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Sheikh Jarrah

por Olympus Mons, em 18.05.21

Capture MST (1).PNG

Eu farto-me de dizer que tudo o que se passa à nossa volta é, por ínfima até que seja, uma representação nossa e que nós contribuímos para essa realidade.
Farto-me de reclamar que somos um país de patetas e rodeados de patetas porque só gostamos de ouvir, eleger ou valorizar…. Patetas.

Alguns além de patetas são desonestos e a um nível por vezes difícil de dirigir.


Quem tenha visto a explicação deste da imagem ontem na TVI a explicar aos portugueses o problema que está na origem do conflito a desenrolar-se entre Israel e Palestinianos, fica com a ideia que existe uma arbitrariedade do poderoso Israel sobre os palestinianos residentes num bairro de Jerusalém para dar os prédios (sim, isto é sobre alguns prédios) aos judeus ultra-ortodoxos e correr com os árabes de lá. Na boca de MST os judeus invocam direitos de antes do êxodo Judeu há 2000 anos para correr com os palestinianos de lá e que era como se os Mauritanos quisessem correr connosco de Portugal porque…ora, para tuga que é estúpido, isto pega, sabe bem e está bom.
Como já referi noutros posts já não tenho interesse particular sobre estas questões no médio oriente. Só escrevo este post para mostrar a distância que vai entre o que pessoas como o MST nos enfia pela boca abaixo e a realidade.
A realidade. A realidade sobre Sheikh Jarrah?
A realidade que nos devia ser explicado é a seguinte:

  • No século XIX, apareceram 3 bairros na zona, nos arredores de algumas campas que por ali existiam. Dois desses bairros eram Judeus e um era árabe. O bairro árabe é Sheikh Jarrah, que está em disputa.
  • Em 1875 dois rabis compraram Sheikh Jarrah e foi colocado num trust das famílias.
  • Em 1948 a Jordânia invadiu e ocupou a zona oriental e correu com todos os judeus daquela zona e deu os 3 bairros às suas autoridades locais (custodian on sequestration)
  • Em 1967 Israel ganhou a guerra e voltou a ter autoridade (pelo menos na sua lei) sobre os 3 bairros. E toda a propriedade que não tinha sido transferida até então, que estava sobre custodian on sequestration deveria ser devolvida aos seus legítimos donos.
  • De acordo com a lei israelita, de acordo com documentos, com escrituras, tudo, tudo certinho direitinho, pertence aos beneficiários do Trust fund original.
  • Desde essa altura que começou a guerra legal. Sim nos estados de direito, não como nas porcarias de países ali à volta, estas coisas podem acontecer. Batalhas legais por propriedade que duram 50 anos.
  • Israel sempre foi proto-socialista, por isso houve acordos e arrendamento que protegeram os arrendatários em vida, acordos que seriam mantidos enquanto pagassem renda.
  • Resumindo: os donos morreram e, aliás, nem nunca ninguém pagou renda nenhuma como era mandatado pelos acordãos anteriores. Por isso chegou ao Supremo e o supremo iria decidir de acordo com a lei. Ia devolver as casas aos seus donos legítimos.

No essencial era uma questão entre um cidadão judeu e 8 palestinianos. -  Os tumultos que se seguiram ao anúncio que o supremo iria ditar a sua sentença, que toda a gente pelo que expliquei acima já sabia qual seria e nem poderia ser de outra maneira, acabou numa barragem de misseis por parte do Hamas sobre zonas civis de Israel.
Israel ripostou!

A porra da realidade existe e devia contar para alguma coisa. Porra!

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Velharias

por Olympus Mons, em 17.05.21

Capture imigrante.PNG

Existe uma dissonância da realidade que sinceramente não sei como resolver cognitivamente.

Eu vi, ouvi, li sobre a situação dos emigrantes no Alentejo e começou como uma coisa pouco menos que de escravatura século XXI. Eram, pelo que ouvia, maléficas redes de tráfego humano ilegal, parecido com tráfego de prostituição, que escravizavam os enganados imigrantes. No auge do frenesim, ligo a televisão e vejo um jornalista que entrevista um destes jovens vindos da índia. Entre a conversa do escravo e a conversa do jovem vai um oceano de distância. Ele mostrava com orgulho a casa onde viva (conjuntamente com outras pessoas) com vista para o mar e recebia 800 euros de ordenado (pago diretamente a ele pelo empregador), que gastava 100 na casa, 100 em comida e conseguia mandar para casa o equivalente a 2 a 3 ordenados de lá! O jornalista ainda tentou fazer a tanga do explorado mas até o ar de espanto do jovem foi revelador. Ele estava ali, bem, orgulhoso do que tinha conseguido e feliz da vida. No entanto, ligo a televisão à noite e lá estão as elites do costume a carpir a cenaça dos coitadinhos e encharcados eles próprios de superioridade moral, a banhar-se no virtue signaling.  -  Parece isto ser uma constante esta realidade alternativa em que uma elite, por norma urbana, vive e projeta como se houvesse uma convenção entre nós todos, piscando o olho, que nós todos sabemos que a realidade não tem muito a ver com o kayfabe que é projectado digitalmente mas que temos todos que fingir gostar do show.

Lembrei-me de escrever isto porque tenho estado a assistir nos últimos dias aos eventos no conflito Israelo-palestiniano. Por um lado, noto um certo enfado da esquerda pela narrativa oficialmente esquerdoide, um enfastio por ter que repetir a mesma mantra dos últimos 50 anos como se duvidassem da eficácia do que é já é velho.

Contudo, e dito isto, também reparo que se mantém a Suspension of disbelief  que tanto jeito dá. Como se o bombardeamento do edifício da imprensa onde se alojavam a AP, Aljazerra, Reuters…e um centro de Inteligenzia do Hamas não fosse algo que o IDF só fizesse com super, hiper provas.  Bombardear o edifício da imprensa é a última coisa que os Israelitas quereriam. E logo de seguida também temos que fingir que estes órgãos de informação não estão em conluio com terroristas do Hamas. O patético que é a AP vir dizer que não fazia ideia de que o Hamas tinha um centro de informação operacional no edifício… ganda jornalistas.

Capture gaza IDF warning.PNG

Nesta distopia entre realidades e Kayfabe e apesar do esforço da google, Youtube, etc, ainda se vai conseguindo ver vislumbres da realidade como esta conversa entre o agente da IDF e o palestiniano que vai ter a casa explodida por um míssil.
para mim a parte mais curiosa é quando ele pergunta se o míssil vai vir por trás ou pela frente, porque na parte de trás há um descampado e não afetará as outras casas. Quando o agente do IDF lhe diz que não sabe vejam a cara dele, tipo “estes burros!”.

https://www.youtube.com/watch?v=sumq8ktYOTI

Vale a pena ver o vídeo todo para perceber que quando a entidade que manda o míssil e quem vai ter a casa atingida por um míssil consegue ter este tipo de diálogo… É outro nível. O que quer que se passe entre aquela gente já parece mais conversa de disputa de vizinhos que se odeiam mas estão habituados a viver lado a lado, do que guerra entre inimigos. - Espero mesmo que o soldado da IDF lhe tenha ligado depois como prometeu para explicar porque a casa tinha sido atacada.

Ao final do dia, eu quero mesmo é que me demonstrem que as criancinhas sem vida da ordem que nos mostram a toda a hora, novamente o truque do costume, não morreram porque o Hamas disparou rockets do sítio onde elas estavam. É que se foi esse o caso (como eu sei que foi), até porque também vejo ocasiões onde ataques são cancelados porque identificaram crianças nas imediações mesmo que sejam alvos legítimos, então se todos as carpideiras não se preocupam com aquelas crianças o suficiente para desmascarar o Hamas então eu, como essas carpideiras, também gostaria de I dont give a shit!

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As coisas que se ouve

por Olympus Mons, em 14.05.21

Capture Michell Barnier.PNG

Das coisas curiosas desta vida e que você não pode saber.  
Para quem se lembre, ou saiba, quem é Michel Barnier, sabe o seu papel central na vida da união europeia e influência em França.  Depois de ter negociado o Brexit em representação da União Europeia, desde fevereiro deste ano é special adviser for Ursula von der Leyen.

Convém lembrar que já por duas vezes os militares franceses avisaram que a França está à beira da guerra civil devido aos islamitas e para quem é mais atento poderá ter reparado como a frança laica republicana está a bater o pé ao multiculturalismo no último ano.
Ora, mas daí a ouvir Michel Barnier dizer numa entrevista: Que a frança tem que suspender a a imigração por 5 anos e discutir o espaço Schengen com os seus parceiros…” é revelador“Os problemas da imigração não são pequenos e são infiltrados por redes de terroristas…” . Isto vindo de alguém com o peso dele na União Europeia?

Muito revelador realmente. Tanto quanto a estonteante capacidade de assobiar para o lado que a imprensa toda, toda, tem nestas alturas.
É que se fosse um André Ventura a dizer uma coisa destas, era um forrobodó de todo o tamanho com intervenções diretas em horário nobre do menino Bernardo da Sic para mencionar um. Contudo, com o poder de uma personalidade como a que é Barnier dizer estas coisas todo o kayfabe da imprensa esquerdoide não tem ainda os mecanismos para reagir com uma narrativa. Estas palavras dele provocam realmente uma dissonância que ainda não foi ponderado como reverter cognitivamente. Logo faz-se de conta que ele não disse. Simples.
A história ainda não parou. Na verdade continuará, inexoravelmente, como nos últimos 6 mil anos.  

