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Será Grave ... ou agudo!

por Olympus Mons, em 05.10.22

Terei passado mais de uma hora a ver álbum atrás de álbum de fotos online, vídeos atrás de vídeos, da batalha de Lyman na Ucrânia.
A razão pela qual volto a este tema é por esta foto.

A loucura woke  é execrável em toda a sua forma.
Por partes…
A guerra na Ucrânia exige o esforço de toda a gente. O esforço de civis mortos não tem género. Não tem género, não tem idade, só mesmo dor e sofrimento. Falamos dos 6,000 civis mortos.  Os militares, os Homens, serão dezenas de milhares e aceita-se o seu destino porque esse é o papel dos militares em período de guerra, esse é o papel dos homens em tempo de guerra – Combater.

Tenho a certeza que aquela jovem sargento do exército Ucraniano da foto acima que vai à CNN está a fazer o seu melhor e tanta coisa, tanta coisa se pode fazer como esforço de guerra… Mas não é carne para canhão!

Existe uma função, uma profissão, que é ir para a frente de batalha.  Ir para a frente de batalha significa correr para o perigo e morte e enquanto função social é intemporal, mas é uma função na sociedade como todas as outras. – Mas porque são só homens?

Capture.PNG lyman.PNG

Tenho visto destas imagens.  Estes são os soldados da frente de batalha. É esta gente que está na frente dos teatros de operações de Lyman. Tenho visto os seus corpos a entrar em decomposição enquanto são recuperados pelos seus camaradas de armas, e enquanto muitos mais corpos de homens russos por alí ficarão a entrar em decomposição. Tantos, tantos… Mas não há mulheres. -  São homens e muitos, tantos, de meia-idade que são enviados para os combates da frente. -  Mas não mulheres certo?

Sim, eu sei que se for ver o trabalhos jornalísticos e de conteúdos, eles vão descobrir a única mulher de arma na mão no raio de dezenas de quilómetros e ela torna-se o centro da reportagem. No entanto é útil olhar para as reportagens de imagens dos teatros de operações, dos combates, dos corpos e dos campos de batalha para se ter a noção do que está a falar.

Até custa trazer isto á evidencia porque nem devia ser necessário. Para que fique claro: O que é relevante é que mesmo numa guerra destas de homens de barbara a ficar grisalha, ou completamente grisalha como nesta foto, a loucura do woke em certas partes do mundo é tão profunda que mesmo num assunto destes de vida ou morte o que interessa para aquela gente é o jajão, o postering, o kayfabe do desvairo woke.

Capture.PNG lyman 2.PNG

Mas, e depois, onde estão os grupos feministas, onde está toda uma parte da sociedade que afirma e reafirma que o género é tudo uma questão de socialização dos indivíduos, é tudo uma construção social e tenho a certeza seria agora uma oportunidade para provarem que falam sério e devia haver movimentos pela igualdade de género na mobilização, pela inclusão de género nos battle groups (aqueles que vão para a linha da frente)… Onde está a exigência da diversidade de género!? -  Se querem ser levados a sério era agora, estava aqui a oportunidade para manifestarem e exercerem essa pressão.  E como sabemos em algumas das maiores potências que apoiam a Ucrânia estes grupos tem um poder de lobby enorme.

E isto não é despiciente!  O direito de voto para os homens veio dessa obrigação de ir para guerra quando convocados, desse draft mandatório por ordem e necessidade do estado que resultava em baixas pesadíssimas para estas famílias e para as populações masculinas.  Foi essa a razão pela qual os homens podiam votar e as mulheres não e também a razão pela qual as primeiras mulheres a votar foram as enfermeiras de guerra.  - para o movimento feminista, seja de terceira ou qualquer outra vaga, esta seria uma oportunidade para resolver de vez essa discrepância entre a qualidade da cidadania de um género e do outro.  Nem um piu!

E este post é sobre o “nem um piu” não é obviamente sobre a aberração que seria mandar as fazedoras de humanos, das coisas mais preciosas da humanidade, para as frentes de batalha.

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Domesticados

por Olympus Mons, em 04.10.22

Antonio Lobo Xavier é supostamente um icon da direita Portuguesa. Se perguntar aos portugueses serão unânimes a confirmar isso mesmo. - E que não reste dúvidas que é o símbolo da direita … que a esquerda considera aceitável.

Serve para explicar a razão pela qual o CDS se encontra na situação em que se encontra com as intenções de votos a caminhar para o zero.  Bastará ir vendo Lobo Xavier e percebe-se.
Esta é a direita domesticada pela esquerda, a Direita que fala esquerdalhês, pede permissão e leva palmadinhas no pelo quando se comporta. - Na minha opinião isso é o que Lobo Xavier é domesticado. Sendo minha opinião é o que é.

 Mas não é só ele, se fosse não teria grande problema. Já escrevi imensas vezes que quem fala na TV ou na rádio tem que falar a língua. E falar a língua é falar esquerdalhês.

 E o pensamento de qualquer um de nós é em grande parte determinado pela língua não é? Por isso não admira a situação em que a direita portuguesa se forma e se formata porque desde o 25 de Abril que teve que se sujeitar às formas em que lhe era possível cozinhar. Eu entendo isso tudo. -  Mas que 50 anos depois do 25 de Abril as figuras da direita seja isto é só triste.

 O que me traz.
Que nenhuma destas figuras quanto instada a dar a opinião não diga o óbvio que é Bolsonaro tem um discurso pouco elaborado, é quase boçal e até burgesso, mas Lula é isso tudo e ainda por cima permite que façamos a asserção que é gatuno e corrupto!   

 E pelo que sei ser burgesso é desagradável, mas ser ladrão é criminoso. E o Brasil vai eleger um homem que andará resvés campo de Ourique com o epiteto de criminoso. E que Lobo Xavier prefira um criminoso a um burgesso só porque tem que agradar à esquerdalhada dos almoços e das palmadinhas é a visão de uma espinha dobrada. 

 Tenho dificuldade em perceber neste mundo de hoje do FCE os factos que sustentam as acusações que toda a gente aceita como verdadeiro. Já tenho essa dificuldade com Orban ou com qualquer outra da figuras de direita. Guincham que são perigos às democracias liberais, ou até no caso de Bolsonaro que é uma ameaça à democracia (!) tout cour.

 No entanto tenho dificuldades em encontrar os tais factos. – Por exemplo encontro que ele afronta decisões do Supremo tribunal federal do Brasil… mas esperem lá, nos EUA o partido democrático e a administração de Joe Biden não fazem o mesmo?  Não temos a dita administração a falar em pack the court e os responsáveis estatuais e urbanos a permitirem manifestações 24 horas sobre 24 horas à porta da residência particular os juízes republicanos o que é proibido por lei! … Proibido por lei! E não oiço guincharia que estão a fazer perigar a democracia e o estado de direito!   

 O supremo tribunal federal não tem tomado decisões que afrontam o poder executivo no Brasil? Não? Alguém mais conhece outro sítio da democracia onde o supremo retira liberdade de ação a um presidente como fez com o combate ao COVID?
Agora que os governadores dos maiores estados são Bolsonaristas... vamos ver o que a esquerda pensará desse poder tão grande que o Supremo acha que os governadores devem ter!

Por falar me COVID… o Brasil com 3000/M habitante de mortes por COVID, tal como a Itália ou a bélgica, menos que os EUA, é em quê diferente de Portugal com 2500?  Já viram a lista de países que estão à frente do Brasil? - A Europa do leste inteira e montes de países da América Latina alguns com governos de esquerda que ninguém menciona. No entanto toda a gente fala como se o Brasil fosse um outlier no combate à COVID. Não é. Se ele era contra os confinamentos ainda está para confirmar a sua verdadeira utilidade especialmente após a vacinação dos grupos de risco. A suécia tem 1900/M Hab e não foi na tanga dos confinamentos. Mas isso é outra conversa.

Contestar a integridade das eleições por serem eletrónicas e pedir para haver auditorias em papel é fazer perigar a democracia. Sério?

Quando o partido Democrata, novamente nos EUA,  andou de 2001 a 2016 a contestar todas as eleições, tanto que falei com muita gente tão tarde como 2016, americanos que me diziam que George W bush não tinha sido eleito tinha sido nomeado (pelo Supremo)... e esta tanga da afronta à democracia não existiu, pois não?

Bolsonaro fez mesmo o quê contra a democracia? Democracia que é o Governo do povo, liberal que é sujeito ao princípio da igualdade humana.  Não quero ouvir a tanga, quero ouvir que fez mesmo ele!

 Pessoas como Lobo Xavier explicam porque são anacrónicos e porque a única hipótese para quem não se conforma com o FCE é votar em partidos como o CHEGA, Fratelli d'Itali e em alguns casos até votar em Trumps e, claro, Bolsonaro.
O que é normalizado por pessoas como Lobo Xavier, porque não fazem push-back, ao kayfabe e narrativa da esquerda, é precisamente normalizar o FCE. E qualquer alma de direita aguenta tudo menos viver no Fascismo Cultural de Direita que nos domina.
Vergonha.

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Uma curta mas perto do meu coração

por Olympus Mons, em 03.10.22

Svante Paabo ganhou o prémio Nobel da medicina. Svante é o personagem dentro da  disciplina, deste mundo da arqeo-genética e do paleogenomics mais enigmático  e reservado.

Talvez ele tenha ganho o prémio Nobel porque é Sueco como a academia, ou porque já o pai tenha ganho no passado também o prémio Nobel. Quero acreditar que que não, que nos últimos anos voltámos ao tempo em que existe uma análise mais objetiva e menos política.

Svante é circunspecto e notou-se sempre o respeito e admiração dos seus pares. Falar dele até mudavam de tom de voz.
Pese embora Reich, Peterson, Haak ou Krauser se pelem por aparecer, por ir a Bali ou a Cote D’azur fazer as suas apresentações, Svante sempre permaneceu reservado e sem necessitar de ribaltas ou polémicas.

Nunca se meteu em política ou politiquices como tanta vezes os outros adoram meter a colher, veja-se Reich ou Lazaridis, como tantos outros especialmente nos EUA e as suas contas de twitter.
O Max Planck em Leipzig onde trabalha Svante Paabo é uma das duas Powerhouses da arquegenética e por vezes consegue trazer algum conservadorismo ao maior entusiasmo do laboratório de Reich em Harvard. Não ajuda estar a mudar de teoria a cada 2 anos.

 Já o gadelhudo visto em algumas imagens que passam pelas nossas televisões a oferecer flores a Svante é Johannes Krauser, o chefe de Svante (sort of) que alguns dos leitores se lembraram que já por aqui referi. – Mas que paranoia esta de krauser de criar este look hippie? Ainda há 5 anos atrás Krauser andava de fato! Cristo. Contudo,  lá está o emocional, Krauser foi o primeiro a trazer um mapa para uma apresentação em que falava do movimento do sul do cáucaso para o norte do caucaso em 5000BC. Importante para mim.

Nesta imagem abaixo Johannes é o rapaz do lado esquerdo. Enfim.

 

 

 

 

 

 

Parabéns a Svante acima de tudo.

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Quando é que é genocídio?

por Olympus Mons, em 03.10.22

A resposta a esta minha pergunta no título será que é quando a esquerda o permite.
E apesar da imagem deste post ser um estudo acabadinho de sair do forno, não quero propriamente escrever sobre este estudo.  Eh pá, já desisti de querer saber.

O que eu quero mesmo falar será sobre um facto que me parece óbvio que se fosse uma coisa que desse jeito à esquerda … este tinha potencial para ser o tema de conversa durante todo o resto do ano!

Mas vamos por partes. Hydrocloroquina era aquilo que o Trump aconselhava que as pessoas a tomar para se proteger do SARs-cov-2, não era?

Se procurar no google o google projeta (tava?) em abundância artigos publicados, alguns em jornais científicos de referência, sobre a ineficácia do referido fármaco contra A COVID. Por exemplo a mim com resultados com enfase no verão de 2020… porque as eleições americanas foram no outono de 2020!  - Por isso houve intencionalidade!
Mas vamos estabelecer isto do início.

Capture.PNG Hydroxi.PNG

Isto é um estudo publicado na prestigiada Nature, na bíblia do politicamente correto, no estaminé cientifico mais mainstream e mais institucional que há. Não se consegue insistir demasiado neste ponto: Estudo Supported by NIH and The US Department of Defense!

O que este estudo nos diz, em resumo, é que a Hidroxicloroquina, a tal do Trump, é altamente eficaz a combater a COVID em pessoas com colesterol elevado, uma das maiores comorbidades percursoras de mortes pela COVID.  Especialmente se conjugado com outro fármaco que ajuda a bloquear outros dos Pathways. -  Para que fique claro, este estudo não é prova. Verificar que é poderoso in vitro não prova que seja a realidade in vivo.

Sendo que é in Vitro  se deverá seguir estudos in vivo (espero!) e será importante tirar isto a limpo.
O que é impressionante neste estudo é que eles explicam o mecanismo através do qual a proteção acontece porque observado in vitro! -  Aliás, o estudo afirma logo no inicio que os estudos anteriores tinham sido mal feitos porque realizados em pessoas que eram saudáveis (duh!) e não em pessoas com comorbidades.
Também para resumir, o que eles descobriram é que a Hidroxicloroquina é altamente eficaz a evitar a endocitosis das células sendo que essa era a forma preferida do SARs-Cov entrar nas células e começar a infeção. Com níveis de colesterol acima do normal a membrana das células já está sob pressão pelo colesterol e com o vírus a tentar entrar elas rapidamente cedem e “aceitam” fazer endocitosis em que a membrana para não rasgar cede para dentro e incorpora o vírus dentro de si.

Especialmente se combinado com outro inibidor de pathways para as celulas, torna-se extremamente poderoso. E essa teria sido uma abordagem simples e barata de se salvar vidas (se for confirmada in vivo).
Poderia escrever este post com este tema com diversas perspetivas diferentes.  

Contudo aquilo que me interessa é perceber como este assunto passou e continuará a passar, despercebido. – Se a Direita fosse como a Esquerda, INTELIGENTE(!), este assunto passava para o topo da atualidade e por exemplo obviamente exagerando promovia-se não um mas 10 prémios Nobel de seguida para o Donald Trump não era?

Se não veja-se. A COVID matou 7 milhões de pessoas não foi? E se aquilo que o Trump aconselhava e toda a comunidade médico-académica se apressou a negar tivesse salvo a vida a 10% desses 7 milhões? E se fosse 40%?

3 milhões de pessoas é um número dantesco para um lapso, para um erro deliberado pela sua cegueira ideológica e essa mera possibilidade deveria suscitar interesse. No entanto no mundo dos conteúdos, dos media e do social media, pasa nada, porque não é matéria relevante para beneficio da esquerda e do establishment que a suporta.

Fica a dúvida se este sistema, este regime que nestas coisas é global porque suportado pelas instituições criadas para serem globais, consegue ser responsável pela morte de 3 ou 4 milhões de pessoas, assim ao nível genocídio Judeu pelo Hitler, e nem é tema de conversa?

Será?

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Izzy and the sky with diamonds

por Olympus Mons, em 01.10.22

Quem havia de dizer que ainda se iria ter saudades das velhas gerações do LSD!  

https://i.dailymail.co.uk/1s/2022/09/28/04/62869769-11256997-image-a-24_1664334078622.jpg

 É daquelas delicias que não dá para passar. Esta menina é uma Eco-warrior a ser entrevistada por uma rádio na Nova zelandia.

Eu sei, temos que perceber que tem 16 anos e como tal tudo devia ser perdoado. Mas como tudo devia ser perdoado a quem tem 16 anos também nada deve ser levado a sério que venha de crianças de 16 anos. Seja elas chamadas Izzy Cook ou Greta Thumberg. Crianças são crianças. Quando muito rimos e seguimos em frente.

