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Manure

por Olympus Mons, em 31.05.21

Relembrar as pessoas que no final do século XIX estávamos perante uma crise ambiental sem solução. A grande crise de 1894 era insanável. Bastava observar a realidade para se fazer os cálculos e perceber que dentro de umas décadas cidades como Londres, Nova Iorque ou Paris teriam uma camada diária de estrume de 2 metros de altura.  Seria altura de começar a diminuir o tamanho das cidades? Proibir qualquer aumento de população nas cidades? - Em 1898 houve uma grande conferência para debater o tema. 

“This became known as the ‘Great Horse Manure Crisis of 1894’.
The terrible situation was debated in 1898 at the world’s first international urban planning conference in New York, but no solution could be found. It seemed urban civilisation was doomed.”

Olharemos para as alterações climáticas dentro de 80 anos como durante o século XX se olhou para esta crise de 1894.
Tirado daqui (https://www.aei.org/carpe-diem/50-years-of-failed-doomsday-eco-pocalyptic-predictions-the-so-called-experts-are-0-50/) , deixo só as primeiras 20 previsões.

1. 1967: Dire Famine Forecast By 1975
2. 1969: Everyone Will Disappear In a Cloud Of Blue Steam By 1989 (1969)
3. 1970: Ice Age By 2000
4. 1970: America Subject to Water Rationing By 1974 and Food Rationing By 1980
5. 1971: New Ice Age Coming By 2020 or 2030
6. 1972: New Ice Age By 2070
7. 1974: Space Satellites Show New Ice Age Coming Fast
8. 1974: Another Ice Age?
9. 1974: Ozone Depletion a ‘Great Peril to Life (data and graph)
10. 1976: Scientific Consensus Planet Cooling, Famines imminent
11. 1980: Acid Rain Kills Life In Lakes (additional link)
12. 1978: No End in Sight to 30-Year Cooling Trend (additional link)
13. 1988: Regional Droughts (that never happened) in 1990s
14. 1988: Temperatures in DC Will Hit Record Highs
15. 1988: Maldive Islands will Be Underwater by 2018 (they’re not)

16. 1989: Rising Sea Levels will Obliterate Nations if Nothing Done by 2000
17. 1989: New York City’s West Side Highway Underwater by 2019 (it’s not)
18. 2000: Children Won’t Know what Snow Is
19. 2002: Famine In 10 Years If We Don’t Give Up Eating Fish, Meat, and Dairy
20. 2004: Britain will Be Siberia by 2024

 

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O Bella Hadid ... às vezes

por Olympus Mons, em 31.05.21

Capture Maher2.PNG

Escrevi algumas vezes sobre Bill Maher. Um esquerdoide mais que típico. E é mais que típico porque Maher está na linha da frente do contexto de celebridade liberal  nos EUA há muito mais tempo do que qualquer outro que me lembre.  
Especialmente porque realidades (como a decadência da Califórnia) já lhe estão a tocar na pele, logo parece, como todos os esquerdoides tipo Robles dos prédios,  acordar quando lhe toca a ele.
Por exemplo aqui: https://barradeferro.blogs.sapo.pt/o-proximo-rato-108240


Maher em grande medida liderou a ironia e sarcasmos em praticamente todas as causas da esquerda, até da extrema-esquerda, norte-americana nas últimas décadas. Contra a religião, contra as tradições americanas, contra a cultura ‘Merica, em resumo contra tudo o que é descritivo (descriptive) na sociedade norte-americana do passado.
Contra os republicanos, contras os Conservadores de todo o espectro. Para ele toda a politica externa americana é feita de canalhas, de lado errado da história.
Contudo, Bill Maher é judeu.
Como o é, a questão israelo-palesteniana já lhe toca na pele. Já é autorreferencial. Como tal para abordar o tema usa as outras parte do cérebro, aquelas que deixam de ser máquinas de bullshitada e passam a ser aferições da realidade conforme a pessoa a perceciona na vida real.

Por isso… é ver e fico sem palavras se nos lembrarmos que vem de um esquerdoide:  
https://twitter.com/AdamMilstein/status/1398740136872091651

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CHEGA v2.0

por Olympus Mons, em 30.05.21

Capture Chega22.PNG

Quando no passado disse que votaria no CHEGA (André Ventura) para as presidenciais também disse, e já o fizera no passado, os receios que tinha com a possível incompetência que poderia surgir no caminho daquele partido.

Tal eu aqui antecipei se o CHEGA quisesse evoluir teria de substituir a sua estrutura de vice-presidentes por outras pessoas. Não conheço Marta Trindade, Ana Motta Veiga ou Pedro Frazão mas aposto que os três têm muito mais classe (imagística) e capacidade de comunicação que os vices anteriores. Para ser sincero das poucas vezes que vi/ouvi Nuno Afonso (penso ser esse o nome) foi-me aparente que aquilo que, se eu fosse do CHEGA, quereria a comunicar a minha mensagem seria…o oposto.
também ouvi durante um bocado na semana passada uma tal de Rita Matias no MEL e não pude deixar de sorrir porque ela mostrava exatamente este ponto que aqui faço com…classe.

Faz muito tempo que aqui neste blog deixo referencias ao VOX Espana e ao modo como eles conseguiram chegar aos 16% em Espanha. Primeiro, tal como com André Ventura, foi Santiago Abascal mas logo que conseguiu foi Ivan Espinosa, Rocio Monasteros e Ortega Smith.  Que tinham estas pessoas em comum? Classe.
A frieza, a preparação que me atreveria a dizer bloquista com que entravam nos debates para dizimar os adversários políticos era demolidora. E o VOX ESPANA atinge a dimensão que atingiu em Espanha porque soube fazer esta preparação comunicacional. Espero que o CHEGA também o faça.
Também em Espanha aquele trio substituiu pessoas ideologicamente mais vincadas e o processo suscitou, como presumo que o irá fazer aqui, alguma contestação interna.  Essa contestação desapareceu rapidamente.

O facto relevante e presumo que a grande preocupação da esquerda em Portugal com um partido como o CHEGA é que ao contrário do que é dito a toda a hora na comunicação social o CHEGA está em perfeita, perfeita, consonância com o movimento político na Europa e provavelmente com a história. Tal como Portugal chegou atrasado à democracia (1974???) também está a chegar tarde à afirmação de uma direita que volta a falar da identidade mas acima de tudo valores europeus.
Eu volto a dizer que as afirmações mais relevantes dos últimos anos foram as proferidas por Michel Barnier, homem que negociou o Brexit em nome da Europa e assessor especial da senhora Van der leyen, há algumas semanas. Para ser claro: André Ventura, e apesar das diferênças entre Portugal e França, não tem coragem de dizer o que ele disse sobre a emigração! Nem metade!

Acima de tudo, e como o centro ganha sempre, existe a esperança que também em Portugal se caminhe para a criação de um centro que esteja no seu nariz e não 3 palmos para a sua esquerda como de facto acontece em Portugal. Pergunte a Portugal onde é o centro ideológico e a esmagadora maioria dos Portugueses colocará a mão 30 centímetros para a sua esquerda. – Mesmo que use só a Europa como referência.