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Freedom of the press

por Olympus Mons, em 13.05.21

Houve alturas em que alguma aparência de integridade por parte e para com a imprensa era paramount nas sociedades ocidentais. A liberdade que a imprensa tinha relativo ao poder e, mais importante, as proteções que tinha relativo a esse poder era, foi, uma marca do século XX.

No século XXI, no país onde mais marketing, pelo menos isso, se fazia dessa liberdade, este século optaram pelo retrocesso.

Nem vou falar do que essa imprensa Americana fez a Donald J. Trump mas bem mais incrível é após essa guerra declarada ao 45 presidente norte americano, hoje dia a imprensa americana deixa que a casa Branca de Biden edite as suas noticias antes de serem publicadas.
Eu sei, quem estiver mais desatento deve achar que estou a usar alguma figura de estilo, mas na verdade não estou mesmo.
Começando pelo fim, como eu gosto: O próprio New York Times o confirma. Mais não só o confirma, os jornalistas abordados, como afirmam que o fazem apesar de ser contra os seu código de conduta interno. Assim, nem vergonha se tem. Como no Venezuela.

 Explicando, a imprensa colocada na Casa Branca costuma ser alvo de uma manipulação aceite pelas partes em que staff, oficial sources, da casa branca usam conversas , briefings, com jornalistas para passar as mensagens que serve a propaganda da administração sem terem que dar a cara – É aquela coisa do “a person familiar with the subject” ou an “administration officials says” que tanto se houve nos canais noticiosos.
Mas os jornalistas depois vão embora e escrevem o que querem relativo às conversas que ouviram. No caso da administração Trump passaram a recusar essas conversas. Mas OK, passando à frente.

No caso da administração Biden, wait for it, wait for it… enviam antes os textos para a Casa Branca para que estes os aprovem, recusem ou editem o texto! Mesmo assim.
É mesmo assim - Enviam para que os membros de equipa de comunicação da Casa Branca editem os textos que eles depois publicam.

O que se passa nos EUA está ao chegar ao ponto em que vamos começar a comer as pipocas e nem o notamos. ---uuuhh. Vai começar a molhada!

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Old News

por Olympus Mons, em 12.05.21

Que mais se poderá escrever sobre o problema israelo-palestiniano?

Pode-se olhar para mais um exemplo da diversidade, a tão propalada hoje em dia diversity, não é?
Aquilo é, também é, multiculturalismo. -  Ali, como em todas as outras ocorrências no passado e no presente parece que não está a correr muito bem, mas curiosamente não serve de exemplo ou referência para a intenção que o novo mundo manifesta de aumentar essa heterogeneidade nas sociedades ocidentais.  Mas obviamente sabem a onde eu iria dar e isso daria uma conversa mais longa e distante do tema.

Eles estão lá, são culturalmente Europeus, geneticamente menos distantes…

Capture Ashkenazi.PNG

A única coisa que se me apraz escrever sobre o assunto é que ao contrário do que muita gente pensa, mesmo esquecendo toda a população árabe que é israelita, tanto os Judeus sefarditas como especialmente os Ashkenazi, são uma mistura levantina com Dna europeu, essencialmente DNA europeu materno pelo Mtdna (mitocondrial que as mães passam aos filhos). Basta olhar para o PCA a cima. Levantina significa que mesmo os Ashkenazi (os tais que são um desvio standard de inteligência sobre as outras populações humanas, são 50% dos prémios Nobel e dos prémios científicos…) tem ancestralidade provinda daquela região do médio oriente. A questão da criação do estado de Israel não foram os maldosos dos Ocidentais que não sabiam o que fazer aos seus judeus e despejaram no que hoje é o estado de Israel. Pelo menos pelo lado patriarcal, não fossem eles do haplogrupo do cromossoma Y , J2a (e E1b1b) que vem da região, esta gente tinha sido escorraçada de lá, e depois de outros lados também, e quando pode voltou para "lá" porque sempre se consideraram de "lá".

Não há solução sem um estado Israelita e um estado Palestiniano.... e se calhar mais muros, muito mais muros.

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Um idiota por segundo

por Olympus Mons, em 11.05.21

Já é religião... 
E ao final do dia, pouco interessa mesmo, porque hidrocarbonetos iam acabar mesmo.

mas a quantidade de pessoas, algumas presumivelmente bem informadas que tem dificuldade em perceber que dizer que tivemos o XXXXX ( o dia, ou o mes, ano) mais quente dos últimos YY anos é só estupido. -  É como dizer “sabem… o meu filho de 15 anos este ano está mais alto do que alguma vez esteve.”  
A temperatura aumenta desde o fim do LIA (little Ice age) em 1820 e nessa altura nada tinha a ver com emissões de CO2.  O aumento de CO2 tem (deve) ter impacto na temperatura. Quer dizer, além da fisica do 1.1 grau... quanto mais?  é o tal ECS (Equilibrium Climate sensivity).  

A quantidade de pessoas que não percebe que o que lhes dizem na verdade é que como o tal miúdo está mais alto todos os anos desde que nasceu há 15 anos, vai ter 3 metros de altura. - Quando na realidade pela aplicabilidade natural do engenho humano acabaremos o século com 500-600ppm de CO2 na atmosfera e com um ECS claramente <2C graus.  -  Mas ainda mais giro é quando em 2050 lhes disserem que “eles” salvaram o planeta o pessoal vai engolir essa conversa com agradecimentos dignos de Kim Il-sung.  
Temos que reconhecer o sentido de oportunidade das diversas elites que conseguem antever estes novos mecanismos de ordenaçao das crenças das populações e beneficiar (legitimamente) com isso. O que nunca tinha sido tentado era isto à escala planetária...

E isto vai resultar tão bem!

Ainda me lembro do tempo (2018) quando falar de estados de emergência em sociedades ocidentais era como falar de um unicórnio, tao irrealista era a menção a essa mera perspetiva se concretizar.  Esta pandemia mostrou como o fascismo (suspensão de direitos) é tao bem aceite pelas populações. Só tens que ter a narrativa correta (seja verdadeira ou não) e o pessoal entrega os seus direitos numa bandeja e com laudas de agradecimento. 

Reparei eu e reparou quem se dedica a política, geoestratégia e ao poder. Não se iludam. Percebendo o conformismo não vão deixar por mãos alheias preparar um futuro cheio de regras para todos nós.

Por mim, ok.
Ok, porque farei todos os possiveis para que eu e os que me são chegados valorizem a liberdade, procurarei sempre criar um mundo para mim e para os meus em que essa liberdade exista. Deus me ajude a chegar ao "fuck you money".  
A parte boa é que se há coisa com que podes contar com esta elite é que o farão deixando espaço para os espertos ganharem dinheiro à mesma, o vosso dinheiro claro. E como tal só espero ter a perspicácia para entrar no barco sempre que a oportunidade se apresentar.

Porque, como sabemos, nasce um idiota a cada segundo… e idiotas nascem para ser cavalgados certo?

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Et tu, Brute?

por Olympus Mons, em 10.05.21

3 pontinhos ...
Para quem ainda tenha dúvidas sobre a reescrita da história que está em curso para esta nova geração que vai ser agradecidamente estupeficada, um dos exemplos que começam a ser comuns é a forma, digamos … interessante, com que se altera o passado.

O exemplo do cavalheiro na imagem Olaudah Equiano ( ou Gustavas Vassa) um escravo que acabou como lobista no parlamento britânico contra a escravatura em 1780.  

Mas dizia eu que hoje em dia começa a haver muitos … (pontinhos) nos sítios certos para que tudo caiba dentro da nova narrativa, dentro na nova história.

Alguém notava que ao ler o muito popular livro “the mammoth book of how it happened” havia sempre os 3 pontinhos no sítio certo.  No caso de Olaudah e do excelente livro que escreveu sobre a sua vida enquanto escravo é que os 3 pontinhos estão sempre no sítio onde ele descrevia a sua vida como escravo EM AFRICA e escravizado por africanos e como tinha sido separado da sua irmã numa dessas casas onde era escravo em África, que nunca mais viu. - Por isso hoje em dia essa parte da sua vida, escravo em africa, desaparece e começamos logo pela para a parte em que é levado como escravo por europeus.

Estão a ver, simples, simples. Basta …  

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Já nem pena tenho...

por Olympus Mons, em 09.05.21

Capture reini unido.PNG

Nestas alturas lembro-me que para as pessoas a verdade é que o  fascismo e totalitarismo é bom… se for a nosso favor. Só quando é contra nós é que é mesmo mau!

Como em tantas, tantas, circunstâncias em que perdemos a noção do que significa mesmo democracia, imprensa, pluralismo, assim vai o mundo da imprensa ocidental. Neste caso particular a portuguesa.

