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Douglas Murray

por Olympus Mons, em 23.12.15

 

Agora que se aproxima o fim do ano:

Este ano descobri Douglas Murray.  A par de pessoas como Nial Ferguson que sigo faz algum tempo, este ano descobri  para meu deleite mais este, tal como Nial, refrescante escocês.

 

 

          https://www.youtube.com/watch?v=jbsfdreLwT8

          https://www.youtube.com/watch?v=xPNWZg0jZwY

 

Inteligente, Gay e de direita, é um dos vários antibióticos contra um fenómeno que devassa o mundo e que parece estar a espalhar-se a uma velocidade estonteante.

 Um fenómeno global em que a estupidez é aceite como uma característica perfeitamente normal, funcional e até produtiva. Veja-se a Catarina Martins.

Uma total incapacidade de cognitive reflection parece grassar no mundo. Bom exemplo é o New York times publicar coisas como overdose mata mais de meio milhão de pessoas por ano nos EUA. Uma total ausência de noção de factos e de realidade. Qualquer pessoa que viva neste mundo sabe que seria impossível numa população de 300 milhões ter meio milhão a morrer ao ano de Overdose mesmo que não faça a mais pequena ideia sobre o assunto -  Alguém deve investigar se não estão a nascer consideravelmente mais idiotas por minuto do que a proverbial unidade.

 

Um dia à noite, coloque uns auriculares e divirta-se.

         https://www.youtube.com/watch?v=8XwFWRRyMsk

 

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Eles...!

por Olympus Mons, em 28.11.13

Conferência organizada pelo Bloco Esquerda. 

Vê muita diversidade étnico-cultural nesta foto?

 

 

No seguimento do meu post  “Reality is a bitch e sobre o que já tinha escrito em  “A esquerda e a dissonância cognitiva… ou a cara da hipocrisia”  convém lembrar o que Eric Kaufmann descobriu recentemente (como se fosse a maior surpresa do mundo).  Como esclareço num destes meus Posts a esquerda (pela ACC) tem uma capacidade invejável de resolver dissonâncias cognitivas. Ou seja é tremendamente hipócrita.

Ora o que Kaufmann agora descobriu para espanto geral (desde que esse geral não seja de pessoas de direita, porque esses já o sabem há séculos!) que as pessoas de esquerda tem exactamente a mesma tendência para fugir da diversidade étnica-cultural que as pessoas de direita.  Pegando nas pessoas que se auto-identificavam como de esquerda /direita ele descobriu que 61% de “liberals” e 64% de “conservatives” fugiram de zonas que registaram aumentos de diversidade cultural nos últimos anos.  Aliás, passada a barreira dos 10% de multiculturalidade subitamente mudam-se para zonas mais brancas. É mesmo assim: Mais brancas. Chama-se white flight.

 

A questão de fundo será: como lidar com as pessoas que nesta altura controlam a agenda política mundial, controlam aquilo que serão as percepções e formação pedagógica, imagística nos media e terminologia comunicacional e até conseguem impor normativos morais (prescritivos para os outros) do que é correto dizer … e depois quando se concretiza o que postulam não o vivem, procurando viver precisamente no espaço e tempo que são o oposto daquilo que exigem que os outros vivam. Como lidar com isto?  

 

A questão não é: como é possível que os meninos do BE vivam em zonas tradicionais de Lisboa em vez de viver em zonas de elevada diversidade étnico-cultural. Porque não vivem na Damaia e zonas onde essa diversidade é mais acentuada.

 

A questão é: porque nós, os outros, deixamos! -   “If you’re not angry, you haven’t been paying attention.”

 

 

 

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