 Sendo a líder da Scholl strike 4 climate ela acabou a apresentar as reinvindiçoes à rádio do seu país.

Explicava ela que andar de Avião devia ser só com autorização e para eventos que estivessem registrados… ao que a entrevistadora disse para clarificar que queria ir de férias para as Fiji se era permitido ao que Izzy responde que devido à crise climática não lhe parecia necessário por isso não devia ser permitido!

 Mimo, mimo é a entrevistadora ter perguntado quando é que ela tinha estado num avião a última vez: A few months…  E onde foste?:: Fiji!

 E delícia é ouvir a pausa que ela faz entre cada resposta. - Só naquele momento o VMPFC e o OFC entrou em ação.

 Estão a ver aquilo que vos tenho dito que quem é de esquerda não vive a vida autorreferencial? Nem ela que tinha ido de férias meses antes para as Fiji lhe caiu a ficha quando o exemplo era mesmo andar de avião e ir às Fiji!  - Isto é ser de esquerda e é sempre assim. Não se iludam. Hipocrisia é algo que surge natural a qualquer pessoa de esquerda. Nada é para ser aplicado a eles, porque os animais são todos iguais mas um são mais iguais que outros.

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Parvoices

por Olympus Mons, em 30.09.22

Tenho que ser honesto em relação à abordagem ao Furacão Ian que atingiu a Flórida aqui no nosso burgo, na nossa imprensa, que não tem carregado particularmente na tecla das alterações climáticas. Pelo menos não que eu tenha visto.

Mas nos EUA e no Reino Unido, isto está cuckolandia do pior. Aquilo já passou o nível nojo e já vai no ponto traz a corda que se resolve já isto. Confesso que achei piada no início às guerras de polarização nos EUA mas hoje em dia aquilo já passou para lá do Orweliano.

Por outro lado parecia que estava eu a adivinhar quando escrevi posts sobre o La Nina e a forma como afeta o clima. A ver se a gente se entende:  Este La Nina foi decidido pelo planeta que seria agora, neste momento no espaço e no tempo, há milhares se calhar milhões de anos! Nada a ver com qualquer atuação humana!

 Estando nós sob um raríssimo evento de triple Dip do La Nina (e parece que aí virão muito mais nas próximas décadas) vamos ter mais furações a atingir a costa leste dos EUA. Não há tendência nenhuma de aumento nem de diminuição de frequências nos datasets, mas será certo que mais atingirão a costa porque com la nina o jetstream é empurrado mais para norte e sem o windshear para ajudar a quebrar a força (e formação) dos Furacões estes conseguem chegar à Costa com mais força e mais a norte do que ocorre em situações neutrais ou de El Nino. – Pronto, é isto.  E isto era sabido há décadas e falado e avisado abertamente antes desta loucura do conversa das alterações climáticas.
Os ARs do IPCC diz que nem há mais furacões nem mais fortes. E se o AR6 o diz… ui, ui, é porque não há mesmo porque bastaria uma pequena inclinação para saltar logo para o título e subtítulo.

 E os EUA devem-se preparar que haverá mais furacões a atingir com violência neste outono de 2022.  

 O que não justifica e é inacreditável que se oiça hoje todo o dia que este deverá ser o mais mortífero furacão a atingir a flórida quando por exemplo o Andrew em 1992 matou 62 pessoas.  Até agora Ian tem como consequência 19 pessoas mortas? Isso é um mau fim de semana em South Chicago ou pelo menos no estado do Illinois.
Só para referência o Furacão de Galveston Texas matou 8,000 pessoas!  ,O furacão Lake Okeechobee na Flórida matou 2,500… ai sim, 19 é o mais mortífero de sempre?!

Basta pedir a lista de mortes e nos primeiros 30, e muitos da Flórida, não encontro o Ian. Tudo Maluco.

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Pêndulo?

por Olympus Mons, em 29.09.22

Tem sido referenciado que estranhamente a geração mais nova está a ser bem mais conservadora, bem mais à direita, do que aquilo que seria esperado. Pelo menos tendo em conta a tendência geral que a geração anterior parecia empurrar.

Esta observações tem sido feitas nos EUA, de forma vaga e com poucas referências. Diz-se, que a seguir à geração mais liberal da história da humanidade, os millennials, estaria a verificar-se essa guinada mais conservadora dos miúdos a rondar os até aos 25 anos de idade.

 Não me interpretem de forma errada. Quem for ao wiki, ou andar pelo Pew research não fica com dúvida nenhuma que em nada se distinguem dos millennials politicamente sendo a geração mais à esquerda de sempre em paralelo de ser aquela com maiores credenciais académicas. -  O que eu digo é que muita gente tem dito que se sair do ambiente académico onde esses inquéritos são feitos fica com um ideia ligeiramente diferente.vvMas tem sido tudo muito anedótico.

 Surge-me este post porque vi o breakdown etário das intenções de votos no Canadá e parece ser este aqui em baixo a última fotografia tirada às intenções de voto dos canadianos.  

Está a ser usada esta imagem como surpresa por o partido conservador recolher quase metade das intenções de voto das geração de canadianos entre os 18 e os 34 anos.  Por si só é bizarro que assim seja.
Há semanas tinha encontrado a referencia que o pardido sweden democratic, o tal perigoso de extrema direita,  ter tido a votação que teve devido ao voto dos jovens do sexo masculino entre os 18 e os 29 anos de idade.

Capture.PNG sweden vote (1).PNG

Nesta imagem que encontrei da votação na Suécia não está discriminado por sexo, mas no conteúdo que me lembro estava perfeitamente claro que o referido partido ganhou com o voto demasiado expressivo, penso que a rondar os 30% destes jovens do sexo masculino. E tal como no Canadá acima também na suécia o sexo feminino vota de maneira bastante diferente das pessoas do sexo masculino, que vota diferente das pessoas do mesmo género mas com mais idade… e que essa tendência se tem vindo a acentuar.

Gostaria de saber como se votou na Itália. Pelo menos para começar a destruir a narrativa da esquerda de que são os velhos do restelo, deslocados e descontextualizados das realidades do século XXI que alimentam a votação da direita idiológica. 
Também fica a evidência que o sexo masculino vota de forma diferente.

Fica a perplexidade não é? – quanto mais igualitária, quanto mais se tenta destruir a identidade de género mais parece resultar no efeito oposto ao pretendido. Homens e mulheres votam, tal como muita outra coisa na vida, de forma diferente.

Por outro lado fica essa indicação que talvez, talvez o pêndulo tenha começado a ir para o outro lado e se for esse o caso vai para o outro lado até distancias nunca antes alcançadas. Se for esse o caso é altura de dizer à esquerda mundial que agora bem poderá guinchar que se o pendulo vai para o outro lado será até extremos tao acentuados como aqueles que se assistiu a ir para esquerda. Agora seria… lá vai bomba!

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From the Correspondence of the London Post

por Olympus Mons, em 28.09.22

Eu gosto de escravatura.  Eu gosto do tema, claro.
Por um lado sempre imaginei o tramado que seria ser despojado dos meus direitos como humano, por outro a minha primeira imagem do tema foi Ben-Hur como escravo no barco e percebi que escravatura era ofício, pese embora oficio do fundo da escala.

Recorrendo-me de Ibn Batuta, o aventureiro marroquino do século XII que nos mostrou escravatura desde o interior de África até à China este tema fica perfeitamente enquadrado. Metade do tempo passou ele a falar de escravos e escravatura e bem fez filhos a torto e a direito às várias escravas que lhe foram sendo oferecidas (nenhum sobreviveu). - Uma das descrições que ele faz é da escravatura branca, do norte do Cáucaso, de sítios onde hoje é a Ucrânia, repúblicas do Cáucaso e a Rússia e que eram vendidos na Turquia e nos mercados do Egipto.
Já até ao século anterior, século X, os vikings além dos eslavos também ainda faziam uns biscates por ali antes dos entregar a todos como escravos junto ao mar Cáspio.

Escrevo este post sobre mais uma das várias, imensas, escravaturas que houve. Burros e idiotas dos americanos é que acham que a escravatura foi coisa de colonos europeus. Eu gosto de entender todo o tipo de escravaturas e como muitos outros nos tem avisado temos que ir criando registo, lastro digital, porque chegará o dia em que as petas dos politicamente correto não deixarão espaço algum para a realidade, para a verdade, histórica ou outra. - Este é sobre o tráfego Circassiano no século XVII.

O tráfego de escravos Circassiano foi dos que até mais tarde ocorreu. E havia a profissão normal de mercadores de escravos. Era uma profissão. 
Uma das coisas que muita gente se esquece é que o tráfego de escravos transatlântico foi o tráfego de um bem que era valiosíssimo. O nascimento de um bebé em escravatura era o nascimento de um bem valioso. – Muita da história e das histórias de escravatura antes e durante o transatlântico, antes e depois da escravatura transatlântica, foi a história de uma ignomínia de pessoas escravizadas como bens de valor reduzido ou mesmo em casos valor nulo, como esta que vou escrever.

Lembre-se que nos EUA a escravatura foi ilegalizada em 1865.
Por volta dessa altura (1856) ocorria junto ao Mar negro um dos momentos mais aberrantes da escravatura. Porque foi uma altura em que devido a um excesso de oferta o valor dos escravos bateu no zero. E que escravos? Estas mulheres.

Podem ler este link da descrição de um jornalista sobre o destino das Circassian Beauty, onde as mulheres eram vendidas e revendias por meia dúzia de tostões nos mercados de Istambul (constantinopla). Vendidas, abusadas e muitas devolvidas aos mercados de escravos para serem revendidas ao próximo pé rapado que passou a ter dinheiro para ter escravos que eram Circassian beauty.

O genocídio dos Russos a este pessoal de 1800 a 1870 foi brutal. Descrições desta altura, feitas pelos próprios Russos é de bradar aos céus. – Qualquer escravo da costa de Africa levado para os EUA teve uma experiência, por muito aflitiva que fosse, nada comparada com o que estes escravos e refugiados passaram nos portos e nas travessias do mar negro. Até cabeças decepadas davam à costa.
Quando nós falamos de crueldades… o jornalista nesta peça fala sobre algo que era do conhecimento geral à época e que chocava as sociedades ocidentais mas era assunto sem qualquer relevância naquela parte do planeta. A escravatura negra já tinha mais de mil anos ali – Que os bebés negros nascidos das escravas eram imediatamente mortos pelas famílias onde serviam. Infanticídio às descarada.

https://lostmuseum.cuny.edu/archive/horrible-traffic-in-circassian

Compare isso com o facto de, sim, os donos das escravas nas plantações americanas também seriam obrigadas a ter sexo … mas também é reconhecido que por norma, por norma, estes bebés passavam a ter direito a tratamento especial e muitos deles a ter privilégios próximo de serem brancos, sendo conhecidos muitos dos casos em que até à universidade chegaram, acabando como advogados ou padres com ativismo pela igualdade! Eram os chamados filhos da plantação e era-lhe dado oportunidades.  Mulatos eram tratados de outra maneira!

Não meço a história pela minha moralidade no século XX/XXI. Isso é coisa de criança. Mas temos que ter muito cuidado com versões alternativas da realidade histórica. Circassian é uma nação, é uma língua, é um povo que existe espalhado por vários países, desde a Turquia, Síria ou Egipto e claro nas montanhas do cáucaso.  Muitos dos olhos claros que por ali se encontra vem dessa escravatura e dos refugiados do século XXVII. Contudo existe uma diferença para com a escravatura negra. É que rapidamente esta gente se tornou elite. Na Turquia os serviços de inteligência está cheio desta gente, fundaram a cidade de Amman na Jordânia ou no Egipto como elite comercial. 
Já o mesmo aconteceu com os indianos “escravos” levados pelos britânicos para África onde à terceira geração já eram a elite rica.

O que quer que procuremos sobre os efeitos da escravatura como drive geracional, não nos podemos esquecer que muita gente foi escravizada ao longo da história e alguns ainda hoje se debatem em se normalizar nas sociedades para onde foram levados e outros rapidamente se tornaram elites. – É cegueira ideológica e racismo do mais puro não ver as pessoas pelo que elas são e quase obrigar pessoas com temperamentos diferentes a comportarem-se como clones ou réplicas de pessoas de outras origens que se parece assumir como "os normais", como a matriz. O mundo tem que rapidamente começar a ver toda a gente no mundo. Ver toda a gente como iguais, como seres fascinantes pela quase impossibilidade de existências, mas quantos mais e quanto mais diferentes melhor desta coisa fascinante que é ser humano.

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Infelizmente

por Olympus Mons, em 26.09.22

Nem me lembro bem onde, mas alguém disse há dias que populismo é: todas e quaisquer ideias diferentes das nossas mas que é uma chatice que sejam populares. – Nada mais verdadeiro.

Vimos a ascensão da direita ideológica na Suécia e agora em Itália quando ela já é estabelecida na Hungria ou na Polónia.  também assistimos à força dessa direita em países como a França ou Áustria.
Quando olhamos para este mapa da itália não resta dúvidas da escolha da democracia naquele país. O Azul é a direita, a tal extrema direita que mete medo.

Capture.PNG italy.PNG


 E como digo de início a democracia é boa enquanto dá resultados que nos agradam, mas assim que os outros ideológicos começam a ganhar já é uma chatice. E não é tudo igual. A esquerda, que se acostumou a ser “dona disto tudo” na Europa durante os últimos 50 anos, é bem mais perversa nesta conversa dos outros mas nunca eles serem tóxicos. Está estabelecido para além de qualquer dúvida.

Muitos destes partidos nasceram da extrema-direita, lamentavelmente, mas também convém recordar que a coragem de quebrar as tais metanormas é bem mais frequente nos extremos e por isso na génese destes partidos mais frequentemente do que seria desejável está esta génese de gente pouco recomendável que os irá perseguir durante toda a sua existência.  E pouco recomendável porque é gente que grunhe, mas não sabe defender as suas posições ou criar uma rasto racional que sustente aquilo que tao emocionalmente berram!

Nos próximos tempos teremos que levar com a conversa dos Iliberais, da beleza das democracias liberais modernas que depois não explicam o que é, dos valores da Europa que também não te dizem muito bem quais são para que não os apanhes a eles nas curvas da real politique. É aquela coisa da liberdade de imprensa mas levaram meia dúzia de dias a cancelar a licença da Russia Today na europa não foi? É europa dos valores mas depois o que não falta é pessoas a terem problemas com a justiça e com a policia a aparecer à porta pelo delito de opinião.  Pois, a PIDE é que era um monstro. Já para não falar do cancel culture. Mas depois o Orban é que é mau sem que me expliquem muito bem porquê… para já só percebi que é porque o partido do poder controla editorialmente muitos meios de comunicação… mas já alguém ouviu falar do partido socialista português e da Imprensa em Portugal que depois até é considerada das mais livres da Europa??

Ao final do dia vamos todos dar ao mesmo lugar, à mesma componentes neurológicas que são bias, que são truques neurológicos em que só conseguimos ver e ligar ao que nos dá jeito ou que gostemos e tudo o resto é impuro.
Aas coisas são o que são e vamos ter uma Europa nas próximas décadas muito marcada por estas posições polarizadas. Novamente infelizmente vamos seguir um bocado o destino dos EUA.
Existirá uma diferença. É que os EUA não terão as pressões demográficas que a Europa terá.  A conversa será muito nesses termos e muitas das derrotas da direita no debate que se seguirá estará relacionada com a incapacidade de combater o argumento que sem mais jovens que sustentem a pirâmide demográfica a Europa está tramada. Isto é real.
E não estou a ver nenhum partido da direita ideológica na Europa a dizer que essa é a maior ameaça existencial à identidade europeia e por isso vamos legislar para que , sei lá, a partir do X filho não pagas impostos sobre rendimentos desde que tenhas um ordenado X vezes o ordenado mínimo!  - Não me parece que alguém tenha essa coragem. Aliás a partir de X número de filhos desde que seja contribuidor nominal acima da média do país até começas a receber dinheiro. Isso sim, resolvia o problema. É como explica o outro ter filhos numa sociedade urbana passa a ser meramente um ónus financeiro ao passo que numa sociedade agro-pastoril é trabalho for free. Visto assim de forma racional, teríamos que mudar isto para que o paradigma seja outro, não é?