Quando passei os olhos pelo expresso online não pude deixar de reparar que a temática do expresso no seus textos seria a temática expressa por qualquer república de bananas venezuelanas ou por qualquer país Europeu governado por uma emulação de um Bloco de Esquerda.
Qualquer evento é seccionado e transmitida a pequenina parte que lhes interessa para manter uma qualquer narrativa, para manter “a narrativa”.

 

Capture reuters (2).PNG

Até nos media mais factuais, como esta notícia da Reuters aqui ao lado, não escondem que a verdade é que os Conservadores continuam a ganhar espaço no reino unido.

Li no The spectator uma notícia giríssima em que eles manifestavam confusão entre quem tinha sentido mais a perda se tinha sido o partido trabalhista ou a BBC, porque as reações mais histéricas tinham vindo de pivots da BBC e não propriamente do interior do partido.

Quando chegará o reckoning para esta profissão falhada?

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Santinhos

por Olympus Mons, em 08.05.21

Capture patente.PNG

Como já aqui escrevi e como esperado houve uma pausa no esquerdalhismo a professar a sua superioridade moral enquanto a vacina não chegou a eles, às suas mães e aos seus avós.
Nos EUA onde mais de 50% da população já tomou pelo menos uma dose da vacina e quase 30% já as duas logo tendo as suas populações mais fragilizadas protegidas da COVID-19, já é apropriado começar a compra de droga endógena para esquerdalhada que é verborrear superioridade moral, como o caso de levantar das patentes das vacinas para salvar os pobrezinhos. 

Na europa, onde só vamos em 20% ainda não se aplica este passar para o nível do “moral postering”. Mas lá chegará e não falta assim tanto tempo.
Depois a questão vai colocar-se com outros fármacos.
Não deixa de ser curioso não é? quando foi preciso desenvolver uma vacina em tempo record não foram os laboratórios governamentais, nem as faculdades … foram para as maldosas farmacêuticas que se viraram e foram as maldosas farmacêuticas que desenvolveram a tal vacina que “salvou o planeta”. – Do ponto de vista deles, esta é a paga que lhes estão a dar com quedas acentuadas nos valores das suas ações.

E mais curioso, especialmente em relação aos EUA é o facto de as farmacêuticas se sentirem atraiçoadas por Biden. Por isso mesmo, e se for verdade que existe essa consternação por parte daquelas, é bem feito! - É sabido que a Pfizer e a BionTech mandaram fechar em meados outubro do ano passado os seus laboratórios que processavam as análises das vacinas até ao dia 4 de Novembro, algo contrário aos seus protocolos internos. Assim não foi possível reportar antes das eleições para as presidenciais nos EUA que havia uma vacina.  
Para que não haja dúvidas: Aquelas empresas sabiam que os restantes resultados iriam também dar resultados positivos por isso suspenderam a “leitura”. Quando a retomaram, após a derrota de Trump, anunciaram que tinham conseguido a vacina. -  Foi deliberado para que Donald Trump não pudesse anunciar antes das eleições que tinha conseguido a vacina em tempo record, algo nunca antes reportado no planeta.

Alguém nas farmacêuticas fará as contas e perceberá se valeu a pena. Se não valer, da próxima vez que precisarmos das farmacêuticas corremos o risco de assobiarem para o lado.

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Cowboys

por Olympus Mons, em 05.05.21

Ao conversar com um amigo, reparei na incredulidade dele quando eu lhe disse que os Estados Unidos nos últimos 30 anos “ganharam” 100 milhões de pessoas em população, passando de 230 milhões de pessoas para 330 milhões de pessoas. E esses 100 Milhões de pessoas eram culturalmente diferentes dos que por lá viveram antes.

Num mundo em que se morre de medo de ser acusado de racista ou xenófobo ou outra coisa qualquer do género não é surpreendente que isto tudo ocorra e nem se consiga ter uma conversa factual sobre o facto em questão.

O que era óbvio aconteceu! - Com esse aumento de população num curto espaço de tempo os EUA deixaram de ser os EUA. Isto é um facto. Não quer dizer que tenha algo de “mal” ou “bem”, simplesmente significa que algo de diferente vai ocorrer e, mais importante, está a ocorrer e é isso que nos entra pelos portáteis ou televisores a dentro especialmente nos últimos 10 anos onde essa mutação cultural se materializou. Nada de estranho ou anormal. Estava nos livros.

Deixando claro: A AMERICA, a 'Merica, enquanto matriz ou identidade já não existe. Como facto é algo muito simples de perceber – Culturalmente ou identitáriamente os EUA foram uma versão da Europa criado por Alemães e Irlandeses. Facto poucas vezes mencionado é que essa imigração constante para os EUA para quem observe os 200 de imigração repara que o nome constante é a Alemanha. Sempre no top 3 de países de origem oscilando entre o primeiro e segundo lugar e com a entrada do século XX a adição da Itália a esse trio do topo. Só a partir dos anos 70 é que a Alemanha desaparece do trio do topo sendo substituído pelo México no topo.  Desde essa altura que a imigração (e acentuado a partir dos anos 90) que a América optou por se transformar ao escolher importar pessoas do México e Ásia em detrimento de Europeus. Intencionalmente.

Não vou entrar por explicações culturais do significado do protestantismos, quase luteranismo, blablabla que já toda a gente sabe. Mas que fique claro que a AMÉRICA foi criada por esta gente, essa gente da república da revolução francesa, dos pilgrims e da constituição acima de tudo -  Que significa isso? Que a Make América Great Again é a pretensão de parte da população (acredito que maioritariamente branca) voltar a essa América que já não existe. E quando os EUA manifestam tensões enormes sobre as sua introceptividade racial não é saído do nada. 

 A AMÉRICA é essa nação feita por brancos europeus. Não é outra coisa. Eles não são maluquinhos – esses 100 milhões de habitantes em 30 anos fez com que a percentagem de brancos europeus nos EUA passassem de 87% para 60%. Por isso a América rejeita-se a si própria como matriz europeia branca. Porque já não o é. A partir de meados deste século essa população branca será uma minoria nos EUA. Como é no México (40%) no Brasil, Bolívia, Chile…. Ou seja está em curso a Sul Americanização dos EUA.   

Um dos outros fenómenos que raramente se refere é que tanto quanto eu consegui ler na literatura cientifica sobre a matéria, desde Robert D. Putnam que se sabe que quando passas os 5% de diversity  a velocidade a que o capital social naquela comunidade se destrói é impressionante. Passas os 20% de Diversity e esquece o que eras porque já não tens hipótese de continuar a ser. Isso foi programaticamente decidido e foi opção consciente dos EUA (não sei porquê) logo aquilo que se assiste é nada mais do que o guião de como um pais se destrói enquanto identidade. E para nascer algo de novo algo tem que morrer. Os EUA (não sei quem nem como) optaram por se suicidar para permitir o nascimento de algo de novo. Ok. Seja.

Pode parecer para quem leia este texto e olhe mais para a sua própria visão do mundo do que para o que escrevo, que existe um lamento neste meu texto… humm, não necessáriamente.  As coisas são como são.  -  O interessante para mim, que assisti (li) à queda de culturas, civilizações e impérios, é que como é óbvio nunca lá estive quando essa implosão aconteceu. Contudo, e provavelmente no caso dos EUA, vou conseguir observar o processo da queda como aconteceu com Mesoptamia, Akkadia, Minoan, Hititas, Egipcios, Grécia, Roma…

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Ir lembrando

por Olympus Mons, em 03.05.21

Por vezes é preciso fazer resumos.

Capture ECS.PNG

Esta imagem mostra como ao longo do tempo, os resultados dos estudos trazem o ECS para valores bem mais perto de 2.0 C e cada vez bem mais longe dos valores malucos que alimentam o histerismo climático.

Quando se fala de alterações climáticas só duas questões são verdadeiramente relevantes. A primeira é qual o ECS em que se acredita. Qual o Estimate climate sensivity à duplicação de CO2 na atmosfera.  Olhando para a perspetiva oficial, e oficial é aquela que emana do IPCC nos relatórios quinquenais (AR) então, do ponto de vista cientifico será algo como 1,5C a 4,5C. ou seja é como dizer que a idade em que você vai morrer é algo como entre os 20 e os 120 anos.
1,5 C o assunto das alterações climáticas não em interesse nenhum. Se for 4,5 graus estamos metidos numa alhada de todo o tamanho. 

Utilizando uma perspetiva empírica, ou seja, já aumentámos em 130 partes por milhão, e tendo em conta que o primeiro CO2 adicionado é aquele que mais impacto provoca porque o efeito é logarítmico, olhando para os efeitos de 0,5 graus nos últimos 100 ppm (desde 1979) temos que concordar que o valor real estará mais próximo dos tais 1,5 C do que do valor superior. Melhor referência que tenho é dos trabalhos de Judith Curry que aponta para 1.7-2.0C de ECS.

Mas como já escrevi várias vezes sobre isto tudo, essa não é a razão porque o faço agora.
A questão é a seguinte. Mesmo fazendo o muito pouco ou nada para reduzir emissões no planeta (continua a aumentar) a verdade e que não passaremos muito para além dos tais 1.5-2.0 C. No contexto da  mantra que se ouve todos os dias, do kayfabe oficial e politico eles terão salvo o planeta. No futuro este pessoas irá sempre usar o argumento que se não fosse eles o nível de CO2 na atmosfera seriam, sei lá, 1300ppm, por isso, seja como for eles serão sempre heróis.

