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Vamos deixar claro umas coisas:

 A europa tem um problema com o Islão. E também terá um problema com os islamitas que não é exatamente o mesmo que o anterior. E, depois, ainda por cima, tem um problema com a laia de filhos da mãe iguais aos que perpetraram os atos a que todos assistimos em Paris.

 

Mas desta vez vamos focar-nos nos últimos.

Eu sei que muita gente, ideologicamente mais perto de mim, tem muita dificuldade em aceitar o que eu digo a seguir. Somos muito sensíveis ao disgust e adeptos do ingroup e loyalty e em circunstâncias como estas em que somos atacados temos a tendência de começar a afiar as espadas e a entrar em lógicas de guerra.

 

Contudo temos que entender que estes animais em nada se distinguem dos outros animais no passado. Os animais que nos anos 60 até os finais dos anos 90 eram, primeiro de extrema-direita, depois de extrema-esquerda, separatistas e agora no novo milénio radicais islâmicos, sempre prontos a retificarem a sua autoestima do nível fossa séptica matando deliberadamente civis. É exatamente o mesmo perfil. Com sorte acabam traficantes ou bandidos em geral e por aí ficam até acabar a sua vida miserável.

 

Com azar, para nós todos, aderem a grupos radicais, lamentavelmente muitas vezes nas próprias prisões. No passado eram grupos com nomes como  Ordine Nuovo , Charles  Martel Group, IRA, Red Brigades;  Baader-Meinhof, Carlos the Jackal; Action directe, etc. em sítios como Itália, Grécia, Alemanha, Espanha e claro França.  Estes bostas sempre fizeram parte da história da europa, por isso é tão errado querer agora imputar a sua existência ao incremento de pessoas que professam o islão na europa. Esse é outro problema.

 

Da retórica social extrema a esta retórica Islamo-califada não vai grande diferença. Novamente o que está em questão é uma nova ordem, um novo amanhã, uma alteração completa da ordem estabelecida, tradicional, que não entende as agruras e sofrimento dos meninos… buh buh. Tal como os outros no passado recente a verdade é que estes energúmenos nem as tradições que pretendem ser os arautos de, conseguem verdadeiramente viver e respeitar. Nem os extremistas da esquerda queriam ser ou trabalhadores agrários ou operários industriais (mesmo que melhor pagos) nem estes bostas querem verdadeiramente viver a autenticidade das tradições dos seus pais e países de origem. Não é por mero acaso que nunca regressam aos paises de origem dos pais para lutar nas Jihads lá do sitio. Isso não lhes diz nada.  Assim como os de extrema-esquerda eram adolescente de classe média convertidos também estes o são, convertidos, após adolescências a mamarem copos e a “womaning”, ou pelo menos a tentar. Até no facto de arranjarem parceiros do sexo oposto dentro do círculo restrito de amigos que professam a mesma ideologia, ao invés de no meio de ondem dizem emanar e representar – Terrorista não casa com elementos da sua nacionalidade e origem como manda as tradições islâmicas mas sim com as irmãs e amigas dos outros convertidos, seja qual for a sua origem. São conhecidas os relatos de pessoas mais devotas ao islão a sua deceção por perceberem que os jihadistas europeus no médio oriente não cumprirem quase em nada os mais elementares cânones da religião (homossexualidade, pornografia, álcool, etc).

 

Também é conhecida, como no passado os de extrema-esquerda ou extrema-direita, o narcisismo latente. O implacável sentimento de querer fazer algo para ser notado e reconhecido. Se não houver ação em que estes se sintam protagonistas é sabido que os níveis da sua participação decrescem rapidamente. Não são chineses não com a tradicional paciência. Nem são os gedrósia (irão, Paquistão, Afeganistão) que afirmam que os ocidentais podem ser donos dos relógios mas eles são donos do tempo. Nada.  Estes só pensam em viver fábulas que são pagas e bem custosas, vivendo uma validação artificial das suas vidinhas tendo depois como contraparte o terem que executar actos como os de Paris.  Na verdade são só uns inúteis manipuláveis e cheios de Displacement.

 

Muitas vezes se diz que sofrem de alienação e Displacement, o que penso ser verdade.  Mas no sentido puramente freudiano - São baldes de esterco tão cheios de inveja e shadenfreud, tão cheios de frustração sexual tão repletos de complexos de inferioridade que não lhes restam na ausência de qualquer talento para a transformar em sublimação (como na arte) acabam por se transformar nestes agentes de morte e destruição na tentativa de ganhar alguma identidade.

 

Assim. Por favor não digam os nomes dos cães. Quero lá saber como se chamavam ou de quem eram filhos. São filhos da Puta e chega.

 

 

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