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National Divorce

por Olympus Mons, em 31.12.21

Dos fenómenos políticos que mais me intrigam é o facto da esquerda não ser autorreferencial. Aliás algo que escrevo amiúde aqui - Entre muitas outras coisas isso significa que efetivamente as pessoas de extrema-esquerda são muito pouco autorreferenciais nas consequências das opções pessoais. Ou seja, sem vergonha!

Seja em pequenos detalhes como OAC (Alexandra Ocácio Cortez) , a congressista Hiper esquerda do estado de nova Iorque, um estado onde as restrições devido á pandemia só tem paralelo se calhar nas restrições na austrália, ter sido fotografada ontem de férias na Florida, o estado que ela tao crítica por não ter restrições devido à pandemia, a beber e jantar sem máscaras, no famoso e caro Doraku Sushi and Izakaya, num estado que prima pela liberdade das pessoas optaram por não serem vacinadas e viver a vida com a maior das normalidades.  – Sendo uma personagem política com imensa vitriole nas críticas a quem não se vacina e não adere às restrições impostas nos EUA contra a Covid ter, ao final do dia, optado por ir curtir a passagem do ano no estado que menos adere a essas restrições é daquelas coisas que acontece a toda a hora às pessoas de esquerda. No momento de escolher a sua escapatória escolheu o sítio mais agradável e onde mais maximizara a boa vida das imagino merecidas férias. - Nesse momento da escolha nem lhe passou pela cabeça toda a sua narrativa política. Porque digam o que disserem durante a vida toda nas horas H não é mesmo para ser aplicado a eles nas suas opções pessoais. -  Bem twitou o gabinete do Governador Ron desantis “Enjoy a taste o freedom!”

Mas decidi escrever este Post não obviamente pelas escolhas desta pateta AOC, aliás como diria de uma Mariana Mortágua ou de uma Joacine, mas por algo que também li e reparei estar a criar algum frisom nos EUA, que são as declarações da Congressista do extremo oposto, Marjorie Taylor Greene que não diria que contrasta mas sim que é o seguimento natural da existência política de pessoas como OAC.

Taylor-Greene ontem tocou (a brincar ou não) na ideia de um “National Divorce” entre estados republicanos e democráticos, entre Red states e Blue States (e purples também que são os híbridos) e defendia que não era uma guerra civil mas sim uma forma de impedir uma guerra civil que alguns temem. Particularmente curioso é a defesa que ela fez de um conjunto de regras para as pessoas que imigrem dos estados como a Califórnia e Nova Iorque para estados tradicionalmente conservadores. Entre outras coisas ela defendia que durante um período perderiam o direito de votar nas eleições locais e estatuais. Em resumo haveria um preço a pagar (pese embora algumas destas coisas sejam obviamente inconstitucionais).
Estas coisas, estes pequenos tocar no intocável, ganham nos EUA uma dimensão ainda há uma década difícil de imaginar. As declarações de Taylor-Greene seguem-se às reações agressivas observadas quando no mundo do social media se encontra, e são muitas e muitas, das pessoas que estão a abandonar estados como a Califórnia dizerem que abandonam o estado porque já não conseguem suportar a modo, condições e custo de vida da Califórnia ou Nova Iorque mas que estão muito preocupadas por emigrarem para estados com visões politicas erradas como a Flórida! Sim são muitas estas pessoas que, tal como eu tenho escrito vezes sem conta sobre pessoas de esquerda, são das primeiras a abandonar as consequências do que defendem, mas não aprendem nada. Chegados aos sítios para onde fogem dos pântanos que criaram votam exatamente igual ao que votavam nos sítios de onde fugiram e onde eram a maioria. Kid-you-not.

Eu acho que se não houver pessoas a dizer coisas como Majorie Taylor-Greene então tudo isto se passa com as maiores das normalidades. Seja na flórida seja em Austin Texas, este pessoal aterra com o seu poder de comprar bem maior do que os locais, instala-se e continua com a mesma conversa política, socio-económica. Junta-se a AOC deste mundo nos Doraku Sushi and Izakaya e continuam a acreditar no mesmo que os levou a fugir dos tais sítios porque ao final do dia tudo aquilo não é para ser aplicado a eles e à sua vida.

