (escuro), levantinos originais, perto do haplogrupo G2a3 que trouxeram a agricultura para a Europa...

 

 

INDO... dos INDO-EUROPEUS

E começa o Lilás, o mar negro, cáspio, do irão, Afeganistão, os Arianos cavaleiros da parte asiática do nosso load genético...

 

 

 

 

 

 

 

  

OS EUROPEUS

Chegando aos europeus concentramos no lilás, no roxo e no vermelho. O vermelho é a base do europeu, é a genética dos caçadores recolectores do mesolítico (12,000 – 7000 anos), essa passagem do Paleolítico para o neolítico, sendo a genética que prevalecia na europa antes da chegada do neolítico. Há quem goste de lhes chamar Hyperboreans. O roxo é a genética do neolítico, dos agricultores do Sul, dos homens que trouxeram e disseminaram a agricultura na europa, a cultura Cardial, a cultura  Linear Pottery   (LBK – Linearbandkeramik) há  6-7 mil anos atrás.  E o lilás é a genética da Asia que existe em nós, é a genética que veio com os indo-europeus. Curiosamente todas as nossas línguas são essencialmente indo-europeias (3-4,000 anos atrás) daí que estes malucos bebedores de leite, esta cultura Kurgan vinda das estepes, entre o Mar negro e o cáspio, do ponto de vista linguístico eliminam todos as outras línguas, são omnipresentes na europa… mas o load genético que aqui deixaram, na vertente asiática, é muito pequeno. O que só poderá significar que já vinham cheios de genética Hiperborean, que não será de espantar porque estes estenderam-se até o lago baikal lá junto à Sibéria e na verdade é o mesmo load genético dos… ameríndios (!). Incrível, não é?

 

 

DE VOLTA Á ÁSIA

Voltamos à  Ásia com os lilazes onde o mais claro nos leva á India.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SOL NASCENTE

e damos um salto brutal para as terras do sol nascente (Azul escuro), com os HAN, chineses e japoneses vendo o rasto genético que os Mongol e outros povos ali de junto à russia deixaram (o laranja)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Que pena não haver uma história escrita sobre estes tempos, antes dos egipcios, gregos e romanos.  Resta a genética para nos ir dando pistas sobre a vida nesses 8,000 anos. Será um tema ao qual voltarei algumas vezes.

 

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Quando os oiço...

por Olympus Mons, em 22.12.13

 

http://www.publico.pt/politica/noticia/carvalho-da-silva-promove-movimento-3d-para-as-europeias-sem-ps-e-pcp-1616687

 

Quando os oiço... tenho sempre que me recordar que tanto o OFC como o VMPFC não é mesmo a praia deles:

 

A wealth of animal and human studies suggest that the vmPFC plays a key role in calculating the value of choice outcomes, which guides decision-making in diverse domains (for reviews, see e.g. Bechara & Damasio, 2005; Montague, King-Casas, & Cohen, 2006; Wallis, 2007). Bechara and Damasio (Bechara & Damasio, 2005; Bechara, Damasio, & Damasio, 2000; Damasio, 1994) have argued, in particular, that the vmPFC is a critical neural structure for attaching affective/emotional signals to mental representations of future outcomes. These affective/emotional signals would help individuals to know “what it feels like” to be in a given future situation, thus guiding their decisions in advantageous ways. 2 Patients with damage to the vmPFC indeed seem oblivious to the consequences of their actions, and accordingly present severe impairments of personal and social decision-making in their daily life (e.g., the choices they make often lead to loss of reputation, job, and family), in spite of otherwise largely preserved cognitive abilities (Bechara & Damasio, 2005; Damasio, 1994).

 

 

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Porque os novos 30 não são os antigos 20

por Olympus Mons, em 20.12.13

Num mundo de gente que acha que nada tem consequências… 

 

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White Flight… Olá Mrs Brace!

por Olympus Mons, em 12.12.13

                "I'm gone," said Mrs. Brace, who on Tuesday requested and was granted a transfer for her first-grade son out of Harding and into the more affluent Hope School, within the nearby Hope Elementary District. "I've just got to the point where, 'Sorry guys, I need what's best for my kids and there's a school that's two miles away that offers all those things I want.' "

 

 

Já vos digo quem é Meridith Brace.

