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Mamadu Ba e o Mein kampf

por Olympus Mons, em 26.11.20

 

Claro que era uma metáfora. Mamadu Ba diz que “é preciso matar o homem branco, assassino, colonial e racista”

 

Um dos problemas (o outro é que aquilo é intragável em certas partes) de não se incentivar a leitura do Mein kempt é exactamente esta falta de pontos de referência: - O Hitler também tinha a “minha Luta” pela identidade germânica, tal como Mamadu Ba tem a luta pela identidade política negra. A luta do Hitler, tal como a luta do Mamadu, era para salvar a identidade, os valores, era pela declaração de sobrevivência de algo que estava a ser ameaçado, destruído, denegrido, bla, bla, bla. -  Acabou com 6 milhões de Judeus mortos fora as outras consequências com muitos mais mortos.

Para terminar, que tanto teria para escrever sobre toda esta temática: Acrescento um… cautionary tale para os Mamadu Ba deste mundo:Se os Judeus fossem 20% da população mundial como são o “homem Branco”, ao invés de 0,8% que são, nesta altura já não havia Alemanha ou alemães. Nem os primos de alemães, nem os primos dos primos, nem os primos dos primos dos primos… Por isso cuidado.

Que aquele tipo de metáfora tem tendência para acabar mal e muitas vezes para quem as faz.

Dito isto, e já agora que falamos de contexto, bardamerda para os fact checks e polígrafos que por aí grassa. Seus… Nazis?
https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/mamadou-ba-disse-que-nos-temos-e-que-matar-o-homem-branco

 

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E agora?

por Olympus Mons, em 26.11.20

Trump dá perdão presidencial ao general Michael Flynn”
Escrevi sobre o caso do General Flynn aqui... (https://barradeferro.blogs.sapo.pt/o-primeiro-caso-general-michael-flynn-37690?tc=56334075162)

Ao dar o perdão presidencial Trump impediu-me de verificar se estava certo nos próximos passos que a esquerda nos EUA iria dar para fechar esta mancha na vida institucional e constitucional dos EUA.

Este assunto teria que ser fechado: ou por o Juiz arquivar o caso; ou pela ida ao supremo onde ficaria garantido que uma coisa destas não se repetirá.

Tump ao perdoar Flynn fez com que no futuro um juiz republicano se sinta no direito de fazer exactamente o mesmo:
Procurador: senhor Juiz queremos retirar a acusação e arquivar o caso.
Juiz: Mas eu acho que não e vou pedir a um amigo, em amicus curiae, que faça a acusação por vocês, ok?

WTF?!?!

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Ainda nem um mês passou...

por Olympus Mons, em 25.11.20

A verdadeira medida da tua submissão é a forma como te enganas a ti próprio.
Ainda na senda do agora que somos poder outra vez “can’t we all get along?”

 

Andrew Cuomo o governador de Nova Iorque disse isto. Não, disse mesmo!

““The way they question President Trump at some of these press conferences is just – I’ve never heard that tone with the president,” Cuomo said.

 

 

Para acrescentar:
“Cuomo said during an interview with WAMC radio Monday that the press has taken on a “nastier tone,” which he has noticed at his press conferences and all across the nation, describing a “disrespect that never existed.”

O ponto é: Que não haja ilusões, ele estava a verdadeiramente a dizer que nem pensem em usar o tom que usaram com Trump agora com Biden. E acima de tudo nem pensem em usar esse tom comigo!

Aliás, bastou um jornalista fazer um pergunta mais direta sobre o fecho de escolas no estado para Andrew Cuomo desta forma!  Ao final do dia, os pais estavam mesmo confusos com o que ele dizia.
https://www.youtube.com/watch?v=8iwo-J-48Zo

(vejam a partir do minuto 1.01, pese embora a explicação desde o inicio seja útil.)

Se me perguntarem a mim a resposta para os republicanos será sempre : CHEGA! Give them hell!

 

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Fazem de propósito?

por Olympus Mons, em 24.11.20

Obama ganhou prémio Nobel da paz no momento em que a HRW (human rights watch) reportava aumento de 30% no número de crianças mortas por ataques de drone. Lembrar que assassinatos (por drone ou outros) só por ordem executiva direta do Presidente dos EUA.

 

Sim, esquerdoides, vocês são assim....

 

 

…. Andrew Cuomo, Governador do Estado de Nova Iorque, ganha emmy (?!?!?) por melhor performance comunicacional no Combate à COVID. No estado nos EUA com mais mortes, no estado onde responsáveis até mais tarde disseram que o Covid era como a gripe e aconselhavam pessoas a andar de metro sem medo, o Estado onde existe um problema ético-legal a ser resolvido com o modo como mandaram infetados com covid para lares de idosos para libertar camas nos hospitais (quem se lembra duma coisa dessas) ….

Nota: Video do Washington post  a dize que Covid era gripe já não se encontra no google e no site do Governo do estado de nova iorque o vídeo em questão corta exactamente antes dessa parte.   - Lindo, o fascismo é coisa linda quando é para o lado da esquerda.

Na luta pelo poder no neorrealismo é essencial que as pessoas deixem de ter proporcionalidade na razão.

 

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Onde anda o Bolsonaro do COVID?

por Olympus Mons, em 22.11.20

CaptureBrazil.PNG

 

O rácio de mortes por milhão de habitante no Brasil no último mês ronda os 2.5/3 mortos.
Em Portugal anda nos 7/8!!!

Já repararam? Já não há noticia diária do Bolsonaro? - As televisões, e a imprensa em geral, já não fala do COVID no Brasil? - As noticias eram diárias. Não havia telejornal em Portugal que não tivesse a noticia Bolsonaro assassino.

É que no momento em que Portugal saia do seu inverno e o Brasil entrava no seu inverno, Os casos no Brasil naturalmente dispararam. Seguiu-se o foró esquerdoide do Bolsonaro assassino do costume a par do Trump.

Subitamente, quando o Brasil entrou no seu Verão e a segunda vaga atingiu Portugal subitamente o Kayfabe já não joga. - Neste fascismo cultural de esquerda, já não há notícias do Bolsonaro facínora porque alguém ainda se lembraria de revelar esta rácio de 2 para 7 mortes por milhão de habitante e alguém ainda se lembraria de dizer que António Costa = Assassino.
Meramente mais um exemplo do fascismo Cultural de Esquerda.
Depois admiram-se das pessoas (pouca é verdade) dizerem CHEGA!

 

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A Quarta

por Olympus Mons, em 21.11.20

José Manuel Fernandes (observador) escreveu….

Diz-se que a França tem a direita mais estúpida do mundo. É mentira. A direita portuguesa é pior. A começar por não perceber o essencial: convém sair da bolha e escutar o que os eleitores têm a dizer.

Eu não concordo.  Portugal não tem direita!

A ironia matou. A ironia de uma Direita que só tem sucesso se falar esquerdalhês  (logo não existe verdadeiramente) devia fazer toda a gente pensar.

Não vou escrever banalidades sobre os cânones da direita, ou catálogos de autores de referencia que uns mais outros menos já lemos. Mas meramente lembrar que direita é gostar de nós pelo que fomos, pelo que somos e pelo que queremos ser. – Os três tempos são indissociáveis. – Acreditam que alguma destas coisas é relevante para os tugas?

 

Muito devido ao 25 de Abril, com a tomada de poder pela esquerda, toda a linguagem permitida, todas a narrativas, histórias, perspetivas não fogem do Care/harm/fainess/JusticeCare/harm/fainess/JusticeCare/harm/fainess/Justice.

Nem é permitido outro tipo de língua, expressão, de qualquer pilar moral que não seja estes dois. Basta ler a linguagem jornalística, a linguagem da opinião escrita e televisiva. Quando é que ouviu, mesmo opinion makers atribuídos à direita, a falar na TV sem ser através do encapsular numa narrativa daqueles pilares morais acima mencionados e que são os únicos que a esquerda possui?  Nunca. Curiosamente nem soa bem em televisão hoje em dia.
Marques Mendes, Marcelo, Paulo Portas, etc, etc.  Falam direitês à mesa de casa mas o seu sucesso televisivo deve-se ao facto de ser fluentes em Esquerdalhês.

Mas passemos aos descritivos, aqueles que não resultam de uma prescrição universalista (não matarás, não roubarás, etc) e que só as pessoas da direita possuem (Jonathan Haidt).

Mas que resta em Portugal do que é descritivo, que bind and blind, e que nós portugueses valorizamos?  Nada! Por isso só falamos de futebol e do hedonismo do momento: Festivais de música, festivais de comida… festivais, festivais.