Aliás esta conversa que grassa pelo mundo fora que upps, afinal a população mundial deverá estabilizar antes dos 9 mil milhões e até podemos começar a ver uma redução na população mundial bem antes, bem antes, do fim deste século é de tirar qualquer pessoa do sério.

Como se passa do fim do mundo por excesso de população para afinal não vai haver população suficiente? Aliás vai haver reduções na população em zonas mais desenvolvidas como a Europa e na Ásia que são instrumentais para o mundo culturalmente mais estável...mas não vai haver esse problema nos EUA. As elites Motherfuckers daquele país podem ter muitos déficits mas estúpidos não são. O modo como os EUA estão a conectar a sua economia à américa do Sul, especialmente México, praticamente garantindo a contratação da sua futura mão de obra é imbatível à escala do planeta…Mas ao preço da sua morte cultural. E as consequências dessa morte da América ainda não estão nada claras!
E a morte da América é a morte da borga, da Orgia hedonística mas não é o fim do mundo. Já  a morte da Europa, a europa das nações e não das nações-estado, é algo muito parecido com o fim do mundo.

Ao final do dia fica a pergunta para todos os Europeus – Vale a pena sacrificar a tua identidade, vale a pena sacrificar a construção civilizacional do Ocidente pós iluminismo para salvar as economias? Ao final do dia será só essa a pergunta que verdadeiramente interessa. Infelizmente penso que todos sabemos qual a resposta que a esmagadora maioria irá dar.

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Ninguém está a ver.

por Olympus Mons, em 21.09.22

Como o QI da população em geral na Rússia não é baixo, aliás até está dentro do top 10 Europeu resta-nos uma pergunta… São só estúpidos?

Não dou 3 tostões ao discurso de Putin.  Retórica interna nos países é sempre o que é. A ameaça nuclear dos russos é patetice interna para um povo que como digo acima até é bastante inteligente e devia saber melhor. “Eu tenho armas nucleares, eu tenho armas nucleares… olha que eu salto, olha que eu salto”. Patético.

O que é  estranho é o erro dos Russos. Como um povo de jogadores de xadrez consegue fazer jogadas tão amadoras.
No jogo do fim da globalização que está em curso nunca os russos poderiam ter tomado uma decisão que poderia levar ao seu enfraquecimento no palco mundial, não em relação à NATO ou ao Ocidente mas em relação à China.  No grande esquema das coisas a concretizar-se o descalabro demográfico que agora tanta gente fala, principalmente desde que Elon Musk disse que era a maior ameaça existencial à humanidade, e que agora muitas outras pessoas tem chamado a atenção, os russos deixarem-se enfraquecer desta forma só levará à sua subalternização aos Chineses que dentro de 10 anos estarão também na lama. No caso da China pelo descalabro demográfico que tanto quanto se sabe irá até 2030 ter mais de metade da sua população a entrar na reforma (algo novo para eles) e em 2050 a população reduzida de 1.3 mil milhões para 650 milhões de habitantes. Não sei até que ponto este número é uma certeza mas tenho ouvido muitos peritos a dizer que é certo como o destino.

Neste sentido, o grande aliado da Rússia para relevância geoestratégica estará em panic mode no prazo de menos de 10 anos daí que não me parece que a Rússia possa depender deles para muito.

Já por outro lado terá sido essa a jogada dos americanos com o great replacement em curso nos EUA que passaram dos 230 milhões de habitantes a 330 milhões em 30 anos e planeiam continuar a aumentar de população via emigração. Especialmente aquela que se vê na TV que entra pela sua fronteira sul e que vem a pé e é jovem! E São pessoas que na primeira fase terão mais filhos que a média. Sim, sim, eu nunca disse que o great replacement economicamente não fazia sentido. Se forem um utilitarian com deficiências cognitivas no bind&blind não deixa de fazer todo o sentido do mundo.  Ou se fores uma elite que se está a marimbar seja para o que for que não seja a tua preservação financeira, claro que faz sentido… para esses.

Já nós na Europa vamos ter esse problema não é? Ou vamos ter 440 milhões na europa dos 27 ad aeternum e cheio de idosos ou suicidamos e abrimos as fronteiras à imigração. Mas como sabem eu acho que a solução está em curar a doença envelhecimento e pronto. É trabalhar até aos 90 anos e mais nada ao invés de apostar em suicídio das nações e das identidades tudo para continuar a poder beber cerveja e comer camarão nas festas.

Por isso o mundo de amanhã será assim. Por um lado é inevitável o surgimento de novas superpotências regionais, ou se quiser potências regionais que determinam a direção dos ventos de destino para aquela área geográfica, porque o chapéu global dos EUA está a terminar e por outro teremos essas áreas geográficas também cheias de problemas internos. -  Os EUA abandonaram o mundo e este ficará nas mãos dos poderes regionais que poderá levar a muitas tensões e até conflitos intrarregionais.

Algo que nunca é referido é o já não haver ou estar a desaparecer a marinha global, a marinha Americana que garantiu o comércio livre nos últimos 100 anos, ou se quiser  a marinha ocidental largada pelo mundo fora a garantir a segurança dos mares, tanto quanto tenho lido. Está a desaparecer a ritmo incrível. Como se soubessem algo que não nos disseram. -  Isso  levará a que serão potências regionais a dominar o comércio regional, comércio este que já não será global porque para a globalização continuar a funcionar era necessário cada vez mais gente, cada vez mais consumidores e aparentemente esse é chão que já deu uvas. Logo acabou!

Curioso como mesmo os EUA estão a ficar com uma marinha reduzida. Sim, reduzida. Reparem que cada novo ou reformulado porta-aviões norte americano é por si só a 9 potência militar do mundo. O poder de fogo daqueles 11 porta-aviões coisas é incrível… mas são 11!  O resto da frota está praticamente toda a ser mandada para a sucata.

O reino unido vai ficar cingido a… 1. Os EUA tinham 55 e agora têm 11, o Reino Unido tinha 41 e agora vai ter…1! Tudo com um poder de fogo incrível e medidas de proteção incríveis, mas que só podem estar num lugar de cada vez.
E, já agora também convém referir, atenção que os misseis hipersónicos da Rússia são imparáveis e conseguem aniquilar estes 11 porta-aviões, não é?

Mas seguindo em frente, isto é a asserção que a grande potência sabe que o mundo global no formato que conhecemos acabou.  Sabem eles, sabemos nós e sabem os outros. Não obsta a que os burros dos russos tenham lido mal o mundo, como aliás parece ser apanágio desde a sua origem.

Este post está por todo o lado. Por boa razão. Cada ponto que aqui faço daria, ou dará, uma post individual porque não haverá como fugir a esse futuro que aqui descrevo. Pelo menos fora do kayfabe da ONU, fora das instituições internacionais de acrónimos, dos grandes chavões que a maralha adora parece ser esta a conversa em surdina que aqueles fazem à porta fechada ou quando acham que ninguém está a ver.

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A cara de MAO

por Olympus Mons, em 19.09.22

Estava a ver agora na TV: o Risco de guerra nuclear na Europa.

Quem não morre de medo de uma guerra Nuclear? Estamos a falar do fim do mundo… NOT!

Na verdade é um evento que historicamente não seria singular ou de significado impar, ou cataclísmico no sentido bíblico do fim do mundo. Reparem que me refiro à escala do planeta e não dos sítios onde deflagrar os engenhos claro.

E duas gerações depois já ninguém verdadeiramente ligaria. Aliás como se está a passar com a segunda grande guerra que após a morte dos filhos dos que combateram e viveram, os seus netos já nem sabem o que foi ou querem saber.

Mas acima de tudo este post é sobre perceções. Os mitos, lendas e fábulas que nós humanos parecemos necessitar para se não interpretar pelo menos aceitar tudo o que nos seja impingido.

Mas antes e para poder continuar com este post tenho que começar por aqui. Mesmo nisto: Mao tse tung e o seu grande salto entre 1958-62 (4 anos) matou cerca de 40 milhões de chineses e a sua cara está nas notinhas de 100 yuan na China. Por isso, no biggy, não houve problema, ninguém deu 2 shits ou 4 Xangai!  - 40 milhões OK? O comunismo matou mais de 100 milhões e não faltam marxistas e símbolos da foice e martelo por todo o lado.

Há dias estive a ver a simulação de uma guerra nuclear entre a Rússia e a NATO, começando com um ataque saído de Kaliningrado a uma base da NATO e depois os eventos que se seguiam, numa simulação criada por Princeton - PLAN A - Princeton Science & Global Security.

Tudo muito atual. Pese embora esta simulação já é de 2018 e agora adquire a relevância.

Total de mortes: 34 milhões de pessoas.
total de feridos:59 milhões de pessoas.

Estamos a falar de uma simulação que tem em conta as armas, os silos, as bases, os arsenais, os países, as cidades, as doutrinas, etc, etc.

Uma das coisas que se estranha é que o número inicial de mortos de uma guerra nuclear, com ataques às bases militares e aos silos e localizações estratégicas resultará numa quantidade reduzida (à escala claro) de mortos. Alguns milhões. Só quando assumem que por decisão estratégica tanto a Rússia como a NATO decidiria aniquilar os centros urbanos mais populosos, as grandes cidades, numa decisão que tenho grandes dúvidas qualquer das potências alguma vez tomaria.  Aliás assumem que até 5 engenhos seriam usados para algumas das maiores cidades norte-americanas e europeias… o que não me parece que na vida real acontecesse. Quem é que tomaria essa decisão?  - E mesmo assim não chegaria ao número de mortes do Mao Tse Tung???

Mas porque achamos que acabaria o mundo?
Pela mesma razão que as pessoas acham que as alterações climáticas são uma ameaça existencial. – Bad science com ideologia. Misture e chocalhe-se e só dá mentira.

Comece por se lembrar da guerra do Iraque. Quem não se lembra que o incendiar os poços de petróleo iria provocar um inverno nuclear? Que ia baixar a temperatura do planeta, que a Asia isto, a Europa aquilo… e os iraquianos incendiaram os poços!
Que se passou? - Nada.

Não me vou alongar na explicação, mas logo para começar, tem que se perceber que as atuais armas nucleares não são extremamente potentes. Restam muito poucas dessas no planeta. E as atuais armas nucleares não conseguem levar os impactos acima dos 70.000 pés, até à estratosfera. Não são high-yield nuclear bombs (Felizmente) e o fall out dos engenhos estarão de volta à terra em questão de dias.

Acresce que hoje já se sabe que os modelos, sim os modelos como os das alterações climáticas, afinal estavam todos errados. Heat fluxs, fuel loading e esse tipo de variáveis não tinham mesmo sido medidos mas sim inferidos e colocados nos modelos (Carl Sagan não era perfeito).-  Por isso hoje se sabe que estavam todos errados.  Não é assim que funciona a atmosfera os firestorms deste tipo de armas que afinal não existem mesmo.

Isto são boas notícias, não é? - Não, não seria o fim do mundo.
Mas, por amor da santa, não comecem guerras, nem nucleares nem das outras, porque não é a guerra em si, é que os humanos que as fazem duas semanas depois do início já tem uma humanidade reduzida. Mesmo que, e graças a Deus, quem aciona armas nucleares vive no bem bom e de barriga cheia.

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Os desconectados

por Olympus Mons, em 17.09.22

Por norma os meus posts não são marcados pela continuidade do anterior. Mas este de certa forma é.

Já se sabe há muito tempo que uma maneira de destruir uma sociedade é destruir a sua identidade. Uma maneira de destruir uma sociedade é destruir o seu sentimento de pertença. Sabemos isso porque é assim que assistimos à destruição do capital social que nos bind and blind e é a forma de desunir todas as pessoas que partilham uma identidade.

Capture.PNG booth.PNG

Este jovem da imagem, Thomas Booth do Crick Institute em Londres, é co-autor (um dos muitos) de uma coisa que é o Global Guidelines for Ancient DNA research.
Infelizmente não consigo copy link address porque vai dar um vídeo da unherd (estranho).
Ele não esconde ao que vem e diz que a intenção é “disconnecting the link between (European) DNA and Identity and Belonging". E reparem que o link a ser desconectado não é entre toda e qualquer pessoas que habitam determinado espaço geográfico mas especificamente os Europeus.
Volto a repetir. Pese embora o conceito de raça, que é uma categorização e como todas as caracterizações servem para dar sentido aos dados ou informação, como toda a taxonomia, seja ao final bastante nuance no caso dos humanos, a verdade é que a arqueo-genética, ou ancient genetics tem vindo a estabelecer a identidade dos Europeus como um admix entre grupos populacionais bastante circunscrito e estável ao longo dos últimos milénios. Temos essa genética estabelecida na Europa na idade do cobre e bem disseminada pela europa no início da idade do Bronze. Depois foi só chocalhar e voltar a chocalhar durante os últimos 3 a 5 milénios e é tudo primo.  Ora, neste mundo woke isso é inaceitável.


Isto é o que no meu Post anterior menciono e que Razib Khan se revolta contra. Estes académicos forjados no Marxismo das universidades não escondem nunca ao que veem.  E não o escondem há mais de 50 anos. Nós, o europeu e a sua ancestralidade são os alvos a abater. As razões não cabem aqui.

E também não se iluda. Isto é válido para toda e qualquer área de investigação. Toda. Seja alterações climáticas, seja neurociência, seja neste caso a arqueo-genética. – tudo é para ser revisto e alterado com base nas confabulações ideológicas desta esquerda fascista.

O mais incrível é o modo como ele nos diz com todas as palavras e em alto e bom som que isto é para ser aplicado específicamente aos europeus! (?). Não vá alguém dizer, “ah, ok, então o colonialismo europeu era uma coisa normal e não tínhamos nada que ter entregue as colónias”, ou “Ah, Ok, então não existe razão genética para a identidade nem pertença dos Ameríndios ao espaço geográfico que hoje são os EUA, entendido”… não, não, um dos documentos éticos em vigor sobre a investigação de ancient genetics é precisamente o ter cuidado com estes entidades primitivas, é perceber a identidade e pertença das comunidades locais onde se retirou essas ossadas e até colaborar com essas comunidades nos textos a ser produzidos de forma a não ofender o sentido de identidade e pertença dessas populações… excepto os Europeus e descendentes de Europeus!

É mesmo assim à descarada porque esquerdoide resolve dissonâncias cognitivas imediatamente por isso estas incongruências não lhes faz confusão nenhuma.

Escrevi em tempos um post sobre o modo como David Reich, o guru desta disciplina se tinha metido em problemas porque no seu livro (Who we are..) tinha deixado claro que era inevitável que no futuro se usasse todas estas ferramentos (de uso estatístico intenso de SNPs e alelos) para se estabelecer traits, características diferentes entre grupos populacionais (leia-se raças). Depois em 2018 escreve o artigo no NYTimes que o meteu mesmo, mesmo em problemas: How Genetics Is Changing Our Understanding of ‘Race’  é algo que vale a pena ler  (https://www.nytimes.com/2018/03/23/opinion/sunday/genetics-race.html ).
É um texto e visão de um esquerdoide puro e duro mas que tem alguma integridade e escreve :

“I am worried that well-meaning people who deny the possibility of substantial biological differences among human populations are digging themselves into an indefensible position, one that will not survive the onslaught of science. I am also worried that whatever discoveries are made — and we truly have no idea yet what they will be — will be cited as “scientific proof” that racist prejudices and agendas have been correct all along, and that those well-meaning people will not understand the science well enough to push back against these claims.”