Pessoalmente, quando o “D” entrou para a primária passei por uma Mrs Brace. Na turma dele

havia um miúdo problemático (muito!) e na primeira reunião perante a inquietação dos pais uma das mães, por acaso professora na escola, encarregou-se dos grandes discursos de defesa da multi-qualquer-coisa com chavões sociológicos e flama de Bloco de Esquerda.  Na segunda reunião onde estava a referida Mãe? A filha tinha passado para a turma da manhã!

 

Meridith Brace, filha de um juiz do supremo americano, adorou ser a figura do multiculturismo em Santa Barbara na califórnia durante anos convencendo inúmeros pais a deixar os filhos em escolas marcadas por elevadas diversidade étnico-cultural …. Até o filho ter idade para ir para essas escolas. Passado pouco tempo,  o filho passou da escola onde a representatividade dos miúdos da raça dela (branca) era de 6% para Hope school onde é de 73%. Convém lembrar que esta é uma área de “liberals” e que 40% dos miúdos que estão em Hope, essa escola de brancos, são pedidos de transferência de elementar districts...

 

Isto é muito o white flight que se assiste por todo o mundo e como  Eric Kaufmann nos mostra é exactamente igual para “conservadores” ou “liberals”. White Flight é global (no mundo ocidental) sendo estudado e observado também na Holanda, Dinamarca, suécia, Noruega , Reino Unido, Nova Zelandia e não se iludam Portugal… Damaia , Amadora…!

 

Quando em alguns posts me refiro à abstracção que é a vida (intelectual) de alguém de esquerda é a estas coisas que me refiro.  Para Mrs Brace os problemas sentidos pelos seus pares nas escolas de elevada multiculturalidade não passavam de erros computados no seu pensamento teórico. Do ponto de vista formal, do ponto de vista da IAD da Sra Brace estava tudo certo… isso é a DLPFC e a ACC. Mrs Brace conseguia argumentar horas, citar livros, referenciar estudos e como é revelado pelo seu sucesso convencer terceiros muito bem, tudo dentro de linhas de pensamento que contribuem para fortalecer a crença sobre algo.

An abstract object is an object  WHICH DOES NOT EXIST AT ANY PARTICULAR TIME OR PLACE, BUT RATHER EXISTS AS A type OF THING, i.e. an idea, or abstraction.[1]

 

Mas quando chegou ao filho dela, nessa altura, estamos no mundo real, estamos no mundo em que as decisões tornam-se reais, tornam-se emocionalmente palpáveis, em que não há espaço para fictive outcomes  mas sim para os expected outcomes da VMPFC/OFC que são reais como brasas (não fosse a vida dos nossos filhos).

 

Dos maiores falhanços deste sinais dos tempos que vivemos é muitos de nós aceitarmos verborreias de esquerda, darmos atenção, tempo de antena, consideração a conversas que emanam de pathways neurológicos completamente abstractos sem pelo menos um… Então juntem-se ali ao fundo e mostrem lá como é que é! . Não?

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Pessoal que navega na Maionese

por Olympus Mons, em 10.12.13

 

 

 

 

 

Moral Mind-Sets

Abstract Thinking Increases a Preference for “Individualizing” Over “Binding” Moral Foundations

Moral foundations theory contends that people’s morality goes beyond concerns about justice and welfare, and asserts that humans have five innate foundations of morality: harm and fairness (individualizing foundations) and in-group loyalty, deference to authority, and purity (binding foundations). The current research investigates whether people’s moral judgments are consistently informed by these five values, or whether individualizing and binding foundations might be differentially endorsed depending on individuals’ mind-sets. Results from our study demonstrated that when participants were experimentally manipulated to think abstractly (vs. concretely), which presumably makes their higher level core values salient, they increased in their valuations of the individualizing foundations and decreased in their valuations of the binding foundations. This effect was not moderated by political ideology. Implications and areas for future directions are discussed.

 

Este é um estudo de Jamie Napier do mês passado.