O Ponto é: Loyalty/betrayal , Authority/subversion,  Sanctity/degradation são coisas que cada povo à sua maneira cria, desenha e convenciona. Passa a ser o “é assim porque sim”. Sem isto não tens verdadeiramente um país, não por muito tempo.
E ao contrário dos prescritivos e universalistas estas convenções, convénios descritivos, não devem ser lavrados, tanto quanto possível, em a lei. Deve ser a lei da terra, de preferência não escrita!  - Quanto mais leis escreves mais estás a enterrar o futuro do teu país. Estranho, não é?
A direita é suposta ser a representante desse continuum passado-presente-futuro. Pelo menos deveria ser a cola. Em Portugal não é. Em Portugal não existe.

JMF escreve, “convém sair da bolha e escutar o que os eleitores têm a dizer” ? ...Em Portugal? Não o podes fazer porque passas imediatamente a populista de extrema direita. Deves é fazer leis a dizer aos eleitores o que podem dizer, o que devem pensar, o que devem ser, naturalmente desde que em esquerdalhês.

FCE - Fascismo Cultural de Esquerda.  
Este é o antigo regime que tem que acabar. Quarta república? Porque não?

 

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O Bom o Mau e o Vilão

por Olympus Mons, em 20.11.20

O Bom

Sobre André Ventura?

....Hush Children! Hush.

 

... O Mau

Explicar a este fulano que não há pachorra para o aturar, a eles e aos idiotas do costume, provavelmente amigos dele (como Agir) …

Tão chocado que ele está com a campanha da Dodot? …. Como se tudo o que ele fizesse na vida não fosse promover a marca “eu”.  Sim, mesmo que dê um concerto gratuito está a promover e a fazer marketing da marca “eu” , se der percentagem da venda dos temas da sua autoria não o faz em segredo e sem ninguém saber o que significa que está a promover o “eu”, etc, etc.   Já, por outro lado, não vejo me lembro de nenhuma indignação quando marcas como a EDP ou BP se promovem como se fossem arautos de uma economia sem pegada de carbono… O que interessa é se está dentro do kayfabe. E a equipa de Marketing da Procter & Gamble Portugal não foi “woke enough”. 

Kayfabe:

“In professional wrestling, kayfabe /ˈkeɪfeɪb/ (also called work or worked), as a noun, is the portrayal of staged events within the industry as "real" or "true", specifically the portrayal of competition, rivalries, and relationships between participants as being genuine and not staged. The term kayfabe has evolved to also become a code word of sorts for maintaining this "reality" within the direct or indirect presence of the general public.[1]

                                              Diogo Piçarra…  estás só a aproveitar o kayfabe, és um fake.

...E o Vilão 

Já este, padece de outra doença.
Este mais a sua obsessão com o André Ventura já chateia.

Miguel Pinheiro é um Jotinha típico, embrulhado na paixão pelo PSD que encara tudo à direita e que retira votos ao PSD como uma ofensa lesa pátria… eh pá. Arranja outro hobby e assume de vez a tua vontade de ser deputado do PSD.

 

 

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Lembrar...

por Olympus Mons, em 20.11.20

Porque já lá está, há muito perdido no tempo, lembrar que este blog barradeferro se refere á barra de ferro que furou o cérebro do trabalhador ferroviário Phineas Cage.

Simplesmente para lembrar o caso original -  Ao destruir o VMPFC (Ventromedial prefrontal cortex) a barra de ferro que atravessou o cérebro dele transformou-o de um nice guy, trabalhador, respeitador e consciencioso em um pulha execrável. Tudo o resto estava igual. A não utilização do VMPD nos pathways preferências pelas pessoas de esquerda faz-lhes, não querendo gratuitamente ofender, globalmente exatamente o mesmo.

Convém ler as descrições das alterações da personalidade do homem para perceber que passou, fosse hoje, de um votante de direita para um votante do BE.

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COMMING OF AGE para o raio que os carregue!

por Olympus Mons, em 19.11.20

 

 

Já aqui falei do Glenn Greenwald, fundador do Intercept que representa aqueles Liberals que subitamente dá-lhes o “coming of age” e de repente já não gostam que os monstrinhos editorais e as práticas editoriais afinal também podem ter consequências para eles próprios.

https://barradeferro.blogs.sapo.pt/mil-vezes-a-culpa-que-uma-vez-vergonha-40352

 

Este tweet dele ainda há dias não deixa de ser revelador.

“None of what the press whined about regarding Trump -- mean tweets about Chuck Todd and Acosta, etc. -- were actual threats to press freedom. Obama's Espionage Act use was way worse.”

Lembrar que Obama, o belo, utilizou esta lei  para ir atrás de jornalistas da Fox, que Dinesh de souza foi preso político colocado na prisão durante um ano ( A única pessoa nos EUA a ir para a prisão por dar mais dinheiro a uma campanha do que é permitido. Ao invés de 12K deu 20K), Pessoas que doavam ao tea party passavama ter os negocios auditados pelo IRS várias vezes ao ano, etc, etc…Eu sei que vivemos no mundo do kayfabe e nesse mundo de idiotas de wrestling moral e politico, nada mais tem proporcionalidade da razão.  Nem me estou a queixar, nem é esse o meu ponto.

O meu ponto é: Não! pessoas como Greenwald não vão ter o privilégio de “ver a luz” e calmamente ir viver “ao nosso lado” para os colorado, Texas ou Alentejos desta vida.  O único arrependido que eu tolero é Dave Rubin do Rubin report e porque saltou fora muito antes dos outros e já levou porrada suficiente para 10 vidas esquerdoides.

A par com a premente necessidade de evidenciar a hipocrisia endógena da esquerda, a outra coisa que temos que deixar claro é que entendemos a mensagem de ódio e repulsa da esquerda e queremos distância sanitária destes guerreiros Esquerdoides. - Não, não podem passar a reforma junto a nós!

Já aqui escrevi sobre Eric Kaufmann, que na altura fui duro com ele, mas nos últimos 10 anos ele seguiu os factos da descoberta daquela altura e acabou a escrever livros importantíssimos como o whiteShift.

Na altura, ao trabalhar nos sensos do Reino Unido, ele descobriu que curiosamente eram as pessoas mais à esquerda as primeiras a fugir da tal diversidade que diziam gostar e a ir viver para os subúrbios brancos. Assim que a tal carrinha das mudanças com a multiculturalidade chega ao bairro onde vivem, rapidamente já não “feel it”, já estavam a precisar de alguma coisa diferente…. Era altura de fazer white flight.

Assim estão a ser estes senhores que na verdade foram os instigadores da nova onda de extrema esquerda americana que já estão a gostar das restrições impostas pelos seus modelos porque na verdade está a chegar á pele deles. No que me concerne. – Given them hell!

 

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o Socialista acidental

por Olympus Mons, em 18.11.20

Sérgio Sousa Pinto, o Socialista acidental.

Desde Shreiber et al que sabemos que a esquerda activa a Insula instintivamente, que a Insula dispara para a ACC (anterior Cingulate Cortext) etc, etc.
E Cameron Carter (UC Davis Imaging Research Center) mostrou como a hipocrisia segue este caminho. Carter explica que ao atuar de forma em que a bota não bata com a perdigota, ou seja gera-se dissonâncias cognitivas, a esquerda com a sua hiperatividade da insula e ACC resolve essa dissonância e segue em frente com uma pinta de deixar-nos de queixo caído. Vulgo Hipocrisia.

Isto para falar de Sérgio Sousa Pinto (esse socialista anómalo) que tenho visto ser um verdadeiro terminator por esquerdoides armados em damas da virtude. Primeiro ao Daniel Oliveira num programa da SIC há umas semanas e ontem na RTP1.

Enquanto a direita, aprendendo com este socialista, não perceber que a única, a única, forma de luta contra a esquerda que interessa, e resulta, é chamar á pedra a sua hipocrisia sempre que ela for minimamente demonstrável, vai ser sempre inefetiva. Toda a outra linha argumentativa não tem qualquer impacto.

Aqui, nesta foto, cá temos o governador da Califórnia, Gavin Newson, o estado mais Liberal dos estados Unidos, o homem que impôs das medidas mais draconinas, fechando todo o tipo de negócios e mandou toda a gente para casa, no pico desse confinamento, aqui o vemos no aniversário de um amigo num restaurante de luxo em Napa.

 

Ver o pedido de desculpa dele é importante para perceber que esta gente quando confrontada com a sua hipocrisia não sabe mesmo como reagir. 

 

O cérebro de um esquerdoide ao ser confrontado com o auto-referencial, sente verdadeiro desconforto físico. Vamos aprender esta liçao?

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O segundo caso: O Jim Acosta do futuro

por Olympus Mons, em 18.11.20

a.Consegui ver partes da conferência de imprensa de Joe Biden.
b.E voltei a ver a primeira conferência de Trump como presidente-Elect.
c.E voltei a ver algumas das conferências de imprensa de Obama.

 

A velocidade com que a imprensa voltou ao registo Obama é de abismar. A velocidade com que voltou a era das perguntas que possuem a resposta incorporada (os republicanos maus…) após a era das perguntas a Trump, desde essa primeira conferencia de imprensa,  perguntas carregadas, loaded questions, cheias de insinuações…. É de a pessoa ficar de boca aberta sem comentários.

