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blá Blá da Greta

por Olympus Mons, em 29.09.21

Capture blah greta.PNG

Os políticos são pessoas que por norma, de uma forma bizarra, admiro. Muito frequentemente são tão inteligentes que deixam que idiotas que acham que são inteligentes os considerem estúpidos.
Ora, Inteligentes… mas não tanto assim.  Seja nisto das alterações climáticas, seja no mundo woke da deseducação do mundo, estão a semear as tempestades que irão colher num futuro bem mais próximo do que aquilo que julgam ou desejariam.

Sim, blá blá. E nisso ela tem toda a razão. Esse é um dos problemas que quando falo com as pessoas sobre este tema elas tem dificuldade em perceber. De acordo com o que os políticos, opinion makers, etc nos transmitem, e que fingem acreditar, a Greta tem toda da razão. Os objetivos a que as nações se propõem atingir são pouco mais do que inúteis se tivermos em conta aquilo em que acreditam ou dizem acreditar.

Numa forma muito lógica: Se acreditam que o ECS pela duplicação de CO2 é algo a rondar os 3.5C ou até 4C então toda a tanga dos objetivos de redução de emissões de CO2 são pouco mais que fazer nada.  -  É que a Greta acredita que é 5C ou 6C. Quer dizer acreditaria se soubesse fazer contas ou percebesse a providencial ponta do corno sobre alterações climáticas.

Os políticos até estão a fazer isto tudo muito bem feito. Ou seja, descarbonizar as economias não tem nada de mal. Quer dizer, atividade económica é atividade económica e, contentes a sugar mais dinheiro aos contribuintes, lá seguem felizes e contentes.  Ao ritmo expectável iremos terminar o século com algo muito próximo das 580ppm o que dará um aumento de temperatura desde a revolução industrial de 2C. As pessoas tem que se lembrar que o planeta já tinha aumentado 0.8C e toda a gente achava que o planeta (anos 70) estava a arrefecer e que viria aí nova idade do gelo, por isso, e cada vez mais, as pessoas nem vão verdadeiramente sentir os efeitos desse aumento de temperatura. Lembrar também que o número de mortes por eventos climáticos nos últimos 100 anos reduziu em 99%. Parece mentira, mas é mesmo assim.

Mas, dizia eu, o problema para futuro é o fanatismo da geração Greta. Aconselho a verem o vídeo dela nesta conversa do Blá,blá. A raiva a fúria surda no tom dela é de meter medo. E os políticos é bom que percebam que chegará o dia em o seu pragmatismo vai bater na parede deste fanatismo.

Ela grita "what we want? - action!!! ...When we wanted it - NOW!!". Pergunto-me se alguém alguma vez lhe disse que verdadeiramente a única action que daria o resultado que ela procura, basendo-nos na ciência em que ela acredita, seria matar 3 ou 4 mil milhões de pessoas.  Tudo o resto seria perda de tempo. 
a Pateta fala de action, action, mas já alguém alguma vez a ouviu falar em soluções?

Tenham medo, muito medo. Esta geração fanática, como todas as outras no passado, não só é fanática como é em grande medida burra. Sim, neste processo de deseducação a que assistimos o fim é a burrice global.
Estes patetas Gretantes nem pensar sabem.

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Arigato gozaimasu

por Olympus Mons, em 27.09.21

Na minha opinião vivemos durante as últimas décadas no mundo da desinformação ao que se segue agora o munda da deseducação. Que é uma fase nova. Não só as pessoas não sabem nada como recitam as novas mantras, com veemencia religiosa, que são as unicamente que nos são permitidas de verbalizar neste novo fascismo global.

Expliquei a alguém porque para mim era essencial à sobrevivência votar no CHEGA. Não será o iniciativa liberal ou o CDS-PP ou o PSD que irão alguma vez levantar um dedo para a proteção identitária da europa, dos seus países e dos seus povos.  Mas, como escrevo acima, tem muito a ver com o tal processo de deseducação em marcha e que tem a colaboração, no sentido de colaboracionista, de toda a gente, toda a gente que não tem um par digno desse nome.  