E aí Reich esteve quase a ser cancelado tendo-se safado porque as suas credenciais esquerdoides estavam bem estabelecidas por ter sido uma das pessoas responsáveis pelo cancelamento e destruição de James Watson o homem que descobriu o DNA por acusação de racismo. E quem veio atrás dele foram pessoas como este jovem Thomas Booth, foram inclusive jovens recém-formados nos seus próprios laboratórios.

Perguntará o leitor o que esta gente está mesmo a criar?  - Simples, Olhe para esta imagem.

Se reparar, Africanos, Asiáticos do este, Asiáticos do sul e Europeus estão perfeitamente delineados e marcadas as suas diferenças genéticas enquanto grupos populacionais.

Mas os outros nomes que ali encontra é o continente Americano e repare que os Admix americans, tanto a sul do continente como a norte do continente não são grupos populacionais coesos e estão por todo o lado. Esta é a visão de futuro desta gente a começar pelos EUA onde querem eliminar a ancestralidade europeia sem ser admixture com outras raças. Reparem que não há movimento nenhum para promover admix entre por exemplo a sua população Han (chinesa) e a população negra. Aliás nem conseguem estar no mesmo espaço físico que dá logo faísca. Ou entre a população latina e a população Asiática do sul (indianos)… não. É autofagia pura, é need for chaos puro, é ódio à sua ancestralidade e raça.
 

Muita gente acha que os sinais da Suécia, ou da Itália onde a direita identitária está  a ganhar terreno são sinais de esperança para a Europa. Por cá teremos o CHEGA e o VOX em Espanha…Eu não tenho tanta certeza!
Talvez tudo muito pouco, muito tarde.

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The lie will become the truth.

por Olympus Mons, em 14.09.22

 

Já escrevi sobre Razib Khan.

A ele devo o meu interesse e paixão pela arqueo-genética e recorrentemente me entretenho com os textos que produz. Na verdade foi num antigo blog de Razib que a primeira vez assisti a longas trocas de comentários aos “gritos” sobre R1b, Z2103, M269, L51 e ADN das nossas mães mitocondriais, as H e U5, tudo uma sopa de letras e números e eu só pensava que raio esta gente está a discutir… Ainda por cima de forma tão apaixonada e agressiva.

Entretanto as técnicas e tecnologias ligadas à extração de ADN destas ossadas de milhares de anos evoluiu imenso e deixou de se ligar tanto aos pedaços de ADN do cromossoma Y ou de haplogrupos de ADN mitocondrial que está em todo o lado logo era simples de apanhar, para nos dias de hoje se conseguir olhar para a totalidade do ADN extraído. E hoje em dia conseguem retirar ADN em quantidades brutais formando BAM files cheios de marcadores, de SNPs e alelos que naturalmente nos dão informação sobre a totalidade do ADN do individuo e por isso estão a revolucionar a pré-história e agora a própria história.

Não que não seja importante continuar a olhar para os haplogrupos do cromossoma Y porque eles representam linhagens patriarcais que nos dá informação sobre quem “eles” eram e depois de se instalaram “quem” é que sobreviveu mesmo. Sei lá, veja-se os berberes que estão enfiados no deserto. Ou o modo como os Africanos Bantu enviaram os que por lá viviam para os confins dos ambientes mais inóspitos e “eles” por lá ficaram. Alguém veio e ganhou o espaço por isso os seus filhos foram os que procriaram e singraram. Os outros… pois, azar.

Escrevo este post porque no último post de Razib, “Septimius Severus Was Not Black, Who Cares?” ele termina assim:

The job of scholars in the modern West is, to tell the truth and represent facts as they are. They may miss the mark often, but they should aim as best as they can. The problem with classicists over the last few years is they temporize, equivocate, and intentionally mislead their audiences when they very well know that the North African people that suggest “may have been black” were likely no more black than the typical West Asian. This is not to say they were “white” (though many people from the MENA do identify as such today and did in the past), but scholars should have the courage to admit that the past was not black and white, and it does not always easily fit in our narratives, whether we are 19th-century Victorian white supremacists or 21st-century anti-racists.

 

I write this in 2022 with the clear understanding that the lie will likely become the truth. But some of you will remember the truth, and the more I write and talk about this, the more the truth shall not die. The will come when the darkness will end, and we or our descendants should be prepared to remember the world as it was rather than only have the understanding of priests who preach how it should have been.”

 

 

Podem ler tudo aqui, -  https://www.gnxp.com/WordPress/2022/09/13/septimius-severus-was-not-black-who-cares/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=septimius-severus-was-not-black-who-cares

Tal como tinha acontecido com o Antigo Egipto, e apesar do ADN dos faraós nos mostrarem que o ADN subsariano nas pessoas do norte de África ser muito posterior porque estes, os faraós, eram sim west euroasians com forte componente levantina e nada a ver com Africa (sem contar com os da era macedónica, claro), houve e há ainda uma forte crença em certos círculos que eles eram negros ou com forte admixture genética subsariana e que foi a cultura Ocidental que branqueou  na sua senda de supremacia branca.

Agora é a conversa que “Septimius Severus”  foi um Imperador Romano Africano. E efetivamente saído da extraordinário sistema educativo norte-americano nasce a crença partilhada que Septimius Severus era o imperador Romano negro. E se acha que isto é só patetice ignorante prepare-se que neste novo air du temps que aí vem, e dentro de pouco tempo, vai perceber que contestar estas evidências o vai deixar aberto a todo o tipo de maledicências e agressões verbais, quiçá um dia físicas.
Já não papo que é tudo moda ou algo para não ser levado a sério que eles todos ainda hão de crescer!  

Claro que Septimius Severus que não era nada subsariano e nem precisa de ADN para o revelar bastará ver as descrições feitas à época. Tanto que o único ADN fenício do Norte de Africa que temos, o jovem “Byrsa”, é geneticamente similar a um português atual, tanto que pelo que li das bases de dados genéticas a pessoa mais parecida com ele é um português de santarém.  Ora o mesmo é verdade em relação a Septimius Severus.

O clash entre esta confabulações de esquerda e a realidade serão épicas no futuro próximo. Épicas, mas desastrosas para reputação daqueles que continuarem a ter um par de tomates, como Razib, de ir escrevendo “verdade”, no sentido de postulações que cumpram com o melhor a cada altura do conhecimento sobre determinado assunto, apesar de todas as oportunidades que ele já perdeu por não se vergar ao politicamente correto.

Para quem não é da tribo, quem não tem aquele perfil neurológico é aterrador a perspetiva de viver nesse mundo não é?

The lie will become the truth: Onde já assistimos a isto? que obras nos alertaram para esses ministérios da verdade, que regimes no passado recente nos mostraram que a verdade é manipulável por normativos?
Como estamos a perder a guerra pela verdade desta forma?

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Who are you?

por Olympus Mons, em 12.09.22

Esperei até ter a confirmação, ou pelo menos apoio mais empírico de alguém que lá estivesse, para aquilo que qualquer um de nós pode observar no processo de luto da Rainha Isabel II.

Londres, centro das manifestações de pesar, tem somente 43% da população White-British. O restante são pessoas de outros países (nomeadamente portugueses) e depois pessoas de todas a raças e etnias diferentes da Europeia - Aliás no essencial são pessoas de ascendência asiática, africanas ou caribenhas.

Dos maiores derrapanços em debates que já vi foram de White-British a não saber como responder quando pessoas de outras raças e etnias lhes perguntavam se eles, ou o filho a, b ou c nascido no reino unido não era britânico?  - Literalmente pessoas interessantíssimas, como por exemplo Richard Dawkins, ficaram sem saber o que responder. 

Observando as cerimónias fúnebres de Isabel II fica-me a sensação que a resposta correta seria que não eles não eram britânicos, nem os filhos e já agora os netos. Serão cidadãos do país, mas não são verdadeiramente britânicos. 
Não no sentido em que um bristish é um súbdito da rainha e essa identidade, num mundo que tanto liga a identity politics, não é, obviamente pelo que pode observar, seguido ou importante por uma grande parte da população do pais. E essa população é perfeitamente identificada… São os não-white-british! Simples não é? É só observar.

Os jornalistas procuram sempre a diversity, procuram sempre o representante de outra raça, a pessoa negra na multidão, os south Asians tão comuns para qualquer pessoa que visite o reino unido e é notório a dificuldade que neste caso tem em encontrar essa gente nas multidões. Mesmo tendo em conta que existem turistas que aproveitaram para viver o momento. Um dos vídeos de comentário que já vi era de alguém que estava espantado porque pelo que tinha percebido, as pessoas de raça negra que apareciam na televisão tinham vindo com a equipa da BBC para o local.

Mas deixando de lado esses exemplos, mais anedóticos, é notório que o momento é um momento White-british. A rainha morreu e saúda-se o novo Rei… e quem vem para a rua, quem manifesta o viver do momento e afirma a sua identidade como Britânico serão as pessoas que ao final do dia são “os britanicos”. -  População branca, de genética do centro da europa e norte da Europa.
E, apesar de algumas tentativas protocolares, também não se estão a esforçar muito para esconder esse facto, pois não?

Poderia dizer que minguem liga nenhuma a estas coisas, mas não é verdade, pois não? Desde que a rainha morreu que não se vê outra coisa. Por isso é importante.   - E se é importante, o que resulta desta observação é que num país em que avolumadas partes da população já vai na terceira geração de etnicidade bastante diversa da original, essas pessoas não são uma representação do país onde vivem há gerações.

Então serão uma representação do quê?

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Securas

por Olympus Mons, em 10.09.22

Ficou-me a mim a sensação que não disse tudo sobre o triple dip da LA NINA que irá continuar a decorrer este ano ainda. Continuou a arreliar-me durante a semana esta situação - É que fica a sensação que a cortina de fumo está tão bem montada que não vai ter jeito mesmo. Não há ceticismo nem contestação ou apelo á lógica que ganhe espaço para existir sequer.
 Pelo meu lado, ficou-me a surpresa por estarmos debaixo de um triple dip e eu não ter notado. Até eu que estou atento a estes fenómenos e circulo por meios digitais onde isto devia ter sido notado. - Se continuar assim com estas condições iremos atingir os 36 meses de la nina, algo que pelo que sei só terá sido registrado uma vez em 1971.

E para azar e mal dos nossos pecados dos países mais afetados pelos La nina são os EUA com as suas secas draconianas e o aumento dos furações. Que chova a potes na Ásia e a índia e o Paquistão fiquem debaixo de água ninguém vai ligar, já as secas extremas nos EUA vai ser uma gritaria. Deverá lembrar o dust bowl dos anos 30 do século passado.

Sabemos, tanto quanto é possível saber, que as oscilações do planeta, nada a ver com alterações climáticas antropogénicas, vão mudar nesta década sendo perspetivado o novo ciclo a partir de 2030.

Por isso muitos dos padrões climáticos irão alterar relativo ao que estamos habituados. O problema é que os mesmos de sempre irão dizer, “estão a ver? Alterações climáticas” e isso é mentira. Mas as pessoas já nem fazem distinção entre alterações climáticos naturais e alterações climáticas pelo CO2 de tão bem está montada a dissimulação e suspend disbelieve que já nem dá para criar nuances na conversa. Alterações climáticas é a norma desde o início do planeta há 4 mil milhões de anos! O clima está sempre a mudar em ciclos de várias décadas, em ciclos de séculos e até milénios.
Agora, se tudo é prego para estes martelos do aquecimento global a conversa fica ainda mais estranha.

Já para não falar do PDO, que é mais poderoso nos impactos climáticos, bastará uma nova fase do ENSO (El nino Southern Oscilation) em que durante as próximas décadas vai passar a haver mais La Ninas do que El ninos (até o nome ser El nino southern… diz tudo porque era a norma) fazer alterar os padrões climáticos.

A península ibérica tem que que perceber que se vamos passar a ter prevalências de La ninas então vamos ter muito mais e severas secas em Portugal e Espanha (como arrasto do problema grave em Marrocos que as La ninas provocam) e dos temas mais importantes para a agricultura do país será a gestão da água nos próximos 30 anos.

Sim, secas e fogos em barda.

Ter governos e seus apaniguados a berrar a toda a hora sobre alterações climáticas indiciando que é a tal, a tal do CO2, vai ser difícil de aturar. Porque se existem avisos sobre as alterações dos padrões climáticos então deviam avisar os agricultores para a probabilidade de secas severas, deviam encetar politicas de criação de reservas de água, ordenamentos território… e não sei mais o quê porque de agricultura sei próximo de zero.  Mas era esse o trabalho de uma liderança avisada não era?

As condições de ENSO não são propriamente escritas em pedra. Ninguém consegue prever o que irá fazer, tal como não conseguem mesmo prever a ponta do proverbial corno em tudo o que tem ver com o clima. Nem na meteorologia acertam quanto mais no clima. Mas tudo pode mudar e passar de La Nina a neutro e até chover alguma coisita este inverno. Mas usar todo o conhecimento que se possui sobre estes eventos, mesmo com as falhas todas, para se ajudar os humanos a navegar melhor os dias e meses de variabilidade natural do clima era bem mais decente do que estar sempre a vender a tanga da terra está a arder que só serve para mitigar o tédio de umas pequenas elites que vivem no centro da bolha de privilégio que, ironias das ironias, bolha criada pelos combustíveis fosseis.

Não seria maravilhoso viver em sociedades em que se dizia a verdade às pessoas? Num mundo em que se trata as pessoas como adultos e ocasionalmente nos podíamos  virar para as ditas elites entediadas na bolha e dizer, não me aborreças, toma lá mais umas gramas de hedonismo para te injetares e desaparece-me da frente.

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É só esperar

por Olympus Mons, em 07.09.22

Um dos argumentos que já ouvi quando menciono a título de exemplo que a população negra nos EUA são 12% e são 60% dos assassinatos (vítimas e assassinos) é que a estou a ter uma ilusão estatística porque nas cidades a população negra não é 12% mas sim 30% a 40%...

Fui procurar algo que me ajudasse a perceber se a décalage entre população e assassinatos era mais representativa em espaços geográficos diferentes dos grandes centros urbanos.

Capture.PNG minesota.PNG

Saiu-me a informação do Minesota… vejam lá do Minesota. Onde a população negra é 7% e representam 76% dos assassinos. OK. Estou elucidado.

Eu acho que herança poligênica das pessoas de raça negra, conjuntamente com uma cultura americana que tem dificuldade em “ver” as pessoas é responsável por esta aberração societal que não deixo de perceber, porque quando já estás perdido no mar não adianta dizer que é só água á volta. Tens que procurar uma solução. -  Mas não será assim!  Continuam a não os ver!

Esta estupidez woke, estas migalhas dadas à população negra de serem incluídas na cultura branca, veja-se a estupidez das séries televisivas históricas onde se inclui personagens negras, ou até universos imaginários com base na imagística da Europa do Norte como o senhor dos anéis ou até o prologo da guerra dos tronos onde se enfia de forma artificial e sem profundidade ou consistência personagens de raça negra. - Continuam a não os ver!