A questão deste meu post é só esta– As regras impostas pela Casa Branca em certa altura (2019) que os jornalistas só podiam fazer uma pergunta ao presidente, que tinham a obrigação de imediatamente devolver o microfone e que o “hard pass” dado a determinado jornalistas podia ser revogado e dado depois caso a caso, foi recebido com violenta reação desses mesmos meios de comunicação.  Contudo, só ao Jornalista da Playboy/CNN foi retirado a credencial e rapidamente devolvido. Mesmo Jim Acosta não cumprindo com as regras (muitas vezes recusando-se a calar ou devolver o microfone) não foi retirado o acesso. Durante os anos seguintes os jornalistas fizeram as perguntas mais inacreditáveis a Trump, chegando a coisas como “não se arrepende de ter mentido estes anos todos”, e mesmo assim foi mantido o acesso.

 Eu prevejo que na administração Biden a remoção de “hard pass” vai acontecer, e com uma frequência, não levando a qualquer tipo de indignação pela comunidade Jornalística nos EUA.  E muitas dessas perguntas incómodas vai vir de jornalistas da extrema esquerda, tanto quando de órgãos de comunicação mais próximos dos republicanos, no entando os "main stream media" irão considerar essas ocorrências de banir jornalistas da Casa Branca  como meros detalhes do dia a dia.

Querem uma apostinha?

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Political Belief

por Olympus Mons, em 16.11.20

Não é segredo que eu considero, aliás é o leitmotiv desde blog, que ser de esquerda ou de direita é essencialmente uma condição biológica.

Como tão bem demonstrado pelo estudo de Darren Schreiber et al 2013, se no nanossegundo de tomada de consciência o que dispara primeiro no teu cérebro é a INSULA és de esquerda, se for a AMYGDALA és de direita. Não há volta a dar. É assim nu e cru.

E tanto a Insula como a Amygdala possuem pathways neurológicos definidos, logo por exemplo o que define um esquerdoide é que a Insula passa a bola imediatamente para a ACC (Anterior Cingulate Cortex) e daí para o DLPFC. Os de Direita vai para o VMPFC... o resto está por aqui, algures, nos posts anteriores.

 E isso leva a este facto irrefutável de que as preferências politicas são algo que te são inatas, que tens como um sentir, um sentido, uma razão, uma forma de ver e vivenciar o mundo. Nada a fazer. É assim, nu e cru:

"Não há, na esmagadora maioria das pessoas, quaisquer ponderação elaborada, qualquer análise profunda ás politicas propostas ou evoluída conceptualização politica. O que há sim, é um sentir que o “meu tipo de pessoa” pertence àquele partido, O modo como eles daquele partido globalmente falam e descrevem o mundo é o apropriado à “minha espécie”.  - The Point of Political Belief (https://philarchive.org/archive/HANTPO-54)

Tendo em conta que isto é assim, nu e cru, convém lembrar que :

"Encouraging individuals to attribute political ideology to biology leads to decreased political prejudice, decreased political intolerance, and a perception of less political polarization. (https://psyarxiv.com/pkjh7/)

 É assim, nu e cru!

 

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US of balcãs

por Olympus Mons, em 14.11.20

Ainda na senda do “can’t we all get along?”

Imaginem coisas destas saídas da academia Americana, o martelanço dado aos dados.  Mas mesmo assim para quem leia o estudo está cheio de coisas destas:
Acabado de sair da prensa, publicado a 4 de Novembro.

Tribalism in America: Behavioral Experiments on Affective Polarization in the Trump Era Department of Political Science, High Point University , Cambridge University Press. (https://t.co/svRQLHmjqh?amp=1)

“…Next, we report the results of the trust and public goods experiments labeled TG and PG as shown in Figure 1. As with the dictator games, we find that Democrats and Republicans, in comparison to Independents, are more likely to trust and expect trustworthiness from a co-partisan than an opposing partisan (TG 6, 7). In the public good experiment, DEMOCRATS are less willing to invest in a public good when the group is majority Republican (PG 8A, 9A). REPUBLICANS, in contrast, appear less concerned about the partisan composition of the group when investing in public goods, and their behavior mirrors Independents more than Democrats (PG 8B, 9B). Overall, we find strong support for H1 in the dictator and trust games, and mixed support in public good contribution.”

Termina com

In our study, REPUBLICANS ARE LESS SENSITIVE TO GROUP PARTISAN DYNAMICS than Democrats, and these asymmetries should be explored further in future research.”

O nível de polarização aqui revelado aproxima os Estados Unidos do nível registrado na Bósnia e do Kosovo.
E não me venham dizer que a culpa é do Trump. A fúria, criticismo e malicia atirado contra Trump e os seus apoiantes foi fora de qualquer padrão aceitável. As coisas feitas e ditas por entidades oficiais contra a administração Trump foi algo nunca visto. O que foi feito contra pessoas ligadas a Trump foi vergonhoso.

A culpa obviamente nunca pertence só a um dos lados. Mas não há dúvidas que aqueles que fazem com que as pessoas que pensem diferente de si não possam demonstrar livremente as suas opiniões e visão do mundo são os culpados.... 80% das pessoas que votam em Trump, nem a amigos e familiares se sentem á vontade para dizer. -  Eh pá, Não me lixem - Só isto deveria dizer tudo!

“cant we all get along? “  Sim, morde aqui a ver se eu deixo!

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Mil vezes a CULPA que uma vez VERGONHA.

por Olympus Mons, em 14.11.20

 

O último foi Mathew Yglesias (vox),

Segindo os passos de Glenn Greenwald (the Intercept), Bari Weiss (NYT), and Andrew Sullivan (new york magazine).

 

Foram estes senhores que, com as publicações que criaram (vox ou Intercept) ou ajudaram a normalizar (como Bari Weiss) a extrema esquerda Norte Americana. Como sempre acontece com a esquerda não demora muito a começar a faceta da autofagia. A esquerda não tem lealdade, a esquerda come sempre os seus porque não possui os pilares morais descritivos só os normativos, acabando por ser inevitável as noites das facas longas.

No essencial estes senhores criaram os media outlets em questão e surpreende que tão pouco depois, pela posição que ocupavam na hierarquia (tudo evolui para hierarquias), não tardou muito a serem atacados pelas suas próprias crias e criaturas e o ambiente se tornar demasiado tóxico até para eles.

Geenwald abandonou o seu próprio “intercept” porque não o deixaram sequer abordar o tema do Hunter Diden e as ligações á China e Ucrânia.

Este tema não tem novidade ou particular relevância -  O que é relevante sim é a FACILIDADE com que a Direita rapidamente estende o mão a esta gente, rapidamente os convida às suas casas, rapidamente enaltece as suas virtudes.
Esta é a diferença entre as duas partes: A esquerda não perdoa, não aceita desculpas, não aceita regeneração ou arrependimento. Porque para a esquerda não há CULPA há VERGONHA. 

 A Culpa é algo bom. A culpa é algo que se expia, é um erro cometido. A vergonha é por algo que se é, da própria natureza, e que está para alem de redenção ou salvação. A civilização ocidental e cristã criou o enfoco na culpa precisamente porque a alternativa á a vergonha que é infinitamente mais nefasta.  A esquerda regressista está aí para nos trazer ás trevas da vergonha.
80% dos votantes de Trump não se sentem( sentiam) á vontade para dizer a familiares, amigos ou em público que iriam votar em Donald Trump. Já em Biden é a percentagem oposta.
Se pedir desculpa não adianta, qual a alternativa que te resta? - “ be brave, Mf*ker”.

https://www.youtube.com/watch?v=mav2kkvakGY

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Oestriminis

por Olympus Mons, em 13.11.20

 

Não resisto a um pequeno “ranting” em homenagem ao arquiteto e ao movimento monárquico.


De um território essencialmente desabitado (Ibéria) nasceu há 5,300 anos nas margens do Guadiana, devido ao movimento de pessoas perante as alterações climáticas chamado de 5.9 Kiloyear event. Os berços de Portugal têm nomes como Mercador, Porto da carretas e Moinho de Valadares.  Assim como estes pontos arqueológicos, repletos de setas e laminas, controlavam os locais onde se passava o rio guadiana entre margens, também sítios como Paraíso e S. Pedro controlavam a passagem pelas planícies junto a redondo e Olivença impedindo o influxo de pessoas.