Outros dos fatores que poucas pessoas reparam é que as reações alérgicas ao que a congressista Taylor-Greene disse vem essencialmente dos pasquins e media outlooks ligados à esquerda. Uma das coisas que as pessoas de esquerda também não percebem sobre as pessoas do espectro político oposto e que essas pessoas tem um sentido de sacralidade, de pureza, que quando é quebrada está partido e por isso são as pessoas que de bom grado refundam por exemplo nações. Já as pessoas de esquerda ficam chocadas quando alguém lhes diz, ok, ficas aí que eu e os meus vamos ali para o canto e não te queremos lá. Ficam chocados porque no fundo sabem que deixados aos seus próprios mecanismos só conseguem criar shitholes.  Precisam das pessoas de direita com os seus pilares morais que são descritivos para haver sociedades funcionais.
Por muito estranho ou por até muito extemporâneo que as palavras da congressista possam ser, a verdade a que não se consegue fugir é que até ao dia em que se comece a não deixar este pessoal entrar, continuarão a fazer merda e a seguir ser dos primeiros a fugir precisamente para os locais onde está implementado o oposto do que acreditam.-  Perguntem a Eric Kaufmann o que ele já em 2011 tinha descoberto sobre as pessoas mais liberal (esquerdoide) em londres nos census britânicos e para onde elas fugiam assim que chegava a carrinha de mudanças com a tão amada diversity!

Boas entradas para todos. Isto vai ser épico daqui para a frente. Enjoy.

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tudo gente que não me é nada...

por Olympus Mons, em 29.12.21

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Este é daqueles assuntos que após leitura atenta propela à vontade de votar no CHEGA. Em massa!

Logo nas regras do concurso estão claras as imposições da multiculturalidade, da diversidade, da promoção de identidades variadas de género, sexualidade alternativa, etc, etc, etc. – Logo à partida não concordo com as regras, penso que do ministério da Cultura, que para representar Portugal sejam estes os parâmetros exigidos pelo estado e governo Português. -  Aliás o que ganhou , o trabalho que ganhou, cumpre com todos e mais alguns destes requisitos, inclusive até com o da reprodução “queer” …

Quer isto dizer que se tratou de um cozinhado todo na cozinha da cultura woke, da qual a atual e ainda em funções ministra da cultura cumpre, e nada mais gratificante do que ver quando eles se começam a comer a si próprios. Sempre o disse e podem ler por aqui abaixo que a esquerda nunca, nunca, conseguiu fugir a ser autofágica.

Do crítico acusado de racismo, o Nuno Crespo, pelo que percebo e até por ter sido escolhido para júri duma coisa destas, só me resta desejar que burn, mother fucker burn! -  Pois, não escolheste o trabalho da artista de raça negra? – Racista, Racista!  Agora, engole e cala a boca racista!

Ao jovem que ganhou, gostava que lhe tirassem agora essa vitória e dessem à artista Grada Kilomba que é quem mais guinchou a sua vitimização nas hierarquias do woke. E se ela, a artista em questão, vê racistas a cada esquina e para quem todo esse pessoal é tudo racista!  Ela que nasceu em Lisboa mas a nada terá mais ódio do que à história e conceito de Portugal fica-lhe bem, que nem uma luva, o querer a vitória porque é de raça negra. Habituem-se que será este o vosso futuro, como bem deixou claro a ministra da cultura do Partido Socialista.
Do Pedro Neves Marques, leia um dos ensaios desta esquerdoide mentecapto, “contaminação por capital: Violência contra a terra…”  para perceber o nível de Boutades esquerdalhoides tão apreciada destes betinhos privilegiados. - https://www.revistapunkto.com/2020/05/contaminacao-por-capital-violencia.html

Ao resto do mundo, olhando para aquilo tudo pergunta-se… onde está Portugal no meio disto tudo?  Morreu? -  Presumo que sim. 
Mas para quem ainda tem restia de esperança aconselho vivamente que vote no CHEGA pois assim como assim prevejo que muita gente, muito mais do que pensarão, se irá juntar nas próximas décadas. - Virá um dia de reckoning!

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pormaior

por Olympus Mons, em 27.12.21

Obviamente não vou escrever sobre o man of the year Elon Musk.
Deve haver milhares de artigo sobre o senhor nesta altura.
Nem sempre fui admirador do Elon, mas ao longo do tempo fui-lhe percebendo o génio.

Uma das coisas que obtive de Elon foi sobre as alterações climáticas. Estão a ver, na mente dele as coisas são simplesmente simples e cruamente funcionais. -  Para ele não interessa para nada as narrativas, as ideologias e tangas adjacentes a determinado assunto. Funcionalmente ou o são ou não são.

Lembro-me da resposta dele em relação às alterações climáticas dizendo simplesmente que os combustíveis fosseis são finitos. Então nada mais lógico que deixar de usar assim que possível.  E se ainda por cima os cientistas dizem que afeta o clima… Porque raio alguém quer fazer a experiencia de risco?

Nesta reposta dele está o alfa e o ómega desta conversa das alterações climáticas. Sim, os combustíveis fosseis são finitos.

