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Câmara de ar

por Olympus Mons, em 30.04.22

Sinceramente tento manter-me longe de comentar noticias como a bala du jour , a polémica relativo à câmara de setúbal na receção dos refugiados ucranianos fugidos da guerra. Se por um lado é só mau demais, por outro e bem mais relevante é que é só Portugal a ser Portugal.

Mas o ser Portugal neste caso particular não será aquilo que á primeira vista poderá parecer. -  Não é a tal incompetência, o tal “though process” que fica a meio, vá lá 70% e nunca fecha, a tal aversão a perder 1 hora a criar um processo que garanta… não, nada disso.
O ser Portugal neste caso é o instinto puro do regime em proteger o PCP. Incrível. Dos primeiros comentários que ouvi foi precisamente dos amaciadores de opinião, os lubrificantes da narrativa a preparar a desculpabilização do PCP e da câmara de Setúbal perante aquilo que saiu a público.

Esperem lá – Alguém acredita que as pessoas da camara de Setúbal não acharam bizarro que os seus colegas e colaboradores que TODOS sabem que tem ligações à embaixada russa fossem as pessoas designadas para receber refugiados de guerra ucranianos? Alguém acredita que as pessoas da camara de Setúbal não têm noção das fidelidades das pessoas com quem trabalham à anos ao regime de Putin???

E toda a gente que fala na TV e escreve nos jornais acredita que é uma coincidência isto ocorrer com uma camara histórica do PCP?

Como disse escrevo sobre o assunto porque isto só é possível com câmaras de esquerda, seja a de Lisboa ou esta agora de Setúbal. E o isto é o perpétuo “pretend not to see” que a esquerda consegue, e só a esquerda, quando é da sua conveniência.

Porque se fosse, sei lá, câmaras históricas do PSD com ligações estruturais à embaixada americana em Portugal posso garantir que há décadas que isso era alvo de um bradar e bramir histérico até à sua cessação e mesmo depois disso perduraria como exemplo e arma de arremessar eficaz.

Quando alguém como eu diz que chega (pun intended) deste regime e que mudanças não têm que acontecer por revolução podendo bem ser por planificação da mudança (algo que considero impossível de acontecer em Portugal) é porque o controlo que as meta-normas emanadas do 25 de Abril, 48 anos depois, na vida de Portugal e dos portugueses estão tão podres como estariam as meta-normas do anterior regime. Apodrece e pronto.

Reparem que as meta-normas saídas do 25 de Abril até podemos considerar legitimas durante 20 anos, e um milhão de agradecimentos pelo que trouxe… mas 50 anos depois e mil ziliões de agradecimentos e beijos no cu, já chega! (sim, pun intended)!

Até hoje, dentro da proteção dada por esse tal kayfabe do 25 de Abril o PCP tem estado imune ao escrutínio seja nas câmaras, seja nas festas do Avante! e quem convida para elas, seja no arbítrio com que manda os seus caciques fazer greves que tanto custam ao país. O BE sempre protegido pela elite da comunicação social, a tal da barriguinha dos restaurantes de referência de lisboa e porto. O PS tem estado imune ao escrutínio do modo como é o dono disto tudo e como domina completamente o aparelho e o dinheiro do estado com que compra grupos inteiros de portugueses. 

E esta ausência de escrutínio é culpa sua. Sua, minha, dele e daquele. Porque desde que haja prainha, marisquinho ou sushi e uma bejeca, papamos como tolos qualquer regime rançoso. A questão fica... Chega?

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Os pequenotes

por Olympus Mons, em 29.04.22

Uma das particularidades das sociedades atuais que nos revelam que são controladas pela “mente” de esquerda da espécie humana é, como tenho alertado, o uso abusivo do gossip como forma punitiva dos desvios societais, que hoje em dia é como quem diz da sociedade esquerdoide, ou seja do fascismo cultural de esquerda, vulgo FCE.

Não existe programa mais opinativamente irrelevante, mas esclarecido na arte da esquerdalhice que o programa da SIC eixo do mal. – Daí o seu sucesso, que acho dura há bem mais de uma década.
É daqueles programas que consegue ler muito bem o tuga, as elites tuga, e representar a sua visão do mundo.  -  Novamente gente que se encontraram todos à porta do S. Joao de Brito ou salesianos de lisboa ou porto em qualquer boa manhã.

Este programa fala para esta urbe, todos os comentadores sabem bem como especificar, repetir semana após semana,  quais são os normativos, regras e preceitos do que pode ser dito em Portugal sem atrair a punição e força das meta-normas sobre a sua cabeça. Aquilo ali são as opiniões que é permitido e até desejável repetir no teu dia a dia. – Contraria isto e começas por levar com o tal Gossip, a tal maledicência, que por exemplo as pessoas do CHEGA bem se apercebem que é real, ficando no ar aquele cheiro que estás perto de ser punido com o Ostracism como aquilo que te vai acontecer como passo seguinte.

Sendo a voz, se não a alma do elite tuga, ontem deleitei-me a tentar perceber de onde vinha o pitch que é para ser o meta-norma em Portugal relativo à compra do Twitter pelo Elon Musk. Seria nível NYtimes e Washington Post, ou desceria até ao nível do Jacobin ou the intercept.  -  Sem surpresa, aquilo bateu ao nível do Mother Jones, logo nas palavras do Luís Pedro.

De nenhum deles ouve um indício de perspetiva do outro lado. Isto já chegou ao nível da seita.

As mesmas pessoas que acham que o Orban é uma coisa horrível, que o lápis azul do anterior regime era uma opressão inqualificável, acham bem que o Twitter tivesse banido tudo o que tivesse a ver com o escândalo do filho do Biden, banindo qualquer conta que reproduzisse as notícias do New York Post. -  Logo antes de umas eleições o Twitter censurou o conteúdo de um jornal de referência sobre uma noticia que era verdadeira, porque poderia ter impacto nas referidas eleições… Mas o Orban é que é uma ofensa à liberdade de imprensa porque a maioria da imprensa regional, privada, está ligada a personalidade com ligações ao seu partido?