Há 4,000 anos (inicio da idade do Bronze), com o fim da era das fortificações, com o fim de Zambujal e Porto Torrão, vemos a chegada desta nova vaga de Bell Beakers (campaniforme) que era composto por homens com genética diferente. Seja como for estes homens (BB) que chegaram a Portugal (e na verdade na altura a dominar toda a europa) traziam a anterior genética europeia e portuguesa (neolítica e WHG) mas com a adição da componente Yamnaya, ou como hoje se prefere das estepes (Ucrania). Como em toda o resto da Europa esta gente eram filhos de um único homem L51 (R1b-M269-l23-l51) e mantiveram parte substancial da genética local (só eles procriavam praticamente com as mulheres locais) mas pela sua dominância somos todos (75% de todos os europeus) filhos deste homem que tinha nascido mil anos antes… mas que ainda não se descobriu onde (eu acho que estava na cultura Krivodol-Salcuta, desdente da Boian culture nas Balcãs).

O ponto mais relevante para a nossa identidade é simplesmente isto: A chegada destes homens à península veio na forma da mutação que nos define na ibéria. Somos por isso o neto dos senhor L51, os DF27.  DF27 nasceu há 4400 anos e conheceu os seu “filho” Z195 que tem mais ou menos o mesmo TMRCA (Time common ancestor). Ora, e este é o ponto, "todos" os espanhois são Z195, mas é quase inexistente em Portugal - Em 4000 anos as pessoas de espanha não vinham procriar em terras portuguesa. Aquela estrutura que nasceu em Mercador há 5300 anos manteve-se intacta. Não passavam para o lado de cá.

 

 

 Passado o "nevoeiro" da idade do Ferro (periodos de arrefecimento climático global são sempre sombrios para a humanidade) os registos mostram que há pouco mais de 2000 anos éramos a terra dos Túrdulos. Sim nós somos descendentes dos Lusitanos mas na verdade a melhor representação seria Turduli. Turdulli (Alentejo) Turduli bardili (setúbal)  turduli Oppidani (Lisboa), Turduli veteres (Gaia). E claro também os Lusitanos nas serras e Bracari (Braga), para lá do Douro, etc. Mas uma gente específica que até o pai de Hannibal avisou que seria melhor deixar aquelas gentes em paz e seguir para Roma e os romanos sabiam que por aqui vivia umas gentes de identidade diferente.

A criação do condado portucalense e Portugal não foi um evento alicerçado naquele momento, no espaço e tempo, como uma circunstância perante uma realidade nova, mas sim a constatação dos 4 mil anos anteriores. Foi só o reconhecimento no recrudescer de identidades políticas da identidade daqueles que viviam para lá do tempo, que ali viviam há muito, muito tempo e que eram os descendentes dos Oestremini.

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Spins e memes

por Olympus Mons, em 12.11.20

 

O MUNDO DOS PATETAS

 

 


-Reagan ganhou a presidência porque tinha feito um acordo com os Iranianos para que os reféns não fossem libertados antes das eleições, que ganhou.

-George W Bush para muitos democratas não ganhou as eleições foi nomeado pelo supremo Tribunal (SCOTUS)  “selected, not elected”.

-Trump ganhou as eleições porque a América Masculina, Branca e acima de tudo Racista se uniu contra a progressista mulher Hillary Clinton. Racismo não passará!

Quer isto dizer que pelo menos há 40 anos que os democratas nos EUA não aceitam o resultado das eleições.  Daí que todos os presidentes Republicanos tenham sido alvo de caricatura que é imediatamente transformada em meme e disseminada pelo planeta.

Toda a estrutura de poder comunicacional que chega a Portugal, para dizer a verdade a toda a europa, começa nos think thanks em Washington (Brookings Institution, Center for American Progress, etc) que são de extrema esquerda (ou Liberals).  Estas organizações definem o spin e passam estas narrativas minutos depois para as redações do New York Times, Washington post, Associated Press and Reuters que por sua vez passam os memes/Spin para as BBC deste mundo que por sua vez definem na precisão os textos que são escritos nos media portugueses e são lidos pelos pivot nas TV portuguesas de forma no essencial acéfala e sem qualquer substrato crítico horas depois das instruções dos tais think Tanks.

No mundo de hoje, este processo está tão bem oleado que se concretiza em horas, não em dias!

A imprensa era uma “rede” horizontalizada no seu início e como todas as redes deixadas aos seus próprios mecanismos, como necessariamente é imposto pelas proteções todas que goza na liberdade de imprensa, vai aos poucos hierarquizando, cada vez mais, ficando com hierarquias cristalizadas e solidificadas (NYT, WasPos, AP, BBC, etc) até ao ponto de maturação. O Ponto de maturação de uma rede é o ponto em que os seus “nodes” (NYT, AP, etc) estão tão solidificados que qualquer ameaça, qualquer tentativa de criar novos nodes, é recebida com excessiva reação e até violência verbal. – Porque a verdade das redes é que têm toda a razão em ser paranoicas porque, estranhamente, basta a criação de um punhado de novos nodes para perderem imediatamente o seu poder e desmoronar.  

Dúvidam? Veja-se o poder do Twitter de um único homem-  Donald Trump.

 

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Um dos factores a observar na polarização nos EUA será a dimensão das deserções de influenciadores Republicanos e Conservadores cedendo à pressão social que se vai seguir e que já se sente.

Um dos pontos relevante é que os Democratas e esquerdoides em geral nos EUA, procuram, melhor dizendo afligem-se, pelo silêncio de algumas das personalidades republicanas que, do ponto de vista deles, já deveriam estar a secundar o “can´t we get along now?”  

 Durante dias aproveitaram uma frase de James Baker para apontar que ele, que tinha liderado a equipa de Bush na contestação de Al Gore, não achava que as situações fossem iguais (óbvio que não: um era recontagem outra é averiguação de fraude).  É importante para a esquerda que 70% dos votantes em Trump considerem que as eleições não foram livres e justas. Chateia-os que nem toda a gente alinhe pelo Kayfabe deles...

Contudo mesmo Baker, seguindo as peugadas do mitch mcconnell, Lindsey Graham, Ted Cruz, etc – vem clarificar qual a posição dele. Na entrevista de hoje deixa claro coisas como:

“Sadly, Americans too often don’t get straight information from pollsters. When this is done knowingly or intentionally, it could be considered a form of voter suppression. For weeks this fall, Americans received a daily dispatch telling them that Donald Trump was facing a loss of near-historic proportions. At the same time, we were confidently assured that Democrats would take control of the Senate and add to their lead in the House. We were also assured that the pollsters had corrected their well-noted mistakes of 2016, when they predicted that Hillary Clinton would become the 45th president.”

James A. Baker III was U.S. secretary of state (1989-92) and treasury secretary (1985-88) led presidential campaigns for Gerald Ford, Ronald Reagan and George H.W. Bush.

Ah pois é. --  The roof is on fire, the Roof is on fire, Burn Mf....!

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Passado o tempo mínimo de nojo… A indústria farmacêutica anuncia todos os sucessos do mundo na produção de uma vacina contra o Sars-covid19.

President Donald Trump has signed four executive orders aimed at cutting prescription drug prices in the US.”

  Uma coincidência, de certeza. Mas como dizia o outro, não acredito em conspirações, mas também não acredito em coincidências.

 

Mas nada disto é novo.  As coisas são como são e muito pouco se pode fazer em relação a isso. O que se pode fazer é garantir que funciona para os dois lados.
As pessoas de esquerda (liberals and democrats) acham que, “prontos, agora que chegámos ao poder vamos lá voltar ao respeitinho e calar a boca”. Mas não me parece que voluntariamente isso vá acontecer nos EUA com os republicanos. Biden não é Obama com toda a simbologia que isso tinha. E isso está a enganar os Democratas nos EUA. Basta ver como a imprensa está a “prop up” Biden como fez com Obama. Não é a mesma coisa e não vai resultar.

Daí que, mais do que a eleição do Trump ou Biden nesta altura tudo se prende com as eleições dos senadores da Georgia que vão decidir quem controla o senado. Os apoiantes de Trump não vao “ver a luz esquerdoide”  e anuir à  bondade e virtude da administração Biden.  Vao sim construir os seus próprios mecanismos de resistência.

E Uma das coisas que provavelmente irá acontecer se os Republicanos continuarem a controlar o Senado será uma comissão de inquérito às farmacêuticas relativo á divulgação de informação sobre uma vacina. Nem interessa se foi intencional ou material o timing, mas vão surgir “whistle blower” a dizer que propositadamente as farmacêuticas não revelaram a informação antes do dia das eleições como vingança por Donald Trump ter tornado os preços dos medicamentos nos EUA acessíveis a toda a gente e essencialmente aos mais pobres. Sim, que a esquerdalhada ignorou.

Penso que vai haver uma resistência real e efetiva nos EUA, calma, passiva mas viciosa, que vai culminar com a reeleição de um presidente Republicano, quiçá Donald Trump, dentro de 4 anos.

 

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O primeiro caso: General Michael Flynn

por Olympus Mons, em 08.11.20

Ainda na senda do …oh, agora que estamos de volta ao poder: can’t we all get along?