Mas primeiro convém sempre lembrar : Nós vivemos numa super-bolha de privilégio e conforto providenciado pela energia barata e transportável que emite CO2. Nós somos os filhos do privilégio do CO2. Fora desta bolha, onde ainda vivem 1.3 mil milhões de pessoas a vida é curta e brutal.
Os outros 6 mil milhões vivem dentro dessa bolha onde tem um nível de vida, um índice de desenvolvimento humano superior ao de todos os reis e imperadores da história da humanidade. O problema é que essa bolha que abençoou 90% da população mundial foi conseguida através de capitalismo e globalização e não através de comunismo.  Fosse esse milagre mil vezes superior aos de Jesus Cristo feito através de comunismo e só colocar em dúvida o comunismo como sistema económico-social seria razão suficiente para ser metido numa gulag ou até numa vala comum.

Contudo claro que conseguir manter esta bolha viva e mudar para uma forma de energia que a sustente que não seja finita é uma boa ideia. Na verdade, a transformação que vai ocorrer durante este século será o equivalente a obra faraónicas ou em par com as maiores construções civilizacionais que a história assistiu.  Nós vamos conseguir manter a bolha intacta, rapidamente vai incluir 100% da população mundial e nada de cataclismo está verdadeiramente em questão aqui. Mas a manutenção da bolha de vida criada pelo CO2 intacta é a força transformacional deste século.

Então porque não entrar no barco?   
Porque a verdade conta!

E à boleia desta necessidade os malucos de sempre, os maluquinhos da engenharia social, irão tentar o que tentam sempre e que qualquer leitor sabe o que é porque eles tentam, pelo menos visivelmente, nos últimos 100 anos.
O resultado final pode ser das melhores obras humanas (manter a bolha) mas a verdadeira luta que deve ser travada é por que sociedade viverão os nossos descendentes à pala disto tudo no final deste século.  Se os deixar à solta os seus descendentes viverão numa distopia baseada na recorrência das que falharam até hoje.

Nunca se esqueçam deste pormaior.
Tudo parece ser uma luta política e nessa luta só a verdade nos poderá libertar.

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O sorriso do ministro

por Olympus Mons, em 26.12.21

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Pedro Nuno, aquele que eu acredito ser verdadeiramente o próximo primeiro ministro de Portugal porque é o único capaz de reiniciar a geringonça e a geringonça é o que a maioria dos portugueses ainda quer. Aliás, querem a 2.0 para sermos a Grécia do Syriza como il fault!

A aprovação do processo de refinanciamento da TAP pela união europeia é mais um degrau na caminhada do senhor e compreendo o sorriso dele. 


Como já aqui escrevi, o mais surpreendente neste processo da TAP em relação ao Ministro é que ele foi suficientemente inteligente para perceber que o conhecimento dos portugueses sobre a companhia aérea e a indústria é próximo do zero e por isso, quando ele aprendeu a mantra correta, passeou-se pelas televisões a dar tautau a políticos, comentadores e jornalistas, alguns vedetas do comentário de economia nas nossas TVs, que tinham obrigação de saber mais, de estar mais preparados… -  sim, a TAP tinha uma contribuição para a balança comercial superior a 1.3 mil milhões de euros, sim exportava mais de 2.5 mil milhões de euros, sim era 2% do PIB português…. E não, não recebia dinheiro dos nossos impostos (desde 1998).  Ou, sim é uma indústria peculiar de capital intensivo que crescia todos os anos e não tinha propriamente problemas de caixa. Quer dizer, por vezes até podia ter mas conseguia empréstimos de muito curta duração que pagava rapidamente daí conseguindo manter a sua dívida nos 900 milhões durante mais de 15 anos com muitos desses anos com prejuízos. A TAP, ao contrário da esmagadora maioria das empresas (totalidade?), pagava durante esses anos todos, desde o início do século, todos as faturas recebidas no momento em que as faturas entravam e eram processadas (ao contrário de 99% das empresas em Portugal) pese embora também saiba que nos últimos anos já tinha aderido a essa prática de protelar os pagamentos. – Em resumo, não estás falido se abres a gaveta e tens sempre dinheiro em caixa para cumprir com as tuas obrigações, certo? Pelo menos até ao dia (em que não cresças). São assim as companhias aéreas. E se calhar ao final do dia Portugal nao tem dimensão demográfica ou económica para ter uma companhia aérea. Mesmo tendo o Brasil como parte de portugal. Sim, para brasileiro a TAP era parte das companhias aéreas nacionais. 

faz-me confusão a dificuldade que pessoas que deviam ter essa capacidade de perceber que a TAP só existe porque tem um HUB  e o conceito de hub & spokes, o conceito de tráfego em O&D é que sustentava a TAP. A conversa parva das pessoas, especialmente do Porto para ser sincero, tira-me do sério pelo provincialismo de apesar de terem uma ponte aérea para lisboa (voos de hora a hora) não percebem que sim, uma companhia aérea só pode ter um HUB! porque de resto não é viável de todo (a não ser que seja low cost que é dos negócios mais canibais que há) muito menos se fizer voos intercontinentais.