Banir um ex-presidente dos EUA da plataforma é OK, mas no entanto desde Maduro ao Ayatollah do Irão podem postar opiniões nomeadamente a apelar ao genocídio é permitido.
Já a maioria da imprensa e as redes sociais nos EUA fazerem Shadow banning, banir temporariamente e até apagar sem apelo nem agravo contas de usuários, e outras maniqueísmos para silenciar vozes de direita, é … controlar o discurso de ódio.

Digam o que disserem de Elon, ele é um personagem com fortes indícios de Asperger, logo nada dotado de malabarismo cognitivos, que até ao momento tudo o que prometeu ao comprar o Twitter foi trazer transparência, nomeadamente relativo aos algoritmos de Machine Learning que atuam sobre o tal Shaddow banning  e criar mecanismos de combater os chatbots que pervertem o poder miméticos de certos tweets. - Pronto, Isto! Esta foi a promessa de Elon Musk, junto com a promessa de proteger a todo o custo o sagrado direito à liberdade de expressão.

Elon Musk acredita que não pode haver Democracia sem haver liberdade de expressão. Que é em caso de dúvida é preferível deixar alguém expressar algo do que preventivamente censurá-lo, especialmente com base em inferências que são projeções pessoas e subjetivas do próprio censurador.

 

Eu não concebo que pessoas que passam o tempo todo a falar de Democracias Liberais não se levantem em aplauso a Elon Musk! -  À sua medida, as tais Democracias Liberais são mais frágeis hoje em dia por causa da pequenez de programas como o Eixo do Mal. – Pequenos, poucochinhos e betinhos da ostrinha.

Não nos compete a nós determinar as intenções de Elon, meramente estar atento  se ele cumpre com o que promete.

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Cuidado...

por Olympus Mons, em 29.04.22

Cuidado, mas cuidado mesmo.

Agora sim a guerra da Ucrânia coloca o mundo em perigo.
E sim a culpa é do regime russo, das elites russas e do povo russo. Não há inocentes do lado de lá. Essa tanga de se desculpar os povos sempre e a culpa é sempre deles, dos políticos e das elites e do indefinível “eles”, também tem que acabar.

Também imputo débeis culpas ao lado ucraniano, por não ter sido esperto o suficiente para trocar as voltas ao russos, mas a verdade é que também não conheço ninguém que ainda há um ano fizesse sequer a leitura correta do que os russos iam dizendo. Por isso focar nas culpas ucranianas seria só bizarro.

Nesta altura os meus olhos procuraram aqueles que dão sinais de entender este perigo e confesso que tenho tido dificuldade.  Confirmou-se a máxima do sabes como uma guerra começa, mas nunca como acaba e nesta altura convém ter cabeça fria sobre o verdadeiro caminho por onde essa guerra se prepara para ir, quanto mais como acaba.

Um dos grandes pilares da segurança mundial que irá cair a seguir, o da reserva, proporção e contenção, dentro de algum tempo, não consigo antecipar se para a próxima semana, mês ou no verão, será provocado pelo simples facto dos ucranianos ripostarem. Sim, vai haver uma altura que os ucranianos, com o armamento todo que está a ser derramado para dentro do país irá ter a capacidade de varrer regimentos inteiros das forças armadas russas. E quem os vai parar?

Pois, racionalmente, alguém deverá antecipar isso. O exército russo está a enfraquecer. E a uma cadencia bem rápida… e o exército ucraniano está a fortalecer.  Acresce que, de forma quase irresistível, está ali criada uma oportunidade única para pôr o pé na garganta do poderio militar russo e, novamente de forma hiper-racional, não deviam fazê-lo.  

Eu tenho visto as imagens de Putin e confesso que vejo mais um homem esmagado pelos eventos, pela idade e sem saber bem como voltar atrás depois de ter saltado pelo precipício da bolha e eco-chamber que deve ser a sua vida.   – Aquilo que se perfila é nada mais nada menos que o fim da Rússia. Faça ele o que fizer esse será o resultado.  Mesmo que retire as suas tropas amanhã, aquilo que está em cima da mesa é nada mais que o fim do sonho (dele) e em grande medida das manias de todos os russos. Até pode ficar com o dombas, ou em extremo até como grande parte do controlo do mar de Azov… aquilo que ele tem em cima da mesa será mesmo o fim de qualquer veleidade.
Ele pode ficar com mais território mas perdendo o mundo não tem império. Entre a Europa que o rejeita e a China que finge estar ocupada, ele e eles (russos) já foram!
O que para um homem que achou que era altura de voltar a recriar o império é o mesmo que morte!

Eis o que deveria ser feito num mundo perfeito: – Convencer os Russos que as sanções irão ser levantadas após um determinado período de nojo pelo sucedido porque geoestratégiamente eles são importantes para a europa; que se vai manter o Nordstream a funcionar, pese embora eles tenham que perceber que durante um período o output do mesmo será reduzido, propor criar um grupo de trabalho para estabelecer diálogo entre o ocidente e as pretensões russas, etc. – Qualquer coisa que reduza o escalar desta merda toda.

Sim, ao contrário da história que me foi contada a vida toda, começo a achar que Neville Chamberlain foi um herói porque deu à Europa mais de um ano de corrida ao armamento para fazer frente a Hitler. Ele cedeu algo porque sabia que precisava do bem mais precioso em qualquer situação no mundo – Tempo.

Sabem qual o ponto mais fraco desta estratégia? – É que vai haveria uma altura, dentro de uns anos em que os Gerhard Fritz Kurt "Gerd" Schröder, as estratégias Merkel, os policy makers comprados voltariam em força a caminhar pelos corredores do poder da Europa e vivendo o ocidente preocupado com um mundo virtual dos woke, dos LGBTQabcdegh, das minorias maiores que a igualdade humana tão vincadamente caraterística do liberalismo moderno (o tal conspurcar do liberalismo pelo progressismo) ninguém os vai ver, assinalar ou escorraçar.…E corremos o risco de voltar á casa de partida dentro de alguns anos.