Para memória futura. Tenho que tentar fazer vários posts antes das “clarificações”. É que ou muito me engano ou vai começar as exigências da “normalização” da vida politica e social Norte-Americana.

 Como tudo o que é de esquerda, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Não há princípios, há causas. Essa é a génese dos seus fascismos e totalitarismo.

Quero registrar (para poder ver depois se estava certo ou errado) antes das ocorrências. Como sabemos o nosso cérebro é muito enganador em hindsight.

O caso do Julgamento do General Flynn :
Nunca vi algo tao perto de um golpe institucional nos EUA como o caso do julgamento do quase conselheiro de Trump, General Flynn. A questão neste post não é o caso em si. - A questão é o comportamento dos democratas. Nas democracias, O poder executivo acusa, o poder Judicial julga. Não se pode ter o poder judicial a fazer as duas coisas. Algo que toda a gente concordará.

Ora, no dia em que o poder executivo decidiu que não iria acusar mais o General Flynn e pedia ao Juiz para o absolver e soltar, o Juiz em questão, Juiz Sullivan faz uma coisa inacreditável. – Recusa-se a deixar cair a acusação.  Deu-se ao luxo de fazer com que o Sistema judicial além de julgar também acusa(!).

Imediatamente a defesa do general recorre em urgência, e incrédula, para o tribunal de apelação e obviamente a decisão dos 3 juízes de serviço é dar ordem ao juiz  para cumprir de imediato com o pedido da defesa (levando o juiz uma descasca).
Como o Juiz sabe que na totalidade de juízes daquele tribunal (en bank) a maioria é democrata, pede uma decisão “en bank” (todos).  - Este tribunal en bank ao invés de manter a decisão dos 3 juízes anteriores e acabar com esta aberração refugia-se numa pequena “technicality” para não tomar a decisão antes das eleições americanas porque seria visto como a dar razão às queixas de Trump que o general tinha sido alvo de "entrapment” e mau comportamento do FBI.

A questão deste meu post é só esta: O Juiz Sullivan e os democratas ou não vão deixar sequer que este caso, este verdadeiro golpe de estado na democracia americana, suba ao Supremo tribunal porque no supremo os juízes, mesmo os juízes democratas, iriam dar uma sentença agressiva e cilindrar o Juiz Sullivan e os Juízes do tribunal de Apelação ou, por outro lado, aceitam o espancamento para que seja lavrada a decisão. -  É que, era só o que faltava agora que controlam o departamento de Justiça haja a veleidade de juizes republicanos (sim, há ferrenhos democrátas e ferrenhos Republicanos) recusar fechar casos pendentes que sejam altamente politicos e contra os Democratas. É aquela coisa da esquerda que eles podem, já os outros... Daí que o caso tenha que morrer rápido, rápido.

Eu prevejo que o caso voltará rapidamente ao tribunal do juiz Sullivan e, com um sorriso nos lábios, irá ditar a libertação do general Flynn.  

A imprensa não falou sobre o assunto, não houve gritos de revolta nem estados de alma ,pela saúde da democracia americana.

Agora que estão de volta ao poder: Oh, can’t we all get along?!

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Aquilo que fingem não entender mesmo!

por Olympus Mons, em 07.11.20

Muito do que está errado, aquilo que faz valas comuns futuras, passa por coisas como esta capa do expresso.

<== sim, aqui mesmo, começa a bolha, a tanga, a narrativa... O keyfabe dos próximos 4 anos.

Diz alí. "O centrista que perdeu a mulher, a filha, o filho, teve um aneurisma e não desisitiu" .... oh, tão fofinho. Devemos começar a idolatrar já ou é para esperar um pouco mais? 

 

 

Joe biden, não é o homem que cheira meninas de 14 anos, que agarra inapropriadamente mulheres, que tem acusações de assédio sexual, cheio de bagagem racista, que votou todas as coisas que no essencial a esquerda hoje em dia tem como anátemas da história recente dos EUA, que diz mentiras como que foi preso a caminho de ver Mandela, que lutou ao lado do civil rights movement e ninguém o viu lá… Não.  Joe Biden é o menino de coro que singrou apesar das agruras da vida. Oh, tão fofinho.

O kayfabe inicia-se assim, como aconteceu com Clinton ou Obama.

Acabámos (e quando escrevo isto Biden ainda não é presidente) de sair de 4 anos da mais inacreditável resistência a um presidente dos EUA. Foram os 4 anos em que os democratas rasgaram discursos do estado da nação do presidente, gabavam-se de mesmo sendo liders do congresso não falar com o presidente durante mais de um ano, assim que adquiriram a maioria e controlo do congresso começaram imediatamente o processo de impeach mesmo sem provas de nada (primeiro era a Rússia, depois a Ucrânia), governadores democratas estavam á vontade para dizer que o presidente só devia visitar o seu estado com um exercito de guarda-costas, que o presidente não era bem-vindo ao seu estado, democratas eleitos chamaram todo o tipo de nomes e adjetivos ao presidente em pleno mandato .

Jornalistas,  que desde o inicio escreveram editoriais a dizer nunca permitir a normalização de Donald Trump, escreveram as maiores barbaridades sobre o presidente e quando na sua presença deram-se ao luxo de fazer todo o tipo de perguntas “loaded” e carregadas de insidiosas sugestões e até se deram ao luxo de o afrontar e chamar todo o tipo de adjetivos.

Contudo, assim que uma aproximação à sua ideologia chega ao poder passam a exigir imediatamente a normalização da vida política e social.

Cant we all get along?! – Desta vez acho que vão ter uma surpresa.

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... E ainda Don McGahn

por Olympus Mons, em 26.04.19

Se alguém achou o meu post abaixo estranho...
Vejam com Don McGahn está de volta às notícias.

Esperem para ver se eu não fui o unico no mundo a acertar nas previsões inscritas no meu post abaixo. 

https://barradeferro.blogs.sapo.pt/a-toupeira-na-administracao-trump-35156

 

 

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Os novos fascistas e as alteraçoes climáticas

por Olympus Mons, em 10.09.18

Muito se falou esta semana sobre alteraçoes climáticas devido à conferência na Faculdade de Letras do Porto.

 

coloco aqui parte de um post antigo... Só porque me pareceu pertinente agora:

 

"

Mas isto vem a propósito de um facto curioso sobre esta conversa das alterações climáticas. A direita quando acredita em algo até conta uma fábula mas não exige, não é normativa, querendo com que toda a gente finja que acredita, se torne believer, em resumo que pratique confabulação.  A direita conta a fábula e limita-se a dizer que é assim porque sim, que é como é e pronto. E ou estás no barco ou não estás. Ora a esquerda não. A esquerda exige participação ativa. 

Tem piada esta semana ver Naomi Oreskes, que é como que uma porta-voz da histeria sobre as alterações climáticas, a acusar, precisamente, os pais do movimento de serem climate deniers! – James Hansen, Emanuel Kerry, Tom wigley….  Oh meu Deus isto é melhor que a fox comedy.

Estão a ver, é que Hansen, kerry, etc. limitam-se a ter um raciocínio lógico. Se nós acreditamos que o atual conteúdo de CO2 na atmosfera está e vai ser destrutivo para o planeta então temos que começar a resolver o assunto o mais rápido possível e não será com acordos insípidos como os de Paris mas sim com uma aposta massiva na única forma de energia capaz de ter output sem ser intermitente - Energia nuclear! E Já! --- Ora, estão a ver politicamente a combinação, certo? – Nuclear, esquerdismo, ambientalismo… por falar em ódios de estimação.

Como é óbvio, toda aquela gente com poder de decisão em Paris não acreditava verdadeiramente no estado de alarmismo que existe relativo ao conteúdo de CO2 na atmosfera. Lá no fundo o cérebro deles, dos que entendem a ciência, computa que a sensibilidade do sistema climático é menor e que os feedbacks positivos sobre a adição do CO2 que estamos a fazer. Mas não deixa de ser curioso que até quem acredita demais tem que ter cuidado com o que diz. Tem que cumprir a anuir à cartilha or else… delicioso.

Hansen e afins, os homens da velha guarda, acreditam mesmo que o planeta está em desequilíbrio radiativo logo temos que actuar – e na opinião unanime de quem percebe da capacidade de produção energética actual só há uma alternativa – ir com toda a pressa e em força para o nuclear. Quem levanta a mão a favor?

 

Mas o mais incrível nisto tudo é que nem as perguntas já se consegue verbalizar quanto mais dar ou procurar respostas.  Eu já não tenho pachorra para os aturar a todos. Venham que eu voto -Tudo menos esta dissonacia cognitiva. Custava muito falarem? debaterem? 