Mas então, porque discordo desta opção de injetar 3 mil milhões na TAP?
Porque o que era já não vai ser. É peculiar não é? sempre defendi a existência da TAP porque trabalhando nesta indústria, uma industria de leões e predadores lean and mean a TAP era um animal de respeito. Era uma besta de respeito! Chegava a fazer sangue a verdadeiros colossos. E Portugal não tem muitas indústrias assim.
Mas o mundo mudou. Resumindo isto tudo:  A TAP não tem o know-how, não tem os recursos humanos (muitos dos melhores foram embora), não tem visão e estratégia montada (que tinha que ser sido montada em 2020) para atingir o chão a correr quando a procura reiniciar!
Hit the ground running…não vai ser a TAP. Vai ser sim um animal a lamber feridas, absorvido nas suas próprias maleitas e acabará absorvida por outra companhia maior que irá usar a TAP meramente como vector operacional dos mercados que dá jeito. Ou seja, quando alguém medir verdadeiramente o peso da TAP na economia daqui a 5 anos, daqui a 10 verá o que devia ser obvio agora. – Os 3 mil milhões foram um investimento mau porque o peso da TAP no PIB, nos ordenados pagos em Portugal, no consumo de empresas portuguesas, etc. vai ser muito menor, muito menor do que era em 2019 ou 2010! Investir 3 mil milhões neste “plano de negócios” só pode ser considerado mau negócio.

Mas nessa altura já Pedro Nuno estará noutra ou na melhor das hipóteses estará no ponto em que se encontra António Costa que é pronto para zarpar daqui o mais rápido possível!

Burros são os tugas… não eles!

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Dismorfia política

por Olympus Mons, em 18.12.21

 Quando se chama racista e xenófobo a André Ventura convém ir lembrando que por esta europa fora há pessoas, candidatos presidenciais que dizem isto:

In 2021, Pécresse advocated a more restrictive approach to the issue of immigration, seeing it as a "major societal challenge". In particular, she suggests the introduction of maximum annual immigration ceilings and stricter conditions for the issuance of a residence permit, such as having "sufficient resources" (the amount of which would be raised by 25%), "mastery of the French language" and "respect for secularism and the values of the Republic". Finally, she wants to exclude people who have been living in France for less than five years from social assistance.[39]

E , em frança esta senhora á qual se refere o o parágrafo acima, é da direita moderada, muito moderada, sendo nesta altura a melhor colocada para disputar a presidência com Macron!

Não está muito acima nas sondagens da Sra Le Pen mas mesmo assim sondagens indicam que em disputa com o Sr Macron o colocará em risco de perder as eleições. - Mais do que claro a Sra Le Pen onde na segunda volta facilitará a reeleição.

 

 

Ouvir este senhor, perfeitamente legitimo em França, é fazer do André Ventura um perigoso esquerdoide. - Colocado em quarto lugar nas sondagens mas mesmo assim caso Zemmour chegasse ao poder em França que diria esta europa que tem ataques epiléticos na mera menção de Salvini ou Orban? 

 


São estas coisas que nos vão lembrando que Portugal, o Portugal nascido do 25 de Abril, é completamente desfigurado politicamente, é aquela coisa de perguntar a um português onde é o centro e ele coloca a mão trinta centímetros para a esquerda da sua cara. – Esta dismorfia política de Portugal só terá paralelo talvez na Grécia. Se calhar nem isso.

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Vai-se lá pelo cheiro...

por Olympus Mons, em 17.12.21

É assim e não poderia ser de outra maneira.

Na minha leitura de capas e sites da manha deparei-me com o frenesim desta juíza que foi “apanhada em gravação a dizer a famosa n-word”… e a necessidade imperiosa da sua demissão imediata.

Instintivamente soube duas coisas. -  A primeira é que não tinha que ser necessariamente verdade a notícia e a segunda é que, de certeza, a senhora seria republicana ou de alguma forma associada ao conservadorismo.

Reparem que nem nunca tinha ouvido falar da senhora em toda a minha vida, mas o frenesim não me deixou dúvidas. Não sei como quantificar o referido frenesim nem provar, from top of my head, que hit jobs seja exclusivo da esquerdalhada, mas este frenesim piranha é próprio da esquerdalhada. Tem um sabor, uma coreografia e uma sonorização própria.
Começamos a sentir o cheiro, a ouvir a sonorização, quase por instinto. E deste ponto para a frente já não se acredita em nada.   - Não demorei muito tempo a perceber que as duas proposições acima eram verdadeiras, ou seja, que a história estava mal contada e que a senhora efetivamente foi eleita numa plataforma republicana. – What else.