Por outro lado, existe a possibilidade de isto acabar num ponto em que nem “casa de partida”  já existirá, e isso, garanto-vos será bem pior.

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Chilreares

por Olympus Mons, em 26.04.22

Não vou falar do facto de Elon Musk ter comprado o twitter porque isso com certeza irão ler nos próximos dias mais do a vossa fair share.

No entanto foi com inusitada surpresa que verifiquei a velocidade com os media de esquerda (90%), fazedores de opinião e geradores de conteúdo nos espaços mais lidos no mundo mudaram de narrativa. Foi na hora.
Nem deixaram passar um tempo de nojo suficiente para que não sentisse…nojo.
chilrear · sons emitidos por um ou por vários pássaros · chilreio

No mesmo dia em que foi anunciado que Musk tinha conseguido comprar o Twitter, no mesmo dia, as mesmas pessoas que diziam: ora o Twitter é uma empresa privada logo pode fazer o que quiser de acordo com a “vossa” visão do mundo e se querem bem podem fazer uma concorrente ao Twitter… no mesmo dia em se soube da compra, no mesmo dia, mudaram de conversa e subitamente surge conteúdos a apelar à intervenção do estado na empresa.
Reparem, e vão ouvir muitas narrativas para vos convencer do contrário, as pessoas de direita apelavam a que o Twitter cumprisse cabalmente com as regras de liberdade de expressão ou se tinha optado por ser editora já não podia apelar às proteções da 230 que os protege porque eles ao abrigo da mesma 230 não passariam de um canal de comunicação tal como uma linha telefónica.  -  Again… para que não haja dúvidas, aquilo que era apelado era que o Twitter era de facto a nova town square, a nova praça publica onde a liberdade de expressão devia ser protegida. Suprimir vozes é negar a liberdade de ter voz e mente própria.

Durante anos este apelo à proteção da referida liberdade foi recebido com escárnio e pedidos de intervenção na forma de remoção da proteção da 230 (que levaria a Twitter, Facebook ou Youtube à falência se não mudassem de práticas) foi alvo de piadinhas (afinal gostam do estado, tipo de piada).

As mesmas pessoas de onde este silêncio emanava irão agora entrar em histerismos na exigência de intervenção do estado para moderar o Twitter.

Para ser honesto começou já na semana passada com o próprio Obama a apelar a mais censura “contra a desinformação”. E só a um esquerdalhoide como Obama é permitido de dizer com cara séria que se é um first amemdamend absolutist no mesmo parágrafo em que apela à censura.

E hoje, lol and behold, ouvir a menina psakis a dizer que Biden está muito preocupado com a compra do Twitter por Musk porque está muito preocupado com o poder de algumas empresas nas democracias ocidentais  - Fuck you.

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A ver vamos

por Olympus Mons, em 24.04.22

Capture map politcal france.PNG

Este mapa é  das eleições francesas de 2017. Tudo aquilo que me interessa nesta eleição é arranjar dentro de alguns dias um mapa similar para perceber que ventos sopram. Pode também ser um mapa de quem ganhou onde, mas o intuito será o mesmo.

As cidades, onde Macron ganha, são obviamente importantes. -  Mas também são os sítios que a seu tempo implodem. Também Roma, após a sua implosão, nunca mais foi nada de especial. Ainda hoje outros pontos no que é Itália tomam precedência sobre Roma mesmo sendo a sua capital. A implosão de muitas das cidades europeias está para acontecer.
Parece infrutífero apostar tanto na Província, depopulada e sem poder, mas sempre foi ai que as identidades sobreviveram.  Aliás a genética mostra-nos que a imperial Roma foi feita pela genética das suas províncias e quando o cosmopolitismo Romano caiu pelo peso da sua multiculturalidade, novamente foi a Província que sobreviveu e voltou a povoar a cidade.

Como um jornalista português notava, os jovens apoiantes de Macron juntavam-se em tertúlias de apoio ao seu candidato nem bares posh nas Gares de Paris onde se amontoavam sem abrigo por todo o lado numa imagem dantesca. O jornalista percebeu a dissonância que aquilo tudo era, com os tais jovens de classe média alta de Paris que nem notavam o ambiente que os rodeava. São imagens do novo cosmopolitismo, da tal cosmopolidade modernaça.

Marine Le Pen, personagem que nunca consigo sequer ouvir ou aturar, terá tido 42% dos votos em França.
Aquilo que poucos repararam nesta noite em que as televisões nos vão deleitar com laudas e emocionada páginas a essa vitória dos “bons” sobre os “maus”,  ficará contudo a nota que 42% de maus é muito maus para uma nação. 
Tenho para mim ainda o tal número mágico dos 20% de uma sociedade acima dos quais os restantes 80% estarão tramados. Isso funcionará para o mal, mas obviamente também para o bem.
E não nos podemos esquecer que somente 38% dos franceses votaram em Macron. os restantes 62% ou votaram em Le Pen ou nem se deram ao trabalho de sair de casa... 

Especialmente quando os “bons” provavelmente logo amanhã de manhã vão começar a preparar os cartazes de protesto contra o “super bom” que acabaram hoje de eleger.

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A traição ao PCP.

por Olympus Mons, em 23.04.22

Não é do PCP… é ao PCP!

O PCP tem toda a razão e é o único partido consistente com Portugal.

Por isso nesta altura devem-se sentir verdadeiramente atraiçoados por este país que consideram conjunturalmente seu (dependendo da circunstância e data do ano) pese embora perdido estruturalmente para o PS, como genuínos donos do 25 de Abril. E com toda a propriedade bastando ver como se comportam na referida data ou em determinados assuntos.

Razão tem o PCP porque se o Mario Machado é um neonazi, vigiado pelo próprio SIS (Serviço de informações e segurança) do estado, alvo de ações da Unidade Nacional de Contraterrorismo (UNCT) para o deter, alvo de alertas de Portugal para a Interpol que o levaram a ser detido na suécia por participar num encontro qualquer de malucos igual a ele, bastando a sua presença nas redes sociais para ser acusado de crimes de ódio e frugais participações na TV motivarem queixas formais do Sindicato dos Jornalistas junto da Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC)… então, então o PCP tem toda a razão que os ucranianos e o seu regime são um regime de nazis. - É que o Mário Machado na Ucrânia é um menino de coro. O elemento das Runas nórdicas e do sol negro são símbolo nacional de sucesso naquele país (ou eram) e pessoas autoidentificas como neonazis já chegaram a ser condecoradas por Volodymyr Zelensky (por bravura) bem antes da guerra.