Os cientistas não são as pessoas que mais vezes estão correctos... são as pessoas que mais vezes estão errados (!). Por isso é tão importante deixar o método cientifico, e os tenets e fricções entre eles, seguir o seu caminho.

muito relacionado (os cientistas assumem como facto as coisas mais estapafúrdias):

http://journalofpositivesexuality.org/wp-content/uploads/2018/08/Failure-of-Academic-Quality-Control-Technology-of-Orgasm-Lieberman-Schatzberg.pdf

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Liberals....!

por Olympus Mons, em 08.09.18

Leiam e divirtam-se....estudo de Susan Fiske et al, 2018, Yale e Princeton.

https://psyarxiv.com/pv2ab/

 

Most Whites, particularly socio-political liberals, now endorse racial equality. Archival and experimental research reveals a subtle but reliable ironic consequence: White liberals self-present less competence to minorities than to other Whites—that is, they patronize minorities stereotyped as lower status and less competent. In an initial archival demonstration of the competence downshift, Study 1 examined the content of White Republican and Democratic presidential candidates’ campaign speeches. Although Republican candidates did not significantly shift language based on audience racial composition, Democratic candidates used less competence-related language to minority audiences than to White audiences. Across five experim

 

 

 

 .... 

 Quem é mesmo racista então???

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Ainda não chegaram lá!

por Olympus Mons, em 07.09.18

Heish

 

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A toupeira na Administraçao trump

por Olympus Mons, em 07.09.18

Que maneira de ressuscitar este blog.

Já escrevi isto noutro sitio. Mas ele há coisas que me irritam -Não é óbvio que o autor do Op-ed no New york Times é - Don Mcghan?

Mas é tudo estúpido? Quem não se dá com Trump?, quem tem uma personalidade aposta à dele?, quem está despedido (ou demitiu-se)?, quem não tem nada a perder?, quem tem tudo a ganhar?, quem tem falado com Mueller?, quem?, quem? quem... Don Mcghan! 

 Qual o problema do mundo com o óbvio?

 

Nota: adoro estas adivinhaçoes.... vamos ver se o que é óbvio para mim se concretiza. :)

 

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Wild Sorraia Horse !

por Olympus Mons, em 22.01.16

E mesmo que não se interessem nada, rigorosamente nada, pelo tema dos meus ultimos posts, têm que ver este pequeno video da Herdade do Freixo do Meio (www.herdadedofreixodomeio.com/ ) onde se está a tentar reintroduzir os sorraias ao seu estado selvagem. E, se forem tão ocupados que só têm uns segundos,  vejam o minuto 2.30...! 

 

https://www.youtube.com/watch?v=mWxAQns-7mM

 The Wild Sorraia Horse: Was it the first horse before domestication?

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R1B (M269) - Sem imagem!

  

Eu só queria falar de vinho, cães e cavalos e meto-me na embrulhada que viram.  Isto da genética populacional de pessoas, equídeos e canídeos é viciante mas não quero que este blog se transforme nisso. Vou antes escrever um documento, extenso e holístico desta questão e colocar aqui ao lado.

 

Quase por brincadeira fui falando de “Parte … - Cães, vinho…e, pasme-se, cavalos!” e na verdade saiu-me melhor que a encomenda. Não quero continuar a inundar este meu blog com esta questão porque entendo que será um gosto muito pessoal meu. Mas não vou largar o assunto pese embora tenha que o fazer de outra forma. Ou abro outro sítio ou (aquilo que prefiro) vou fazer uma tese que seja analítica, expositiva e argumentativa e colocar num pdf aqui como “ao lado” como embeded para quem quiser ler.

 

Mas fazendo um resumo:

 

1 - Fui atrás do vinho, mandei email para o Professor Antero Martins do Instituto superior de agronomia, ele respondeu, através dele fui ler paper de Rosa Arroyo Garcia nossa hermana da academia em Madrid e fui percebendo a questão. Ponto:

 

a. – O vinho começou por ser inventado por domesticação de vinhas no Cáucaso pelos Shulaveri Shomu e apesar de não ser ainda possível apurar quando também o foi em Portugal porque ainda falta encetar toda uma componente complicada de análise molecular o que é facto é que a domesticação das videiras selvagens ocorreu aqui na região do tejo e toda a área a norte de lisboa onde mais tarde vimos a tal civilização VNSP com epicentro em Zambujal. – Analisando a VARIABILIDADE GENÉTICA INTRAVARIETAL DAS CASTAS, em particular temos uma casta, o serdial, chamada de bucelas que apresenta uma CVg (coeficiente variabilidade) de nada mais do que 43… ou seja foi domesticada há muito, muito tempo. Em tempos imemoriais… daí que a enologia portuguesa comece a bater o pé e exigir que seja reportado que a domesticação ocorreu no Cáucaso mas também aqui! --- E eu concordo, quando os R1b aqui chegaram sabiam fazer vinho e encontraram um paraíso com centenas e centenas de castas de Vinis vinífera selvagens…! Nunca devem ter visto algo assim ou se voltou a ver, ali… claro, na região à voltar do estuário do tejo (ali entre Salvaterra de Magos, Alcochete e Montemor-o-Novo)…

 

2 .  Atirei-me aos cães - Outra referencia que eu tinha era que o Serra da Estrela era relacionado com o pastor do Cáucaso. Não é preciso ser um génio, basta olhar para um e para o outro. Aquilo não são cães, são quase ursos. Ponto:

 

a. Mas nunca imaginei encontrar o que encontrei – Reparem os cães tem haplogrupo genéticos como os humanos e os maiores e mais abrangentes estudos sobre genética canina, colocam os cães em haplogrupo de A a F… agora, encontrar em estudos de quase 700 cães e 22 lobos, um cluster de elevada frequência de cães do haplogrupo D os seguintes: o cão Kangal (este de anatólia junto ao Cáucaso) o galgo espanhol e…. claro o SERRA DA ESTRELA Português! What?! - De notar que juntaram também um cão da Escandinávia (esse foi com o pessoal que levava as mulheres U4 para lá) mas que está 5-8  passos mutacionais mais longe do que o  Kangal e o Serra da estrela. Quando se junta o facto de outros estudos genéticos revelarem que o nosso Serra da Estrela ter uma diversidade de dna Mtdna (mitocondrial) estranhamente elevada para um cão que aparentemente terá vivido numa região especifica tira-se a conclusão. Os R1b chegaram e trouxeram muitos Pastores do Cáucaso, muitos e muitos. Deviam ser assustador para quem os via chegar ou tinha que se atravessar no seu caminho.

 

3 . E cavalguei cavalos. Nem vale a pena elaborar. Basta dizer Sorraia e Lusitano. Sorraia (sorraia.org) é um cavalo da zona do rio Sorraia aqui ao lado, raríssimo e em vias de extinção, para os lados do infantado e de Coruche, ou seja a mesma zona que mencionei nos vinhos e é um tipo de cavalo que apresenta muitos traços de cavalos pré-histórico, os denominados Tarpan. ponto:

a. - O Sorraia está demasiado inbreed com o Lusitano mas o que é facto é que estudos genéticos (jansen et al) colocam o Sorraia geneticamente colado ao o Przewalski  (o do lado de ”lá”) e ambos no tipo A1 ou seja grudados então aos primeiros cavalos domesticados na região do Cáucaso e que eram Tarpans. O Sorraia ainda possui as listas como o tarpan e a parte frontal arqueada, etc. Aliás o cavalo barb puro aqui de Marrocos, que eu acho que é da mesma leva dos R1b que vieram pelo norte de Africa, também possui alguma dessas características. Mas o Sorraia é que é importante porque é nosso, está aqui e existe boa gente que está a tentar salva-lo. Os antecessores do sorraia foram abandonados ali, na zona também em que os R1b da Shulaveri Shomu começaram a produzir vinho, porque na verdade quando aqui chegaram já existiam os cavalos Lusitanos (Lira et al) que eram bem mais doceis e maiores, daí que dos 22 cavalos geneticamente analisados da idade do bronze… todos eram no essencial cavalos lusitanos e foram com estes cavalos que os R1b da Bell beaker dominaram a europa.

                                                                                                                         

 

Não é por mero acaso que no site do Bellbeaker agora estão a falar da raça de vacas menorquinas ligadas aos bell beaker folks e que terão vindo também pelo norte de Africa, não é por mero acaso que por volta desta altura que eu acho que os R1b entraram na Península (na minha opinião) as facas e as setas mudaram de forma e técnica de fabrico (prismáticas longas), etc,etc,etc. Mas isso fica para a tal tese.

 

 

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Uma explicação... !

por Olympus Mons, em 14.01.16

Quem tenha lido a minha conversa em comentários com Maju no post anterior, se não entende de pré-história ou de genética populacional deve considerar aquilo tudo chinês.

 Neste mapa é fácil de explicar.

 My Haplogroup_R1b_World 1.png

 Caveat lector: O ser humano tem tendência para padrões interpretativos mesmo quando só há barulho (noise). Por isso provas são coisa boa. OK, dito isto…:

 

O que eu digo, e muitos outros, é o seguinte:

1 - No 1 (mapa)  mostra um Hotspot, algo descontextualizado, uma mancha no mapa onde existe ainda uma considerável parte da população que é R1b… Mas é R1b M72 ou M343, ou seja são das primeiras emanações dos R1b, antigas (mais de 16,000 anos) por isso se defende que tenham começado ali. Estas estão mais ou menos estabilizadas ali sem grandes mutações.