Nota: Bom exemplo é a entrevista do Nuno Graciano ao Observador. Para quem espera fascistas racistas aquela entrevista deve criar calafrios, para quem espera pessoas impreparadas para o combate da comunicação deve ter ficado muito preocupada.

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Gigantes pequenininhos.

por Olympus Mons, em 28.05.21

O importante mesmo é como se consegue conter isto dentro do continente americano sem deixar que atravesse o Atlântico e contamine a Europa?

Muitos podem achar que isto do woke é uma moda. Eu, como muita gente, também achou olhando para imagens do que se estava a passar nos EUA há 10 anos que quando aqueles Millennials e gen z saíssem da esfera de um sistema educativo há muito dominado por tendências Marxistas e esbarrassem contra o muro da realidade mudariam de narrativa muito rápido. Foi um erro.  - Não só conseguiram colocar as grandes corporations reféns como por hora vão ganhar a guerra sem grande esforço.

Ocorreu-me isto ao deparar com The Roots of White Male Culture: from the British Isles Through the American Prairie to the Boardroom .
Está perfeitamente definido qual o inimigo. O cartaz do Smithsonian que foi rapidamente retirado pelo sarcasmo e ironia com que foi recebido, na verdade está aí de volta propalado dentro das grandes empresas norte-americanas.
Tal como identificado no referido cartaz também aqui está em bullets o inimigo, as características que tem que se combater lá na sociedade americana:

*Survivor mentality that focuses on the future
*A tendency to rugged individualism
*A can-do attitude
*Operating from principles and conscience
*Focus on hard work, action, and task completion
*Striving toward success and materialism
*Measured moderation and silent strength
*Focus on status and rank over connection.

Não deixa de ser curioso que se retirar isto de uma sociedade do outro lado do continente o que lhe resta? – Ora, resta a América do sul. Que não tem que ser depreciativo, mas convenhamos que nem se aproximam de uma super-potência com marca à escala global. 

Não vale a pensa alongar muito a explicação que a América foi criada pelos alemães, pela mentalidade de processo, de luteranismo e até calvinismo alemão, junto com uma população irlandesa vinda com fogo no rabo e que ligaram os dois muito bem ao substrato inglês colonial. O resto (suecos, noruegueses, russos e depois no século XX os italianos) tiveram menos impacto.

Numa ‘Mérica que optou por alterar totalmente o seu substrato, passando a ter uma população heterógena em que que os criadores da sociedade, Europeus, se aproximam de percentagem da população similares à países como o Brasil ou o Argentina, 50%, e por isso vai acabar no mesmo resultado (com todo o respeito pelas opçoes desses países).  Uma sociedade, como aquela para que caminha os EUA que considera Survivor mentality that focuses on the future” como uma coisa maléfica e a ser eliminada porque é característica da cultura Masculina Branca está-se mesmo a ver que está destinada ao Sucesso Darwinista!

E na verdade qualquer pessoa que tenha aqueles princípios estará condenada ao sucesso. 

Por isso a pergunta fica. Como conter esta porcaria do lado de lá do Atlântico?

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de MEL e fel

por Olympus Mons, em 27.05.21

Capture PSD Direita.PNG

Finalmente alguém que disse a verdade.
E a razão pela qual Rui Rio o disse é porque 80%-90% dos portugueses são ideologicamente de esquerda sem apelo nem agravo. E o PSD largou o PPD precisamente por causa disso. O PSD é de centro esquerda na sua matriz.

Ser de direita resulta de uma similar distância da esquerda e dos libertarians que em Portugal gostam de se chamar liberais. Para se ser de direita tem que se gostar de nós próprios.

Ser de direita não é pagar menos impostos ou querer menos estado. Ser de Direita resulta do conservadorismo que por sua vez assenta na crença que houve um caminho para chegar aqui vindo de tempos muito piores e tem que se ter cuidado com o caminho que se enceta porque por norma ele não leva a melhorias. Para alguém de direita as evoluções tem que ser naturais, tem que resultar de empurrões descritivos (Descriptive morality) que por serem descritivos e não prescritivos não são revoluções.  Para sistemas (como as sociedades) que resultaram de muito trial&error durante longos períodos de tempo a probabilidade de o conseguires melhorar é ínfima. Ínfima. As sociedades ocidentais, atuais, levaram 500 anos a construir e assente em 2000 anos anteriores por isso não basta dizes que fazes melhor tens que demonstrar que consegues fazer melhor. A esquerda conseguiu esse truque que é convencer as pessoas a embarcar em alterações profundas nas sociedades sem ter que demonstrar, sem ter o ónus de qualquer prova. E pior, que mexer nos tenets, nos princípios, correntes das sociedades ocidentais vai resultar em algo de bom a médio prazo. Das outras vezes toda resultou nas dark ages...

No MEL, entre CDS que é uma velharia adaptada ao regime xuxalista abrilista (tantos acabaram no PS), passando pelo IL que são bloquistas que foram assaltados em plena luz do dia pela realidade, dos lideres que por ali passaram ficou o discurso de André Ventura a desafiar uma sala de betinhos.  - https://www.youtube.com/watch?v=lzI8zYJhQI0
Uma sala que representa gente que viu o comunista a apontar o dedo e chamar de sabotador para se acabar numa gulag e agora está borrado de medo. Gente a quem basta piscar o olho e dizer “esse racismo…” que se borram de medo, gente a quem basta fazer “Ttst,tst esse preconceito…” para se replicarem as justificações porque até lá no fundo acham a diverity uma coisa porreirraça.
veja-se aqui:

Capture costa111.PNG

Rui Rio não representa nada da direita - Representa uma forma envergonhada de esquerda, assente num provincianismo portista, que acha, sei lá, importantíssimos fatores regionais como precursor de melhorias do país, enquanto até leva estes tautaus de Costa após lhe ter lambido os sapatos.  Não vale dois tostões.

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China Virus!

por Olympus Mons, em 27.05.21

Capture biden wuhan.PNG

Wuhan….
Quem percorra os media norte-americanos, mesmo os de extrema esquerda como a CNN USA, passando pela Washington Post, Nytimes, ou até BBC e o the Hill de onde tirei esta imagem, a possibilidade do novo Coronavírus como uma fuga do laboratório de Wuhan ganha tração, tração, tração.
Quanto era a Trump a dizer que o vírus tinha vindo da China, até essa mera alusão à origem do vírus servia para reações alérgicas e à conversa de deniers e adeptos de teorias da conspiração.

Na BBC diz que US intelligence agencies are split on weather it come from a Chinese lab or  animal-to-human (Já agora, acidentes animal-to-human num laboratório são lab leak).
Muito mais curioso é que a quantidade de pessoas da área da virologia que desde que não fosse em fóruns públicos manifestavam a sua crença que existia fortes indícios que estávamos perante investigação gain-of-function que tinha escapado de laboratório era enorme. Isto torna a censura (auto), num mundo digital, em algo que a nível de eficácia nunca foi visto porque a velocidade com que sofres consequências é enorme.
Também surpreendente é como o script do que é permitido expressar muda com a mesma velocidade. Para que isso aconteça pressupõem a existência de networks, de redes de definição desses guiões muito consolidadas, o que só acontece em redes antigas cujos nódulos tiveram muito tempo para se consolidar. – Leia-se Imprensa!