Aparentemente num vídeo durante uma tentativa de assalto à casa da senhora ouve-se a voz do filho, alegadamente bêbado, a dizer a tal n-word sobre a captura in vivo do perpetror da tentativa de assalto.  
A confirmar-se que não foi a Juíza que proferiu aquelas palavras ainda por cima num vídeo que parece ser feito por miúdos em casa a rever as imagens do circuito interno da tentativa de roubo e como eles (miúdos) conseguiram dominar o ladrão, tudo na galhofa a gozaram uns com os outros e a dizer a tal palavra proibida mas num ambiente familiar. E também se deve acrescentar que não estou a referir-me claro ao facto de se os filhos da juíza são idiotas ao ponto de se filmarem a dizer uma palavra que sabem ter consequências na sociedade e ainda por cima distribuem o vídeo… então mereciam que lhes acontecesse alguma coisa de mau.  Isso não tenho dúvidas que a esta geração de idiotas do telemóvel tem que começar a doer. A doer até ao osso!    

Contudo esta extensão do crime à mãe é que só acontece porque ela é republicana.

O que me interessa nesta história é a metodologia e a certeza que é a mesma que iremos continuar a assistir inclusive a sua incrementação em Portugal.  Quanto à Juiza não duvido que está tramada de uma forma ou de outra porque não existe verdadeiramente antidoto ainda para este veneno de esquerda, este alego logo és.
O filho (ou outra pessoa em casa dela) poderá ter dito aquela palavra mas isso não devia implicar culpabilização por associação para a juíza. Pelo menos não automaticamente como pretendem.  Se as fotos que vi da família são recentes os filhos serão ainda adolescentes...!

Seja como for, este post é sobre o modo como na imprensa, no social media, em tantas formas de comunicação digitais, estão alinhadas nestas narrativas de agitação que ao final do dia são os proverbiais gritos de fogo no teatro. - No tempo das ditaduras e dos totalitarismos do século XX não havia estes mecanismos de manipulação em massa como nos dias de hoje em que existe uma concertação de kayfabe e narrativas em larga escala e uma concentração do poder comunicacional num número reduzido de entidades. -  As lições aprendidas foram zero. As novas consequências serão devastadoras.

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Malícia

por Olympus Mons, em 16.12.21

Estes cavalheiros só leem lixo e por isso só fazem conversas de lixeira.

Já tinha pensado escrever sob este debate, ou sobre o programa Prime-Time da CNN sobre o racismo na sociedade de há uma semana atrás.  Eu assisti ao fim do programa de forma intermitente e tive posteriormente que procurar forma de o ver na íntegra.
O programa não foi extenso o suficiente para ser verdadeiramente relevante mas foi o suficiente para demonstrar que neste mundo de hoje, seja em que temática for, basta que alguém comece a requerer factos, a pedir evidencias e tudo desmorona muito rápido.

Piada o Paulo Saragoça da Matta dizer ao historiador Yousef B que ele estava a confundir a história dos EUA com a história portuguesa. Ou que então se devia falar sobre a quem os portugueses compravam os escravos em África. Enfim, já escrevi sobejamente sobre o assunto aqui para voltar a tocar nessa tecla.

O debate foi antecedido por algumas reportagens sobre racismo e é sobre isso que me apeteceu escrever.
As sociedades ocidentais estão em espiral tresloucada sobre o modo como lidar com a diversidade no seu seio e continuam sem ter a mais pequena ideia de como resolver. - E se isto é assim nas sociedades ocidentais esperem até chegar às outras que não possuem a plasticidade que as nossas possuem. Vai ser épico. Ou não, porque nem nessa conversa as outras sociedades se parecem querer meter. A ver vamos.

Mas para sociedades que dizem, ou parecem, querer aborda o tema tudo o que dizem é errado, tudo o que querem fazer não poderia estar mais longe de acertar nos alvos essencialmente porque se há coisa que a esquerda, enquanto ideologia, não deve ser chamada é a resolver qualquer problema entre humanos. Para a esquerda todos nós somos abstrações em duas dimensões na tal do harm-care, fairness-justice. No meu ponto de vista faz da esquerda algo próximo da psicopatia.
Enfim,
Continuo a achar que os estudos (ou dos estudos) mais interessantes em neuropolitica com base em Fmri serão os produzidos por Darren Shreiber ao longo dos anos.  

E ele deixou claro que os humanos, pelo menos os ocidentais, que tem esse problema porque os estudos são essencialmente feitos com ocidentais e não sei se todos os povos do planeta possuem os mesmos ratios de pathways neurológicos, mas, pelo menos os ocidentais, são muito mau racistas.