Aqui entre nós, claro que nem vale a pena referir que os neonazis nem conseguem sequer eleger um deputado para a assembleia na Ucrânia por isso não será propriamente “Vox populi” daquela nação …mas não deixa de ser uma característica saliente na “Vox Dei” em partes do estado. Pelo menos o suficiente para que o PCP com propriedade achasse que se safava com a acusação. Habituados estão eles a faze-las a toda a hora e ser recebidos com silenciosos anuir de cabeça.

Isto tudo tem tanta piada quanto as alusões constantes do PCP à necessidade de se conseguir a paz. O PCP afirma-se contra a guerra e como arauto do desejo da paz como imperativo imediato… só não nos diz (e não lhes perguntam porque eles diziam) que a paz que eles exigem é aquela simples que se consegue sempre desde tempos imemoriais – Rende-te!
Pessoal, haver paz a la PCP é simples, simples. Basta para isso que os Ucranianos se rendam incondicionalmente! É essa paz que o PCP exige e anseia. A PAZ que se conseguia quando as pessoas se rendiam à União Soviética ou a regimes ou revoluções orquestradas pela mesma. Que saudades que o PCP tem.

A traição ao PCP pelo resto do establishment político esquerdoide  será que no entendimento deles, como participam politicamente na festa do “malhar” de nazis, racistas, xenófobos a toda e qualquer pessoa que fuja dos normativos do fascismo cultural de esquerda por maioria de razão tinham toda a sustentabilidade na acusação de Nazi ao governo de Volodymyr Zelensky.

Vai na volta, o PCP descobre que as premissas enunciadas só são válidas quando eles participam e estão dentro do Kayfabe, porque assim que fazem o proverbial xixi fora do penico são traídos por Portugal.  Esta ofensa de Portugal, seguido à votação que obtiveram nas últimas legislativas, levará a um recrudescer daquilo em que o PCP ainda possa ter como formula punitiva de Portugal.

País de traidores!

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Géneros

por Olympus Mons, em 21.04.22

Esta imagem é de um dos comandantes em Mariupol. No centro da batalha está ele e mais 2000 homens…. Mas são mesmo homens.  Não são mulheres. Nem são they, nxe/xem/xyr, ze/hir/hirs, ou ey/em/eir, e isso, isso ser uma realidade observada ao dia de hoje devia ficar como reserva na memória. Claro que não interessa para nada, porque patetices não interessam para nada.
Mas se são patetices, como a realidade demonstra sem apelo nem agravo, e aquela coisa que “hit the fan” acaba por ser inevitável, o problema subsiste porque acabada a guerra, que esperemos seja para breve, estes assuntos feitos da tal proverbial matéria que  “hit the fan” , ocorre que nas sociedades evoluídas pela democracia liberal mas que já não o são (democracias liberais) por definição cabal mas são só modernas nos dias de hoje, estas tais patétices passam a ser o tema do jour , o alfa e o ómega da vida quotidiana de vasta populações dessas sociedades ditas evoluídas e progressistas mas que são só modernaças.

O género feminino não precisa disto.
Num mundo em que finalmente, finalmente, existem condições para a total realização das pessoas do sexo feminino acabamos por cair no disparate total que é esta geração woke que veio para ficar.

Eu lamento insistir com alguns temas.
De toda a irrelevância que possam ter, a verdade é que na maior parte do tempo, nas tais democracias liberais MODERNAS, tomam a maior parte do tempo de antena e cada dia que passam mais se tornam sinónimos de Democracias Liberais.

Olhar para a expressão deste homem, ver as suas declarações e saber que dentro das catacumbas com ele só estão 2000 homens, seres do sexo masculino e tanto quanto eu saiba (e podem ter a certeza que sim) não está lá nenhuma outra gender identity, gender expression, inter-gender ou gender non-binary…. Tudo o que lá está são Badass motherfuckers homens que se preparam para morrer a defender aquilo que aparentemente todos gostam mas que quando chega a hora da verdade, tal como diz Bill Buhr, até a mais empedernida lésbica de cabelo curto começa a tentar fazer caracóis com o cabelo.

Tributo aqueles homens que por ali morrem a combater será no futuro não aturar a porcaria que nos dias de hoje é produzida nas sociedades woke do ocidente.
Lixo. 
Enough!

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traição a Locke

por Olympus Mons, em 17.04.22

Uma das formas politicamente ofensivas que hoje em dia assistimos é o chamar populistas como forma de denegrir uma determinada pessoa política. O perigo dos populistas no passado era que minavam as elites no seu trabalho. E isso era mau, porque a função das elites era proteger o seu povo (em conceito). Mas… e quando as elites já não estão a realizar esse trabalho o populismo continua a ser mau?

Quando os populistas te dizem que as tuas elites te estão a tramar, nada mais afirmam do que aquilo que é sempre um risco e passível de acontecer nas sociedades funcionais. E funcionais podem ser democracias ou as ditaduras. Ao final do dia, se não houver competição entre as elites, como nas empresas, o cartel surge e tu és mexilhão. E as pessoas, mesmo as elites, não fazem por mal, meramente é o resultado de uma função que retorna sempre o interesse pessoal. É válido para eles é válido para ti! – Não tenhas ilusões.

A novidade das democracias liberais modernas é, como bem nos diz o maléfico Alexndr Dugin, que juntaram a palavra modernidade à frase sagrada (Liberal Democracy), ou por vezes descaradamente a palavra progressista, e com isso assim que te insurges contra a “modernidade” eles fazem uma falsa equivalência com afronta ao conceito de Democracia Liberal.