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Enquanto se aguarda por adultos.

por Olympus Mons, em 24.05.21

 

Gosto de ir lembrando para não enlouquecer…

Quando no combate às alterações climáticas se diz que 15% da energia do mundo é renovável (o que já choca muita gente ser tão pouco) convém lembrar que na verdade, na verdade é 4%!

Como esta imagem nos ajuda a ilustrar, dos 15% cerca de 11%-12% é bioenergy… que é como quem diz queimar madeira e etanol (95% das Bioenergy)! – Sim CO2 em barda dos dois!
É só para ir lembrando a loucura que por aí anda…

Sinto saudades de conversas de adultos sobre esta questão. Já não há. Só conversas de crianças e maluquinhos.

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faz o que...

por Olympus Mons, em 24.05.21

Fui passando os olhos pela convenção do Bloco de Esquerda e duas saliências tomavam sempre forma para mim.

A primeira era que, para um partido que passa a vida a falar de minorias, aquilo parece uma convenção de branquelas, que mais branco não há.  – Olhava com atenção desde o fim da sala até à tribuna e aquilo era um mar de caucasianos.
E não era a primeira vez que o reparava. É uma constante.
Claro que depois me lembrei que o super-poder da esquerda é dar-te lições de moral sobre cuidado com a alimentação enquanto enfarda bolas de Berlim uma atrás da outra na tua cara. Nada é autorreferencial com a esquerda como tantas vezes é tema deste blog.

A segunda saliência é uma nota já velha de que os media portugueses tratam um partido extremista como o Bloco (e convém lembrar o que é extremista – Roubar quem tem é ladroagem seja normalizada ou não), que tem 6% dos votos, como se fosse um partido referencial em Portugal. Vamos comparar no futuro como tratarão um partido Chega com mais de 8% dos votos.

Isto tudo relembra-me que na verdade trata-se de uma mera representação de um fenótipo humano – os esquerdalhada.
Para quem seguiu estas coisas nos EUA, Gretchen Whitmer, governadora do estado do Michigan, foi das mais instigadora de restrições na luta contra a pandemia e continua a impor das regras mais draconianas na abertura da economia. Logo após impor mais dessas regras numa batalha épica contra os republicanos, surge numa jantarada com amigos, com mesa enorme, cheia de gente, sem distanciamento social, tudo na maior.  E como seria de esperar, todos os corporate media cheio de jovens woke que vasculham as redes sociais a toda a hora também não repararam. Teve que ser a Breitbart news a fazer barulho para que eles fossem obrigados a publicar. Claro que Whitmer já veio pedir desculpa. Ao ser apanhada, passou a ser autorreferencial. Porque, claramente, as regras não eram para ser aplicadas a ela, obviamente. - 
Lembram-se do governador da Califórnia Newson?

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Instigação?

por Olympus Mons, em 22.05.21

A Pandemia deu para fazer catch-up a muitas séries.

Quem visse as seasons do Chicago PD até à serie 5/6 que foram escritas e produzidas na era Obama repararia que a série sendo sobre uma unidade de investigação da polícia na cidade de Chicago era muito fiel à realidade do crime naquela cidade. Até o escrever dos guiões da serie 6 teria sido tudo na era Obama e provavelmente só a season 7 terá sido uma season toda na era Trump.
ver as seasons 4,5,6 nota-se que é muito fiel, de forma despretensiosa à realidade. Sendo uma unidade de combate ao crime violento, os criminosos eram na maioria dos casos de raça negra e ocasionalmente crime violento hispânico. O que estava correto.
A cidade de Chicago tem uma população mais ou menos 30% branca, 30% negra e 30% hispânica, mas 80% dos assassinatos são perpetrados pela sua população de raça negra e um pouco mais alto os crimes violentos na globalidade, deixando o resto para a população hispânica e somente 2%-3% cometidos por pessoas de etnia branca.  – Daí que a série mostrava muito essa realidade. Mas era uma coisa muito factual, sem pretender julgar ou dar qualquer lição.

Ora, ver a Season 7, já da era Trump, nota-se uma grande diferença relativo às anteriores. 

Mas isso só é relevante porque o que eu notei, e por isso escrevo este post, é que há já um tom instigador, existe uma tensão com temas racistas que representa provavelmente as acusações de esse racismo, woke e critical race theory que ganharam público após a eleição de Trump.  A season 7 está minada de insinuações anti-polícia no tratamento dos suspeitos e mesmo de vitimização da raça negra. E até de algum racismo por parte das forças policiais.
Para quem veja a serie, deve reparar que o último episódio da season foi para o ar em abril de 2020 e o incidente George Floyd foi em Maio desse ano.Pode-se argumentar que esta séries estavam a representar uma realidade que era observada mas não há nenhuma estatística que nos diga que entre os anos Obama e os anos destas seasons que represente uma maior incidência de casos contra suspeitos de raça negra. Logo o que passou foi uma representação da nova disposição política que se seguiu à eleição de trump. E é palpável como perverte em parte o espirito da série.

Quando ocorre o incidente George Floyd já o entretimento americano propagandeava uma reação violenta contra a polícia. -  Parece-me estranho, ou soa-me quando o escrevo, mas será que esta propaganda no entertaiment serviu de instigador dos eventos que ocorreram em 2020 e não o contrário?  
Não deixa de ser uma perpectiva curiosa e a ficar atento em séries e filmes escritos e produzidos de 2017-2019.

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A Natureza Humana

por Olympus Mons, em 21.05.21

Penso que já terei escrito aqui algures que não acredito que deste ponto em diante em que se encontram as sociedades, especialmente as ocidentais, que haja algo a discutir com pessoas do lado oposto do espectro. Contudo, não aceito que seja algo equidistante às preferências politicas, mas sim uma inutilidade de conversar com a esquerda pela simples razão que a direita conhece a perspetiva da esquerda e esta desconhece a perspetiva da direita. Acontece quando perdes a guerra, como a direita perdeu a guerra comunicacional. A imprensa, ou o jornalismo, já de si muito ligado a uma personalidade de pendores mais esquerdoides foi-se definindo cada vez mais nos seus moldes naturais de esquerda. A última batalha foi perdida com os social media… a Direita está nesta situação porque perdeu. Ponto final.

Pois é, mas ao final do dia a direita é construtora tanto quanto a esquerda é destruidora e ao final do dia isto vai tudo acabar algures. Talvez dure mais uma geração mas tao certo como o destino irá dar aí.

Chegados a aí costumo dizer que, não acreditando eu na violência per se como fórmula (só como último recurso), a única luta política que me interessa ao combater esquerdismo é aquela que os forcará a viver na porcaria que constroem! – Não os obrigar a encarar e mais importante viver na porcaria que fazem sempre foi o erro da Direita. Chegou a altura de aprender com eles, com o “cancel culture”, e lutar no mesmo terreno. 
Já aqui escrevi sobre os Nova Iorquinos que estão abandonar a cidade a refugiar-se nas margens do Hudson Valley nos sítios onde ainda há muitos republicanos ou já desde o inicio deste blog que escrevo sobre Eric Kaufmann e os reparos dele que os esquerdoides foram os primeiros a fugir dos bairros londrinos quando a multi-cultaridade lá chegava, etc.