Não tem nada a ver com racismo, nem com cor das pessoas, mas sim como nos demonstra esta nova etapa da tentativa de destruição do ocidente a ver sim com o destruir até dos factos históricos que qualquer pessoa de boa fé interpretaria da mesma forma. Sim, aquela coisa do 1984 que não adianta chover mais no molhado. 

Dizia eu "Mas que diabo terá isso a ver com as imagens abaixo??? Perguntarão?"

Porque o Japão existe há muito menos tempo do que aquilo que as pessoas pensam. Podia dizer o mesmo por exemplo da Índia.  Mas da Índia já se sabia do japão é algo recente. Ou seja. Existiam, viviam, pessoas naquilo que agora é o Japão e depois vieram emigrantes. E passado um tempo bastante curto as pessoas que viviam naquele espaço geográfico já eram outras.

A primeira foto representa os Jomon que viviam na ilha desde algo como o pleistoceno, com uma genética muito cheia de DNA ANE (que como sabemos são as pessoas que ligam um europeu aos índios da América). Depois vieram os imigrantes Yayoi da China e passaram a ter outra genética. Mas não ficou por aí.

Quando os europeus chegaram à China no século VII  encontraram o japoneses mas não tinham noção de quão jovem aquela cultura verdadeiramente era. Na verdade os japoneses devem-se à chegada à ilha de uma leva de imigrantes após o século III. -  Já Roma estava em total decadência e pronta a desabar quando aquilo que hoje chamamos japoneses com a chegada de imigrantes da Coreia se começou a formar. Do modo como seria o anterior Japão sabemos muito pouco ou quase nada. Esse é o destino dos perdedores. Não reza a História.  

Mas qual então o moral da história? - Nenhuma porque a História não tem Moral…
Mas uma coisa é certa, os índios que o digam, os da América, quando os imigrantes chegam e não ganhas a guerra cultural não resulta nada de bom para ti. Daí a referência que fiz ao CHEGA. Só estes saltarão para o terreno a bater punho por aquilo que hoje ainda somos na Europa. Os únicos.

Ao final do dia nada interessa. Podemos falar de culturas e genéticas antigas como as europeias, cuja etnogénese tem 5 mil anos e vem desde o inicio da idade do Bronze, ou etnogéneses que se formaram já mais tarde na idade do ferro como a da maioria dos africanos (bantu) ou ainda mais recentes como as da Índia ou do Japão. Mas ao final do dia, uns ganham e outros perdem. E basta observar os haplogrupos masculinos do cromossoma Y que sobrevivem para que fique claro o que por norma acontece aos perdedores.

Lições para o futuro? - Talvez, mas seja como for não é de certeza num post que se debateria tais questões.

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António Costa Maduro Chavez

por Olympus Mons, em 27.09.21

Capture sondagens.PNG

Coloquei um filtro em “sondagem Lisboa”  até dia 15 de Setembro e sai-me isto.
Quando Rui rio se insurgiu contra as sondagens não faltou gente, não faltou o Bom o Mau e vilão a cascar no senhor. Quando Donald Trump ou outro qualquer politico ou comentador da direita se queixa das sondagens, das empresas de sondagens que cantam sempre a mesma melodia de kayfabe de esquerda, não falta quem faça a mantra dos maus perdedores ou que quem não sabe dançar.

Contudo isto, esta tanga das sondagens ajudar a criar momentum à esquerda dura já décadas e, como é de esquerda, segue sem cura ou remédio à vista.
Nos EUA é frequente já até comentadores assumirem que qualquer sondagem é para somar de 4 a 7 pontos percentuais ao da direita.  Nem vale a pena perder tempo.
Joe Biden tem um approval rating de 45%. Não falta quem dia, ok, se fosse Trump era esse valor menos 5% dados pelas sondagens. Aceita-se como uma fatalidade. E de fatalidade em fatalidade se instala, e já vivemos, no Fascismo cultural de esquerda.