2 -  No 2, Posteriormente, já no neolítico migraram para aquela ponto a sul do Cáucaso e eu acho que eram as pessoas da cultura Shulaveri Shomu e terá sido aí que surge uma mutação no Cromossoma Y destes R1b que é a mutação M269 e aquela que é o pai dos europeus. Os shulaveri surgem do “nada” acerca de 9.000 e algo se passou há 6000 anos atrás para também desaparecerem dos sítios que habitavam e curiosamente muitos deles não voltaram sequer a ser ocupados por outras culturas, que bem diferente deles eram.

  •        Diz-se que eles eram um povo do norte da mesopotâmia e que depois voltou para a mesopotâmia após algo. Se estão certo não então devemos encontrar muitos R1b… vamos ver. Eu aposto que são.  Aposto que vão ser praticamente todos R1b (talvez algum r1a no meio);
  •       E que quando debandaram, literalmente, com os seus cavalos, cães e gado, ficaram ali pela região e são um dos povos que formou a Suméria, fundou sumer e por exemplo acidade de Ur (daí a mancha mais clara no norte do Iraque). Sabem de onde vem a história do diluvio e da arca de Noé? … pois isso mesmo esse mesmo monte Ararat ali ao lado.
  •       E que foram para a Turquia e mais tarde deram nos Hititas e depois nos assírios, etc.

 3 - Se o grupo que ficou para trás rapidamente teve uma mutação (L23) e por anatólia e pela parte norte do mediterrâneo se foi movendo, eu acho que ouve um grupo grande (a serpente) que em fila,como que em caravanas,  se movia grandes distancias e assim atravessaram todo o médio oriente e rapidamente entraram por africa e passaram no Egipto. Se formaram ou não as elites dos faraós não sei. Mas que Tutankamon era R1b era (pese embora as pessoas façam confusões com esse facto). Existem coisas marcas no nosso código sistema imunitário, existem setas das “deles” por todo o lado e ouve ainda outro grupo que se deslocou para a Arica subsariana e deu nos R1b-V88

4 - Na mesma altura em que o grupo chegava a 5 (península ibérica) ou um grupo que se desviou para sul e for dar ao Chade e Camarões onde fundaram esta linhagem patriarcal genética.

 

5 - E por ultimo a Península ibérica. Quando aqui chegaram começaram ja deviam ter a mutação L51 (ou pouco depois) e começaram a suceder-se as mutações (P312, L11)  todas atrás umas da outras quase e, daqui, de Lisboa, estes arqueiros nos seus novos cavalos Lusitanos, já hierarquizados e com as suas cerâmicas em forma de sino, numa europa de pequenos e mais frágeis agricultores do neolítico na certa bem mais pacíficos que eles, substituíram todas as linhagens masculinas da europa. Os G2a fugiram para as montanhas (Otzi não se escapou porque tinha até uma flexa no ombro antes e ser morto com uma pedra na cabeça).

 

                        E não muito tempo depois, a europa era assim:

 

 

 

 

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Just one of those no shit moments of, I said it first! :

 

 Just over 6 thousand years ago, in Caucasus region of western Azerbaijan near de border of Georgia, not far from tiblisi, 3 young children, were buried in the Mentesh Tepe, in Pits, in the shulaveri-shomu culture, sideways in a contracted position, (I figure this after reading paper ....Lyonnet_etal2015QI.pdf).

* Lyonnet  et al - Mentesh Tepe, an early settlement of the Shomu-Shulaveri Culture in Azerbaijan

 

 

  B . Just over 5 thousand years ago, In Iberia region of south Portugal, near the border of Spain, no far from Lisbon, 3 young Children were buried in Perdigoes site, in Pits, in the pre culture milieu of the bell beakers culture, sideways in a contracted position (I figure this after reading paper A. silva et al)

  

A silva et al -Late Neolithic Pit Burials from perdigões enclosure (Portugal): Preliminary results...

 

 now... 

Of the latter 3 children in Portugal, found in Pit7, one was Mtdna H , meaning is mom was most likely a local girl  since those Haplogroup H girls had been in Iberia for very long time, but… wait for it, wait for it… the second and third DNA were Mtdna U4 and U5. - U4 and U5 are from the southern Russia (Siberia) where actually and funny enough the oldest mutations of R1b (M343) originate something like 16,000 Years ago. We know that, for instance, in Scandinavia where its found in highest percentage in Europe they only show up much later with R1b of bell beaker… see, see. What the hell where they doing in the most southern western part of Europe so early? – They came with the leftovers of the Shulaveri Shomu R1b (M269). Bet you all if and when they figure these boys Y-Dna haplogroup it will be all if not most… R1b!

 

And also I bet you all that, when (I think Lyonnet sent samples for France for analysis) those 3 children from Mentesh Tepe Dna analysis comes out we will find the same HP U4 and U5… and if any Chr Y-dna comes out it will be R1b, all of them. 

 

No shit sherlock!

 

 Nota:Não quero de todo transformar isto num blog de antropologia, que nem é a minha praia pese embora o gosto, mas quero que fique escrito, para a posteriedade.  Quem não se interessar por estes temas ignore e siga em frente, ignorando estes posts. Ainda vou colocar mais uns 2 ou 3 antes de largar o tema. Aliás escrevi em Inglês porque estou a ter hits vindo de fora…. E para que fique escrito e claro o que é cintilante e obvio para mim.

 

 

 

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Parte 2 - Cães, vinho…e, pasme-se, cavalos!

por Olympus Mons, em 10.01.16

 Decore este nome – Shulaveri-Shomu… outra vez  Shulaveri-Shomu.

 

 

 

 

Se eu estiver certo, e posso não estar, e até aceito todos os graus de variabilidade dessa hipótese e, tendo eu tempo, até vou picar os gurus como Maju, ou Chad, ou Jeanl (que no mundo real tem nome no mercado cientifico) para me provar errado. Eu duvido e aposto que o consigam! – Mas, se eu estou certo que fique aqui escrito que eu disse primeiro:

 

* A ocorrência do haplogrupo dominante na europa ocidental, R1b, tem origem numa cultura muito específica do Cáucaso, denominada de Shulaveri-Shomu. Não é Yamna, não é Maikop ou Kura-araxes… não. Sítios como Kwemo-Kartli e até Mentesh tepe são a Urheimat (homeland) de todos os europeus ocidentais. E o começo milenar dessa ocidentalização genética e cultural começou na península ibérica, porque após o fim da SSC não milénios mas séculos depois R1b (M269) puros estavam a habitar a península ibérica surgindo daí depois as subclades que fizeram a europa ocidental (L11 e L51).

 

*the European dominance of Y-dna Haplogroup R1b had its origin in a very specific culture of the Caucasus the Shulaveri-Shomu, Not Yamna, nor Maikop, nor Kura arexes… no! Places like Kwemo-Kartli and Mentesh tepe are the true Urheimat (homeland) of all western Europeans. And the spread of that cultural and genetic trait started in the Iberia peninsula, because after the immediate ending of the SSC not millennia but centuries later pure r1b (M269) inhabit the peninsula making the downstream clades that populate western world (L11 and L51).

 

E para mim (e malucos há em todo o lado) é perfeitamente óbvio que assim é. E eu não tinha a mais pequena ideia há uma semana atrás. Por isso é que se for verdade… é assustador a burrice humana. Se for mentira, bem, fico em boa companhia que o que não falta é malucos e idiotas.

 

Assim,  uns dias (na verdade horas) de lógica que alimentaram o meu feeling:

 

  1. Ponto 1 da lógica : R1b Cáucaso…. Cáucaso 6 mil anos atrás… algo de altamente disruptivo, Yamna não porque são muito R1a e muito a norte e aquilo deu nos Kurgans  e em pessoal muito dado a elementos diferentes de nós, como a panca de machados de guerra e a enterrar as pessoas de barriga para cima em Kurgans.  Maikop era já muito tarde… por isso não levei muito tempo a dar nos Shulaveri-Shomu do sul do Cáucaso, daquilo que hoje é o sul da Geórgia e Arménia! – Não existe continuidade da cultura anterior e com muitas dúvidas arqueólogos aceitam alguma (pouca) transição para a cultura seguinte. Tal como os R1b são um mistério, também a shulaveri-shomu o são porque desapareceram de repente – Cá estavam eles. Pronto para mim, resolvi o maior mistério na atualidade histórica (irónico!) – A origem dos R1b que formam os europeus ocidentais de hoje.