Este é o ponto. Quando na televisão te dizem que vai acontecer isto ou aquilo ao clima é com base numa coisa chamada de RCP 8.5. Ora 8.5  é um cenário em que as emissões de Co2 iriam hipoteticamente subir aos 1300ppm e quando alguém tenta explicar como é que se atingiria o tal RCP 8.5 as explicações apontam para coisas como a utilização de carvão como fonte de combustível irá quintuplicar sobre valores atuais… ora de acordo com todos os dados oficiais, mesmo da IEA, a utilização de carvão como fonte de energia terá atingido o seu pico em 2013 e daqui para frente será estável até uma ou duas décadas começando depois a cair. Onde esses malucos vão buscar a quintuplicação do carvão como fonte de energia? Pura loucura. E, contudo, ainda hoje dia o cenário RCP 8.5 é utilizado em 75% de todos os estudos científicos publicados até hoje.  Daqui até os media propagarem esses cenários dantescos foi um passo pequeno. Mas não tem nada a ver com realidade.

Outra forma de olhar para o clima é sob a Equação de Kaya.  Toda e qualquer conversa de adultos fora disto é ridículo.  Mas sobre Kaya, escreverei para  a semana.

 

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Filet Mignon

por Olympus Mons, em 02.05.21

Lembrar que já lá metemos algo perto de 2 mil milhões de euros.

Capture tap despedir.PNG

 

Capture lacerda 1.PNG

2 mil milhões de euros!!

Voltando eu de uma semana de deslocação de negócios (mundo está a recomeçar) que me obrigou a viajar de avião não pude deixar de reparar como os LF (load factors ou taxa de ocupação) dos dois voos estava já bastante decente. Algo acima dos 50%.  E isto depois de reunião com alemães em lisboa na semana anterior que me tinham dito que os o voo da TAP em que vieram estava completamente às moscas (disseram 10 passageiros).

É verdade que a TAP era 2% do PIB, maior exportador nominal, deixava cá 1.5 mil milhões de euros na balança comercial, e que desde 1998 que por lei era proibido receber dinheiro do estado etc, etc  - Tudo isso era verdade! E um dos problemas que tenho com o Tuga é também as patétices que adorava (m) dizer sobre a TAP e que não era verdade. 

Contudo o passado não interessa para nada, porque vamos é viver do futuro. E se ouvirmos com atenção, sabemos que a TAP por falta de resposta perde largos segmentos de mercado como os allots para tour operatours, perde negócio de chartes, deixa a Ibéria entrar nos voos para cabo verde e porto santo que sempre foi dominadora enquanto se entretêm a criar voos para Cancun, etc, etc., etc. -  Em resumo, como esperado, a TAP está a receber quantidades enormes de dinheiros públicos e está a fazer tudo certinho para morrer.  - Vai queimar 4 mil milhões e depois morre? É isso?

Contudo as notícias que interessa a Tuga, como se vê pelas imagens é o que o amiguinho do Costa fez, ou que o caso anedótico de alguém que coincidiu com circunstâncias pessoais complicadas e o facto de ter sido selecionado para ser despedido. Como se a Boston Consulting não fizesse estes processos de forma profissional e processual em dezenas de países.

 O que interessa, para este post claro, é a dedicação que o tuga tem ao anedótico.
Tuga só come gordura, porque só vê gordura… Filet Mignon não é para nós!

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Propositado

por Olympus Mons, em 25.04.21

"Racializing police brutality 'fuels' perceptions far from reality: Professor

University of London professor Eric Kaufmann argues that media coverage of police brutality has steered people away from numbers and statistics"

Desde o início deste blog que escrevo sobre Eric Kaufmann, desde algo como 2012 ou algo do género. Na altura Eric com o seu esquerdismo de professor em Londres irritava-me sobejamente. Contudo escrevia sobre ele porque ele, apesar do esquerdismo tinha notado que era curioso que eram os mais liberals os primeiros a fugir dos bairros quando a carrinha de mudanças com a diversity aterrava no bairro deles. E ainda por cima iam para os bairros que se mantinham mais “ingleses” nos arredores de londres.

Não contava eu que esse facto também a ele terá condicionado muito as linhas de investigação que passados estes anos todos ele tomou. Desde essa altura terá percebido que os Esquerdoides são só tanguistas que tratam da sua vidinha pessoal com parâmetros bem diferentes daqueles que advogam e verborreiam a toda a hora.

Filho de Europeu e Chines ele não é propriamente um supremacista branco, mas é das pessoas com maior clarividência sobre a mentira que a sociedade, leia-se a esquerda, leia-se as elites controladoras dos media, no século XXI tenta impor a todos nós. Volto a dizer que Eric kaufmann assume-se como politicamente à esquerda, só que a realidade que as suas investigações e trabalhos publicados revelam não se coadunam com a tal mentira!

Trago-o de novo aqui porque o vi num dos segmentos na FOX a avisar os americanos que a perceção que os americanos tem sobre o racismo, sobre a violência policial, sobre as atitudes e consequências sobre minorias não tem nada a ver com a realidade. É uma distorção da realidade que ele alerta com estudos, factos, estatísticas para mostrar que o que tem sido feito nos EUA nos últimos 5 anos pelos media (e ele cita o Waspos, o NYtimes, etc) é uma completa fabricação…

Mas também não é por essa parte que escrevo este post. É porque ele deixa claro que o que Joe Biden e vários elementos da casa branca com algumas das suas declarações sobre racismo sistémico vai ter consequências terríveis precisamente porque não são alicerçadas em qualquer forma factual e assente na realidade – Isto é que é importante.

Porque haverá uma altura em que estas elites irão dizer que já chega. Que estas elites irão querer dizer para as pessoas pararem e pensarem um bocado, ou que já se atingiu tanto que… blablabla. – E não vai funcionar.

Convém que a história registe que foi tudo feito de forma consciente e deliberada.

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Não tem LGBTQ...!

por Olympus Mons, em 24.04.21

Já aqui escrevi há dias sobre as series de televisão mais vistas durante a pandemia e como elas diferem dos conteúdos a serem empurrados pelas grandes plataformas como a Netflix, HBO ou Amazon Prime. 
há dias lia a consternação dos fãs pelo mundo fora pelo facto da serie Seal Team ainda não ter sido renovada a Season 5. As próprias estrelas da série manifestavam a sua ansiedade e incredulidade por a CBS ainda não o ter anunciado havendo suspeitas que não o vá fazer.  Apesar das audiências, muito maior do que algumas já anunciadas como renovadas.

Para mim, Seal Team tem um problema insanável nos EUA hoje em dia. É no essencial sobre um grupo de White Males adeptos do Patriarcado cheio de testosterona e ainda por cima patriótico.

Vai ser curioso seguir estas coisas nos EUA. O woke é algo novo, dos últimos 5 anos, nos EUA e muito ainda se vai passar, como com um vírus, ao contagiar todas as áreas das sociedades em que entrar.-  Que o fará em todo o ocidente!
O Ocidente ainda segue as tendências dos EUA e assim fará até perceber que a América que seguiam está morta e estade agora meramente corre, continua a correr, para o precipício. E já não têm como travar.

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Os novos fascistas

por Olympus Mons, em 24.04.21

O tribunal em Espanha declarou que o VOX tem todo o direito de usar este cartaz

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Não ouvi nenhum contra-argumento por isso não sei se é verdade, ou totalmente verdade, ou não. Pelo que tenho lido, ninguém contesta que isto é verdade. Um menor refugiado tem direito a 4.700 euros ao mês em Espanha e a reforma média presumo de pessoas sem rendimentos declarados (como o refugiado) é de 426 euros. Curioso é a abordagem do jornalismo português que li, que até diverge para o fotógrafo que tirou a foto do jovem negro … deixando para trás totalmente aquela que é a mensagem do cartaz. Paga-se quase 5000 euros por mês a um jovem refugiado??
O que eu gosto no VOX são duas coisas. A primeira já aqui escrevi e é o facto de Santiago Abascal se ter munido de um conjunto de pessoas, como Espinosa de Los monteros, Ou Javier ortega Smith, ou Rócio Monastero, que destilam classe. E essa classe é traduzida por estoicismo no discurso que claramente tem limites definidos na forma e no conteúdo. Classe é não precisar da aprovação das pessoas que ou os estão a entrevistar ou estão a debater. -  Eles entram sabendo ao que vão e porque vão. Significa isso que preparam ao detalhe a sua intervenção e estudaram o assunto e como o apresentar. Classe. -  Algo que o Chega, para além de André Ventura, ainda tem que trabalhar.

A segunda é que eles possuem uma característica que levou ao sucesso de novos partidos de esquerda. Sabem usar as imagísticas, as associações entre eventos para o efeito que desejam.  A esquerda sempre usou isto de forma brilhante para acicatar a inveja e o ressentimento e agora quando o VOX faz o mesmo no segundo seguinte estão a colocar uma ação em tribunal. – Não há surpresas no fascismo de esquerda obviamente.