É curiosa a roda do tempo, visto que as democracias liberais existem só e unicamente pelo esforço e sangue da direita ocidental e conservadora que tanto combateu no século passado as forças da simpatia progressista do comunismo. No entanto, algumas décadas depois curiosamente eles ganham a guerra.
Devia ficar a tal lição nunca aprendida – Quando ganhas, esmaga!
Uma lição que só a esquerda conhece.

Enfim, democracia é nada mais que o “governo do povo”, e liberal é somente dizer que a legitimidade do “governo do povo” emana meramente de um facto inalterável da natureza: Igualdade Humana!

A Democracia Liberal MODERNA, lo and behold, motherfuckers, é a negação, ou se quiser a suplantação desse conceito da igualdade humana e a afirmação que a contenção do povo (ou da manifestação da maioria), notem contenção não do governo mas do povo, emana de privilégios e direitos especiais de algumas das pessoas dessa sociedade, diluindo o poder da maioria das pessoas dessa sociedade em detrimento de uma elite (minoria) que sabe melhor e é mais progressista, demonstrando o seu poder ao eleger que grupos ou identidades terão direitos especiais nas sociedades tal como comunidade LGBT ou ciganos, ou imigrantes, indo a extremos de todo a gente ter direitos expeciais menos a representação genético-cultural dessa tal maioria. – Aqui, neste ponto, o povo já perdeu. Foste!

 Ou seja, os comunas e esquerdoides ganharam!

Oiçam, tudo se organiza assim! O povo, usualmente burro (vá, pouco iluminado ou distraído), escolhe ou escolhia tradicionalmente no passado as suas elites com um instinto bastante esperto, elites essas que são supostos pôr os políticos na ordem (de onde usualmente emergem e por isso falavam mano a mano). Pronto isto é política 101.  - Mas isto funciona porque as elites sabiam que se não representassem bem o povo, este teria o poder de os remover. Só serias elite com o apoio do povo. Esta era a regra sagrada.  

A traição ao povo é que 3 séculos de implementação em virtude das democracias liberais de Platão a Locke, foram deitados ao lixo por uma elite urbana, posh, virtualizada nos seus perfis de social media que sabe, eles sabem, que só existe uma maneira de fugir à fúria futura do povo que é descaracterizar totalmente os povos onde se inserem, permitindo a diluição da sua identidade através da imigração e, por outro lado, (este truque é importante) deixando que os políticos interajam diretamente com o povo nas suas oferta de demagogia, que como sabemos basta dar bolos para enganar tolos. O papel das elites do povo é proteger o povo dos bolos para tolos que é muito fácil dar. Enganar o povo é sempre assim fácil!
 
Populista, hoje em dia ofensa, é meramente aquelas pessoas que te alertam que as democracias liberais, da governação da maioria em sociedades de pesos e contrapesos, estão a ser traídas pelas elites que abraçaram a MODERNIDADE como padrão, como planta na construção das sociedades do futuro.

Populista no século XXI é o amigo que te avisa! - Democracias Liberais, sabemos o que é e gostamos…. Mas que é mesmo essa MODERNIDADE?

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Problemas que existem

por Olympus Mons, em 16.04.22

Ouvi durante os últimos dias várias laudas a Carlos Guimarães Pinto, deputado do IL, pela sua resposta a André Ventura no discurso que o mesmo terá feito em que referiu os ciganos em Portugal.

Confesso que só decidi escrever este post porque ouvi hoje de manhã no programa do Observador novamente uma dessas laudas cheias de virtudes e moralismos, atribuindo a Carlos Guimarães pinto o prémio xpto da semana.

Por um lado escrevo porque confesso e vocês sabem tenho uma irritação especial pelo IL, vivo rodeado de pessoas que votaram no IL e no entanto cada vez tenho menos apetências balsâmicas para com tudo que sai do partido. – Não tenho dúvidas, o IL é uma nova manifestação da mesma elite que nos trouxe até aqui. É só a pitufice nova aprovada pelo regime.

Mas vamos por partes,

A primeira vez que notei o total desareio e até desapoio cognitivo do Carlos Guimarães pinto quando á questão cigana em Portugal foi curiosamente no programa que ele fazia como Alberto Goncalves no Youtube. Lembro-me sempre que da única vez em que o vi a sair do registo irónico e a ficar verdadeiramente perdido foi num comentário do Alberto Goncalves, quando até ambos gozavam com o CHEGA pela conversa dos ciganos, Alberto Goncalves ter referido algo do género que era óbvio que havia um “problema cigano” para as pessoas que viviam junto a populações ciganas. Carlos Guimarães Pinto durante uns segundos ficou verdadeiramente desconcertado, quase encetando uma discussão com o Alberto Gonçalves.
Foi só um episódio, mas um episodio que na altura, bem antes das eleições, me ajudou (já em curso) na noção que as pessoas do IL pouco se diferenciam das do BE e e do PS a não ser na conversa dos impostos!  De resto é a mesma trupe, tal como os americanos referem que Libertarians são liberals mugged by reality. No caso deles, acabarem a ganhar rendimentos bem acima da média dos tugas para verificar que tudo junto o estado fica com 70% dos rendimentos!

Mas mais importante também é que por vezes me fica a impressão que o próprio CHEGA, que tanto insiste na questão dos ciganos, depois não fez bem o trabalho de casa. Fica-me sempre alguma irritação também com o CHEGA porque aquilo tudo soa a conversa do tuga poucochinho.
Eu antevejo que o CHEGA e André Ventura se estará verdadeiramente a marimbar para os ciganos, mas percebo, e bem, bem, que use a questão dos ciganos porque melhor exemplo daquilo que o CHEGA se afirma e propõe combater tem a ver com a tal especialidade das sociedades controladas pela esquerda, onde se inclui o IL, de pretend not to see, a capacidade que julgam ter de alterar a realidade meramente porque conseguem verbalizar uma narrativa qualquer que na cabeça deles faz sentido. - Mas porque é importante o CHEGA insistir na questão cigana?
vamos ser realistas porque a real-politik existe.