As populações negras norte-americanas não precisam disso. Precisam que a sociedade os veja! Que entenda que existem características próprias do nascer de raça negra que não são conducentes com as expectativas de autocontrolo e relativização dos eventos. Já alguém notava que a esmagadora maioria desta situações (violência que termina em mortes) tem como motivo coisas perfeitamente corriqueiras (como um post no Facebook), motivações primarias ou falta de autocontrolo por uma ofensa perfeitamente mundana e que o DLPFC ou o VMPFC deviam ter imediatamente relativizado. - Se eu souber que não consigo resistir ao álcool, ou se tenho propensão para não o conseguir, toda a gente fingir que não tenho essa propensão não me vai ajudar em nada. O que me ajudaria era alguém ser honesto comigo e ter cuidado com álcool ao pé de mim.

Este assunto é relevante porque é uma medida de poder.
Toda a distopia passa por este tipo de imposições sobre a realidade, não é? seja 1984 ou Aldous Huxley com o Brave new world

Neste caso é esta imagem!

Se tinha dúvidas do que eu falava sobre o fingimento e o não ver os outros ou a verdade está aqui acima. É que como pode ver por este gráfico, as pessoas de esquerda nos EUA acreditam em 2022 que as pessoas de raça negra são menos violentas do que as pessoas de raça branca!
Sim, a realidade não conta para nada. E não são só dados estatísticos. Basta ver dia após dia, hora após hora, quem são as pessoas que cometem crimes violentos e não deixa de ser impressionante que a quase totalidade são pessoas de raça negra.  Violaçoes, assassinatos sem qualquer lógica e agressões despropositadas. E mesmo assim, nos EUA pelo menos, os liberals afirmam que as pessoas de raça branca são mais violentas que as pessoas de raça negra. Veja-se nesta imagem acima como em 1992  até os mais esquerdalhoides nos EUA viam a realidade e diziam o óbvio. Salta-se para 2016 e apesar de todas as imagens e estatísticas já era uma aberração perante a realidade dizer que a diferença era praticamente nenhuma. Em 2020 já é distopia total e consideram que os brancos são mais violentos!
Isto num país que estatisticamente é bastante violento… mas se eliminar a população negra da equação os EUA caiem para 2.3 mortos por 100K habitantes o que seria um pais me consonância com a Europa (se incluir a de leste) e com os mesmos valores de por exemplo o Canadá, onde a população negra é só 3%, é difícil arranjar armas de fogo e as mortes por 100k hab é dos tais 2.

Mas pronto. Preparem-se para a distopia. Preparem-se porque não estamos livres de ela se instalar aqui desta forma tão distópica. É só esperar.

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A irmã que veio do frio!

por Olympus Mons, em 01.09.22

Um sistema está  tão mais doente quanto mais mentiroso é!

Um sistema tem sempre bias internos e deixado aos seus próprios mecanismos acaba por ir indo, indo, para onde as suas tendências o levam e essa é uma das maiores doenças da humanidade.  O facto de a moralidade, e sistemas moralmente válidos, terem sempre que ser educação porque o natural é bandidagem.

A toda a hora ouvimos falar das secas e mais recentemente das cheias no Paquistão ou da força das monções na Ásia. Mas depois saiem notícias destas:

Capture.PNG floods.PNG

https://news.sky.com/story/more-droughts-and-flooding-predicted-as-la-nina-weather-pattern-goes-into-third-consecutive-winter-12686387

No meio do tsunami de tangas sobre alterações climáticas, lá no meio, escondido na irrelevância alguém acaba por lhe dizer a verdade na sua força epistemológica.

E reparem, quando vi às 8 da manhã estava lá no site da Sky News na primeira página… 3 horas depois quando fui procurar já não estava. Descobri porque sabia que tinha que pesquisar por Sky news e La nina… e lá fui dar. De outra Maneira já estaria eliminado. - Um dia se houver acusação, reparem que alguém agarrará por exemplo nesta noticia da Sky e mostrará… porque em alguma altura ela existiu, pese embora rapidamente enterrada!

O isto é, que caso nunca tivesse existido um humano me toda a história do planeta, aquelas cheias no Paquistão iriam estar a existir, exatamente agora, exatamente na mesma maneira! As secas que estamos a assistir pelo planeta caso não tivesse havido um humano a palmilhar o planeta nos últimos 200,000 anos… seria igual!
Isto é poderoso de perceber!

Importante perceber o contexto por detrás daquilo que o artigo fala. O espanto que os meteorologistas estão a ter por estarmos a ter um “triple dip” do Enso  na fase La nina.

Até nos nomes muitos de nós estamos familiarizados com o El nino, mas não com a sua irmã oposta que é a la nina. Os El ninos aumentam as temperatura do planeta e as la nina arrefecem o planeta e trazem sempre secas e dilúvios!
Um super el nino consegue aumentar a temperatura do planeta mais de 1 grau o equivalente a todo o aquecimento global desde a revolução industrial. E nós temos vivido as últimas décadas debaixo da era dos El ninos. E com muitos Super-el-ninos.

E são oscilações… ora para um lado, ora para o outro. -  O ENSO (El nino Southern Oscilation) tem estado em fase positiva nos últimos 40 anos. Aliás tal como o PDO (pacific Decadal...Oscilation)  e o AMO  (Atlantic Multi-decadal Oscilation) o que terá contribuído para  o tipo de clima e episódios metereológicos que temos tido nos últimos 40 anos e para o aumento da temperatura média global. Não sabemos se verdadeiramente este aumento de temperatura de 1 grau desde a revolução industrial é em que medida ligado ao CO2 ou á variabilidade natural do clima. É 50/50? 60/40 para o CO2 e o resto da tal variabilidade natural do clima.

E, bem-avisado à vários anos, nomeadamente pela Judith Curry, que vamos entrar numa fase que será o oposto dos últimos 40 anos com fases negativas mais prevalecentes, nomeadamente muito mais La ninas do que El ninos. Por isso o clima vai mudar e temos que estar preparados para ter eventos meteorológicos mais em consonância com essa fase do que com aquelas que conhecemos nos últimos 40 anos. Nomeadamente determinados sítios vão passar a ter secas mais prevalecentes e outros dilúvios… Bem vindos aos anos do reinado das La ninas
A temperatura global irá baixar no planeta (e vamos saber qual o impacto dessa variabilidade natural), pese embora não se espere que seja algo de dramático. Não pelos la ninas, só se for entrarem todos em negativo (que está previsto) ainda vamos ter uma surpresa.
Surpresa porque nos vão dizer que a variabilidade do clima está a mascarar o verdadeiro aquecimento global… quando aquece não tem nada ver com esse aquecimento quando arrefece já tem e a um ponto em que mascara o tal super aquecimento antropogénico. E o pessoal papa estas coisas todas.  
Seja como for, ter como estamos a ter desde 2020, 3 la ninas em sequência é obra.

Que volto a repetir porque é o take-way point, se nunca tivesse existido um humano em toda a história do planeta ia ter esses eventos climáticos exatamente iguais.

E lembrem-se, que o AR6 do IPCC das nações unidas, tal como o AR5 há 6 anos, são claros em afirmar que não há tendência nenhuma detetada nesses eventos climáticos à escala do planeta! Zero, nada ziltch.  

Agora vai haver sítios em que vai haver mais secas, outros mais chuvas, mas isso não tem nada a ver com CO2 ou alterações climáticas antropogénicas tem a ver com a variabilidade natural do clima que tem ciclos e oscilações de décadas! Por isso o clima está sempre a mudar!

Capture.PNG pak.PNG

 

Fica para este post o notar como esta notícia, pivot ao entendimento do clima do planeta foi imediatamente substituída por esta notícia ao lado.

Pois…

 

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A hegemonia do “pretend not to see”!

por Olympus Mons, em 30.08.22

A maioria das pessoas que são representação da esquerda são idiotas.
Mas não todos. Muitos são brilhantes no "pretend not to see", a mentira da esquerda, a mentira da ACC.

 De toda a gente que eu ouvi ou vi a defender posições de esquerda talvez o mais eficaz seja Ezra Klein o fundador do VOX media e analista do New York Times. Ezra é eficaz porque tem muita experiência. Nada do que é contra-argumentado pelo seu adversário é novo ou imprevisto para ele. – Teve e tem muito tempo para processar as suas narrativas e criar oratória que contraponha.

Notei isso quando debateu, penso que duas vezes, Ben Shapiro. Ben está a pagar o preço de não ter tempo para se preparar para nada. Ele sempre disse que o seu sucesso era preparar-se muito bem para as pessoas que ia debater. Ben no meio de todo o seu sucesso empresarial já não se prepara para nada e começa a transparecer em todas as vezes que enfrenta alguém do campo oposto. Quer dizer, Ben Shapiro é Ben Shapiro mas já não esmaga como acontecia antes.

Mas não escrevo este post por esse debates entre Ezra e Ben, mas sim pela conversa entre Ezra Klein e Sam Harris. Uma conversa entre Ezra e Sam é uma embate épico. -  https://www.youtube.com/watch?v=Tsr7Rv8XnIk

Alguns de vocês deve-se lembrar que Sam Harris acabou há semanas de se meter em problemas quando no podast TRIGGERnometry do Konstantin Kisin e Francis Foster disse que tinha sido correto suprimir a notícia sobre Hunter Biden antes das eleições e não interessava se a informação sobre Hunter Biden era verdadeira ou não, mas o que interessava era correr com o Trump a todo o custo. Konstantin apanhou-o logo na curva ao referir que aquilo que ele acabara de dizer era que uma conspiração para remover um presidente eleito pelo povo era uma coisa legitima… Na mouche. Sam tentou limpar a barra mais tarde no Twitter mas toda a gente ficou a coçar a cabeça.

Mas sejamos claros. Sendo um esquerdoide, Sam é um neurocientista filósofo. E os filósofos para o mal e para o bem seguem muito as autoestradas do seu pensamento leve onde levar. - Por isso Sam é apanhado vezes sem contar a levar porrada da esquerda e da direita. Mas qualquer pessoa pode ir ao Youtube e ver estas coisas toda, mesmo a conversa entre Ezra e Sam.

Toda esta polémica e guerra movida pela elite esquerdista a Sam Harris surgiu após ele convidar para o seu programa o Charles Murray, o homem da Bell Curve e das diferenças de QI entre raças.  Após essa conversa entre Harris e Murray o inferno abateu-se sobre Sam Harris na elite esquerdoide que tantas vezes elogia Harris.

A parte saliente para mim neste debate entre eles é ter reparado em algo que me assusta que até em alguém como Ezra não se denota verdadeiramente desvio ou melhora! Que é: Na discussão inteira, Sam tenta afirmar que factos são factos, que não é o que os dados revelam, não é o que ciência diz, o que a empirical science diz, que qualquer consideração social é valida e que ele partilha com Ezra essa preocupação social mas que não muda o facto de os factos serem factos, os dados revelam o que revelam de forma agnóstica, e que não se deve conflate as duas coisas. Conflate, conflate, vezes sem conta ele repete contra o adversário e Ezra em momento nenhum sai do registo esquerdoide que muitas vezes aqui refiro ser apanágio e atributo da esquerda.  Que é :Os factos estão sujeitos ao contexto e jeito, a verdade é aquilo que convém à motivação. Vezes sem conta Ezra refere que “quem raio quer saber das diferenças de QI entre raças” e Sam repete vezes sem conta, que uma coisa é se interessa e para que, outra bem diferente é se ela existe e se os dados são inequívocos. Vezes sem conta.  Tudo com Ezra cai sob a égide das intenções, das consequências hipotéticas, das inferências e possíveis como ecos muitas vezes do passado.

Para Ezra, se não é conveniente para o tecido social então passa a não existir.  Para Sam não é porque não é conveniente para os conceitos de Social Justice que deixa de ser verdadeira a informação. Verdade é verdade. Aquilo que se faz com essa informação, que politics e policy, será outra conversa diferente e não é relevante para se decidir se essa informação é correta e verdadeira.

Fingir que as coisas não existem, fingir que se acredita em argumentos que nem uma criança de 10 anos papava, não é intelectualmente honesto! Que mundo se criará?
uma geração inteira, parva, a tentar esconder factos e verdades para se chegar a 2022 e por exemplo as GWAS (genome Wide Associated Studies) começam a sair em catadupa (escreverei sobre isto) e não há como esconder que existem diferenças enormes entre populações humanas. Tinha-se percebido mal como funcionam os genes, agora sabe-se. E dantes era simples esconder estas coisas, mas agora não é! – Ainda há 5 anos quando tentava perceber se conseguia mexer com BAM files de genética não dava porque se tinha que ter servidores dedicados e agora consegue pagar na AWS o poder informático com o mesmo custo que gastaria sei lá, na Sportv ao mês! - Não há volta a dar.

E isto tudo nasce do que eu falo tantas vezes neste site. São pathways neuronais e o raio de se viver entre a ACC e o DLPFC leva a que passem o dia resolver as dissonâncias cognitivas que existem na sua própria cabeça e o mundo real pouco interessa.  
Quer dizer, pouco interessa, exceto quando toca à vidinha deles. Ezra Klein é nascido Na Califórnia e vivia em Washington DC… vivia… Entretanto casou e quando esta engravidou e nasceu o filho já vive em Oklahoma um estado bastante conservador nos costumes e políticas e onde a diversity no modo de vida ainda não chegou.

Este é o problema. Esta gente destrói mundos e passa para a quinta ao lado com a maior das facilidades.. “here its not working out for me anymore”!

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Origem da língua Indo-europeia

por Olympus Mons, em 27.08.22

Eu não espero qualquer tipo de reconhecimento.
Deem a volta que der, sou primeiro e o único no mundo a ter dito a tempo que os Shulaveri-shomu eram a origem do PIE, do proto-indo-europeu!
Milhares de assumidades académicas e escolásticos e não foram capazes de ver esta evidência.

Há muito tempo percebi que não tendo as credenciais apropriadas, não tenho voz para ser ouvido. Isso não me impede de afirmar ao mundo que sei ler um paper científico e interpretar por mim, sei ler um paper arqueológico e guardar em memoria o que li.

Por outro lado também não gosto de ser cauteloso ou se quiser auto-constrangido no modo como me afirmo e às minhas ideias, para ter estilo aceitável e essa inaceitabilidade aceito perfeitamente joga contra mim. - Isso e o facto de a vida arque-genética na altura circular à volta de marcadores do cromossoma Y e da patrilineagem do Haplogrupo R1b, logo centrei a narrativa nisso o que hoje já não é o caso o que cria muito ruido à volta dos meus conteúdos.

Do paper agora publicado pelo uber, mega, hiper Reich Lab de Harvard. Esta linda linha azul. 7 anos a chegar aqui!

Leia com atenção o texto do lado esquerdo.

THE GENETIC HISTORY OF THE SOUTHERN ARC: A BRIDGE BETWEEN WEST ASIA AND EUROPE

…é só mais um passo, praticamente o final, em direção à afirmação dos meus, sim meus e eu sou o rei intelectual dos SHULAVERI-SHOMU, como a urheimat  (a terra mãe) dos Europeus e da sua mitologia indo-europeia. -  E só, só, eu o afirmava num mar de antagonismo e ofensas vindas de todo o lado. Só eu era o maluco que lutava pela afirmação desse facto.
Para estes grandes escolásticos e académicos, para os grandes laboratórios de ancient genetics de centenas de milhões de Euros, de departamenteos inteiros de arqeo-genética, já não há dúvidas, aparentemente, de que PIE, o proto-indo-Europeu nasceu ali. Alí, tem nome. Alí é o Shulaveri-Shomu.