O PS, ou António Cota, queria a tanga da grande sociedade socialista como sinónimo de Portugal. Queria e teve.
Salvo raras exceções toda a intelligentzia aceitou que António Costa e o PS usassem os dinheiros do PRR com arma política. Entretidos que estão a ler as sondagens que dão sempre melhores resultados ao PS que a realidade.

Entretanto, mesmo com toda a saciedade erigida contra eles lá vai o CHEGA e André Ventura de pequena vitória em pequena vitória.  Era um risco enorme assumir candidaturas a nível nacional, mas não tiveram medo e assim o fizeram. Correram o risco e este era real como se viu pelos vídeos de alguns dos seus candidatos. Mas André ventura parece saber o caminho das pedras, talvez avisado pelo caminho traçado pelo VOX em Espanha. A ver vamos quando conquistarem deputados e outras caras aparecerem.
Seja como for o que foi acordado entre eles está implementado no terreno – Após os ataques de histerismo com tudo o que tivesse a ver com o partido CHEGA, agora deram-se ordens para ignorar. Hummm, não me parece que esteja a resultar como esperavam.

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Endrominados

por Olympus Mons, em 16.09.21

Capture mais vacinado.PNG

Portugal o país do mundo mais vacinado do mundo? – Na vossa experiência existe alguma coisa em que Portugal seja o “mais do mundo”, qualquer coisa em que Portugal um país pobre do sul da Europa consiga ultrapassar, consiga ser melhor que o resto do mundo? - Não ditaria a lógica que houvesse algum ceticismo relativo a essa ocorrência?

Contudo não é isso que se observa. Ninguém se pergunta porque somos mais vacinados do que a Alemanha, França ou o Reino Unido. Ninguém se pergunta porque o grupo de pessoas com maior percentagem de não vacinados nesses países são pessoas com formação académica superior e não na verdade as pessoas ignorantes que preferem tomar desparasitante de cavalos do que uma vacina, como nos querem fazer passar acreditar. Este abandono do ceticismo como forma de proteção das sociedades e da espécie humana é o resultado dos social media. Tudo é um conteúdo e quando tudo se transforma em conteúdo tudo é manipulável desde que bem encapsulado na narrativa.

Eu continuo à espera dos estudos apropriados a vacinas de instruem o DNA através de Message RNA a produzir spike proteins que são citotóxicas demonstrando que não existe acumulação das mesmas em órgãos vitais. Continuo à espera que a Merck que é inventora do ivermectin surja no mercado com o seu novo medicamento que cura o COVID-19 (porque ivermectin já acabou a patente por isso não dá dinheiro) e nos demonstre que o tal medicamento tem todo um espectro novo e não réplica do dito medicamento que é quase à borla….

Eu também concordo que temos que acreditar nas instituições. Raios sem elas o que sobraria. Temos que acreditar nesta gente toda. Contudo o problema é que se elas mentirem, se elas defraudarem as pessoas (que não digo que o estão a fazer), se o fizerem, a resposta correta é a sua destruição e a criação de novas. As sociedades nessas circunstâncias, de defraude, reagem de forma violenta. E eu, se se vier a comprovar que houve defraude eu quero que haja essa reação. Porque pior, bem pior, são sociedades que aceitam ser endrominadas e ainda pedem por mais.  Nada, mas nada, deverá ser pior que isso!

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Agarrem-me que me vou a eles.

por Olympus Mons, em 15.09.21

Capture bazuca.PNG

Costuma-se dizer que na política se cria a narrativa ao contrário da realidade que percecionamos ser a mais provável de acontecer.