E Carlos Guimarães Pinto, digo eu, é um daqueles betinhos de Lisboa e Porto, dos veleiros nos rios, filhos de ordenados bem acima da média, filhos de rearing paternais bem mais fortes do que a generalidade dos portugueses, que nunca verdadeiramente viu um cigano ou teve um a meter-lhe o dedo na penca!

Capture ciganos.PNG


Já, olhando para este mapa… lembram-se do mapa da votação do CHEGA? este mapa das populações ciganas em Portugal é muto parecido, não é? – É por isto que o CHEGA tem que continuar a falar dos ciganos e do problema cigano.

O CHEGA fala, mas nem sempre me parece estruturado ou estudado. Sai coisas como o André Ventura dizer que os ciganos são 1% da população e 15% da população prisional, quando não está correto e o Bernardinho do fact Check da SIC claro que foi a correr chamar-lhe mentiroso.  Parece tudo on-the-fly e espontaneidade frugal. – Não é isso o VOX Espanha. E é bom que o CHEGA aprenda!

Mas… que é o problema cigano?

O Bernadinho da SIC, mais toda a sua equipa de “investigadores” não descobriram fontes para sustentar ou refutar o André Ventura. No entanto, uma mera busca de 5 minutos no Google saltam vários estudos. Dos primeiros que encontra são estudos, alguns recentes outros já com alguns anos como por exemplo o (Criminalidade, etnecidades e desigualdades - https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/17004/1/Relat%C3%B3rio%20Criminalidade%20Etnicidade%20e%20Desigualdades.pdf) ou Estudo Nacional sobre as comunidades ciganas - https://repositorio.iscte-iul.pt/bitstream/10071/15587/1/estudonacionalsobreascomunidadesciganas.pdf). Há mais, mas basta estes.

E bastando ler estes estudos se conclui que o problema cigano é o seguinte.
Temos 37,000 mil ciganos, que são 0.4% (nem meio por cento são) da população portuguesa e são 6% da população prisional. Ou seja tem uma representatividade quase 15 vezes a sua representativa na população em geral.
Assim como são 4% do RSI todo pago. Novamente 10 vezes a são representação populacional. E sabem o que isso é? olhem para esse gráfico de um dos estudos acima.

Capture ciganos modo de vida.PNG

Sim, este é o problema cigano, como o CHEGA o diz. Vivem em Portugal há 500 anos e isto é o seu modo de vida. Kid you not. A manchinha castanha, aquela coisa pequena é a quantidade que vive do trabalho, o resto é só ler a legenda!  E isto é que não pode ser mostrado aos Portugueses e o CHEGA não tem tido arte para o fazer.

Querem ver mais?

Isto em baixo é a tal sua representatividade no crime. Do mesmo estudo, mostra isto.

Capture crime.PNG

Capture crime2.PNG

Os emigrantes do Palop, pelas estimativas que tenho são 200 mil, dos 480 mil emigrantes que tínhamos em 2018. No entanto vejam o total na imagem - a Etnia Cigana que são só 37,000 tem naqueles estabelecimentos populacionais mais de metade dos crimes dos emigrantes do palop que são 200,000!
Já para não falar se os comparar com os emigrantes do leste que serão mais de 100,000 e comparado com eles são novamente meninos de coro.

E pronto, o “problema cigano” em Portugal, como todos os problemas, começam por ser explicados com números e explicando o que ele significam. - O CHEGA se quer continuar a falar de ciganos é bom que ganhe a batalha, lute como deve ser ou então cale a boca!

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Suicide watch

por Olympus Mons, em 15.04.22

Numa altura em que assisto, não sem alguma surpresa ou inclusive desconfiança, à jogada de Elon Musk comprar o Twitter, sendo que já aqui manifestei a minha tardia mas sólida admiração pelo personagem, olhar para o modo como o google se recusa a “aprender” no seu tensor-flow de Inteligência artificial que eu não sou de esquerda é avassalador.

Capture british rwanda.PNG

Avassalador porque obviamente que os algoritmos o percebem imediatamente mas os mesmos algoritmos fazem o trabalho de “advogacy information” e assumem-no descaradamente.

Esta imagem, quando procuro pela noticia da decisão de Boris Johinson de enviar os imigrantes ilegais para o Rwanda é, no mínimo irritante mas em boa analise desrespeitadora.  Se procurar por British media bias sairá que todos estas fontes noticiosas são identificadas com a esquerda ou até com grandes componentes de extrema-esquerda e no entanto descaradamente é esta a advogacy das fontes de informação do seculo XXI. – Achar que o the Guardian ou a BBC ou o independant são as fórmulas de informação para alguém como eu é ofensivo.

No fundo, isto será um fait-divers. Porque, obviamente, muito mais interessante será o objecto da minha procura, não é?

Agarrar nos emigrantes ilegais e levá-los para um pais perto das áreas geográficas de onde emanam mas que seja seguro e dê garantias de respeitar essas pessoas (dentro do básico, porque ninguém nasce com direito ao que de melhor o outro tem!) não deixa de ser, se não genial o que Boris Johnson fez, pelo menos um passo de racionalidade e auto-preservação que eu confesso desejava mas tristemente acreditava que a Europa já nem teria cojones para fazer. -  Claro que não foi a Europa, mas foi o Reino Unido não é?   

Primeiro é preciso lembrar que a EU toda, todinha com inclusive os tradicionais trompetistas de virtue signaling já trava e paga imigrantes na Turquia para que não entrem no espaço da União. Assim faz o Reino Unido fazendo jus ao que foi mandatado pelo Brexit!  A democracia em alguns sítios do planeta ainda significa alguma coisa.  E se medidas como estas tivessem sido implementadas à 10 anos, se calhar o Reino Unido não teria saído da União Europeia, pois não?

Ao final do dia, antevejo que nos próximos anos assistiremos vários países europeus reproduzir esta decisão do Reino Unido, tal como a França, Itália ou até a Alemanha e isso ficará historicamente como uma mudança, um veer existencial, para muitas gerações no futuro.