Dito isto! – Sou do tempo…
Sou do tempo em que ou era yamnaya e as estepes da Ucrânia ou eras só atrasado mental e negavas a realidade. Aliás, até sou do tempo em que a guerra era entre os estepistas e os Maykop (istas) ou eras um parvo. Depois, em 2018-2019, houve uma alteração na narrativa em Harvard, do David Reich Lab, e para ser justo até primeiro do ENA do Johannes Krauser em leipzig de que o gene flow do sul do Cáucaso era pivot à formação da genética Yamnaya traduzido numa compomente iraniana e todos os papers e modelos referiam como Iran_N (Iran neolithic) e era essa população que era metida nos modelos de genética e nas f-statistics e admixtures runs em computadores de alta capacidade. - E
 eu, lá meio, ia gritando bullshit. Era os Shulaveri Shomu! E os Shulaveri não são Iran_N!

Recentemente começou a aparecer a referência à Arménia, Já não era o Irão, era a Arménia. Sim mais perto, pese embora o novo termo seja West Asian highlands, que depois se vai ver e é os Shulaveri. Nessa altura tive que explicar qual a diferença entre a SH (a minha Shulaverian Hypothesis e a Armeniam Hypothesis de Gamkrelidze & Ivanov, aqui :
https://r1b2westerneurope.blogs.sapo.pt/shulaverian-hypothesis-vs-armenian-9961.

Enfim, após a pandemia onde não houve praticamente papers publicados, até porque não dava para grandes simpósios e festarolas em Bali, logo a ciência que se farilhasse,  agora começaram nos últimos meses a sair os papers sobre arqueogenética com alguma frequência.

Neste paper desta semana, com ADN de mais de 750 novos indivíduos desde o neolítico surge esta conclusão:

CONCLUSION - All ancient Indo-European speakers can be traced back to the Yamnaya culture, whose southward expansions into the Southern Arc left a trace in the DNA of the Bronze Age people of the region. However, the link connecting the Proto-Indo-European–speaking Yamnaya with the speakers of Anatolian languages was in the highlands of West Asia, the ancestral region shared by both.

Many partings, many meetings: How migration and admixture drove early language spread.
Westward and northward migrations out of the West Asian highlands split the Proto-Indo-Anatolian language into Anatolian and Indo-European branches. Yamnaya pastoralists, formed on the steppe by a fusion of newcomers and locals, admixed again as they expanded far and wide, splitting the Proto-Indo-European language into its daughter languages across Eurasia. Border colors represent the ancestry and locations of five source populations before the migrations (arrows) and mixture (pie charts) documented here.

 

Pese embora a conclusão criptica, lá dentro o  paper não deixa dúvidas. Sim escrevem e descrevem (nos suplementos em detalhe) que era os Shulaveri-Shomu que ia da cordilheira do Cáucaso até ao lago Van e Urmia cá em baixo. Só nesse sentido me irrita que não digam o nome da cultura. Não se inibem de dizer Yamnaya ou Anatolian mas não dizem depois que era os Shulaveri-Shomu! Irrita.
No entanto é facto que em 2022, os Shulaveri se apresentam como a terra ancestral de onde partiu gente que falava uma lingua mãe do indo-europeu. 

Depois, as duas pessoas que têm o ADN é de um bebé em Aratashen (arménia) e de um homem em nas planícies de Mur para o sul de 5500 BC. Ou seja. Muito para sul.  - Eles não tem ainda da Geórgia e Azerbaijão onde 99% dos povoamentos dos SS estão e onde a componente CHG, o tal Caucasus Hunter Gatherer, era originalmente. Penso que agora os Harvard vai prestar bem mais atenção a essas escavações, algumas em curso e sorrapiar imediatamente qualquer inhumations que de lá sair para sequenciar o seu DNA.

Como disse em cima toda a minha narrativa era muito centrada na origem de R1b-M269 cujo um dos descendentes, o L51 é o pai de praticamente todos os Europeus, e esse assunto, qual o sitio onde vivia o MRCA (most recent common ancestor) R1b-M269 está longe de ser descoberto, mas não parece estar ligado aos Shulaveri… não parece, mas um dos pontos de irritação que este paper está provocar nos steppists e Yamnaya(ists) é que Iosif Lazaridis, o autor destes paper não parece excluir de todo que que o M269, o avô de todos os europeus, estivesse no sul do caucaso, logo porque não nos Shulaveri.
Esta postura dele, é mais do que aquilo que eu nesta altura esperaria ou afirmaria com autoridade mas essa porta está aberta pelo próprio Iosif Lazaridis. E é bem  verdade que sempre que se tira conclusões com duas amostras o futuro sempre mostrou que era prematuro. Só quando houver dezenas de amostras dos Shulaveri se saberá algo conclusivo. Para já, estes dois são J2a1a1b1a1a e J2a1a1a2a, sendo J2a como o CHG original o KK1, o Kotias Klde da caverna ali ao lado onde vivia a maioria dos Shulaveri. Mas os Shulaveri não eram caçadores recolectores locais eram sim uma das mais fascinantes misturas de agricultores e pastoralistas que pareceram surgir do nada! 
E o mais interessante estará para vir, quando houver bastantes amostras dos 99% que viviam mais acima na Georgia, de onde vem aliás o nome Shulaveri que é uma aldeia desse país.

A  minha Shulaverian Hypothesis é muito extensa no espaço e no tempo e estará errada em algumas, se calhar muitas, coisas. Mas pelo menos nesta sua centralidade, na sua premissa original e central, NÃO ESTAVA! 
O resto a ver vamos!

Seja como for, aquilo que este paper nos vem confirmar são estes dois slides do meu Shulaverian Hypothesis em mapa, daqui. https://shulaverianhypothesis.blogs.sapo.pt/

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O sol não existe...

por Olympus Mons, em 24.08.22

Este post é importante para os dias de hoje. É daqueles pivot ao entendimento da loucura vigente e à manutenção da sanidade de qualquer ser humano.

https://www.tiktok.com/@tenhomediapaisto/video/7131717146094177542?is_copy_url=1&is_from_webapp=v1&q=%23universidade%20%23estudar&t=1661343191512

Há vários dias que tenho estado para escrever este post. Este vídeo que coloco o link é daquelas coisas que amigos nos enviam de vez em quando após alguma discussão sobre um determinado assunto.

Neste caso a existência de raças enquanto subespécies ou somente existindo a raça humana fazendo dos humanos uma das raridades de espécie que é monotipo.

Ouvir dizer que não existem raças, que só existe a raça humana é daquelas que já é comum e ubíquo a toda a hora e por todos os meios muito para alem da maluqueira do social media à qual se deu sempre grande desconto o que ao final do dia resultou no facto de ter saltado para aquilo que seria áreas estruturais das sociedade humana como o conhecimento e ciência. Bem feito, porque a idiotice é para ser humilhada em qualquer que seja o meio em que apareça. Esta coisas de dar desconto a esquerdalhice veio dar a esta palhaçada em que hoje vivemos.

Este vídeo é: Curso de Antropologia, Ep46 T2  #antropologia #antropology #humanity #ensinosuperior #universidade #estudar -  Por isso até da academia faz parte.
Tem piada ouvir a jovem do vídeo dizer que é extremamente proibido dizer que existem raças. Como sabem que é tanga, passa a ser proibido contestar.

Esta questão de “não haver raças” entra para um lote bastante restrito de idiotices que no século XXI se está a  usar para se verificar se as pessoas papam tudo e mesmo tudo para se chegar ao fim e dizer que o sol não existe e as pessoas acreditarem e repetirem ad eterno. O processo de domesticação em curso é total.

Antes de avançar mais vamos esclarecer isto: os humanos tem uma heterozigosidade bastante elevada!   heterozigosidade mede a variação genética em uma população.
.77 é bastante elevada! Haver uma espécie com .77 Ho e não estar dividida em raças ou subespecies seria uma raridade. Acho que não há nenhuma, ou haverá muito poucas, acima de .5 que não estejam divididas em raças. Por exemplo os Chimpanzé tem um Ho igual ao nosso e estão dividido em 4 subespécies (raças).  Os lobos tem .5 e estão divididos em 37 raças!

Por isso seria uma aberração que .77 não estivesse dividido em subespécies ou raças. Mas sei lá, poderia acontecer (nem sei se poderia). Então vamos medir a distância genética entre essa população de humanos, a tal que dizem que não tem raça. Deve ser baixíssima… Não! É .33. O fst entre populações humanas é .33 (raio destas coisas é tudo em . alguma coisa) o que faz essa distância (entre um negro Bantu e um aborígene) tao elevada quanto as dos gorilas de africa ocidental e de africa oriental e estes são consideradas como espécies (!?) diferentes!  Não é raças de gorilas ou subespécie é uma taxinomia acima de espécies diferentes mesmo.

 O que eu acho que está errado e muito bem existe gente que disputa que os tais gorilas sejam espécies diferentes, mas meramente raças diferentes. Mas .45 é o fst entre chimpanzé e Bonobo e estes são definitivamente espécies (não raças, espécies) diferentes!

O fst entre um negro bantu e um europeu (inglês) é de .25. Qualquer valor acima de .15 é considerado elevado.

Só para se ter referência o Fst entre um português e um sueco é de 0.0040-0055.  E entre um português e um italiano será de 0.0010-0.0050 -  Por isso não poderá dizer que um sueco é de uma raça e um português é de outra raça, Na verdade são mais próximos de ser primos e até irmãos do que de ser de raça diferentes.

O facto de no passado se ter usado o conceito de raça para coisas más, não dá qualquer direito de se entrar por um mundo orwelliano, por distopias de conhecimento em que um dia alguém vai acordar e decidiri que o sol não existe e todos teremos que repetir que claro que não existe! -  É uma doença mental. E como tal deve ser tratado.

 

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O nunca plausível

por Olympus Mons, em 21.08.22

Como se escreve um post sobre uma coisa destas?
Um pai agarrado à cabeça pela morte da filha.

Já sigo Dugin há muitos anos. E como já aqui expliquei ele tem a característica de me fazer discordar com ele praticamente o tempo inteiro até ao momento em que diz algo que eu concordo a 300%.  Chega a ser bizarro.

A certeza que eu tenho que as nossas sociedades ocidentais estão doentes foi melhor definido nos seus termos por ele, mais do que qualquer outro, e só desde essa altura consegui solidificar o pensamento. – Diz ele muitas vezes que não há problema com a democracia, nem com o liberalismo, logo não há problema com as democracias liberais mas sim com a nova modernidade que vem estragar as democracias liberais. O problema é então a nova modernidade. 300% correto. O problema são as democracias liberais modernas que chamam a toda a gente que não se verga às suas maluqueiras de iliberais digo eu!

https://twitter.com/i/status/1561341012483743745
A filha de 29 anos morreu hoje num atendado á bomba que presumivelmente seria contra ele, visto o carro ser seu.  
Ainda não há autorização para dizer que a senhora morreu num atentado `bomba até se ter a certeza de qual a relação com Zelensky por isso até ao momento é uma explosão. Deve ter sido um asteroide vindo do espaço. – Foi um atendado.

Por norma evito falar da morte de pessoas. Mas neste caso... Alexander Dugin fala de guerra como uma coisa blasé. Dugin fala de movimentos geoestratégicos que resultariam na morte de milhões com uma frieza factual que carateriza as pessoas com o perfil lucido e preconizador que ele demonstra.
Nunca lhe terá passado pela cabeça que a sua filha morresse, pese embora fosse um perigo ou risco óbvio dos posicionamentos ideológicos e geoestratégicos que defende mas era tudo teoria. Mas nao é autoreferencial nao é? Era sempre abstrato e teórico e nunca plausível no contexto da guerra na Ucrania. 

Eu detesto todos os teoremas que não são alicerçados em opções e optações pessoais. Aquela coisa de se falar de nacionalismo russo como uma coisa muito real e sólida e ao final do dia até os filhos e netos das elites nacionalistas russas serem criados, por vezes nascidos até, e viverem em países ocidentais como os EUA, Alemanha, Reino Unido e Suíça é de bradar aos céus.

Agora já não é teoria, pois não? Como não é teoria para centenas de crianças mortas na Ucrânia, milhares de pessoas inocentes nas cidades ucranianas, dezenas de milhares de jovens soldados de ambos os lados.

Agora a guerra é real para Dugin. - Já a sentes motherfucker?

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A barriga das mães.

por Olympus Mons, em 20.08.22

Pode parecer fixação. Se é, será meramente a fixação que tenho com a falsidade que representa o movimento LGBTQ. E também não estou a falar do aspeto político do movimento, mas sim, e mais importante, sobre a maldade que por vezes tenho a sensação que estes movimentos nascidos de teorização e aproveitamento de extrema-esquerda trazem para as sociedades.

Qual o problema que eu tenho então? – logo à partida um dos problemas será que fica-me a tal impressão que tudo resulta de um grupo de pessoas que vibra com o NFC, o need for chaos , e nada mais quer que ver o mundo todo a arder. Fosse isto o pior. Mas não, é a maldade que sinto nos ossos que esta gente tem que me corrói. É algo como a psicopatia, que como tudo na vida deverá vir sob a forma de um gradiente qualquer.

 

A entender. Nunca foi respondido se a homossexualidade e o transgenderismo é uma coisa boa. Sim, assim, é bom ou mau?

Muitos dirão que esta é uma forma redutora de colocar a questão mas ao final do dia responder a esta pergunta é o essencial. Porque se for “mau”, menor ou menos satisfatória para as pessoas, então se houver uma cura deveria ser usada nada é? Se é um problema então pode ter solução!

Não tenho que repetir que a comunidade LGBT é minada de problemas como consumos exagerados, depressões clínicas e tentativa de suicido que nem cabe nos gráficos da população em geral!

E antes de avançar vamos clarificar uma coisa.  Até mais o transgenderismo ( o verdadeiro, que existe) mas mesmo a homossexualidade resultará que uma circunstância hormonal e anormal que ocorre na barriga da mãe. E essa circunstância será por exemplo, e se calhar até na totalidade, devido a problemas hormonais pré-natal como a CAH (Congenital adrenal hiperplasia) nas meninas. Sabemos que brincar com hormonas como a testosterona ou estrogénio no útero provoca situações de transgenderismo e sabemos que pessoas do sexo feminino com aquele problema, CAH, são prevalecente LGBT, ou que por exemplo homossexuais terão rácios dígitos do 2D:4D menores que os heterossexuais e que este ratio definitivamente resulta da quantidade de Testosterona no útero.

Estudos com mamíferos são inequívocos. Brinca-se com recetores hormonais, com glucocorticoides e consegue-se mudar comportamentos sexuais, espécimes que são visualmente femininas e comportamentos masculinos, e todo o tipo de eventualidades raras mas que fazem parte da espectro de género dos humanos, etc.

E quando se fala em homossexualidade e testosterona imediatamente alguém grita que não há diferenças entre a população hétero e a homo! O assunto morre logo ali. Sabem qual o problema? – Porque não interessa qual a quantidade de testosterona que tens quando já nasceste, mas sim a quantidade que tinhas no útero em determinadas fases do desenvolvimento. Está a ver como é dada a volta ao assunto? Sabe-se há 20 anos que é assim. Que essa quantidade no útero vai determinar quando fores mais crescido como reages a essa hormona (por exemplo injetada) e não a quantidade que tens! E assim se acaba com a discussão, mas na verdade são coisas completamente diferentes e se foste banhado em Estrogénio ou testosterona acontecem coisas que marcam o teu epigenoma e este terá expressão no âmbito da sexualidade humana.

Isto a seguir devia ser entendido por toda a gente.

E qual era a discussão? isto: Como já conseguimos medir essas relações hormonais na Amniocentese o problema poderia ser corrigido. – Quando isto foi descoberto que se poderia medir essas desregulação hormonal no útero e corrigir no útero fazendo com que pelo menos essa esmagadora maioria de pessoas (não tenho a certeza se seriam todas) não nasçam para ser homossexuais ou transgénero mas sim heterossexuais a sugestão foi recebida com violência pela comunidade LGBTQ e pelos bioéticos!   