Em Portugal a família que estava na foto com o presidente da república e que André ventura mencionou que o presidente teve o cuidado de ir tirar fotos com criminosos (que também estava na foto) mas não se deu ao trabalho de ir tirar fotos com os policias que foram atacados no bairro, estará agora colocar o Chega (ou André Ventura) em tribunal.Passando o facto que não terá sido a família a colocar o CHEGA em tribunal e claro que terá sido uma das associações que pairam sobre assuntos relacionados com as minorias em Portugal, fica esta coisa tendência de tentar constringir o discurso político de forças políticas pela via legal que caiam fora do kayfabe, da narrativa do fascismo cultural de esquerda vigente.

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Era deixar matar?

por Olympus Mons, em 23.04.21

Não sei se vocês têm a mesma noção que eu, mas o desarranjo mental nos EUA está a atingir um patamar semelhante a um vírus que provoca alucinações ou patologias psiquiátricas. Das outras vezes em que sociedades (ou civilizações) cometeram suicídio não havia este tipo de registos como hoje em dia, logo estamos perante uma oportunidade única na história. – Assistir ao haraquíri dos EUA.

Saía o veredicto de Derek Chauvin e já estava a decorrer mais um caso do kayfabe coitadinhos dos “negros norte-americanos” que nos rege. Se eu fosse negro consideraria isto tudo altamente ofensivo. Claro que entendo que muitos, se calhar a maioria, até gosta desta coisa do vaca sagrada, animal de estimação, que uma elite esquerdoide branca os quer remeter, mas quero crer que existe também um nùmero considerável não está para aí virada. Vamos ver.

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Este novo caso é de MaKhia Bryant em Columbus Ohio. Só digo uma coisa a quem lê isto: Vão por favor ver as imagens.

Eu sei que se fores doente esquerdoide, a realidade pouco te importa e vais ver o que queres ver nas imagens. Se nada mais, os 20 minutos do caso George Floyd mostrou-me definitivamente que já nem raw vídeo serve para alguma coisa quando este choca com a narrativa esquerdoide vigente. Não adianta! Neste ponto, as coisas vão ser o que o kayfabe ditar e mais nada.
Neste caso de Makhia, mesmo mostrando a polícia imediatamente as imagens de nada adiantou. Sucederam-se e sucedem-se as declarações mais escabrosas do mundo. O basquetebolista Lebron coloca um Twitter com a cara do polícia que disparou a dizer “you are next!”, colunistas de renome verdadeiramente advogaram que os polícias deviam ter deixado Makhia esfaquear a outra miúda. No momento em que o polícia dispara ela ia com aquele facalhão a caminho da barriga da outra miúda como podem ver até por esta imagem! E as pessoas dizem que a polícia não devia ter disparado. Mesmo!

Esta conversa até da casa branca de Biden vem! Isto atingiu níveis inacreditáveis.
O polícia sai do carro vê a violência que ali decorre e teve 9 segundos. 9 Segundos para salvar a outra miúda. – E assim o fez!
Vamos ver se este não acaba na prisão como o outro. Pelo menos despedido já deve estar. – Enfim.

Fica o aviso e que ninguém se faça de parvo no futuro. Que ninguém se faça de inocente quando quiserem reverter este estado das coisas. Porque isto não volta atrás. Agora vai ser para cair até ao solo, assim o impõe as atitudes até de Biden e da sua administração:
“She was a child. We’re thinking of her friends and family in the communities that are hurting and grieving her loss. We know that police violence disproportionately impacts black and Latino people in communities and that black women and girls, like black men and boys, experience higher rates of police violence.”

A miúda que o policia salvou também era negra, também tinha mãe e pai e não estava enlouquecida com um facalhão nas mãos a tentar matar Makhia
Volto a dizer, ninguém se faça de parvo no futuro. Mas mais importante, isto tudo tem gente por trás. - Esquerdoides brancos de classes média alta ou mesmo alta com mansões de fim-de-semana ou jantares de 500 dólares. Sim, Esquerda burguesa, esquerda caviar.  Nos EUA tudo toma uma outra proporção, até o esquerdismo. Chegou a vez deles e vai ser épico.

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Agora já podes...II

por Olympus Mons, em 22.04.21

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Da senda do “agora já podes…” cá está António Guterres, após levar as suas vacinas da Pfizer em Nova Yorque, agora cá estão todos eles a tomar a dose diária de endorfinas endógenas pela verborreia moral.

Algo que vamos todos assistir em crescendo são estas figuras a procurar a camara de televisão mais próxima e de forma sentida alertar o mundo para a terrível injustiça  que é a forma como as vacinas estão a ser distribuídas.

caladinhos, caladinhos estiveram eles até terem safo o coiro (autorreferencial) agora vem o ar sofrido e os discursos do DLPFC (Dorso lateral prefrontal cortex). Que injustiça, meu Deus! -  Bbbuuáááá! Bbuuuááá. São todos meesssmmmoo uns santinhos. 

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Pois é. Derek Chauvin...

por Olympus Mons, em 21.04.21

Fica-me a impressão que o nome de Chauvin irá ficar mais vincado na história do que o de George Floyd. Passado o kayfabe contemporâneo haverá reckoning na história que irá provavelmente trazer a decisão sobre Chauvin como pedra angular de algo. Não consigo ainda antever a extensão, mas assim será. 
Considerar um polícia culpado de assassinato por cumprir com procedimentos da polícia considerados como de restrição moderada vai ter consequências. 

Isto tudo começou provavelmente com Michael Brown em Ferguson Missouri. E assim assistíamos a pivots de televisão, fonte do novo mundo orwelliano, a levantar as mãos em directo “hands up, don’t shoot!, Hands up, don’t shoot!”. Aliás ainda hoje nas manifestações do BLM se consegue ver este gimmick em ação. BLM nasceu nesse incidente.
 E, após a absolvição do polícia Darren Wilson, e as manifestações, violência e looting por todo o lado, cedo se percebeu que nunca tinha existido Hands up nenhum e que o policia atuou corretamente ao disparar.  Em Março do ano seguinte (2015) até o Washington Post fazia um editorial a dizer que nunca existiu. E Eric holder (negro), Attorney General de Obama lançou uma investigação e fez um relatório a dizer que o julgamento tinha chegado ao veredicto correto. E depois veio outro Attorney General, Lorreta Lynch (negra) e lançou novo inquérito. Novamente o mesmo resultado… Nada disto adiantou. A imprensa nunca corrigiu a sua imagística inicial da vitimização de Michael Brown por isso o público nunca percebeu a verdade.

Na altura pensou-se, e fez-se laudas, ao sistema judicial americano que tinha resistido à pressões e tinha conseguido tomar a decisão que tomou. Assim pensou a direita e até pessoas ligadas ao partido democrata mais moderado, e isso foi um erro. Porque o problema é que a direita comete o erro de achar que só porque está certa, tem a verdade, que não tem que se preocupar mais porque “facts matter”. Tanga. Ou melhor, a Tanga é que matter.

 As acusações de racismo não pararam e isso foi importante. Porque talvez tenha sido um dos eventos onde melhor se percebeu que a verdade, a realidade, não tinha verdadeiramente poder nenhum sobre a narrativa. – Numa nação em que o presidente era negro, o Attorney General era negro, o Mayor era negro, o Juiz era negro, os júri era maioritariamente negro…mas o sistema era racista e tinha inocentado o polícia branco.

Pois… Derek Chauvin
O júri nem precisou de 10 horas para o considerar culpado de assassínio em segundo e terceiro grau, e de manslaughter.  E qualquer pessoa, achava eu, que tivesse visto o vídeo todo, os 20 minutos, ficaria siderado com esta decisão. Eu ainda aceitaria a decisão de manslaughter considerando negligência ao não perceber que as dificuldades de George Floyd … mas daí a assassinato (!?).
O que é mais curioso é que devido a esta decisão muito mais gente irá morrer. Magotes de gente irá morrer. Magotes de negros irão morrer.  Estão a ver, diga-se o que se disser, os incidentes mostram que as pessoas de raça negra demonstram muita dificuldade em obedecer às ordens da policia. Sobreviver à polícia nos EUA é tão fácil como colocar as mãos no volante, dizer ao policia se se tem alguma arma no carro, sair do carro quando a policia manda e levantar as mãos quando a policia manda. É muito difícil? – Pois, agora, nos próximos anos, ou mesmo meses, estejam atentos aos confrontos entre a polícia e jovens negros.  - Aliás, já começou a aumentar os casos em que os jovens negros ao ser interpelados pela polícia escalam a agressividade por achar, corretamente, que a polícia terá receio de exercer violência sobre eles.  – Isto leva à morte dessas pessoas. Digam o que disserem, se o polícia achar que está em perigo de vida vai disparar - É instinto de sobrevivência e mais nada.
Já aqui mostrei que desde a morte de George Floyd, um evento que acontece em média 9 a 13 vezes por ano nos EUA INTEIROS (negro desarmado morto por polícia), e dos protestos nas ruas, dizia eu desde a morte de Floyd, o número de mortes diárias nos EUA passaram de 37 por dia para 50 por dia. Isto é POR DIA!. São mais 13 George Floyds todos os dias.  --- Mas, se não está na narrativa, who gives a fuck, certo?