Que fique claro - Nos próximos milhares de anos, o admixture genético das pessoas no planeta terra será miscigenado com todas as raças que hoje existem. Tal como todas as raças (fora algumas fringe como os Pigmeus ou Khoisan) hoje em dia são o resultado da mistura de raças/etnicidades que existiram antes. As pessoas tem que se lembrar que a distancias genética entre um agricultor do neolítico da Anatólia e um agricultor do Irão era maior do que entre um alemão e um japonês. No entanto alguns milhares de anos depois já só existia praticamente uma mistura dos dois. -  Por isso, não é este fenómeno que se tenta evitar, porque isso sim, é uma posição racista. Mas também é aqui é que se fazem todos de parvos.

– O problema e que sempre que as populações se moveram em massa para outro sítio, alguém se tramou! Alguém desapareceu alguém deixou se ser!  

Ainda hoje se atribui a destruição da civilização, o tal ano em que a civilização morreu o ano de 1176 antes de cristo à chegada do “Sea People”.  Ou a queda de Roma… mas pode recuar no tempo e ir vendo que a chegada da Idade do bronze foi o fim das pessoas da Idade do cobre, a chegada da idade do cobre foi o fim das pessoas do neolítico… Não que não seja assim o destino. É só que nesse processo os que lá estavam, os locais, enquanto culturas e identidade foram destruídos. E eu, se mais ninguém eu, continuo sem uma demonstração que a destruição da civilização ocidental, a tal que criou o mundo, o mundo inteiro, vivas aqui, no centro da China ou no meio de Africa, existes porque a civilização ocidental te criou, mas dizia eu ainda não me foi demonstrado que se prepara algo de melhor e não mais uma vez a chegada da terceira queda do abismo como foi a idade do ferro ou a idade media!

A quantidade de pessoas necessárias para destruir determinada cultura/sociedade é relativamente baixa, porque números relativamente reduzidos de pessoas “diferentes” destroem imediatamente o capital social que por norma levou séculos a ser contruído. Humanos não nasceram para kumbaya e utopias esquerdoides que ninguém aplica a eles próprios, mas sim nasceram para se organizar em grupos e com essa identificação de grupo modelar ou moderar os impulsos de autointeresse individual que essa máquina brutal que é o cérebro humano, máquina desenhada para alterar a realidade para aquilo que serve os seus interesses pessoais, nos vai empurrar sempre.  O cérebro humano não é uma máquina de procurar da verdade é sim o maior advogado dos interesses do próprio individuo!

Moderar ou moderar o modo como na europa se promove a nossa própria destruição como grupo e identidade poderá ser o primeiro passo nesta “suicide watch hotline”

Congrats ao Boris! Fuck the parties.

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Ovelhas e cabras.

por Olympus Mons, em 14.04.22

Bear with me, neste post.

 

Curiosamente vou voltar a falar da Rússia, da Ucrânia e até da região do Donbas. Estão a ver na imagem o rio Don? É daí o nome da região do DonBas relacionado com os rios Don, Donets e lower Dnieper.

Vou falar desta região… mas há 6 mil anos. Porque esta região é crucial para se entender a etnogéneses dos europeus. E por isso sempre tão contenciosa em algumas das discussões que ocorrem sobre aspectos cruciais ao entendimento do passado.

Este paper, perdido na irrelevância da área, arqeo-genética, deixou-me o coração a saltar durante uns minutos.

Capture dairy caucasus.PNG

Link:https://www.nature.com/articles/s41559-022-01701-6


Nem sei bem como explicar isto sem maçar meio mundo. Vou tentar:

Eu acredito na importância dos Shulaveri-Shomu na ethnogenesis dos europeus. Acredito eu e poucos mais, pese embora cada vez mais outros se juntem, mas se provar que eu estou correto, serei eu, só eu, o rei dos Shulaveri-Shomu! Não aceitarei partilhar louros porque lutei sozinho.

A minha guerra sempre foi com os estepistas. Os steppists da steppe theory. E pese embora para explicar a origem dos europeus eu recorra a eles, lembrem-se quando falo da componente genética Yamnaya dos europeus, que era dali, mesmo dali onde agora se vai travar os mais brutais combates naquela zona do leste da Ucrânia. Não deixa de ser curioso que uma das características da sociedade Yamnaya, que era patriarcal e de clã, era precisamente que era bastante violenta. 

Dentro desta área de interesse existe realmente alguns personagens que por vezes ficamos na dúvida se não serão mesmo, não direi nazis, mas que encaram esta região como pivot á formação genética dos europeus e por vezes não se sabe bem como se argumentar…
Mas uma das coisas que este pessoal tem verdadeiramente aversão é ao conceito que a formação das estepes e da componente genética, aquela mistura entre CHG e EHG que no fundo com um pouco de EEF forma essa componente que ao entrar na europa durante a idade do cobre fechou o ciclo genético dos europeus. E Sim, quando o deputado do CHEGA fala em caucasianos é esta componente do CHG (caucasus Hunter gatherer) que define, digamos, a modernidade da genética dos europeus e custa ouvir pessoas como a dra Luísa Pereira, das poucas pessoa que se operam nesta área em Portugal fazer-se de parva e fingir que não percebe o que é ser caucasiano, dá dó.

Mas, dizia eu, dizer a estepistas que existiram populações do sul do Cáucaso, Shulaveri-Shomu, que participaram na formação das estepes ao desaparecer do sul do Cáucaso em 5000 BC, que na verdade já falavam PIE (proto-Indo European) porque todas as palavras de origem já praticamente existiam no seu modo de vida, que a componente genética e até, como eu defendia (agora tenho algumas dúvidas) que eram os R1B-L23, que seria algo como “pai” do L51 de que descendem 80% dos europeus (sim, um único homem)… é leva-los a explodir em raiva.
E se eu fui alvo dessa raiva.

 No entanto, aos poucos, vão saindo pequenos detalhes que me dão alguma razão ou pelo menos mantém viva a minha hipótese que os Shulaveri-Shomu fizeram parte dessa etnogénese dos pastoralistas (cowboys) que mais tarde com os seus cavalos dominaram a europa.