O PRR não é uma bazuca é um bombardeiro alemão a despejar bombas de dinheiro. Perdida em certa medida a oportunidade dos fundos europeus durante décadas cai-nos no colo agora devido à pandemia uma ultima oportunidade para Portugal . - E a probabilidade de correr bem era virtualmente zero.
A razão pela qual vamos a caminho de ser o país mais pobre da europa não é por qualquer razão exógena a nós próprios é meramente porque nós somos isto. Somos assim poucochinhos.  Na Europa ninguém nos liga nenhuma. Se queremos arrebentar o dinheiro em mais infraestrutura que nos espatifemos que ninguém quer verdadeiramente saber. – Não contamos para o jogo.
Já aqui em tempos falei sobre um dos projetos que tenho a andar, sobre blockchain e smartcontracts e que é inovador. Como por essa Europa fora parte dos fundos de recuperação são para a transformação digital e novas tecnologias de futuro fazia sentido procurar fundos do PRR para o efeito. Fazia, mas não faz.

Tornando esta história em short story, na verdade mais vale ir procurar verbas fora de Portugal e esquecer esta conversa do PRR e da Bazuca.
Claro que tentámos private investment Capital mas surgiram dois problemas. O primeiro foi que o projeto é demasiado grande para IC português e segundo porque não faz sentido para nós ainda dar tanto equity em troca do capital para um projeto com tanto potencial. 
Após procurarmos obter um bom entendimento disto tudo, inclusive falando com alguma pessoas entendidas o resultado foi claro. – Vai bater a outra porta.

Assim, iniciamos projeto junto do EU Public funding for SME Innovation, no EIC work programme. E para o efeito mais valeu usar empresa espanhola para gerir processo (nem para isso tuga serve) e lá vamos nós por esse caminho.  O projeto é essencialmente IT e isso é dinheiro para ordenados. Nada devia suscitar mais interesse para um programa como o PRR esse "dar empregos" e dos bem remunerados, não é? Pois, tugas.
Mas enfim não é isto a minha fonte de rendimentos por isso não me mata ter que ir por este caminho, mas fica aquela sensação que Portugal é um projeto falhado em todo o espectro.
Cá ficarão os tugas para, no futuro, usar abundantemente as suas armas favoritas : Chorar para mamar e direito à indignação. Isso tuga sabe fazer. Quando lhe toca sabe indignar-se. Indigna-se muito e assim o fará nos momentos de lucidez rara em que se aperceber que o resto do mundo segue em frente e eles por aqui ficarão como empregados de mesa e beber imperiais ao fim de semana e ocasionalmente comer o camarãozito nas festas de anos. Somos isso e assim ficaremos.

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Incompetentes

por Olympus Mons, em 10.09.21

Capture IR.PNG

Não posso deixar de considerar que isto é tudo cómico. É tudo uma comédia satírica… é uma boa forma de definir Portugal. E em boa medida os Portugueses.

Entre numa sala de reuniões, entre numa argumentação, num projeto, numa iniciativa e pode ter a certeza que andará muito perto deste tipo de coisas, de lógicas aberrantes e tangentes totais ao objetivo ou objetivos, do que aquilo que gostamos, enquanto portugueses, de admitir mesmo que seja como vergonha alheia.