Já qual vai ser a resposta Judicial ao apelo de Chauvin às instâncias superiores vai ser outra história digna de se ver. Quer dizer, seria digno de se ver no Burundi. A diferença do Burundi para os EUA está a diminuir a olhos vistos.-  Por exemplo tanto Évariste Ndayishimiye como Joe Biden não percebem a necessidade de separar os poderes executivo do judicial pois não?
Fosse um tal de trump a dizer o que este disse...

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Agora já podes...

por Olympus Mons, em 20.04.21

Pronto Greta, agora já podes...

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Já aqui escrevi que os esquerdoides estavam calados relativo ao processo de vacinação no que se refere à “inequality” no planeta e que assim ficariam até deixarem de percecionar que estariam em perigo. Eles ou os seus mais chegados.

Os avós da greta já foram vacinados (dado os 20% população com uma vacina na Suécia) e por isso ela, e os outros da mesma matriz, agora já podem injectar moralidade nas veias e obter a gratificação endógena no stratium do cérebro. Seja, cocaína ou verborreia moral vai tudo dar ao mesmo sítio no cérebro.

Todas as pessoas, logo as de esquerda também, perante circunstancias que forcem ao autorreferencial, circunstancias que os forcem a viver na realidade que os envolve, logo algo pessoal (!) computam com os mecanismos normais de decisão pessoal no neocórtex. Contudo, como são de esquerda, à primeira oportunidade saltam para o seu default que é abstrações computadas na parte dorsal do neocórtex.  

Este pessoal nem noção tem…

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Parabéns ao Capitalismo!

por Olympus Mons, em 19.04.21

Tenho continuamente uma sensação de viver num mundo orwelliano em que alguém decidiu fazer uma experiência cósmica, e cómica, com toda a espécie humana.

Escrevo profusamente sobre alterações climáticas como um dos temas em que isso se nota. Na verdade as alterações climáticas foram das primeiras temáticas onde se começou a experimentar aquela coisa dos comunistas, fascisoide, totalitarista, do chamar sabotador (no caso negacionista) e bastar isso para te condenar. É a conversa dos negacionistas. Negacionista é o novo sabotador dos esquerdalhoides. Vejam como agora basta a acusação e estás tramado. O Juiz negacionista, o Professor negacionista…e já está.

Claro que as alterações climáticas existem. E adicionar CO2 à atmosfera claro que provoca alterações ao equilíbrio radiativo. Num laboratório vê-se 1.1 grau na duplicação do conteúdo de  CO2. -  Se fosse 1.1 grau de ECS (equilibrium climate sensivity) era uma bênção para o planeta.CO2 é vida. Deverá ser um bocado mais, mas não muito mais (1.8C-2.00C) e não mata o mundo criar allowance no ocidente no CO2 para que o mundo menos industrializado consiga continuar a fazer o milagre do capitalismo que é tirar pessoas da pobreza.

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Contudo, quem vai olhando com atenção para realidade, é aquela pobreza que mata. Esta imagem ao lado diz muito. As alterações climáticas é o menor dos problemas ambientais e mais importante é que estas coisas só são perigosas para os pobres. Se tiráramos as pessoas da pobreza nada destes eventos apresenta qualquer perigo.

A curiosidade que é o “Não lavar as mãos” matar tanta mais gente que as alterações climáticas não é? – Mas mandar as pessoas lavar as mãos não dá Gretas, nem impostos, nem definir ao detalhe o modo como “tu” tens que viver a tua vida e que narrativas podes verbalizar. Poder.

 

 

E como está a força, a pujança, do milagre planetário chamado capitalismo?

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Esta imagem mostra-nos como o capitalismo vai fazendo o seu milagre. Na India e na china, à semelhança de décadas passadas, continua a tirar pessoas da pobreza, aos milhões, e a fazer as populações subirem a escada da qualidade de vida e riqueza.

De 2011 (bolinha amarela) para 2019 (bolinha verde) é um mundo de gente. Gente com expectativas, gente com sonhos e gente que tem uma vida diferente. 
São milhões. Centenas de milhões de pessoas. 
Parabéns capitalismo por continuares a fazer o que sabes fazer melhor, apesar das tentativas inexoráveis da esquerdalhada para acabar contigo. 
Esquerdalhada é um defeito mental que deveria merecer mais atençao. 

 

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Da série desde que não seja o Ventura

por Olympus Mons, em 17.04.21

Capture pacheco.PNGA quantidade de gente que por estes dias escreve sobre o “regime” podre, sobre a Democracia não realizada. Obviamente desde que não seja o André Ventura, porque se for esse é uma ofensa ao 25 de Abril, é uma irresponsabilidade e apelo claro ao extremismo.

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Coisas de Realidade

por Olympus Mons, em 17.04.21

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Fica um reparo após os meus últimos posts.
Temos toda uma ideologia, a caminho de religião, da qual uma das vertentes, para não dizer a ponta, será a cultura pop e se falarmos de cultura pop estaremos a falar da Norte-Americana.

Existem séries que deixo de ver porque não suporto a doutrinação. E se não estivermos dispostos a deixar de ver uma série então não estamos verdadeiramente dispostos a nada e o melhor será calarmos a boca.

Existem séries que aplicam na prática, sendo cada vez mais, a religião Woke que estipula que tudo o que é Homem Europeu Branco é maléfico e deve ser eliminado da imagística coletiva. 
Eu percebo porque, pese embora ainda não tenha escrito sobre isso.

No entanto temos que aceitar que séries como Fear the walking dead elimina da sua narrativa o HBH (Homens Brancos Heterossexuais) ou só vemos homens brancos como mortos-vivos ou personagens maldosas ou sem personalidade. Já repararam nessas séries a quantidade de mortos-vivos que são brancos certo? – “Morte do homem branco como dizia o Fanon”…Pois.
Aceito que tenha deixado de ver séries como O Star Trek discovery na season 3 (aliás já a season 2 tinha ido por esse caminho) porque optaram por eliminar qualquer personagem HEB da narrativa. E lembrar que desde a serie I que a personagem principal é Michael Burnham uma mulher negra. Sim o personagem foi criado para ser um HEB mas os produtores optaram por ser uma Mulher Negra e isso não me impediu de ter gostado da série.  Percebemos na season 2 e 3 para onde os produtores estavam a ir na narrativa. No caminho de woke go broke. OK. Eu por mim deixo de ver e pronto.

Nas séries Americanas cada vez mais assistimos à total ausência de personagens fortes que sejam Homens Brancos Heterossexuais, privilegiando personagens femininas ou de outras raças ou ainda Homossexuais (1% população) lésbicas (0.5% população) ou Bissexuais (2% população mundial). Tudo menos um HBH.

No entanto, escrevo isto, pela lista acima.
Séries mais vista em 2020 -  Julgavam o quê?
Estas são as séries que a esmagadora maioria das pessoas procuraram e viram durante o ano da pandemia. Reparem que são séries com representação correta e proporcional da … Realidade. Pois, ou final do dia a realidade conta. E essa maioria silenciosa que o devia ser menos tem mesmo que acordar.
Vejam a lista e pensem um bocado sobre o que estas séries retratam e o modo como o fazem.  As pessoas querem isto, não querem o lixo que o woke produz. A lógica do go Woke go Broke tem que ser ajudada. Comecem por vocês.

 

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O fascismo bom

por Olympus Mons, em 16.04.21

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Esta gente nem repara? 

Um comício do Vox em Madrid, como em tantos outros sítios em Espanha, e como era comum nos camisas castanhas fascistas dos anos 30 ou de quaisquer arruaceiros Comunistas nos seguintes 90 anos, acaba com os apoiantes e dirigentes do VOX a ser apedrejados e confrontos com polícias feridos. Como aliás aconteceu na campanha presidencial em Portugal.

Lembra-me sempre como as pessoas se esquecem que fascismo a nosso favor é sempre muito bom… quando é contra nós é que é problema.

Enfim. Em portugal até se tenta ilegalizar partidos e ninguém se rala...

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O fim da América III

por Olympus Mons, em 16.04.21

Merece ser lido e com toda a calma...

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Se há algo que definia os EUA, culturalmente, era a conversa do “honest day work”, eram os pergaminhos protestantes e as dimensões que caracterizam a civilização Europeia.

Quando o Smithsonian museum e o seu National Museum of African History manda distribuir e coloca com orgulho o cartaz acima, pese embora tenha vindo posteriormente a pedir desculpa, não deixa de ser revelador do que se considera na América multicultural como os alvos a abater.

Ser trabalhador, cumprir horários, ser racional, objetividade, família nuclear intacta, ter delay gratification… Tudo o que nós sabemos ser promotor de sucesso, ser fomentador de qualidade de vida é o maléfico “whitness”. É Assim simples. - Aquela imagem acima é o “White Culture” a combater e ultimamente a fonte da perversão branca.