Esta área da ciência nunca foi implementada. Nunca conseguiu (ou alguém ter tentado) quebrar as barreiras ideológicas imediatamente erigidas e as ameaças de cancelamentos e fim de carreiras promissoras.
Em alternativa a fazer um pequeno teste no processo de acompanhamento da gravidez e aconselhar os pais sobre a probabilidade do filho cair numa das categorias do LGBT se a situação não for corrigida, prefere-se criminosamente colocar miúdos de 12 anos em puberty blockers e começar desde tenra idade a fazer cirurgias de mudança de sexo ou, nas escolas, a dizer coisas como bissexuais somos todos mas alguns ainda não saíram do armário.

Sim, é a maldade do LGBT que me preocupa. Pelos menos mais do que as outras componentes.

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Conversa de sogro!

por Olympus Mons, em 16.08.22

Capture.PNG duncan.PNG

O Observador, na minha opinião, é uma estação de geração conteúdos praticamente ímpar no panorama português -  Ou seja tudo o que é produzido e que não esteja sob a batuta do seu diretor Miguel Pinheiro cai nessa categoria. Ímpar e quase lá.

Bastaria falar em alguns dos temas do contra-corrente para deixar siderado o mais sistémico adepto do regime pós 25 de Abril e das suas meta-normas, dogmas e elites.

Dos programas mais interessantes é o “e o resto é história” do Rui Ramos e do João Miguel Tavares. - Um dos mais interessantes episódios, talvez de todos, terá sido o último 'E o Resto é História' em vídeo: Duncan Simpson e as cartas portuguesas para a PIDE.

Eu não tenho admiração nenhuma pelo antigo regime. Não nutro nada pelo Salazar ou pelo Marcelo Caetano e por outro lado pouco ligo sequer a Humberto Delgado! Anais da história portuguesa que no contexto do futuro é completamente irrelevante. Pouco ou nada temos a aprender com esse passado, tudo a aprender com o passado dos outros bem mais informados que o nosso passado.

Para mim o anterior regime terá deixado de ser funcional para aí nos inícios dos anos 60, se não antes, e desde essa altura que era anacrónico, aliás, como se demonstra pelo mundo daí para a frente, nas décadas seguintes.

Da mesma forma tenho dificuldades em criar tão profunda uma cisão entre o anterior e o atual regime como nos é exigido nos pós 25 de Abril sob pena de escoriação. Ao final do dia é tudo a mesma gente! Filhos das mesmas pessoas e da mesma genética  e cultura com o mesmo temperamento. – Não vou perder tempo com Medinas e Figueiredos ou com dislates dos ministros A ou B. Nada disso é algo mais que não seja o “working as designed” daquilo que é Portugal.

Mas é isso que me leva ao tema de hoje. O programa com o investigador Duncan Simpson revela toda uma abordagem ao anterior regime e à PIDE que é uma ofensa às meta-normas instituídas em Portugal após o 25 de Abril e que são na sua essência tao fascizantes quanto as meta-normas do anterior regime. É exatamente a mesma coisa. – Veja-se o que ele diz sobre a tal Irene Pimentel ou o Loff como sendo os apontados pelo regime com autorização para falar sobre a PIDE e que ele próprio teve que levar com o veneno dos mesmos.  -  E as meta-normas fascista também eram assim.

https://observador.pt/programas/e-o-resto-e-historia/e-o-resto-e-historia-em-video-duncan-simpson-e-as-cartas-portuguesas-para-a-pide/

Duncan faz comparações entre a PIDE e outras policias similares o que não é permitido em Portugal fazer! Tanto o anterior regime como a PIDE eram não só uns pitufos, uns meninos de coro, comparados com as mesmas metodologias aplicadas aos outros mais musculados por essa europa fora, como Duncan bem nos mostra que acima de tudo o nosso temperamento é o temperamento do clientelismo! Naquela altura como agora, ou tens conhecimentos no regime e lhes bates á porta ou não levas nada.
E a PIDE de hoje em dia são as juntas de freguesia, as autarquias e tudo desenhado em burocracia sob uma forma mais descentralizada, mas que existe para que você lá tenha que ir pedir o favorzinho, o jeitinho o veja lá… tal como Duncan nos mostra que era a relação dos portugueses com a PIDE onde as queixas eram motivadas não por politica, mas por interesses pessoais.

Aquela coisa do empresário fazer queixa á PIDE sobre os empregados e a PIDE aparecer e acabar a fazer um relatório a dar razão aos empregados é revelador. A PIDE era paizinho, era a instituição onde o português fazia a sua queixinha do vizinho. Hoje tem as redes sociais. Não tivesse e já teríamos inventado outra PIDE!

O meu sogro era comunista e como falava muito o resultado e acção da PIDE lá na terra foi ir falar com o sogro dele e dizer que o rapaz tinha que pensar no futuro e ter cuidado com a língua... vejam só que maldosos.

Nem foi cancelled! Não perdeu o emprego ou sofreu denigrações sociais por isso. Fosse você hoje em dia neste novo regime a ir contra as meta-normas instituídas e tenho para mim que lhe acontecerá bem pior que uma conversa com o sogro.

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Georgia in my mind!

por Olympus Mons, em 13.08.22

Tenho visto, lido e ouvido notícias atrás de notícias sobre os documentos em Mar-a-lago.

Com base no que é dito, Trump teria documentos classificados, documentos confidenciais e está em jogo uma quebra da lei da espionagem nos EUA.  Você, como eu, viu e ouviu que essa era a realidade como ela é noticiada nos meios de comunicação portugueses. Certo?
Isso é uma coisa gravíssima e à partida tal acusação por si só é devastadora para a integridade da instituição que é a presidência dos EUA. - Um ex-presidente americano irá ser acusado de espionagem… Meu Deus, que coisa incrível para aquilo que é a república e durante mais de um século a referência democrática do mundo.

….

Entretanto, no mundo real.

O caso da Geórgia mostra que é do interesse dos Partido Democrata nos EUA os processos de investigação… sem que se forme judicialmente uma acusação.
E até ao momento tem sido essa a norma nos EUA.

Não sabemos ainda que documentos o FBI encontrou nem sabemos em que contextos esses documentos poderão ser relevantes.
Por exemplo se ele levou os códigos de armas nucleares e estavam a apanhar pó então estaríamos perante uma falha grave que merece uma acusação! – Claro que ninguém acredita.

Mas vamos esperar!

Vamos esperar, mas convém, desde já explicar o seguinte! - Antes mesmo de qualquer outra qualificação sobre o assunto. 
Donald J Trump era presidente dos EUA quando levou os documentos. Quem classifica e desclassifica documentos é o presidente dos EUA que é o que ele era. Chama-se uma “Standing Order” em que o poder dos Presidente sobre o processo de classificar e desclassificar é tão omnipresente que se por exemplo você estiver numa reunião e apareça um documento classificado ou top secret você tem que sair da sala… mas basta o presidente dizer que pode ficar para que imediatamente o documento deixe de ter essa classificação “under a standing order” que é o poder discricionário do presidente dos EUA que é o que à altura Donald J Trump era.

Por isso, olhar para o relatório do que foi retirado da casa de Donald Trump e ler que era uma caixa que dizia classified ou que dizia top secret …. Não o era a partir do momento em que Donald Trump as levou para casa. Under a Standing Order tal é o poder do presidente dos EUA sobre o que é ou não é classificado ou top secret!

Mesmo as leis de Obama para ter mais cuidado com este tipo de documentos, começa logo por isentar o presidente e o vice-presidente! Os poderes destes sobre o que é top-secret é total!

Por isso, aquilo que será importante perceber é o seguinte:
Se não houver uma acusação ao presidente dos EUA, estamos mesmo perante a existência do Deep State que se fala nos EUA em que agências federais e o poder do estado e dos seus funcionários é usado à vontade e descrição pelo Partido Democrático. Lá como cá qualquer coisa como 90% dos funcionários do estado votam no partido esquerdoide, o partido democrata, e sabemos isso porque 95% das doações de empregados federais ao partidos e candidatos federais, estatuais e locais são dadas aos… democratas.

O que se passou em Mar-a-lago pode-se juntar á acusação que está sob investigação relativo ás eleições presidenciais naquele estado em que se investiga, sempre investiga, se Donald Trump tentou interferir com a apuração dos resultados naquele estado. Como bem li um advogado ligado ao partido Democrático explicar, dizia ele que nem se atrevam a constituir uma acusação contra Donald Trump naquele caso porque qualquer juiz, mesmo o mais indefetível apoiante do partido democrata irá correr com toda a gente do tribunal assim que ler a transcrição do tal telefonema!
Explicava ele que era do interesse do partido milk the cow  politicamente tanto quanto possível e durante o máximo de tempo possível a investigação porque nunca poderiam deixar uma acusação ser lavrada porque isso mostraria às pessoas o que realmente tinha acontecido.

E o que tinha acontecido, era que nesse telefonema Trump não disse ao governador para arranjar 11 mil votos para ele ganhar mas sim terá sido um telefonema em que os investigadores explicavam ao responsável do estado qual a metodologia usada por eles para mostrar que provavelmente havia 26 mil votos que tinham sido mal contados (ou descartados não me lembro) e que durante essa explicação Trump disse “e eu só preciso que me descubras 11 mil votos para eu ganhar”.  Explicava o tal advogado que lendo a transcrição total não ficaria dúvidas que não havia crime nenhum nas palavras do Presidente.

Nesta altura parece-me que assistimos a mais do  mesmo. Dizer que havia documentos que tinham escrito classified na posse do ex-presidente é a coisa mais banal do mundo pelo que eu acima expliquei… Que nos mostrem que havia, e quais com que informação, documentos que punham a segurança dos EUA em perigo será matéria politicamente relevante. Mesmo que como já disse, o poder de Trump para ter esses documentos e os desclassificar só pelo facto de ter levado consigo é total!
Esse parece ser o consenso tanto de um lado como do outro dos advogados com o mínimo de integridade!

Mas, volto a reforçar, se esses documentos tiverem informação que coloque em perigo a segurança  nacional Trump tem que pagar o preço de ser um idiota!

Quanto às notícias, como eu disse, espere o spin que o partido democrata ordenar os media mundiais que deve ser! Nada mais.

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Bárbaros

por Olympus Mons, em 13.08.22

Uma das asserções longamente escritas neste blog é que a mentira da esquerda é sempre preferencialmente a mentira que em psicologia é chamada de “pretend not to see” que é computada na ACC (Anterior Cingulate Cortex) que como sabemos é muito ativa em pessoas ideologicamente de esquerda.

Passando os olhos assim rapidamente pelos media dos EUA a tentativa de assassinato de Salman Rushdie nem aparece (!). Percorrer o Thehill, USatoday, NPR ou ABCnews ou NBCnews e nem é notícia propriamente porque existe mesmo aquela coisa de esquerda que a realidade é aquilo que querem que seja e mais nada.

Seja com salman Rushdie seja com a pessoa que matou quatros muçulmanos e que se descobre depois que era também ele muçulmano e estava meramente a limpar uma ofensa de honra… aquilo desapareceu das notícias à velocidade da luz.

30 anos depois a ofensa ao islão pela ousadia da liberdade de expressão é para ser paga ainda e em sangue como sempre acontece com os bárbaros.

E não se iluda quem lê…

A diversity, a inclusivity é isto também. Doido são aqueles que acham que trazem gente de etnias e culturas diferentes das suas e não admitem que isso vai levar necessariamente a que concedas, que amoches, que prescindas de pilares culturais que julgavas ser parte integral e inerente a essas culturas originais e mesmo do seu ser e sentir o mundo.
Não, não. Trazer pessoas diferente para o mesmo espaço geográfico é aceitar que vais mudar e que nesse mudar vais prescindir de partes consideráveis daquilo que és. Sempre foi assim, suspeito que assim continuará a ser.  E nem sempre juntar azul com amarelo e vai resultar verde, nos eventos de grupos populacionais na maioria dos casos dá em borrão! O borrão que fica no chão dos que perdem!

 E quando não é borrão dos mortos (como nos genocídios) ficam marcas que estranhamente à luz mais racional são difíceis de perceber. Veja-se os Judeus. 700 anos depois da sua inserção como ashkenazim na Europa, cheios de ADN europeu pela via mitocondrial (mulheres), e mesmo assim continuam a ter grandes dificuldades de aceitação nas sociedades obcecadas pela igualdade que não aceitam que devido às suas características endógenas irão sempre ter maior sucesso financeiro que os demais.   

No caso de Salman, fica-me, a mim, aquela imagem do senhor nova-iorquino que presenciou tudo aquilo e descrevia à momentos na televisão. - Wasp, de roupa de marca, boné americano de 150 dólares e vocábulo bem-falante e de certeza bem liberal, Black Lives Matter aos fins de semana e votante indefetível dos democratas. – O choque que este pessoal tem quando é mugged pela realidade!
De certeza caso fosse possível fazer o tracking o encontrará dentro de 1 anito a viver ou na Florida ou no Texas! São assim estes merdas. Quando a realidade lhes toca, deixa de “working for me” e lá vão morar para um sítio onde aquilo que defendem ainda não estragou tudo. Mas depois é questão de tempo.

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A coisa mais importante do século

por Olympus Mons, em 10.08.22

A existência deste blog é devido e posts como este que aqui hoje escrevo. Assim nasceu como barradeferro, pela barra de ferro que perfurou o cérebro de Phineas gage.

Racismo!

A coisa, de todas, mais importante que alguém poderá perceber nesta segunda década do século XXI é: (!) que a falha nas narrativas oficiais que se dizem antirracista é o facto de ela ser falha não na asserção do poder do sistema meso límbico (cérebro mais primário) sobre a realidade, mas sim porque a descrição e narrativa feita é ineficaz e errada na fórmula tal como é criada pelo DLPFC (Dorso lateral prefrontal córtex) para resolver o problema. -  É uma erro racional!

Perdoem repetir por várias formas.  – Podíamos estar perante uma aferição que a solução para o racismo tal como para a aferição de status ou class da pessoa será criar um conjunto de normativos que são gerados pelo DLPFC para controlar o comportamento da generalidade das pessoas e acabar com qualquer implicit bias.  E ao criar essas regras as pessoas deixam de sentir o que sentem e o problema estaria resolvido. Não vai acontecer porque não é assim que funciona o cérebro e o mundo já agora.  Achar que sim é um erro - Este é exatamente o Erro de Descartes do nosso António Damásio.

Por outras palavras, repetir outra vez:  No caso do racismo como a infindáveis outras coisas na vida tanto a Amígdala (como a FFA) reagem a alguém de cor diferente em 30 milissegundos. 30 milissegundos é… você nem viu, nada na sua “visão” registra mas a amígdala viu!  A sua, a minha, a da sua tia do bloco de esquerda ou a sua prima do partido comunista!   -  Fique quieto e deixe que o seu DLPFC explique que não há razão para, e que o VLPFC sopre suavemente que não existe razão para desassossego e podem-se todos acalmar emocionalmente sem qualquer consequência explicitada em qualquer realidade. Isto em milissegundos! E o mundo segue em frente.

Isto se fores de direita!