 

O pensamento abstracto é mediado na DLPFC (Dorsolateral prefrontal cortex) e parte da IAD associado à esquerda.   Haidt demonstrou que as pessoas de esquerda somente possuem predomínio de dois dos tais cinco pilares que se encontra nos humanos no planeta todo, que o estudo denomina de individualing foundations e possuem uma prevalência incrivelmente baixa dos outros pilares morais que este estudo chama de binding.  Nada de diferente do que tem lido neste blog! Ver o meu post  Haidt… e os pilares morais da esquerda e da direita.

 

A razão pela qual as pessoas de esquerda revelam essa incrível característica que é imediatamente defenderem posições ético-morais que para quem os observe não aplicam de todo a si próprios está precisamente neste ponto. No primeiro tackle a qualquer questão muito rapidamente partem para o DLPFC e como tal abstraem o assunto logo reduzindo o seu âmbito relativo ao mundo real.   Este talvez seja o atributo das pessoas de esquerda que mais perturba quem não é de esquerda.

Aliás, pessoas com danos na VMPFC também possuem essa característica de...

People with damage to the ventromedial prefrontal cortex still retain the ability to consciously make moral judgments without error, but only in hypothetical situations presented to them. There is a gap in reasoning when applying the same moral principles to similar situations in their own lives. The result is that people make decisions that are inconsistent with their self professed moral values.[3]

 

Esta imediata abstracção de qualquer assunto que os elementos politicamente mais à esquerda realizam é espelhado neste estudo recente de Napier.

Se eu forçar as pessoas a pensar mais abstractamente (usar a IAD?) elas vão demonstrar a tal prevalência dos dois pilares associados por haidt à esquerda. Enquanto força-las a pensar mais concretamente suscitará esses pilares mais desctritivos, esses pilares da moralidade que nos une e “bind” em suma aquilo que cria civilizações e sociedades… depois, anedoticamente, chamam-se a si próprios progressista. Injusto!

 

Assim,

Abstract objects are sometimes called abstracta (sing. abstractum) and concrete objects  are sometimes called concreta (sing. concretum). An abstract object is an object  WHICH DOES NOT EXIST AT ANY PARTICULAR TIME OR PLACE, BUT RATHER EXISTS AS A type OF THING, i.e. an idea, or abstraction.[1] The term 'abstract object' is said to have been coined by Willard Van Orman Quine.[2] The study of abstract objects is called abstract object theory.

 

Capisce?

 

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Resumido,  nesta tabela está expresso  que talvez lá se tenha ido a minha teoria de que se devia pagar a lésbicas para adoptar e tirar da ideia qualquer cedência nesse campo a homossexuais do sexo masculino.

 

De qualquer das formas alguém conhece o contacto daquela Isabel histérica do PS, filha do Adriano Moreira? 

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E  porque a esquerda a ODEIA!

 

Recent studies have documented that self-determined choice does indeed enhance performance. However, the precise neural mechanisms underlying this effect are not well understood. We examined the neural correlates of the facilitative effects of self-determined choice using functional magnetic resonance imaging (fMRI). Participants played a game-like task involving a stopwatch with either a stopwatch they selected (self-determined-choice condition) or one they were assigned without choice (forced-choice condition). Our results showed that self-determined choice enhanced performance on the stopwatch task, despite the fact that the choices were clearly irrelevant to task difficulty. Neuroimaging results showed that failure feedback, compared with success feedback, elicited a drop in the vmPFC activation in the forced-choice condition, but not in the self-determined-choice condition, indicating that negative reward value associated with the failure feedback vanished in the self-determined-choice condition. Moreover, the vmPFC resilience to failure in the self-determined-choice condition was significantly correlated with the increased performance. Striatal responses to failure and success feedback were not modulated by the choice condition, indicating the dissociation between the vmPFC and striatal activation pattern. These findings suggest that the vmPFC plays a unique and critical role in the facilitative effects of self-determined choice on performance.