Hoje ouvimos falar de proibir o estudo académico de grandes obras literárias porque os seus autores eram brancos e descreviam a vida dos europeus, proibir Beethoven e Mozart, desvalorizar o estudo da matemática…. Esperem, esperem, isto não é só nos EUA. No Reino Unido já assistimos a muito das tendências que se pensaria ficar circunscritas ao meltdown da inteligência nos EUA. E dentro de pouco tempo será difícil não ver isto tudo a transbordar para o resto da Europa como a variante britânica do vírus da Covid-19. Curioso como diria que isto é um vírus que só ataque os 20% da população mundial que é caucasiana, parecendo os outros 80% estar imunes. Não vejo um movimento de penitencia suicidária por parte de outras identidades que não seja Europeus brancos. – Alguem ouviu alguma penitencia pelos danos provocados pelo império Otomano, o mais longo e brutal império? Zero. Vão lá iniciar esse diálogo com ele. Não. Isto é puro NFC (need for chaos) de gente Beta no ocidente.

Não deixa de ser relevante que esta descrição da “maldade branca” na verdade tem características que ainda são mais visíveis em outras etnias como a asiática que com o influxo tremendo de chineses e indianos para os EUA vai colidir ainda mais com demografias que revelam menos apetência para essas mesmas características como a hispânica ou Africana, não vão? Sim, elite branquela nessa altura já não estará lá, já terá se deslocado para um espaço psicológico mais europeioide, como se nada fosse, perfeitamente contente com a explicação que dão a si próprios de “já não estava a resultar para mim… queria qualquer coisa de novo… ou algo de género.”

Uma coisa que convém nunca nos esquecermos é quem é o inimigo (!). Não são pessoas de outras raças ou de outras culturas ou religiões. Pese embora em circunstâncias possam também ser. Depende. Mas que fique bem claro para todos nós que o inimigo que nos ataca, como fenótipo, são: Brancos do sexo masculino e feminino, de classe média alta, elites nas suas áreas e que operam sob a presunção de que “vai ficar tudo bem”. É o síndroma Jane Fonda. Que passou a vida a atacar e a odiar o seu país mas sempre foi um icon multimilionário apaparicada pelo establisment.

Esta maralha opera sob essa premissa que vão sair disto tudo incólumes. É essa parte que temos que procurar uma maneira não violenta de lhes mostrar que não vai ser assim desta vez.
Deixar e promover a implosão dos EUA poderá ser o último grande serviço que os nossos irmãos nos EUA vão prestar aos Europeus. E se assim for, pois, que seja!

Fiquem-se com o restante do Cartaz

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Fim da América II

por Olympus Mons, em 15.04.21

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Mas porque decidiram os EUA “importar” 100 milhões de pessoas em 30 anos?

Pelo que me apercebo, mas aceito que alguém me conteste, porque isso sustentou um crescimento económico muito grande nos EUA.  Veio muita mão de obra barata e um aumento do mercado interno e isso foi essencial esse crescimento norte-americano dos tais acima de 3% anuais que sempre fez inveja à Europa por exemplo. Mesmo quando sentiu os seus quadros a fraquezar não teve pruídos em ir buscar quadros aos molhes ao sudeste asiático e ao subcontinente indiano para garantir performance na vanguarda tecnológica.

Reza assim as crónicas que os republicanos apoiaram porque isso era bom para as grandes empresas americanas e os democratas pela mesma razão, mas acrescido pelo facto de desde cedo terem percebido que eleitoralmente isso lhes era benéfico. E com razão. Veja-se a Califórnia, a Califórnia sempre republicana que com a alteração demográfica pro hispânica virou irremediavelmente para o partido Democrata.  O grande Texas parece-me que caminhou também, apesar de mais lentamente, nessa direção visto as margens com que os republicanos ganham ter vindo a reduzir eleição atras de eleição.

Uma nota de reparo é que comecei verdadeiramente a perceber que havia algo de errado nos EUA talvez no fim da primeira década do século. – Tendo eu muitos contactos profissionais com Americanos, subitamente as pessoas com quem eu contactava (no essencial de raça branca) caminhavam sobre ovos, não davam opiniões politicas e, mais importante, criavam uma persona híper simpática mas falsa. Aquilo era muito estranho.  Indo muitas vezes aos EUA não deixava de reparar no crescendo de ambiente de tensão. Sentia-se que algo estava a fermentar e algum tempo depois foi óbvio com o surgimento da atual explosão identitária.

Seja como for esta redução da população americana branca de 85% para 60% foi pensada, foi promovida e até podemos dizer desejada. – Quem tem o que quer não se pode queixar.

Mas, vamos ao que interessa:

E sabem que mais? “Eles” têm toda a razão (!).  Existe um problema de whitness nos EUA. Quando se passa para 40% da população em “diversity” é óbvio que existe um problema cultural e identitário no país. - Os EUA foram feitos por e para os 85% de europeus e agora tem que se adaptar a toda uma nova realidade. Houve períodos nos anos 60 com a luta pelos direitos cívicos das populações negras que trouxe alguma atenção à cultura negra norte-americana e ao seu papel na sociedade americana, mas tudo era muito ‘merica, tudo era no essencial atenção à minoria e não algo que ameaçasse a hegemonia da cultura Europeia na Sociedade americana.  Aliás, neste século os primeiros a pagar o preço dessa diversidade terão sido os 10% da população negra que viram a concorrência para os empregos aumentar.
Este aumento populacional levou-os aqui, na segunda década do século XXI, a toda uma outra realidade que afirma que é mesmo o whitness  dos EUA que tem que ser destruído.

Se tens 40% da população não identificada com a tua cultura é óbvio que vão tentar destruí-la. Aliás tanto quanto eu sei se o valor é acima de 20% e já não consegues reverter ou consegues manter a atual identidade/cultura. Especialmente porque essa diversidade tem tendência em concentrar-se nos grandes centros urbanos, onde tudo é mais sensível, mais político e tem mais impacto mediático.
Faz parte dos NAPS e é assim que será feito a criação do novo normal. O civil unrest dos EUA contra a ainda maioria populacional Branca é alicerçada nessa destruição das redes culturais que sustentam ainda o país. O MAGA de Donald Trump é claramente uma tentativa de voltar a afirmar essa américa dos valores europeus. Chamar de América Branca não será errado porque verdadeiramente essa hiper-américa, essa greatest nation in the world, é a América Branca dos protestantes , dos founding fathers, não é esta nova da diversidade. O que quer que resulte desta nova diversidade será uma coisa diferente e, pese embora haja sempre uma primeira vez, nunca estas alterações ocorreram sem consequências grave.
Que seja claro, aquilo que qualquer pessoa no planeta, mas ainda mais na Europa, chama de América já não existe. Morreu. Daqui para a frente será outra coisa.
E como já escrevi, isto é tudo natural porque nós todos geneticamente e culturalmente nascemos de movimentos assim. Foi do camandro para quem lá estava, mas desde o neolítico este é o mundo dos humanos.

E fará bem à Europa que está ainda nos 90% de europeus brancos, assistir ao que se vai passar nos EUA que passou de 90% para 60% de Europeus Brancos.
Se acabar por se cumprir o designo científico da diversidade (que é a destruição do status quo e sempre para pior) nos EUA, talvez seja mais uma vez os EUA a salvar a Europa.

Deixemo-los ser cobaias, que eles gostam.

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Fim da América I

por Olympus Mons, em 14.04.21

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Não deixo de achar curioso a letargia com que se assiste à implosão dos EUA. 
E implosão é. Quem assiste ao que os EUA se transformaram nos últimos 20 anos não pode, não pode, ter qualquer dúvida que os EUA para o bem ou para o mal… kaput.

A mim cria-me um sentimento híbrido de satisfação e de tristeza. Eu explico: Pela literatura lida, a lógica diria que qualquer país que ultrapasse os 20% de diversidade tem zero, zero hipóteses de sobreviver. Aos 5% começa a perder vertiginosamente capital social e aos 20% terá nenhuma hipótese. Quando me apercebi disto há umas décadas e era novinho, acabavam sempre por me dizer “Olha lá para os EUA, a maior potencia do planeta…” e eu tinha que concordar. Ora, nem duas décadas depois a matemática bateu certo. - Tristeza porque vai ser uma coisa feia.
Mas perfeitamente aberto a ser feliz se os EUA nas próximas décadas me provarem a mim e á literatura, errados. Mas também por honestidade intelectual devo dizer que não, que já comprei as pipocas para ver aquilo implodir.

E esta destruição da América é a coisa mais natural do mundo.

Sendo eu um apaixonado pela arqueo-genética a destruição é a norma para as etno-génesis das populações do planeta. Lembrar que por exemplo a maior parte das populações do planeta tem menos de 4 mil anos. Europeus, Africanos (bantu), Sub-continente indiano …. Tudo criado ontem.  Mas que ninguém se iluda. Primeiro vem o fim do mundo e depois vem esse renascer que muitas vezes traz consigo a tal adição de novas admix genéticas ou o domínio naquela geografia por uma dessas genéticas.

Se perguntasse aos índios durante o replacement por europeus com certeza diriam que tinha sido o fim do mundo. Se perguntasse à cultura Varna, Gulmenita ou Funnelbeaker culture, Lengyel culture nas balças e europa central a chegada da genética Yamnaya das estepes ajudou ao fim do mundo. Se perguntasse aos africanos originais antes da expansão dos Bantu, destes africanos de agora, também foi o fim do mundo para populações que hoje em dia são ghost population.