No futuro, na era dos social media footprint, vai ser possível retaliar aplicando Cancel Culture a esta gente. Escrevo isto por causa desta notícia. Finalmente!
Capture Conservative woke.PNG

Aí está – CEO by name.

Hat-tip ao Tim Pool por falar sobre isto no programa dele.  Esta noticia reporta-se ao facto de aparentemente existirem grupos conservadores que se preparam para fazer campanhas de centenas de milhar de dólares contra o “Woke capitalismo” de grandes empresas como a Coca-Cola, Nike ou American Airlines… Atacando os seus CEOs! Sim isto é next level e muito mais importante do que poderá parecer à primeira vista.  - Atacar os CEOs destas companhias vai tornar o problema como autorreferencial e por isso vai doer.

Volto a dizer, esta é a luta política que eu não me importaria de encetar. Traduz-se por começar a dizer aos esquerdoides que eles têm o direito de viver as suas preferências politicas na vida real ficando e movendo-se para os sítios onde já detêm a maioria. Não devem, não podem, começar a fugir para os sítios onde essas suas politicas são rejeitadas. Nada de fugir da Califórnia para o Texas ou de Nova Iorque para a Flórida. Esta gente tem que ser obrigada a ficar …Lá! E se não ficarem lá, então viva o Ostracismo. … Maggie, estou a ver que é woke, pois, afinal não temos vaga!

E escrevam isto em pedra - Vai chegar o dia em que a grande luta da esquerda será o “direito ao esquecimento” na internet. Esta gente vai chegar ao ponto, quando olhar para o resultado das suas posições políticas, em que a sua grande luta será obrigar a internet a apagar o seu rasto digital.  Sim, estas pessoas que hoje em dia se entretêm a desgraçar a vida das pessoas com base em coisas que disseram ou fizeram há 30 anos atrás vai ser a mesma gente que exigirá o seus próprio “esquecimento ou morte!” pela internet.

A Direita tem que perceber já, agora, que no dia em que perder essa guerra, estará a assinar novamente a sentença de morte para o que quer que construa desse ponto em diante.
Se não for negado o direito à esquerda de destruir novamente, eles farão o que lhes está na natureza. Movem-se para zonas onde ainda não contaminaram e vão defender as mesmas políticas dos sítios de onde estarão a fugir.

A natureza de um esquerdoide não muda, tal como a de um direitoide também nao muda. 

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Apartheid ...on demand.

por Olympus Mons, em 19.05.21

Não é por nada. É porque chateia.
E o que chateia é esta conversa, recente, mas espalhada por todo o lado, de Israel não é uma democracia porque é um estado apartheid. Ouve-se: Israel não o é, porque um estado apartheid não é uma democracia.

hão de reparar que a conversa começa, muitas e demasiadas vezes, com os Árabes Israelitas e na sequência surge a acusação de Apartheid. Quem esteja menos informado segue a lógica que os 20% de cidadãos árabes israelitas não seriam detentores dos mesmos direitos que os cidadãos Judeus… nada disso!
É que quando se referem o termo apartheid, a esquerdalhada e os jornalistas (a mesma coisa), fazem depois uma equivalência com os territórios ocupados. 


Estão a ver, começam a falar os árabes cidadãos para depois acusar Israel de discriminação mas referem-se a Gaza e ao west bank.   E assim foi a acusação recente pela International Convention on the Elimination of All Forms of Racial Discrimination (ICERD) e depois propalado pelo HRW, mas referindo-se aos dois territórios que são administrados pela autoridade palestiniana e pelo Hamas.  - As acusações referem-se ao tratamento que os Israelitas dão aos palestinianos… ai agora reconhece-se Gaza e West Bank como parte de Israel? É isso?

Os argumentos prendem-se com o facto de haver checkpoints, o murro no west bank, lei do casamento, etc.
É mesmo assim – Este pessoal considera as medidas de proteção de Israel em relação a territórios cheios de pessoas que defendem ferozmente a sua destruição, que possuem forças militares próprias, que conseguem enviar misseis atrás de misseis contra civis em Israel…como apartheid.

Contudo a eficácia deste argumento não será particularmente poderosa. Quem estiver atento ficará a coçar a cabeça porque conhece o ódio que as pessoas, instituições e forças políticas tem ao estado de Israel e por isso não carrega água esta acusação. Vai daí que se repararem na maioria das vezes a conversa começa com os cidadãos árabes de Israel e salta para esta acusação. Quem estiver menos atento, e são muitos os desatentos por vocação, acham que Israel faz discriminação aos Árabes logo joga perfeitamente com o kayfabe dos judeus sionistas e maléficos que tratam os seus cidadãos nao judeus como pessoas de segunda. 
No mundo woke de hoje é tudo o que interessa. A tua capacidade de fazer uma acusação. Feita esta, passa a verdade indiscutível.

Isto tem uma orgânica, tem um guião, que percorre mecanismos (desde os think tanks à imprensa) muito bem consolidados. Fica-me pois esta curiosidade de verificar até que ponto esta tanga do apartheid vai conseguir penetrar na (des)cultura geral dos idiotas úteis do ocidente no século XXI.

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Sheikh Jarrah

por Olympus Mons, em 18.05.21

Capture MST (1).PNG

Eu farto-me de dizer que tudo o que se passa à nossa volta é, por ínfima até que seja, uma representação nossa e que nós contribuímos para essa realidade.
Farto-me de reclamar que somos um país de patetas e rodeados de patetas porque só gostamos de ouvir, eleger ou valorizar…. Patetas.

Alguns além de patetas são desonestos e a um nível por vezes difícil de dirigir.


Quem tenha visto a explicação deste da imagem ontem na TVI a explicar aos portugueses o problema que está na origem do conflito a desenrolar-se entre Israel e Palestinianos, fica com a ideia que existe uma arbitrariedade do poderoso Israel sobre os palestinianos residentes num bairro de Jerusalém para dar os prédios (sim, isto é sobre alguns prédios) aos judeus ultra-ortodoxos e correr com os árabes de lá. Na boca de MST os judeus invocam direitos de antes do êxodo Judeu há 2000 anos para correr com os palestinianos de lá e que era como se os Mauritanos quisessem correr connosco de Portugal porque…ora, para tuga que é estúpido, isto pega, sabe bem e está bom.
Como já referi noutros posts já não tenho interesse particular sobre estas questões no médio oriente. Só escrevo este post para mostrar a distância que vai entre o que pessoas como o MST nos enfia pela boca abaixo e a realidade.
A realidade. A realidade sobre Sheikh Jarrah?
A realidade que nos devia ser explicado é a seguinte:

  • No século XIX, apareceram 3 bairros na zona, nos arredores de algumas campas que por ali existiam. Dois desses bairros eram Judeus e um era árabe. O bairro árabe é Sheikh Jarrah, que está em disputa.
  • Em 1875 dois rabis compraram Sheikh Jarrah e foi colocado num trust das famílias.
  • Em 1948 a Jordânia invadiu e ocupou a zona oriental e correu com todos os judeus daquela zona e deu os 3 bairros às suas autoridades locais (custodian on sequestration)
  • Em 1967 Israel ganhou a guerra e voltou a ter autoridade (pelo menos na sua lei) sobre os 3 bairros. E toda a propriedade que não tinha sido transferida até então, que estava sobre custodian on sequestration deveria ser devolvida aos seus legítimos donos.
  • De acordo com a lei israelita, de acordo com documentos, com escrituras, tudo, tudo certinho direitinho, pertence aos beneficiários do Trust fund original.
  • Desde essa altura que começou a guerra legal. Sim nos estados de direito, não como nas porcarias de países ali à volta, estas coisas podem acontecer. Batalhas legais por propriedade que duram 50 anos.
  • Israel sempre foi proto-socialista, por isso houve acordos e arrendamento que protegeram os arrendatários em vida, acordos que seriam mantidos enquanto pagassem renda.
  • Resumindo: os donos morreram e, aliás, nem nunca ninguém pagou renda nenhuma como era mandatado pelos acordãos anteriores. Por isso chegou ao Supremo e o supremo iria decidir de acordo com a lei. Ia devolver as casas aos seus donos legítimos.