 

How Self-Determined Choice Facilitates Performance: A Key Role of the Ventromedial Prefrontal Cortex  -- Kou Murayama1Madoka MatsumotoKeise Izuma3,4

 

 

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Of mice and man

por Olympus Mons, em 01.12.13

 

Aliás!  A utilização no post anterior da imagem do último livro de Al Gore pode ser enganador. Mas só para quem não estiver atento. É que após praticamente fechar as suas actividades relacionadas com as alterações climáticas ( the climate reality project está praticamente fechado) este novo livro de Al Gore é nem mais nem menos o senhor a mudar de ramo de actividade devido á redução drástica na actividade anterior (alterações climáticas).

 

 

 

 

 

 

O que dizem dos capitães dos navios? - O capitão, à boa maneira do costa Concordia, está a abandonar o barco.

 

De qualquer das maneiras, benvindos ao novo Al Gore. 

Com certeza mais alguns milhões a caminho... tudo em prol do bem estar dos outros, claro!

 

 

 

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Água mole...

por Olympus Mons, em 01.12.13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quem já leu alguns dos meus posts já sabe que pese embora as pessoas possuam as diversas áreas de Brodmann no cérebro e as usem (a não ser que tenha uma lesão numa delas) a verdade é que não da mesma maneira e intensidade, algo parecido com o facto de toda a gente ter dois membros superiores mas a verdade é que uns são canhotos e outros destros.  As pessoas de direita vivem plenamente a sua AOV (amygdala, OFC e VMPFC) e as pessoas de esquerda adoram marinar na IAD (insula, ACC e DLPFC).

 

Para entender esta ligação da “ausência” da VMPFC nos processos de aferição do postular político das pessoas de esquerda basta…

 

“People with damage to the ventromedial prefrontal cortex still retain the ability to consciously make moral judgments without error, but only in hypothetical situations presented to them. There is a gap in reasoning when applying the same moral principles to similar situations in their own lives. The result is that people make decisions that are inconsistent with their self professed moral values.[3]

 

 

Mas agora, após os meus últimos posts, lembrei-me de um estudo do ano passado  “

 damage to ventromedial prefrontal cortex increases credulity for misleading advertising” onde se traduz essa insuficiência para algumas avisos…

 

Applying the findings to real-life situations, people with damage to the vmPFC:

 

1 - are more vulnerable to fraud schemes or financial scams

 

2 - have “compartmentalized minds” where discordant ideas are able to be held in mutual agreement

 

3 - are prone to believe their own assertions even in the face of contradictory evidence

 

4 - lack the ability to detect signals that normally steer people away from inappropriate decisions

 

In summary, the authors suggest that damage to the vmPFC, which helps to regulate doubt versus belief processes, may result in an increase in a person’s vulnerability to be deceived.

 

O VMPFC é a parte do cérebro que (conscientemente) avisa que algo não está bem, que a bota não bate com a perdigota, que determinado assunto não passa o smell test! – Aqui inicia-se um estado latente de cepticismo até que o numero de positivos  vença o tal cepticismo.

 

Isto em contraste com quem instintivamente prefere outro caminho. Sim, meus caros, você ou vai por aqui ou pela ACC (anterior Cingulate) e vai dar ao outro lugar. Algo como … Upon detection of a conflict, the ACC then provides cues to other areas in the brain to cope with the conflicting control systems… que no caso da esquerda demasiadas vezes é ao DLPFC para ajudar a resolver a dissonância cognitiva. Aliás, por isso a esquerda é tão verbalmente articulada, muito por força do DLPFC, assim como elaborada no conteúdo, muito pela força dessa troca entre o DLPFC (que cria a treta) e a ACC (que faz a monitorização dessa treta detectando os erros) ou se quiser  whereas ACC and DLPFC interact with each other to resolve conflict through attentional modulation (chamado assobiar para o lado) .  Com alguém de esquerda mesmo quando se tratam de dissonâncias cognitivas novas é só dar um tempinho que após algumas interacções entre a ACC e o DLPFC ela vai ser resolvida – Sim, chama-se hipocrisia.

 

Com o ataque que hoje em dia se assiste ás diversas formas de cepticismo, voltando a denominação de por exemplo denier a quem se atreve a duvidar da severidade das alterações climáticas,  significa que estamos mesmo no mundo da submissão do AOV ao IAD.

 

enfim…

 

 

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