Tal como acho isso natural também considero natural que haja uma percentagem da população que não sofra de NFC (need for chaos) e que não queira fim do mundo no seu tempo ou dos seus filhos e netos. Também não deve surpreender ninguém.
Raramente ocorreu “fins do mundo” sem intervenção de imigração.  Daí alguma aversão que existe a grandes movimentos de população para dentro de espaços culturais definidos. Correu sempre mal.

O fim do império romano não foi desassociado dos movimentos populacionais de diversidade. No pico do império romano, Roma, a cidade, tinha 2 milhões de pessoas e encontrava-se muita genética vinda do meio oriente, de outras partes da europa e até

do norte de África.  - leiam Moots et al 2020  “Ancient Rome: A genetic crossroads of Europe and the Mediterranean”  e percebe-se que Roma importou gente de todo o lado do seu império de 70 milhões de pessoas. - No fim, dos 2 milhões de habitantes da cidade ficou reduzida a 30 mil habitantes.

Voltando à Roma dos nossos dias.
Tudo o que as pessoas precisam de se lembrar em relação aos EUA é o seguinte: OS EUA em 30 anos (1990-2020) passaram de 230 milhões para 330 milhões. São mais 100 milhões de pessoas no essencial por imigração. É como se Portugal dos anos 90 até agora tivesse tido um aumento de população mais de 4 milhões de pessoas e todas elas vindo de locais que nada teriam a ver connosco culturalmente.

Os EUA fizeram isso conscientemente. Foi politicamente consciente.
A pergunta será: Porquê e para quê.

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sem palavras

por Olympus Mons, em 13.04.21

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Ele há doenças...

por Olympus Mons, em 13.04.21

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Para que fique claro. Eu acho que José Sócrates é corrupto. Eu acho que Pinto da Costa também era culpado.  Mas também acho que “achar” é uma porcaria e quem muito acha devia levar um murro nas fuças. -  Ou sabe ou cala a boca e aceita as decisões. E para saber, legalmente, tens que ter meios de provar de acordo com as leis da terra.  Ou consegues ou, novamente, cala a boca.
Eu achava que Pinto da Costa era culpado, mas se alguém quisesse meter o senhor na cadeia porque eu, ou essa pessoa, “achava” que ele era culpado eu seria o primeiro a defender o direito de Pinto da Costa de ir em paz.

Aparentemente, já se sabia (provar)  que que José Sócrates era corrupto de um determinado crime mas o Juiz e a procuradoria nem ler o mesmo documento e interpretar de forma correta quando o crime prescreve conseguiu. Estão a ver ao que isto chega em que nem os dois profissionais a ler o mesmo texto estão a entender a mesma coisa relativo a algo tao tangível como o prazo em que o crime prescreve. E novamente, pelo que li, o Juiz tem razão de acordo com um acórdão do TC.  Mas vamos aguardar porque com um pouco de sorte, além do teatro, ainda pode ser que se consiga saber algo de mais concreto sobre esta situação.

Mas não escrevo este post para voltar a frisar um ponto que já fiz. Escrevo este post pelos dois senhores acima na imagem.
Hoje ao percorrer as capas dos jornais não faltam peças com Rui Rio a dizer que o regime está doente.

Muito do que escrevi sobre a legislação e o modo como os portugueses gostam da indefinição das narrativas também se aplica aqui. Nas notícias sobre as palavras de Rui Rio que o “Regime está doente” existe um subjacente elogio à posição dele. Já quando André Ventura faz críticas similares ao regime, é-nos criada uma narrativa bem diferente, não é?
Ou fazer críticas a regime é aceitável e até benéfico ou não é! tem que ser igual para todos. Muitas das críticas que André Ventura fez ao regime era precisamente no contexto do combate à corrupção (!). Mas essas críticas do senhor foram recebidas de forma muito diferente na sociedade portuguesa e muito especificamente na imprensa, não foi?

É o que escrevi. Democracia pode não ser para todos e o fascismo parece fazer sentido para alguns. Veja-se este Fascismo Cultural de Esquerda em que vivemos.

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E o que está errado?

por Olympus Mons, em 12.04.21

Capture Marques 2.PNG

Por vezes ocorre-me que a democracia (no sentido mais lato) não é coisa para todos. Que a democracia é coisa para alguns povos com temperamentos específicos. É mais um receio que qualquer outra coisa.
Uma das coisas essenciais à democracia é a aceitação sem reação emotiva (birra) dos eventos conforme eles decorrem, conjuntamente com a noção que esses eventos ocorrem dentro de uma natural confiança social (derivada do capital social criado) nos nossos pares.

Já aqui escrevi nos primórdios do site que os países mais desenvolvidos têm constituições menos palavrosas. Que quanto mais tanga se debita nos documentos, seja constituição ou leis gerais, mais atrasado o país é. Quanto mais tanga mais azo se cria a que tudo seja um arranjinho entre partes, tudo seja uma “coisa que nós cá ”…, tudo é uma convenção, um pacto, criado na hora para um determinado fim.

Já ouvi muita tanga sobre a esta decisão do Juiz Ivo Rosa mas o que não ouvi ainda explicar é o que ele fez de errado e em que forma e medida isso aconteceu!
Ele ou tem razão ou não tem. Foram 6 anos a construir narrativas porque em Portugal por mais disparatada que seja o que o pessoal consome é narrativas? E alguém acha isso correto?
Não está a procuradoria a querer prazo para recurso de 4 meses? 4 meses após 6 anos?

Mas, ao final do dia, vamos lá é assinar petições, fazer buzinões, chorar, dizer piadas, falar de “eles” que roubam tudo, das nossas (sempre o nosso umbigo) pensões miseráveis e dos ordenados mínimos… pessoal ninguém tem uma estratégia para explicar às pessoas que se tem que viver na realidade? --- a sério, isto não dá para mais não é?

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Entregáveis expectáveis

por Olympus Mons, em 11.04.21

Hummm. Alguém esperava algo de diferente?
Alguém achava que em Portugal se conseguiria levar a bom porto um projeto da grandiosidade da operação Marquês?
Como assim esperavam? Viram a procuradoria a contratar consultores americanos? Alemães? – Não? E mesmo assim acharam que os tugas conseguiriam atingir os objetivos? – Risível.

Não vou falar de corrupção, nem sequer de competência. Isto de que padecemos tem que ser algo diferente. Tem que ser algo no nosso cérebro.

Em tempos tive um chefe estrangeiro que ficava intrigado com o modo como os Portugueses pensavam. Dizia ele que não se preocupavam com os 90% de um problema, mas ganhavam uma fixação pelos 10% que sabiam muito provavelmente não teria solução ou seriam de solução muito difícil. Ele irritava-se e dizia, façam os 90% que é o que interessa o resto logo se vê…! – Mas nada, vez após vez, após vez, os projetos atrasavam meses, até um ano porque se metiam a tentar fazer os 10% e, no entanto, os tais 90%, que muitas vezes era 99% dos benefícios, nunca era entregue muito menos a tempo. O coitado ficava desesperado. Nada funciona verdadeiramente.

Assim foi a operação “Sócrates”. Qualquer pessoa pensaria que deveria ser muito difícil provar, PROVAR, não é “eu acho”, “todos sabemos”, é PROVAR atos de corrupção.

Qualquer pessoa, melhor qualquer estrangeiro de um país funcional, teria ponderado que faria mais sentido avançar com o que se conseguia provar e o mais rápido possível. Sim, tipo Capone. Ainda por cima, e pelo que me disseram, nada impediria de continuar a procurar provas de outros crimes dos quais os personagens pudessem ser acusados. Mas não, é aquela coisa da fábula, da narrativa da incapacidade que o português tem em se concentrar nos entregáveis, no valor do tangível e concretizável.

Estava em Ponta Delgada e o taxista ou o dono do restaurante Saca-Rolhas (como é possível um arroz de cherne tao bom?!) indignavam-se com o pitoresco, com o anedótico, com o inultrapassável “eles”… mas não pediam consequências para quem teve “agencidade” no processo.
E no fundo toda a gente esperava que o Juiz Ivo rosa piscasse o olho aos Procuradores do ministério publico assim tipo, “eh pá” sabemos, todos sabemos, “que estes gajos fizeram a marosca não é?” e condenassem as pessoas. 
E curiosamente com alguma coisa, uma fração das acusações, José Socrates estaria há muito tempo com os costados na prisão. E isto que caiu, foram as acusações (!) nem foi condenar o homem(s). Isso então ainda vai ser mais difícil. Passados 6 anos nem produziram um entregável que conseguisse sustentar as acusação (quanto mais condenar).

E agora? Ao final do dia isto agora deveria ter consequências.  -  Para quem? Para o Juiz Alexandre e o procurador Rosário Teixeira. Agora teriam que ser os dois flagelados, acossados, despedidos, cuspidos na rua, vilipendiados nas suas terras natais… algo! Alguma coisa, puxa, alguma coisa.

Garanto que da próxima vez, e quaisquer outros com este exemplo, antes de enveredarem por narrativas de super-herois e detetives de seriado americanos entregavam o que tinham que entregar a quem lhes paga os ordenados, os portugueses.
de outra forma, os entregáveis continuarão a ser os expectáveis...

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