No essencial era uma questão entre um cidadão judeu e 8 palestinianos. -  Os tumultos que se seguiram ao anúncio que o supremo iria ditar a sua sentença, que toda a gente pelo que expliquei acima já sabia qual seria e nem poderia ser de outra maneira, acabou numa barragem de misseis por parte do Hamas sobre zonas civis de Israel.
Israel ripostou!

A porra da realidade existe e devia contar para alguma coisa. Porra!

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Velharias

por Olympus Mons, em 17.05.21

Capture imigrante.PNG

Existe uma dissonância da realidade que sinceramente não sei como resolver cognitivamente.

Eu vi, ouvi, li sobre a situação dos emigrantes no Alentejo e começou como uma coisa pouco menos que de escravatura século XXI. Eram, pelo que ouvia, maléficas redes de tráfego humano ilegal, parecido com tráfego de prostituição, que escravizavam os enganados imigrantes. No auge do frenesim, ligo a televisão e vejo um jornalista que entrevista um destes jovens vindos da índia. Entre a conversa do escravo e a conversa do jovem vai um oceano de distância. Ele mostrava com orgulho a casa onde viva (conjuntamente com outras pessoas) com vista para o mar e recebia 800 euros de ordenado (pago diretamente a ele pelo empregador), que gastava 100 na casa, 100 em comida e conseguia mandar para casa o equivalente a 2 a 3 ordenados de lá! O jornalista ainda tentou fazer a tanga do explorado mas até o ar de espanto do jovem foi revelador. Ele estava ali, bem, orgulhoso do que tinha conseguido e feliz da vida. No entanto, ligo a televisão à noite e lá estão as elites do costume a carpir a cenaça dos coitadinhos e encharcados eles próprios de superioridade moral, a banhar-se no virtue signaling.  -  Parece isto ser uma constante esta realidade alternativa em que uma elite, por norma urbana, vive e projeta como se houvesse uma convenção entre nós todos, piscando o olho, que nós todos sabemos que a realidade não tem muito a ver com o kayfabe que é projectado digitalmente mas que temos todos que fingir gostar do show.

Lembrei-me de escrever isto porque tenho estado a assistir nos últimos dias aos eventos no conflito Israelo-palestiniano. Por um lado, noto um certo enfado da esquerda pela narrativa oficialmente esquerdoide, um enfastio por ter que repetir a mesma mantra dos últimos 50 anos como se duvidassem da eficácia do que é já é velho.

Contudo, e dito isto, também reparo que se mantém a Suspension of disbelief  que tanto jeito dá. Como se o bombardeamento do edifício da imprensa onde se alojavam a AP, Aljazerra, Reuters…e um centro de Inteligenzia do Hamas não fosse algo que o IDF só fizesse com super, hiper provas.  Bombardear o edifício da imprensa é a última coisa que os Israelitas quereriam. E logo de seguida também temos que fingir que estes órgãos de informação não estão em conluio com terroristas do Hamas. O patético que é a AP vir dizer que não fazia ideia de que o Hamas tinha um centro de informação operacional no edifício… ganda jornalistas.

Capture gaza IDF warning.PNG

Nesta distopia entre realidades e Kayfabe e apesar do esforço da google, Youtube, etc, ainda se vai conseguindo ver vislumbres da realidade como esta conversa entre o agente da IDF e o palestiniano que vai ter a casa explodida por um míssil.
para mim a parte mais curiosa é quando ele pergunta se o míssil vai vir por trás ou pela frente, porque na parte de trás há um descampado e não afetará as outras casas. Quando o agente do IDF lhe diz que não sabe vejam a cara dele, tipo “estes burros!”.

https://www.youtube.com/watch?v=sumq8ktYOTI

Vale a pena ver o vídeo todo para perceber que quando a entidade que manda o míssil e quem vai ter a casa atingida por um míssil consegue ter este tipo de diálogo… É outro nível. O que quer que se passe entre aquela gente já parece mais conversa de disputa de vizinhos que se odeiam mas estão habituados a viver lado a lado, do que guerra entre inimigos. - Espero mesmo que o soldado da IDF lhe tenha ligado depois como prometeu para explicar porque a casa tinha sido atacada.

Ao final do dia, eu quero mesmo é que me demonstrem que as criancinhas sem vida da ordem que nos mostram a toda a hora, novamente o truque do costume, não morreram porque o Hamas disparou rockets do sítio onde elas estavam. É que se foi esse o caso (como eu sei que foi), até porque também vejo ocasiões onde ataques são cancelados porque identificaram crianças nas imediações mesmo que sejam alvos legítimos, então se todos as carpideiras não se preocupam com aquelas crianças o suficiente para desmascarar o Hamas então eu, como essas carpideiras, também gostaria de I dont give a shit!

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As coisas que se ouve

por Olympus Mons, em 14.05.21

Capture Michell Barnier.PNG

Das coisas curiosas desta vida e que você não pode saber.  
Para quem se lembre, ou saiba, quem é Michel Barnier, sabe o seu papel central na vida da união europeia e influência em França.  Depois de ter negociado o Brexit em representação da União Europeia, desde fevereiro deste ano é special adviser for Ursula von der Leyen.

Convém lembrar que já por duas vezes os militares franceses avisaram que a França está à beira da guerra civil devido aos islamitas e para quem é mais atento poderá ter reparado como a frança laica republicana está a bater o pé ao multiculturalismo no último ano.
Ora, mas daí a ouvir Michel Barnier dizer numa entrevista: Que a frança tem que suspender a a imigração por 5 anos e discutir o espaço Schengen com os seus parceiros…” é revelador“Os problemas da imigração não são pequenos e são infiltrados por redes de terroristas…” . Isto vindo de alguém com o peso dele na União Europeia?

Muito revelador realmente. Tanto quanto a estonteante capacidade de assobiar para o lado que a imprensa toda, toda, tem nestas alturas.
É que se fosse um André Ventura a dizer uma coisa destas, era um forrobodó de todo o tamanho com intervenções diretas em horário nobre do menino Bernardo da Sic para mencionar um. Contudo, com o poder de uma personalidade como a que é Barnier dizer estas coisas todo o kayfabe da imprensa esquerdoide não tem ainda os mecanismos para reagir com uma narrativa. Estas palavras dele provocam realmente uma dissonância que ainda não foi ponderado como reverter cognitivamente. Logo faz-se de conta que ele não disse. Simples.
A história ainda não parou. Na verdade continuará, inexoravelmente, como nos últimos 6 mil anos.  