E quando digo que os ocidentais podem não ser iguais aos outros nesse aspeto tem a ver com o facto de desde muito cedo os povos europeus revelarem grandes diferenças fisionómicas, grande variedade de características autossomais. Lembro-me de algures ter escrito por aqui que mesmos os jovens agricultores Motala com 8,000 anos, lá para as terras da suécia, porque já eram uma mistura entre WHG e EFF, demonstrarem no DNA (tanto quanto se percebe) tanta diversidade de características. Uns eram loiros outros de cabelo preto, uns com olhos azuis, outros loiros e olhos castanhos, uns seriam muito branquelas e outros de pele até bastante morena… talvez um dia se descubra que apesar de sermos vistos como o inverso e na verdade o racismo nem nos é peculiar mas antes pelo contrário daí que tenham sido os Europeus aqueles a quem a milenar prática da escravatura sempre fez alguma confusão logo sendo natural que tenha sido os Europeus a acabar com a escravatura no mundo (onde era ubíquo por todo o lado).

Mas voltando à vaca fria. – O que Shreiber nos demonstrou é que a perceção do racismo não é um problema de raça, é um problema de norm violation.  E essa Norm violation elícita a mesma reação qualquer que seja a tua raça.
Por isso a porcaria dos estereótipos, neste caso por raça, são tão complicados de gerir nas sociedades. É que os estereótipos não nascem do nada. Ninguém consegue conhecer toda a gente numa cidade, não é? Logo se pessoas de uma determinada raça denotam na sua maioria um determinado padrão de comportamento, e ainda mais se esse padrão for ostensivo, então será normal que as pessoas reajam de determinada forma.
Se 65% dos assassinatos nos EUA, e já agora 80% dos crimes violentos, de acordo com estatísticas do FBI são perpetrados de 4% da população americana (jovem negro entre 15-35 anos de idade) então é normal que as totalidade da população tenha um determinado comportamento perante esse segmento da sua população. O inverso tem aquele nome, como é mesmo? — Suicídio.

O trabalho de Shreiber também demonstra que norm-consistent, sejas de que raça sejas, suscita imediato ativação da região do Medial prefrontal córtex que humaniza por igual.  
Esta gente não é burra. Esta gente com todo esta conversa de reparações e sequente e inevitável retribuição está a comprar guerra para poder ganhá-la.  

E ganhar guerras sempre foi o jogo e sempre será.

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Pun intended...

por Olympus Mons, em 14.12.21

Este é o conundrum que não consigo resolver…

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Obviamente o meu post não será por este dois cavalheiros, Marxistas, socialistas e comunistas, terem sido expulso de plataformas de social media. Who cares…
Obviamente tem piada que, após defenderem a cancel culture até à exaustão, seja de forma mais proeminente ou encapotada, acabarem por ser vítimas dos seus normativos. É sempre assim. É sempre assim com a esquerda. E década após década, século após século, esta gente acaba sempre por conseguir saltar a tempo, passando para o lado mais racional e sendo recebida, se não abraçada, por pessoas do lado de cá da barreira ideológica. Tantas pessoas que ainda há 5 anos eram porta-voz desta revolução cultural, deste progressismo, e agora está perfeitamente acampada em espaços de ação (quer dizer levar porrada) que até há 5 anos era terreno puro do conservadorismo.

Eu confesso que também não sei a solução para este problema.  Ao final do dia este pessoal assim que sente o fogo a chegar ao seu rabo muda de lugar com o maior dos descaramentos, sem qualquer vergonha pelo que ainda ontem defendiam.  Melhor exemplo que o de Dave Rubin não há. Eu adoro Rubin, o Rubin report, mas a verdade é que o sítio onde ele vive está a transformar-se num shit hole, a Califórnia, no essencial por políticas no mínimo iniciadas por pessoa que ele terá votado. Dave não deixa de ser um Liberal, ou era, e foram pessoas votadas por ele que construíram o caminho (qualquer que seja o destino) que estes estados estão a seguir... E Dave Rubin acaba de informar que vai abandonar a califórnia e mudar-se para a flórida.  E são muitos estes ex-liberals que saltam para a caravana no essencial dos libertarians e assim entram dentro de mundos mais conservadores deixando para trás aquilo que ajudaram a progredir até à implementação nas suas cidades e estados e países - mas que não querem para si.  