 

  1. Ponto 2 da lógica: Que tinha esta cultura de relevante? – Eu parti da conversa do vinho e do facto do instituto de agronomia acreditar que a vinicultura teve lugar em Portugal (vi bocado de artigo no Publico de 2010!) e rapidamente descobri que os SS inventaram o vinho (vinhas) e dedicavam-se à agricultura e pastorícia (cães) e eu discutia com Maju que o nosso serra da estrela era muito perto geneticamente do pastor do Cáucaso e depois fui dar á cereja no topo do bolo que foi os cavalos.

 

Nota: não resisto a contar algo. Faz pouco mais de um ano estava a almoçar com um amigo em lisboa e um senhor de idade, distinto, sentou-se na mesa ao lado. O sorriso dele levou a que fala-se-mos da cor do vinho dele. E ele ofereceu para provar. E ele a dado passo começa a falar de castas e mencionava o Cáucaso. A conversa desviou mas ficou algo no meu cérebro que me perseguiu durante um ano.

 

 

  1. Ponto 3 da lógica: Mas porque abandonariam o local? Ora a seguir a eles vieram os Kura – Araxes e esta cultura era muito diferente da Shulaveri-Shomu … e houve uma cultura de transição, a cultura dos Sioni mas que era abruptamente diferente (palavra será abrupto) e quem ler o documento a1 percebe que há 6-5 mil atrás aquela foi uma região de transição brutal de culturas. Por um lado, a norte, os Yamna formavam-se e eram de um haplogrupo genético diferente (R1a) e claramente demonstravam outras vidas, cresciam a sul os de Urak que também seriam de haplogrupos masculinos J, j2, g2a, e eles os shulevari (R1b), que estavam no meio, terão sido Sionizados para não dizer uma palavra mais feia. A sul começava o período Ubaid verdadeiramente intempestivo, com o que levou ao surgimento da suméria e a mesopotâmia e no explodir da civilização, a norte mais tarde apareceram os Maikop e no entretanto, a meio, após um período que poderá ter sido mais ou menos longo, os Kura-Araxes que tão diferentes eram dos Shulaveri -r1b, cavaleiros bebedores de vinho e na verdade os terão sido permutados de todo ali.

 

  1. Ponto de lógica 4: Qualquer que tenha sido a razão e seja de que modo for, Foi uma diáspora que deve ter durado muito tempo. Nesta altura estávamos no Holoceno médio, onde as temperaturas eram bem mais altas que hoje em dia. Estava a fervilhar tudo a norte do Cáucaso e por isso ir por ali era impossível logo foram para oeste para a Turquia (anatólia) não vejo por isso onde mais poderiam ter ido. E talvez pro isso o primeiro grupo de deixaram para trás foram os que mais tarde deram nos Hititas (como já escrevi). Para mim faz sentido. Quem olhe para um mapa percebe e se conhecer então a história Hitita…E tambem para sul passando entre os rios tigre e eufrades mas ficando por ali como nomadas.

 

  1. Ponto de lógica 5 : deviam ser muitos. E não acreditei que um povo bebedor de vinho cavaleiro e pastor começasse rapidamente e em força a fazer barcos na anatólia e a viajar pelo mediterrâneo. Logo vieram, nómadas, fugindo para um sítio onde pudessem ir a cavalo, com os cães e gado. Por isso no início apontei para o norte de Africa que na altura era verde e produtivo. Claro que não faço ideia se vieram pelas Balcãs e Itália, ou se pelo norte de Africa. Eu apostava como escrevia nos post iniciais pelo norte de Africa. O norte de Africa tem espalhadas pontas de setas com a forma que depois os bell beaker usavam e que até eram da mesma forma que as setas de obsidiana (rocha vulcânica tipo vidrada) dos shulaveri-Shomu, e será uma acaso que as que foi não muito tempo depois que apareciam os antigos egípcios com representação de cães mastiff ?ou que tutankhamun  era r1b?  ou que os r1b-v88 do Chad e camarões desceram  ali pela Líbia…Mas isto já é diversificar demasiado a história aqui.

 

  1. Ponto de lógica 6: Como se caracterizaria essa massa de pessoas? – Homens. A primeira coisa que me assolou foi homens, muitos homens, cavalos, gado e cães. Não acredito que essa diáspora levasse muitas mulheres.  Acho mesmo que estes cavaleiros devem ter criado muitos problemas por causa disso... 

 

 

Foi assim que cheguei a esta teoria:

Sim! – Estou a dizer que os Shulaveri-Shomu, cultura neolítica, são os pais ancestrais dos R1b que colonizaram a europa. Posso estar completamente errado e não quero convencer ninguém. Escrevo isto porque pela lógica acima descrita me parece tão lógico, tão lógico que assim é que até me assusta. E sei o suficiente sobre o assunto para saber que nesta altura não existe nenhum antropologista que me prove errado. O que não quer dizer que eu esteja certo. Somente que é integro o que escrevi. E se no futuro surgir esta teoria, ou descobertas futuras impulsionarem para aí, quero que se saiba que este assunto (a procura mais fina da origem dos R1b) me levou uma semana. Aí deles todos se algum dia se provar que eu estou certo.

 

A minha história é, e para que fique escrito, descrita assim:

 

R1b antecessores dos europeus ocidentais eram as pessoas da cultura Shulaveri-Shomu no sul da Geórgia e arménia. Eram altos e braquicéfalos. Agricultores e pastores e cavaleiros. Por alguma razão, seja por causa de alterações climáticas, ou porque não se deram bem com os fenómenos subjacentes à emergência de algumas culturas que claramente são proto civilizacionais tanto a sul (Uruk e Sioni) como a norte (Maikop e Yamna) abandonaram subitamente a sua região e entraram numa diáspora nómade. Claro que ficaram vários R1b na região, e claro que foram deixando bolsas de pessoas com a sua genética na anatólia (que mais tarde deram em Hititas), e claramente ficaram na região mais a sul do crescente fértil, em muito contribuindo para o aparecimento dos sumérios (eram um dos povos que fundou sumer) e eram claramente os habitantes da cidade de Ur, e que depois se transformam nos Assírios (40% de frequência de R1b), etc, etc.

Estou a dizer que os Shulaveri-Shomu eram Rb1-M269  (mutação antiga, anterior a mutações posteriores, e a aquela que é avô dos europeus)  e que após o seu fim vamos encontrar em Portugal, séculos depois e não milénios, R1b-M269 puros ficando assim claro o que digo que depois sofreram as mutações de L11 e talvez a L51 e por aí a adiante espanhando R1b através dos bell beaker a partir de Lisboa e na sua maior representação que é a Civilização VNSP(deviam arranjar um nome mais bonito).

 

Não faço ideia do que originou esta debandada e loucura de um povo que era muito neolítico e até bastante sedentário. Se calhar os 32 corpos numa única supulturaque se encontrou num dos povoados, o de Mentesh tepe, nos dê respostas (será que eram todos dos sexo feminino?) mas estes abandoaram o local de forma abrupta. Eram claramente diferentes dos outros, eram altos branquicéfalos, barbudos e em cima dos seus cavalos (turpans), com os seus enormes cães (mastiffs) e gado e bebedores de vinho, armados de arcos e flechas que na certa devem ter provocado muito medo e terror nos sítios por onde passavam. Não quero ir por aí, mas de certeza muitos mitos dos livros antigos, inclusive a bíblia, devem ter origem nesta serpente de gente, cavalos, gado e cães que se moviam apressadamente para algum lado.

Tenho a certeza que os primeiros a chegar à península vieram pelo norte de Africa e há algo como 5,5 mil anos atrás. Foi nessa altura que em Portugal passou-se de utensílios completamente descaracterizados e podre abundancia de liticos para muitos achados arqueológicos de Cerâmica, facas e setas, muitas setas, muitas e muitas. Tal como o norte de africa está apinhado dessas mesmas setas….

Querem uma aposta da razão porque vieram para cá tão rápido? – Porque ouviram falar de uma terra prometida lá para o oeste (pela voz de agricultores do neolítico) que tinha muitas vinhas selvagens, muitas, muitas como nunca visto... e cavalos, não pequenos como os seus Turpans mas grandes, rápidos e doceis… E isso provo num post a seguir porque foi por aí que tudo começou para mim!

 

E isto que fique claro: Um dia a genetica vai conseguir extrair material de amostras antropologicas suficiente para demonstrar este axioma muito simples: Vai-se encontrar R1b M269 puros em Portugal datando de há 5,500 atrás  e só depois se verificou as ocorrencias de mutações L11, L51, etc (que são posteriores a essa data). 

 

Papers que encontrei e li:

http://www.science.org.ge/moambe/6-2/153-161%20Pitskhelauri.pdf)

http://www.persee.fr/docAsPDF/paleo_0153-9345_2008_num_34_2_5258.pdf

https://www.researchgate.net/.../273789666_Mentesh_Tepe_an_early_settlements

 

Mas a seguir vou então explicar os cães, vinho e cavalos.

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