Agora… se fores de esquerda, dispara a ACC (no caso a DACC) que faz conflit monitoring e mais importante fala com a Insula que é ligada a inquietação affect (emoção e sentimentos) e começa um diálogo entre essas duas partes e aquilo que eles estão a sentir (eles não és tu, é na cabeça deles!) cria uma dissonância que no caso da preferência que têm como pathway neurológico só poderá ser resolvida pelo DLPFC.  Até porque eles não querem nada com a parte ventral do cérebro. E aquele vai criar e dar um conjunto de abstrações para resolver o problema ( problema que eles tem e não tu) e o DLPFC é muito bom a resolver problemas abstratos e irá dizer: “Ok, isto é o que vamos fazer, vamos fazer isto mais aquilo e com base nisso mais aquilo e assim não há racismo no mundo”.  O problema é que o DLPFC não vive no mundo e não fala consigo emocionalmente. Quando muito dá ordem, quando se lembra, ao VLPFC para que fale emocionalmente consigo.
Se estiver a descrever um problema e uma solução abstrata não vai falar consigo próprio antes vai verborear para o mundo. Isto é ser de esquerda. Falta-lhes um dos filtros.

Esse DLPFC em overdrive da esquerda em momento nenhum resolveu o problema do facto de a Amígdala e da Insula terem disparado. Se tivesse deixado o problema ser resolvido ele resolver-se-ia com o paradigma mais simples do mundo que é seres uma pessoa decente e deixar que as várias cues e sinais da pessoa à tua frente de informe para modelares o teu pensamento e emoções (!).  -- O cérebro é uma máquina que funciona nos tais milissegundos e está pronta a resolver todos estes conundrums em milissegundos.  Nem vais realmente dar conta. O salience que o teu cérebro primário te deu nem regista nos teus pensamentos e muito menos terá verdadeiramente influência no teu processo de decisão. Isso é bullshit.

Muito mais, mil vezes mais, importante que cor da tua pele são os cues, os sinais e indicações que tu dás nos milissegundos ou segundos seguintes.  – Este é o problema! -

E isso é importante porque se fores um jovem negro, entra no comboio e basta uma cara relaxada, basta um sorriso, basta uma indumentária para informar o cérebro de toda a gente que não és motivo de().  --  E isso era importante informar toda a gente. Porque se fores da mesma raça que a maioria das pessoas que estão no comboio e te vestires de maneira diferente vai haver o mesmo instinto de toda a gente à tua volta. Não é exatamente as mesmas áreas do cérebro, pese embora a maioria seja, mas irá estar a fazer exatamente a mesma coisa…. Basta um sorriso ou uma expressão facial relaxada ou qualquer outra informação contextual e novamente me milissegundos essa saliência desaparece. A informação necessária para vencer implicit bias é surpreendentemente reduzida.
Sim! Sim! a cor da pela da pessoa não é responsabilidade da própria pessoa. Mas também o ser diferente em personalidade não é, o ser muito pobre e mal vestido também não muitas vezes e não será por isso que o tal processo de avaliação não dispara! Não interessa porque em 1 segundo isso poderá estar resolvido. - Qualquer informação contextual serve para que seja o DLPFC, VMPFC ou VLPFC, qualquer, mande uma mensagem para reverter. Aliás conhecer a pessoa de raça diferente também impede esse disparo.  Nada ativa no sistema mesolimbico se conheceres a pessoa independentemente das características exteriores da mesma.

E isto tudo é importante porque? Porque o racismo era uma construção, uma racionalização feita pelo Cortex Pre-Frontal, estando à cabeça o tal DLPFC. Havia um explicação, uma justificação, uma racionalização e uma descrição em conceitos do mundo com essa formulação que era racista e que criava uma estrutura social que designava um caminho das identidades no tecido social.

Neste mundo woke e CRT que está a ser construído, é novamente, tal como no racismo, uma racionalização feita pelo Cortex Pre-Frontal a construir uma mentira sobre a natureza humana.  Tanto quanto legislação ou normativos, mesmo meta-normas, eram criados para justificar a hierarquização que favorecia uma raça, assim se está hoje em dia a criar uma formulação que cria novos normativos para além da realidade que novamente impõe estruturas criadas pelo DLPFC para o comportamento e valências das pessoas nas sociedades. -  É uma mentira!A mentira é que a amígdala das pessoas é informada pela perceção que cria da sua realidade e por isso a amígdala dispara perante a foto de uma pessoa negra… em pessoas negras!  -  É que estudos são feitos nos EUA onde as sua população negra é 13% e é responsável por 60% dos assassinatos e acho que ainda maior por crime violentos no geral. Por isso a amígdala de alguém de raça negra dispara perante a visão de alguém da sua própria raça.

Black Lives Matter, wokes, CRT e politicamente correto não resolve o problema que a parte ventral do seu cérebro (a parte preferencial da direita), seja você branco, negro ou klingon conhece o mundo! O mundo real. E até a população negra naquele pais deixar de ser estupidamente violenta, tão violenta que sendo 13% só ela aumenta mais de 2.5 mortes por 100,000 habitantes no seu pais.

Não é irrelevante que a população naquele pais mais promotora do woke, uma mulher branca, seja precisamente a população menos sujeita ao estereotipo que mencionei, não é? Quem morre às mãos de um jovem negro não são meninas de classe média alta não senhor... na realidade é outro jovem negro!

Aliás, em países onde qualquer minoria populacional é menos negativamente saliente, como ser violenta, essa ativação primal do cérebro não ocorre de forma tão intensa.

Criar uma tanga, uma narrativa, pelo DLPFC sem respeito pelo VMPFC e VLPFC só nos levará pelo caminho da autodestruição. Criar mecanismos de controlo de comportamentos desviantes, seja violentos seja quebra de normativos ou tradição seria sim uma solução.
Um jovem negro de 1.90cm de altura vestido de fato, um sorriso e óculos escuros nada mais recebe do geral da população que não seja um high-five. 

E lembre-se do erro de descartes! – Que danos no VMPFC faz com que as pessoas retenham toda a sua inteligência mas não só não conseguem tomar decisões com facilidade para resolver problemas como, mais grave ainda, tomam decisões horríveis, escolhas pessoais desastrosas, criam relações completamente aberrantes.

Pois, quem está a querer “resolver o problema”  são seres que tem uma deficiência cognitiva no VMPFC!

 

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Teremos que esperar

por Olympus Mons, em 09.08.22

Capture.PNG mar a algo.PNG

E o “teremos que esperar” será aqueles que quiserem saber, estiverem atentos e fizerem um esforço para saber. Os outros todos vão comer o fodder que a imprensa com ordens dos “institute” em Washington decidirem que é a versão original do regime…ditatorial? – pelo menos para lá caminha. Como sempre disse, fascismo é o estado natural da humanidade, democracia é educação!

Como tal fascismo a meu favor é mel docinho e pimenta no rabo do outro… já quando é contra mim aqui del rei que é inaceitável.

Vamos aguardar para ver que documentos o FBI procura na posse de Donald Trump ou que falhas processuais na devolução de alguns está à procura.

É normal os arquivos norte-americanos pedirem de volta documentos que não encontram e que possam estar nas mãos de ex-figuras oficiais da administração. Reparem que qualquer documento que tenha o selo da casa branca passa a ser um documento oficial e qualquer presidente, ou membro da administração norte-americana passa-lhe milhares e milhares destes documentos que coloca na pasta e leva para o avião, para casa, para o hotel. Milhares e milhares.

Por norma, quando os arquivos notam a falta desses documentos especificam quais são e pedem de volta. Se as pessoas os tiverem e souberem onde está devolvem. - O que não acontece é haver acusações, rusgas ou quaisquer consequências graves relativas a essa ocorrência, mesmo quando a pessoa diz que não sabe onde estão.

Por isso isto tudo é sem precedentes. - E logo contra, de todos os possíveis, o, qualquer que fosse, ex-presidente.

Reparem que não é a pessoa que está em causa, mesmo se for Donald Trump, é a instituição!  -  E sempre que uma instituição é denegrida ou downgraded se quiserem pela ocorrência de novos precedentes, é sempre pela mão de um esquerdoide. Sempre. E no dia em que esse precedente joga contra eles berram e gritam nas ruas como se fosse a maior das invulgares maldades.

E, acima de tudo, e isto é que é importante:

Se lerem a lei relativo a estas falhas esta é clara que sendo condenado o titular perde todos os cargos oficiais e está proibido de exercer atividade na administração federal dos EUA… Já perceberam?

Contudo também é claro que não só existem dúvidas que essa lei possa ser aplicada a um ex-presidente como fica perfeitamente claro pela escolha da mesma que esse é o intuito e a razão pela qual se assiste a isto. Quase que fica o desejo que encontrem um documento qualquer Hiper importante que justifique isto porque se não toda esta situação será a passagem do rubicão a partir do qual já não haverá limites!

Eu ouvi até aqueles patetas do radio observador, que raio que nem estes se safam ao kayfabe oficial esquerdoide, a dizer muito emotivamente que ninguém está acima da lei, nem um ex-presidente dos EUA.

Espero que  não seja feito uma marosca em que qualquer documento encontrado com o selo da casa branca em posse de Trump, seja que documento for por mais irrelevante, seja usado para o desqualificar em 2024.
Também pode ser algo de grave e se é algo de grave e Trump reteve ou escondeu documentos de national security para ter qualquer leverage sobre o que quer que fosse… então tem que ser acusado! – Nem que seja por, assim, ser tão estupido!

A ser, será um golpe de estado a república das bananas e devemos estar todos preparados que a superpotência morreu e morreu pela mão de todos os que aceitam que isto é matéria executável, que isto é procedimento aceitável que isto é minimamente digno e um estado de direito e das tais Democracias liberais que advoga que a democracia é constrangida pela igualdade material e imaterial de todos perante a lei.

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Sou do tempo

por Olympus Mons, em 08.08.22

Capture.PNG barrier reed.PNG

Sou do tempo em que a decadência da Great barrier reef era alvo de artigos em catadupa sobre os efeitos das alterações climáticas e antevia-se e fazia-se projeções sobre o seu fim.

Sou do tempo em pessoas como professor Peter Ridd era despedido da universidade de James Cook na Austrália por dizer o óbvio: Que a great barrier reef estava bem e recomendava-se estando meramente debaixo de um ciclo normal de renovação.

Sou do tempo em que desde 1985 que a Austrália mede os corais. – Parou em 2020!
Olhe para a Imagem e percebe porquê.  - 2/3 tem mais coral do que nunca (desde que é medido).

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Para já um bom sinal

por Olympus Mons, em 08.08.22

Zaporizhzhia

Capture Zapori (1).PNG

Confirmadíssimo! -  Sim, está confirmado que a Rússia quer negociações com a Ucrânia.

Um ataque a edifícios do complexo nuclear, que não os reatores, não tem mal nenhum mas serve perfeitamente os propósitos da Rússia naquela que parece ser a sua atual estratégia. E essa é a curiosidade.
Os russos querem que o Ocidente force Zelensky a negociar e o Ocidente se funcionar como working as designed vai fazer-lhe a vontade. A ameaça de um desastre nuclear com os reatores de Zaporizhzhia será suficiente para que pelo menos parte da Europa política se borre e a outra parte finja que borra.

Reparem, podia haver duas narrativas não era. Uma era dizer, olha, olha, os russos estão com problemas, bora lá ajudar tanto quanto possível os ucranianos a atacar agora.
A outra narrativa será fazer o que a Rússia precisa que o Ocidente faça. E como já escrevi no post anterior, o Ocidente vai a correr fazer o que a Rússia quer.  Como seria de esperar e os russos sempre souberam que o Ocidente iria fazer quando eles quisessem.
Ou talvez não. Podemos ter sempre esperança na parte que finge que se borra, não é?

Vamos observar nas próximas duas ou três encenações dos Russos, que surgirão de certeza porque esta de Zaporizhzhia também não foi um sucesso assim tão evidente, até que ponto eles tem razão e o Ocidente será sempre manipulável.

A verdadeira curiosidade, só curiosidade, é se a Europa não vai fazer o que toda a gente espera dela e se vai fazer algo de inesperado.
Não nos podemos esquecer que a Europa é esta coisa mole… mas é o Alfa e o Ómega do mundo e no que toca a emburrar e espatifar tudo no caminho somos o Alfa e o resto é tudo beta!
Existe também a ilusão que essa gente já não existe mas quando se verifica o genes, os genes dos tais Yamnaya, eles estão cá todos!

Vamos ver…
Vamos ver as próximas charadas dos russos, porque a bola ainda está no campo deles. Mesmo com Zaporizhzhia! – Para já um bom sinal.

Será que algum de vós tem uma percepção diferente?

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Vai começar a charada?

por Olympus Mons, em 05.08.22

Well, welll, welll, parece que os russos estão prontos para começar o processo que levará ao fim da guerra na Ucrânia.

A primeira das curiosidades é saber se é porque o arsenal e dispositivo russo, mesmo humano, para continuar os combates está exaurido ou se é o começo de alguma pressão interna pelas baixas que tem sofrido ou até porque terá chegado a altura de tentar reverter os danos para a economia russa e mitigar impactos.

Seja como for assim leio os comentários de Gerhard Schröder há dois dias porque se há coisas que estes patetas narcisistas têm é que acham sempre que vão conseguir tirar um coelho da cartola (neste caso passar de traidor a arauto que fez a paz) e aquilo que ele disse não só não é inocente como não foi ele que foi a Moscovo, foi Moscovo (putin) que o chamou lá.

Depois claro mais um encontro entre Erdogan e Putin também não é inocente. Fica, pois, a curiosidade entre um russo e um turco quão bem será feito o teatro.

E por último, ouvir Orban a apelar a negociações diretas entre a Rússia e os EUA é de longe a fórmula que os Russos nesta altura consideram melhor para obrigar a cedências por parte da Ucrânia. E no topo da lista de países que quer o fim da guerra já, estão estes. E se há país no mundo que tem razões para estar aterrorizado com a chegada do Inverno será a Hungria que não é o acha, sabe, que nenhum alemão vai sequer passar frio para que um húngaro nao morra de frio. Aliás, essa desconfiança do ocidente é pedra angular da cultura húngara que não perdoa as vezes que foi abandonada aos "bárbaros". 

Seja como for, deverá ser boas noticias. Os Ucranianos já sofreram mais do que a sua dose.

Ficando esta racionalidade toda para traz…chateia que os russos ainda vão acabar por ganhar isto! - Essa parte é que me aborrece.
Até ao momento, mais que tudo, o vector do conflito que tem preocupado os russos é o facto de os EUA não terem feito qualquer tentativa de mediar o conflito. Tem sido talvez o golpe mais duro para os russos. Perdido numa batalha nas suas fronteiras, a ser chamado de mau da fita e sem ter a atenção do papá grande…

Olhando geoestratégicamente para isto tudo nada melhor que continuar a armar os Ucranianos e deixa-los ir torrando os russos em lume brando.  Não fosse claro o preço humano.
Esta estratégia iria efetivamente derrotar a Rússia. É verdade que ela se preparou nos últimos anos para esta eventualidade, mas não para este tipo de sanções que lhes foi imposto. Agora era só esperar, esperar e esperar. Dentro de 3 anos os russos voltariam ao estereotipo do míssil que não dispara e do general bêbado.

Os russos sabem-no muito bem. Por isso não tire os olhos da bola! Não se iluda!
Vamos ver então se os russos vão ganhar esta choldra toda. -  Do ponto de vista de toda a gente, toda gente, nada melhor que os ucranianos cederem território e garantirem a cessação do conflito para o bem do fim da inflação, da recuperação económica, segurança alimentar, segurança mundial e bla bla e bla.

Pois é, não se admirem caso o conflito termine rapidamente que a europa, após tanto rasgar das vestes, volte a importar gás russo no inverno. Não se admirem!
Não se admirem se os EUA pressionarem Zelensky a ceder território e a terminar o conflito bem antes das midterms de novembro nos EUA! – Não se admirem.

Ficaria, nestes cenários, a curiosidade de observar duas coisas: O par de bolas do Zelensky ao bater o pé aos gigantes ou a forma como de constrói e destrói um herói de massas.

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