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CONFABULAÇÂO

por Olympus Mons, em 02.07.14

 

Novamente o Rui Ramos

No texto de hoje no Observador (que confesso cada dia que passa mais gosto de ler ) Rui Ramos (http://observador.pt/opiniao/e-tudo-narrativa/ ) fala sobre o modo como com a esquerda tudo se enquadra, ou se reescreve, em narrativas. Por acaso comentei que tinha recentemente lido um paper sobre o VMPFC (VentroMedial prefrontal cortex),  área do cérebro que considero ser responsável por um conjunto de processos cognitivos que as pessoas de esquerda não usam com tanta frequência como as pessoas de direita, que as pessoas de esquerda se sentem menos confortáveis enquanto pathway neurológico dando primazia a outros menos auto-referenciais.

 

Post-retrieval monitoring (also known as the “Feeling of Rightness”) (Elliott et al. 2000,

Milner and Petrides 1984, Moscovitch and Winocur 2002) states that the vmPFC

monitors the information retrieved and tests its veracity. Support for this hypothesis  comes mainly from lesion studies, which systematically observe confabulation  behaviour in patients with vmPFC damage (Curran et al. 1997, Gilboa et al. 2009, Lavoie

et al. 2006, Parkin et al. 1996, Schacter et al. 1996, Verfaellie et al. 2004).

 

 

Na verdade aquilo que o RR reporta como narrativa mais não é que alguma predilecção por confabulação por parte da esquerda. Sem o chamar sistemático do VMPFC a esquerda consegue (mas do que a direita) reescrever os eventos.

Vale a pena ler uma breve descrição do que é confabulação.

 

In psychology, confabulation (verb: confabulate) is a memory disturbance, defined as the production of fabricated, distorted or misinterpreted memories about oneself or the world, without the conscious intention to deceive.[1] Confabulation is distinguished from lying as there is no intent to deceive and the person is unaware the information is false.[2] Although individuals can present blatantly false information, confabulation can also seem to be coherent, internally consistent, and relatively normal.[2] Individuals who confabulate present incorrect memories ranging from "subtle alternations to bizarre fabrications",[3] and are generally very confident about their recollections, despite contradictory evidence.

 

 

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