E já que se fala de libertarians…

E daqui salta-se para o Iniciativa Liberal. Sim um salto quântico, mas muito importante de perceber para o que aí vem. – A promoção, similar ao que foi feito ao BE, em curso a favor do IL em contraposição com os ataques constantes ao CHEGA tem muito a ver com a ausência de punisher nestas lógicas societais e nisso o IL é igual a todos os outros do regime saído do 25 de Abril. Por muito agradável que seja o IL, por muito que se apresente como uma porta escancarada através da qual se consegue saltar dos modelos tradicionais do PS/PSD para algo diferente e que confessemos é algo que agrada a muita gente que está cansada, a verdade é que o IL é perfeitamente e apoteoticamente irrelevante para o futuro da sociedade Portuguesa. Ao contrário do CHEGA que é difícil de engolir por vezes mas é o mais perto do medicamento possível no lamaçal civilizacional que está em marcha.  

O IL não pára, não pretende parar, o barco. O IL é a estrutura pura dos libertarians. E estes são divertidos, promovem a tão importante liberdade, mas, mas, são quase tão permissivos à destruição de status quo quanto o BE.  E não é por acaso que libertarians ano após ano nunca conseguiram ir a lado nenhum.   

O IL até pode ser o ministro da economia perfeito para o futuro Portugal mas nem a ministro das finanças chega (pun intended).

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take it!

por Olympus Mons, em 07.12.21

Da senda do …”não entendo como a generalidade das pessoas não tem um protocolo anti-envelhecimento” , é de referir este estudo.

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https://www.aging-us.com/article/203736/pdf

CaAKG, Calcium alpha ketoglutarate, é uma das últimas adições na luta contra o envelhecimento nas listas dos entendidos e já coloquei um post anterior sobre o assunto, referindo porque o tinha juntado ao meu protocolo. CaAKG é relativamente barato, especialmente de for AKG ou AAKG, que pelo que tudo indica é o AKG que tem impacto, por isso não interessa particularmente ao que se junta. Qualquer site ou loja de suplementos em Portugal vende.

Também já aqui disse que estudos com humanos e com controlo são imensamente caros. E, além do mais, este estudo tem que ser tomado com um grãozinho de sal, porque foi pago pela rejuvant que é uma marca que vende CaAKG. Genuinamente só temos que desejar sorte a esta marca, porque não é fácil investir 1 milhão de euros nestes estudos (sim custa assim tanto) e correr o risco de obter um resultado dececionante. E ao final do dia, dados são dados.  

Mas seja pago pela rejuvant ou não, a verdade é que não deixa margem para dúvidas que 6 meses de uso baixou a idade biológica dos participantes em 8 anos. Isso os dados não deixam margens para dúvidas. E acresce que as pessoas por detrás destes estudos são cientistas com bastante experiência e com referências académicas. Entre esses autores do estudo está Brian Kennedy que iniciou esta cadeira há mais de 20 anos conjuntamente com David Sinclair de Harvard.

E quando este pessoal fala em idade biológica é medida pela methylation do ADN. Há pessoas com 50 anos de idade e uma idade biológica (Methyls) de 40 anos e vice-versa.  Também existem já testes que se encomenda e dá a nossa idade “real”… quer dizer que avalia um determinado número destas “cicatrizes” epigenéticas e que tem um custo relativamente barato. Pese embora também exista críticas devido ao facto dos que são vendidos comercialmente medem um número demasiado restrito de marcadores o que reduz a sua precisão. Enfim, isto é tudo muito novo por isso naturalmente existem muitas opiniões e poucas certezas.

Eu escrevo este post não pelo estudo em si, pese embora seja relevante sempre que sai estudos destes em sujeitos humanos sendo a tão esperada chegada dos estudos em humanos ao invés de ratos ou yeast cells, mas porque este tipo de resultado é surpreendente porque na minha mente teria necessariamente que levar mais tempo a ter resultado do que meramente meses de utilização destas moléculas como ocorreu neste caso em particular. - Parece-me assim a mim que muitas destas coisas, NMN, NR, CaAKg, batem todas no mesmo prego, que é primariamente no metabolismo. - Sabemos que alterações no metabolismo são uma das principais causas do envelhecimento e das doenças e fragilização física que vem associado.

Mas tão pouco tempo de utilização criar uma redução na idade biológica de 8 anos é no mínimo surpreendente.

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A mentira da verdade

por Olympus Mons, em 02.12.21

Estava no carro, no outro dia, e ouvia na radio Observador um programa sobre alterações climáticas. Penso que o programa se chama Convidado Extra e apresentava nessa noite Filipe Duarte Santos como “…catedrático e investigador, é provavelmente o nosso maior especialista no tema” . - Penso que sempre que alguém quer apresentar uma autoridade no assunto e Portugal muito dificilmente fugirá deste personagem.

Ouvia filipe Santos, ouvia os entrevistadores numa excitação muito típica das novas gerações entediadas com o mundo.... e muito do que diziam era mentira, ou parcialmente mentira ou perspetivas juvenis de insustentáveis sobre factos.