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Freedom of the press

por Olympus Mons, em 13.05.21

Houve alturas em que alguma aparência de integridade por parte e para com a imprensa era paramount nas sociedades ocidentais. A liberdade que a imprensa tinha relativo ao poder e, mais importante, as proteções que tinha relativo a esse poder era, foi, uma marca do século XX.

No século XXI, no país onde mais marketing, pelo menos isso, se fazia dessa liberdade, este século optaram pelo retrocesso.

Nem vou falar do que essa imprensa Americana fez a Donald J. Trump mas bem mais incrível é após essa guerra declarada ao 45 presidente norte americano, hoje dia a imprensa americana deixa que a casa Branca de Biden edite as suas noticias antes de serem publicadas.
Eu sei, quem estiver mais desatento deve achar que estou a usar alguma figura de estilo, mas na verdade não estou mesmo.
Começando pelo fim, como eu gosto: O próprio New York Times o confirma. Mais não só o confirma, os jornalistas abordados, como afirmam que o fazem apesar de ser contra os seu código de conduta interno. Assim, nem vergonha se tem. Como no Venezuela.

 Explicando, a imprensa colocada na Casa Branca costuma ser alvo de uma manipulação aceite pelas partes em que staff, oficial sources, da casa branca usam conversas , briefings, com jornalistas para passar as mensagens que serve a propaganda da administração sem terem que dar a cara – É aquela coisa do “a person familiar with the subject” ou an “administration officials says” que tanto se houve nos canais noticiosos.
Mas os jornalistas depois vão embora e escrevem o que querem relativo às conversas que ouviram. No caso da administração Trump passaram a recusar essas conversas. Mas OK, passando à frente.

No caso da administração Biden, wait for it, wait for it… enviam antes os textos para a Casa Branca para que estes os aprovem, recusem ou editem o texto! Mesmo assim.
É mesmo assim - Enviam para que os membros de equipa de comunicação da Casa Branca editem os textos que eles depois publicam.

O que se passa nos EUA está ao chegar ao ponto em que vamos começar a comer as pipocas e nem o notamos. ---uuuhh. Vai começar a molhada!

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Old News

por Olympus Mons, em 12.05.21

Que mais se poderá escrever sobre o problema israelo-palestiniano?

Pode-se olhar para mais um exemplo da diversidade, a tão propalada hoje em dia diversity, não é?
Aquilo é, também é, multiculturalismo. -  Ali, como em todas as outras ocorrências no passado e no presente parece que não está a correr muito bem, mas curiosamente não serve de exemplo ou referência para a intenção que o novo mundo manifesta de aumentar essa heterogeneidade nas sociedades ocidentais.  Mas obviamente sabem a onde eu iria dar e isso daria uma conversa mais longa e distante do tema.

Eles estão lá, são culturalmente Europeus, geneticamente menos distantes…

Capture Ashkenazi.PNG

A única coisa que se me apraz escrever sobre o assunto é que ao contrário do que muita gente pensa, mesmo esquecendo toda a população árabe que é israelita, tanto os Judeus sefarditas como especialmente os Ashkenazi, são uma mistura levantina com Dna europeu, essencialmente DNA europeu materno pelo Mtdna (mitocondrial que as mães passam aos filhos). Basta olhar para o PCA a cima. Levantina significa que mesmo os Ashkenazi (os tais que são um desvio standard de inteligência sobre as outras populações humanas, são 50% dos prémios Nobel e dos prémios científicos…) tem ancestralidade provinda daquela região do médio oriente. A questão da criação do estado de Israel não foram os maldosos dos Ocidentais que não sabiam o que fazer aos seus judeus e despejaram no que hoje é o estado de Israel. Pelo menos pelo lado patriarcal, não fossem eles do haplogrupo do cromossoma Y , J2a (e E1b1b) que vem da região, esta gente tinha sido escorraçada de lá, e depois de outros lados também, e quando pode voltou para "lá" porque sempre se consideraram de "lá".

Não há solução sem um estado Israelita e um estado Palestiniano.... e se calhar mais muros, muito mais muros.

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Um idiota por segundo

por Olympus Mons, em 11.05.21

Já é religião... 
E ao final do dia, pouco interessa mesmo, porque hidrocarbonetos iam acabar mesmo.

mas a quantidade de pessoas, algumas presumivelmente bem informadas que tem dificuldade em perceber que dizer que tivemos o XXXXX ( o dia, ou o mes, ano) mais quente dos últimos YY anos é só estupido. -  É como dizer “sabem… o meu filho de 15 anos este ano está mais alto do que alguma vez esteve.”  
A temperatura aumenta desde o fim do LIA (little Ice age) em 1820 e nessa altura nada tinha a ver com emissões de CO2.  O aumento de CO2 tem (deve) ter impacto na temperatura. Quer dizer, além da fisica do 1.1 grau... quanto mais?  é o tal ECS (Equilibrium Climate sensivity).  

A quantidade de pessoas que não percebe que o que lhes dizem na verdade é que como o tal miúdo está mais alto todos os anos desde que nasceu há 15 anos, vai ter 3 metros de altura. - Quando na realidade pela aplicabilidade natural do engenho humano acabaremos o século com 500-600ppm de CO2 na atmosfera e com um ECS claramente <2C graus.  -  Mas ainda mais giro é quando em 2050 lhes disserem que “eles” salvaram o planeta o pessoal vai engolir essa conversa com agradecimentos dignos de Kim Il-sung.  
Temos que reconhecer o sentido de oportunidade das diversas elites que conseguem antever estes novos mecanismos de ordenaçao das crenças das populações e beneficiar (legitimamente) com isso. O que nunca tinha sido tentado era isto à escala planetária...

E isto vai resultar tão bem!

Ainda me lembro do tempo (2018) quando falar de estados de emergência em sociedades ocidentais era como falar de um unicórnio, tao irrealista era a menção a essa mera perspetiva se concretizar.  Esta pandemia mostrou como o fascismo (suspensão de direitos) é tao bem aceite pelas populações. Só tens que ter a narrativa correta (seja verdadeira ou não) e o pessoal entrega os seus direitos numa bandeja e com laudas de agradecimento. 

Reparei eu e reparou quem se dedica a política, geoestratégia e ao poder. Não se iludam. Percebendo o conformismo não vão deixar por mãos alheias preparar um futuro cheio de regras para todos nós.

Por mim, ok.
Ok, porque farei todos os possiveis para que eu e os que me são chegados valorizem a liberdade, procurarei sempre criar um mundo para mim e para os meus em que essa liberdade exista. Deus me ajude a chegar ao "fuck you money".  
A parte boa é que se há coisa com que podes contar com esta elite é que o farão deixando espaço para os espertos ganharem dinheiro à mesma, o vosso dinheiro claro. E como tal só espero ter a perspicácia para entrar no barco sempre que a oportunidade se apresentar.

Porque, como sabemos, nasce um idiota a cada segundo… e idiotas nascem para ser cavalgados certo?

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Et tu, Brute?

por Olympus Mons, em 10.05.21

3 pontinhos ...
Para quem ainda tenha dúvidas sobre a reescrita da história que está em curso para esta nova geração que vai ser agradecidamente estupeficada, um dos exemplos que começam a ser comuns é a forma, digamos … interessante, com que se altera o passado.