Mas neste caso do terrorismo assiste-se a uma coisa diferente. Esta inépcia, esta incapacidade de lidar com o terrorismo no mundo ocidental tem que ter as suas raízes em algo mais profundo.  Seja cá, na França, no Reino Unido, nos EUA ou na Nova Zelândia, estamos sempre a falar de pessoas que estavam identificadas, que estavam a ser vigiadas e já se sabia que estariam perto de cometer atos imperdoáveis  e mesmo assim conseguem cometer os tais atos. Presumo que pessoas para estarem a ser vigiadas possuem indícios fortíssimos de estar perto de cometer atos que são dos piores a ser cometidos contra uma sociedade. Certo?
Eu não consigo perceber como nesse mundo de indícios não há crime que se consiga atuar sobre e assim impedir esses atos.  É como se as nossas sociedades tivessem esforçado tanto para garantir direitos aos seus cidadãos que não possuem os mecanismos necessários para impedir pessoas com más intenções de nos surfar com a maior das facilidades. Uma sociedade saudável, raios, viável, tem que ter mecanismos que meta medo a pessoas que acham que podem cometer, ou conspirar, para cometer atos terroristas. Não consigo conceber sobrevivência de qualquer sociedade sem essas ferramentas de detração de direito penal.  – Fuck you, se já estás a ser vigiado por forças de segurança interna então meu caro, tens que começar a levar na boca já!
Qualquer coisa que leias, qualquer coisa que compres, qualquer viagem de faças… já tens que estar a pagar. Ainda existe gente daquela enxertada em corno de cabra, que se veste de negro e pode esperar-te à porta de casa às 2 da manhã.

valorizar pessoas como o Juiz Ivo Rosa é valorizar o oposto daquilo que garantiria a nossa sobrevivência.

É uma mentira que qualquer sociedade sobreviva sem aquela gente a guardar a porta do castelo. Os romanos aprenderam isso tarde de mais, nós no ocidente aparentemente também.

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O meu amigo turra.

por Olympus Mons, em 08.09.21

Capture mezze.PNG

Numa altura em que até vamos para autárquicas, e depois virá as legislativas e depois… mais alguém acha tudo o que tenha a ver com Portugal é de uma irrelevância, de um cansaço, anedótico?

Terroristas surfam a civilização do Ocidente, a (the) civilização, com toda a sua humanidade e pergaminhos de ela criou e as pessoas amorfas limitam-se a encolher os ombros sempre que nos ameaçam. Em França começa o julgamento de pessoas que executaram mais de 100 inocentes, seguiram-se muito pequenos atentados por essa europa fora e ninguém liga nenhuma, pessoas que deixamos entrar na Europa planeiam a nossa destruição (que não quer dizer que com competência) sendo uma revelação de que as pessoas não se integram nem se incluem em sociedades que não são correspondências ou manifestações do seu temperamento. Pessoas a quem se dá guarida cavalgam as nossas liberdades e planeiam ataques a populações civis enquanto tiram selfies?

Nos atentados de Nice, passado talvez um ano estava lá e ainda tentei encetar conversa sobre o tema com residentes locais ao jantar e ninguém queria literalmente saber, mais tarde tendo em conta que lido recorrentemente com austríaco e mesmo após atentado em Viena, e ele é de Viena, o assunto não era algo que tivesse qualquer interesse… Realmente cada vez mais os ocidentais deixam de ter referências identitárias com a sua localidade e cultura.  Tal como de todas as vezes no passado, é prelúdio de morte.

Quando os indo-europeus (se é que o eram) vieram das estepes da Ucrânia e chegaram à europa (do leste) também em pontos de civilização como Varna ,Gulmenita ou Cucuteni–Trypillia bem mais avançados (por exemplo a roda foi inventada ali) que aqueles nómadas, e sendo sociedades pacíficas, com “cidades” de mais de 20 mil pessoas, estranhamente não se souberam defender.
Sim, talvez as alterações climáticas tivessem criado disrupção, mas não justifica a substituição total e plena que ocorreu a seguir. Não ficou nada deles (a não ser os genes passados pelas mulheres). Aliás o mesmo aconteceu na Europa Central com Globular Amphora culture (GAC), talvez os mais branquelas e loiros de todas as culturas, quando o “sangue yamnaya” chegou nada sobrou da cultura.
E essa é a nossa génese.
Muitas pessoas dizem, que se assim foi, do que nos queixamos agora?
Não se iludam, queixamo-nos que para os que perderam a guerra cultural foi o fim, para os vencedores a dominação demográfica. Não houve, nem vai haver diversidade, multi, nem inclusão. Alguém vai ganhar e quem perder perde tudo. Quem se oferece para ser o perdedor?

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