A parte em que me prendi era todos eles, todos, Filipe e entrevistadores falavam sobre o impacto das alterações climáticas na atualidade nos atuais estados metereológicos a cada estação. Filipe e os entrevistadores falavam dos furacões, falavam de secas e cheias, falavam de fenómenos extremos que já impactavam o planeta… e no entanto é algo que não existe. – N Ã O E X I S T E!  o facto de não existir, não é uma questão de opinião. É… Não existe!

Para abordar este aspeto das alterações climáticas eu gosto de fazer o seguinte argumento:

Para demonstrar, ou provar, este ponto, basta ler o AR, o assessment Report do IPCC , o ultimo saído há poucos meses, o AR6 (mas também pode usar o AR5 de há 6 anos que dizia o mesmo). Aliás, eu já escrevi sobre isso mesmo mas noto que estas coisas tem que ser repetidas porque por vezes sinto a realidade a esfumar-se, como se vivêssemos numa Twilight zone qualquer.  Para alguém que tem dúvidas sobre a honestidade de quem tem produzido e liderado tanto a ciência por detrás desta questão como estruturado as respostas política, citar o AR6 é o equivalente a entrar numa discussão sobre economia e só ser permitido citar o jornal avante! do Partido comunista sobre o tema… E mesmo assim, basta ler o AR e reproduzir o que lá está escrito preto no branco para perceber que não, não existe realmente impacto das alterações climáticas nos fenómenos meteorológicos.  Não nos fenómenos e eventos que ouvimos estas pessoas aqui referenciar. De todo. Como já mostrei num post anterior, o único fenómeno meteorológico que o AR afirma com certeza que existe deteção e atribuição é nas vagas de calor, que curiosamente como também significa que as vagas de frio tem diminuído e estas matam muito mais gente o saldo é positivo em 300 mil pessoas. Impressionante, não é?
Nos fenómenos que as pessoas gostam de referenciar como furacões, tornados, secas, cheias… a resposta da ciência é zero! Zero.  50/50 de probabilidade de que existe precipitação mais intensa (que o próprio capítulo refere que não é necessariamente mau) o resto é nada. 

O mais curioso é que qualquer perito nestas áreas digno do nome vos dirá que não só  não há impacto como que não era previsível haver (!). Sim, mesmo assumindo os pressupostos de desequilíbrio radiativo do planeta esse impacto nos fenómenos meteorológicos só deverão ser sentidos a partir da segunda metade do século.

Mas então, porque “cientistas” como Filipe Duarte, conseguem fazer programas que se dizem científicos em que afirmam coisas que as suas bíblias, o ARs, dizem não ser verdade?
Como se consegue justificar uma coisa destas???

E jornalistas que se dizem peritos sobre o tema não leem um documento como o AR? Não leem o documento mais importante produzido pelo IPCC?

Não me passa pela cabeça que Filipe Duarte Santos, o grande climatologista português não conheça os factos a que aludi acima. Não me passa sequer pela cabeça… Então o que leva esta gente a mentir?

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todos os tugas

por Olympus Mons, em 01.12.21

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Sim. Quando eu escrevo sobre tugas e sobre as deficiências de se português, de pensar português e, acima de tudo, fazer em português, é destas coisas que falo.
Tudo é pequenino, tudo é poucochinho, tudo é chora que mamas ou direito à indignação…. Ou seja, tudo caca que não serve para nada.

Não sou fã, de todo, de Marcelo Rebelo de Sousa mas ouvi-lo explicar o veto à lei da eutanásia foi um show, foi um tau-tau com colher de pau no rabinho do Portugal esquerdoide do xuxalismo. Este é o Portugal tanto do PS como do PSD, do Bloco de Esquerda como o Iniciativa Liberal. – Quem fica de fora? Quem é? Pois.

Ouvi um amigo a dizer que as várias definições indefinidas em artigos subsequentes da lei era um truque…. Não, não , insurgi-me logo. É incompetência pura, limpinha limpinha do tuga. incompetência, incompetência, incompetência...nem um pingo de maquiavelismo porque esse implica competência.  
Eu assisto a esta, incapacidade de deliverables seja do que for em todas as camadas e aspetos da sociedade portuguesa. - Deliverables are the quantifiable goods or services that need to be provided at the various steps of a project as well as at the end of a project.

Este assunto não dá para muito mais que isto. Não per se. Contudo convém terminar observando que o tau-tau do presidente da República assentou que nem uma luva em todas as camadas do FCE.

Vejam como ficaram todos caladinhos após o tal tau-tau.

 A começar pelos deputados que a redigiram, pelos políticos que a apoiaram e nem leram com atenção, pelos jornalistas que a saudaram sem a ler. Em resumo por todos os tugas que não souberam fazer o seu trabalho. Ora, bastava dizer, por todos os tugas. Não precisava adicionar mais nada.

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