O exemplo do cavalheiro na imagem Olaudah Equiano ( ou Gustavas Vassa) um escravo que acabou como lobista no parlamento britânico contra a escravatura em 1780.  

Mas dizia eu que hoje em dia começa a haver muitos … (pontinhos) nos sítios certos para que tudo caiba dentro da nova narrativa, dentro na nova história.

Alguém notava que ao ler o muito popular livro “the mammoth book of how it happened” havia sempre os 3 pontinhos no sítio certo.  No caso de Olaudah e do excelente livro que escreveu sobre a sua vida enquanto escravo é que os 3 pontinhos estão sempre no sítio onde ele descrevia a sua vida como escravo EM AFRICA e escravizado por africanos e como tinha sido separado da sua irmã numa dessas casas onde era escravo em África, que nunca mais viu. - Por isso hoje em dia essa parte da sua vida, escravo em africa, desaparece e começamos logo pela para a parte em que é levado como escravo por europeus.

Estão a ver, simples, simples. Basta …  

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Já nem pena tenho...

por Olympus Mons, em 09.05.21

Capture reini unido.PNG

Nestas alturas lembro-me que para as pessoas a verdade é que o  fascismo e totalitarismo é bom… se for a nosso favor. Só quando é contra nós é que é mesmo mau!

Como em tantas, tantas, circunstâncias em que perdemos a noção do que significa mesmo democracia, imprensa, pluralismo, assim vai o mundo da imprensa ocidental. Neste caso particular a portuguesa.

Quando passei os olhos pelo expresso online não pude deixar de reparar que a temática do expresso no seus textos seria a temática expressa por qualquer república de bananas venezuelanas ou por qualquer país Europeu governado por uma emulação de um Bloco de Esquerda.
Qualquer evento é seccionado e transmitida a pequenina parte que lhes interessa para manter uma qualquer narrativa, para manter “a narrativa”.

 

Capture reuters (2).PNG

Até nos media mais factuais, como esta notícia da Reuters aqui ao lado, não escondem que a verdade é que os Conservadores continuam a ganhar espaço no reino unido.

Li no The spectator uma notícia giríssima em que eles manifestavam confusão entre quem tinha sentido mais a perda se tinha sido o partido trabalhista ou a BBC, porque as reações mais histéricas tinham vindo de pivots da BBC e não propriamente do interior do partido.

Quando chegará o reckoning para esta profissão falhada?

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Santinhos

por Olympus Mons, em 08.05.21

Capture patente.PNG

Como já aqui escrevi e como esperado houve uma pausa no esquerdalhismo a professar a sua superioridade moral enquanto a vacina não chegou a eles, às suas mães e aos seus avós.
Nos EUA onde mais de 50% da população já tomou pelo menos uma dose da vacina e quase 30% já as duas logo tendo as suas populações mais fragilizadas protegidas da COVID-19, já é apropriado começar a compra de droga endógena para esquerdalhada que é verborrear superioridade moral, como o caso de levantar das patentes das vacinas para salvar os pobrezinhos. 

Na europa, onde só vamos em 20% ainda não se aplica este passar para o nível do “moral postering”. Mas lá chegará e não falta assim tanto tempo.
Depois a questão vai colocar-se com outros fármacos.
Não deixa de ser curioso não é? quando foi preciso desenvolver uma vacina em tempo record não foram os laboratórios governamentais, nem as faculdades … foram para as maldosas farmacêuticas que se viraram e foram as maldosas farmacêuticas que desenvolveram a tal vacina que “salvou o planeta”. – Do ponto de vista deles, esta é a paga que lhes estão a dar com quedas acentuadas nos valores das suas ações.

E mais curioso, especialmente em relação aos EUA é o facto de as farmacêuticas se sentirem atraiçoadas por Biden. Por isso mesmo, e se for verdade que existe essa consternação por parte daquelas, é bem feito! - É sabido que a Pfizer e a BionTech mandaram fechar em meados outubro do ano passado os seus laboratórios que processavam as análises das vacinas até ao dia 4 de Novembro, algo contrário aos seus protocolos internos. Assim não foi possível reportar antes das eleições para as presidenciais nos EUA que havia uma vacina.  
Para que não haja dúvidas: Aquelas empresas sabiam que os restantes resultados iriam também dar resultados positivos por isso suspenderam a “leitura”. Quando a retomaram, após a derrota de Trump, anunciaram que tinham conseguido a vacina. -  Foi deliberado para que Donald Trump não pudesse anunciar antes das eleições que tinha conseguido a vacina em tempo record, algo nunca antes reportado no planeta.

Alguém nas farmacêuticas fará as contas e perceberá se valeu a pena. Se não valer, da próxima vez que precisarmos das farmacêuticas corremos o risco de assobiarem para o lado.

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Cowboys

por Olympus Mons, em 05.05.21

Ao conversar com um amigo, reparei na incredulidade dele quando eu lhe disse que os Estados Unidos nos últimos 30 anos “ganharam” 100 milhões de pessoas em população, passando de 230 milhões de pessoas para 330 milhões de pessoas. E esses 100 Milhões de pessoas eram culturalmente diferentes dos que por lá viveram antes.

Num mundo em que se morre de medo de ser acusado de racista ou xenófobo ou outra coisa qualquer do género não é surpreendente que isto tudo ocorra e nem se consiga ter uma conversa factual sobre o facto em questão.

O que era óbvio aconteceu! - Com esse aumento de população num curto espaço de tempo os EUA deixaram de ser os EUA. Isto é um facto. Não quer dizer que tenha algo de “mal” ou “bem”, simplesmente significa que algo de diferente vai ocorrer e, mais importante, está a ocorrer e é isso que nos entra pelos portáteis ou televisores a dentro especialmente nos últimos 10 anos onde essa mutação cultural se materializou. Nada de estranho ou anormal. Estava nos livros.

Deixando claro: A AMERICA, a 'Merica, enquanto matriz ou identidade já não existe. Como facto é algo muito simples de perceber – Culturalmente ou identitáriamente os EUA foram uma versão da Europa criado por Alemães e Irlandeses. Facto poucas vezes mencionado é que essa imigração constante para os EUA para quem observe os 200 de imigração repara que o nome constante é a Alemanha. Sempre no top 3 de países de origem oscilando entre o primeiro e segundo lugar e com a entrada do século XX a adição da Itália a esse trio do topo. Só a partir dos anos 70 é que a Alemanha desaparece do trio do topo sendo substituído pelo México no topo.  Desde essa altura que a imigração (e acentuado a partir dos anos 90) que a América optou por se transformar ao escolher importar pessoas do México e Ásia em detrimento de Europeus. Intencionalmente.

Não vou entrar por explicações culturais do significado do protestantismos, quase luteranismo, blablabla que já toda a gente sabe. Mas que fique claro que a AMÉRICA foi criada por esta gente, essa gente da república da revolução francesa, dos pilgrims e da constituição acima de tudo -  Que significa isso? Que a Make América Great Again é a pretensão de parte da população (acredito que maioritariamente branca) voltar a essa América que já não existe. E quando os EUA manifestam tensões enormes sobre as sua introceptividade racial não é saído do nada. 

 A AMÉRICA é essa nação feita por brancos europeus. Não é outra coisa. Eles não são maluquinhos – esses 100 milhões de habitantes em 30 anos fez com que a percentagem de brancos europeus nos EUA passassem de 87% para 60%. Por isso a América rejeita-se a si própria como matriz europeia branca. Porque já não o é. A partir de meados deste século essa população branca será uma minoria nos EUA. Como é no México (40%) no Brasil, Bolívia, Chile…. Ou seja está em curso a Sul Americanização dos EUA.   

Um dos outros fenómenos que raramente se refere é que tanto quanto eu consegui ler na literatura cientifica sobre a matéria, desde Robert D. Putnam que se sabe que quando passas os 5% de diversity  a velocidade a que o capital social naquela comunidade se destrói é impressionante. Passas os 20% de Diversity e esquece o que eras porque já não tens hipótese de continuar a ser. Isso foi programaticamente decidido e foi opção consciente dos EUA (não sei porquê) logo aquilo que se assiste é nada mais do que o guião de como um pais se destrói enquanto identidade. E para nascer algo de novo algo tem que morrer. Os EUA (não sei quem nem como) optaram por se suicidar para permitir o nascimento de algo de novo. Ok. Seja.

Pode parecer para quem leia este texto e olhe mais para a sua própria visão do mundo do que para o que escrevo, que existe um lamento neste meu texto… humm, não necessáriamente.  As coisas são como são.  -  O interessante para mim, que assisti (li) à queda de culturas, civilizações e impérios, é que como é óbvio nunca lá estive quando essa implosão aconteceu. Contudo, e provavelmente no caso dos EUA, vou conseguir observar o processo da queda como aconteceu com Mesoptamia, Akkadia, Minoan, Hititas, Egipcios, Grécia, Roma…

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Ir lembrando

por Olympus Mons, em 03.05.21

Por vezes é preciso fazer resumos.

Capture ECS.PNG

Esta imagem mostra como ao longo do tempo, os resultados dos estudos trazem o ECS para valores bem mais perto de 2.0 C e cada vez bem mais longe dos valores malucos que alimentam o histerismo climático.

Quando se fala de alterações climáticas só duas questões são verdadeiramente relevantes. A primeira é qual o ECS em que se acredita. Qual o Estimate climate sensivity à duplicação de CO2 na atmosfera.  Olhando para a perspetiva oficial, e oficial é aquela que emana do IPCC nos relatórios quinquenais (AR) então, do ponto de vista cientifico será algo como 1,5C a 4,5C. ou seja é como dizer que a idade em que você vai morrer é algo como entre os 20 e os 120 anos.
1,5 C o assunto das alterações climáticas não em interesse nenhum. Se for 4,5 graus estamos metidos numa alhada de todo o tamanho. 

Utilizando uma perspetiva empírica, ou seja, já aumentámos em 130 partes por milhão, e tendo em conta que o primeiro CO2 adicionado é aquele que mais impacto provoca porque o efeito é logarítmico, olhando para os efeitos de 0,5 graus nos últimos 100 ppm (desde 1979) temos que concordar que o valor real estará mais próximo dos tais 1,5 C do que do valor superior. Melhor referência que tenho é dos trabalhos de Judith Curry que aponta para 1.7-2.0C de ECS.

Mas como já escrevi várias vezes sobre isto tudo, essa não é a razão porque o faço agora.
A questão é a seguinte. Mesmo fazendo o muito pouco ou nada para reduzir emissões no planeta (continua a aumentar) a verdade e que não passaremos muito para além dos tais 1.5-2.0 C. No contexto da  mantra que se ouve todos os dias, do kayfabe oficial e politico eles terão salvo o planeta. No futuro este pessoas irá sempre usar o argumento que se não fosse eles o nível de CO2 na atmosfera seriam, sei lá, 1300ppm, por isso, seja como for eles serão sempre heróis.

Este é o ponto. Quando na televisão te dizem que vai acontecer isto ou aquilo ao clima é com base numa coisa chamada de RCP 8.5. Ora 8.5  é um cenário em que as emissões de Co2 iriam hipoteticamente subir aos 1300ppm e quando alguém tenta explicar como é que se atingiria o tal RCP 8.5 as explicações apontam para coisas como a utilização de carvão como fonte de combustível irá quintuplicar sobre valores atuais… ora de acordo com todos os dados oficiais, mesmo da IEA, a utilização de carvão como fonte de energia terá atingido o seu pico em 2013 e daqui para frente será estável até uma ou duas décadas começando depois a cair. Onde esses malucos vão buscar a quintuplicação do carvão como fonte de energia? Pura loucura. E, contudo, ainda hoje dia o cenário RCP 8.5 é utilizado em 75% de todos os estudos científicos publicados até hoje.  Daqui até os media propagarem esses cenários dantescos foi um passo pequeno. Mas não tem nada a ver com realidade.

Outra forma de olhar para o clima é sob a Equação de Kaya.  Toda e qualquer conversa de adultos fora disto é ridículo.  Mas sobre Kaya, escreverei para  a semana.

 

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Filet Mignon

por Olympus Mons, em 02.05.21

Lembrar que já lá metemos algo perto de 2 mil milhões de euros.

Capture tap despedir.PNG

 

Capture lacerda 1.PNG

2 mil milhões de euros!!

Voltando eu de uma semana de deslocação de negócios (mundo está a recomeçar) que me obrigou a viajar de avião não pude deixar de reparar como os LF (load factors ou taxa de ocupação) dos dois voos estava já bastante decente. Algo acima dos 50%.  E isto depois de reunião com alemães em lisboa na semana anterior que me tinham dito que os o voo da TAP em que vieram estava completamente às moscas (disseram 10 passageiros).

É verdade que a TAP era 2% do PIB, maior exportador nominal, deixava cá 1.5 mil milhões de euros na balança comercial, e que desde 1998 que por lei era proibido receber dinheiro do estado etc, etc  - Tudo isso era verdade! E um dos problemas que tenho com o Tuga é também as patétices que adorava (m) dizer sobre a TAP e que não era verdade. 

Contudo o passado não interessa para nada, porque vamos é viver do futuro. E se ouvirmos com atenção, sabemos que a TAP por falta de resposta perde largos segmentos de mercado como os allots para tour operatours, perde negócio de chartes, deixa a Ibéria entrar nos voos para cabo verde e porto santo que sempre foi dominadora enquanto se entretêm a criar voos para Cancun, etc, etc., etc. -  Em resumo, como esperado, a TAP está a receber quantidades enormes de dinheiros públicos e está a fazer tudo certinho para morrer.  - Vai queimar 4 mil milhões e depois morre? É isso?

Contudo as notícias que interessa a Tuga, como se vê pelas imagens é o que o amiguinho do Costa fez, ou que o caso anedótico de alguém que coincidiu com circunstâncias pessoais complicadas e o facto de ter sido selecionado para ser despedido. Como se a Boston Consulting não fizesse estes processos de forma profissional e processual em dezenas de países.

 O que interessa, para este post claro, é a dedicação que o tuga tem ao anedótico.
Tuga só come gordura, porque só vê gordura… Filet Mignon não é para nós!

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