Este paper, analisando as espécies de pastorícia diz isso mesmo, em estudos que usam  dental calculus proteomes, para procurar proteínas do leite que depois podem ser identificados .
O Paper afirma que o pastoralismo migrou do sul do Cáucaso para as aquelas zonas, assim como na parte norte do Cáucaso. Das primeiras sociedades ao norte do caucaso, ali nas regiões ao redor do mar de Azov, foram das primeiras, milhares de anos mais tarde que a sul, mostrar agricultura e pastorícia.
As ovelhas e cabras não fugiram para ali. Se as ovelhas e cabras foram então foram pessoas com eles.

O paper por vezes é ambíguo, porque apesar de afirmar que é do sul do Cáucaso também coloca num parágrafo a possibilidade de vir das culturas da Hungria, polónia… Enfim. No geral confirma que essas espécies ( e pessoas) atravessaram do sul para o norte do Cáucaso e…surgiu depois os Yamnaya.  

O tempo o dirá.

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Não deixar o mal fazer ninho na nossa cabeça.

por Olympus Mons, em 13.04.22

A maioria de vocês não conhecerá este personagem da imagem.
Este senhor é Frank R James…. Porque assassinos têm sempre 3 nomes. Nem sei porquê, mas é assim nos EUA. Matas mais que duas pessoas e passas a ser conhecido por 3 nomes. Se não é só o primeiro e último.

Capture frakrjames.PNG

Este é o senhor que ontem entrou no metro de Nova Iorque e baleou aquelas 30 pessoas.
Mas indo ao que interessa. Assim que se soube que era uma pessoa de raça negra, subitamente o interesse por detalhes esmoreceu e o animo jornalístico se voltou para as vítimas e pouco mais se procurou sobre o assassínio. Aliás como em Waukesha foi o SUV que atropelou as pessoas e não o condutor.  
Também, como não podia deixar de ser, imediatamente se seguiu as declarações de que o problema serão as leis de posse de arma nos EUA, assim, abstratamente culpados sem nome ou motivo, que tanto jeito dá às narrativas lá pelo sítio.

Sabendo eu pelo NYPost que o senhor era ávido gerador de conteúdos imediatamente fui à procura dos tais vídeos. -  Google, Youtube, Facebook… nada.

Óbvio sabia onde encontrar e saltei para o Odysee e lá está o conteúdo, nomeadamente este último vídeo dele de onde tirei a imagem. - https://odysee.com/@RYTHMICRIOT_RANDOM:d/unkempt-deranged-lyrebird:7

O vídeo é de 1 hora, por isso ele fala, fala… mas para quem consiga ir até ao fim ficará na duvida do que o separa deste outro senhor da imagem aqui ao lado, se alguma coisa os separa. Que, se bem se lembram, este aqui ao lafo é  BrentonTarrant o super, mega, racista terrorista da nova Zelândia o famoso Christchurch terrorist.

 

É que Frank R James também faz os seus manifestos, tal como Brenton Tarrant fez, e fazendo um resumo:

*É um típico ABM (Angry Black Man)

*Frank R James não é mentalmente menor nem cognitivamente incapacitado, aliás até bastante articulado no discurso.

*Frank R James é um negro, racista, ressabiado, cheio de teorias da conspiração e sonhos de matar brancos.

*Frank R James, olha para os negros como seres domesticados por brancos maléficos, ainda traumatizados pela escravatura e incapazes de fazer valer a sua posição na sociedade americana, condenados a ser seres menores perante a opressão e maldade dos brancos, infinitamente condenados a ser seres menores perante o domínio total da sociedade branca norte-americana.

Tal como Brenton Tarrant, o super, maléfico terrorista, que tanta atenção internacional teve durante semanas a fio, tantas teses, textos e programas de televisão originou, o senhor Frank R James saiu à rua armado e preparado para matar o máximo de pessoas possível.

Não me parece que tenha morto ou ferido qualquer negro.

Por outro lado, se queria matar pessoas devia te aprendido uma coisa ou duas com Brenton Tarrant ao invés de ser um incompetente até neste ato ignóbil! -  Penso que é conhecido como a Sailer’s Law of Mass Shootings - Se houver muitos feridos e poucos mortos então é porque era um negro o atirador. 

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O problema...

por Olympus Mons, em 13.04.22

Esta imagem é muito, muito, reveladora.

Uma das formas como somos calados, como somos desconsiderados, desacreditados, é precisamente porque à critica que existe um FCE és imediatamente lembrado que isso é paranoia e não estás a ver pela perspetiva do outro, ou do outro lado, e que se o fizesses percebias que o desabono é similar e que só o facto de não estares a ter em consideração a perspetiva do outro te leva a

No entanto:

Eu gosto desta imagem deste estudo porque nos mostra que não é assim. Não é!
A imagem está mesmo retorcida e destorcida a favor de um linguajar e adjetivar de esquerda que em muito pouco se distingue de fascismo ou totalitarismos, porque em nada é leal ou isento.

O “information bias“ existe. Tanto que existe que está aqui, nesta imagem.  E o problema não é de somenos.

Sim esta imagem mostra-nos que nos últimos anos isto, e isto é os media em loucura total e como assumidamente propagandistas foi demonstrado pela utilização de termos que exacerbam pejorativamente o outro como extrema direita ou extrema esquerda, extremistas, ultra, etc.  - Até haver uma forma de reconhecimento do “problema” nunca haverá solução. O problema é multivariáveis e multifacetado obviamente.
O “problema” imprensa é só parte do mesmo. Mas ou se encontra solução para o problema ou… que venha Ventura, que venha Le pen, Orbans e Salvini. Porque na dissonância cognitiva é que as sociedades não poderão viver durante muito mais tempo. E por sociedades obviamente que não me refiro a Portugal que não entra para as contas.

O “problema”, na imagem, são as manchas de cor, ou sombreados, que é o espaço entre as linhas vermelhas e azuis. Quem olhar para a imagem nao contestará que existe uma abundancia de cor de rosa ou de vermelho tenue e de forma alguma dirá que esta imagem acima é uma imagem em azul, certo? 
E como se pode ver analizando a imagem no essencial os tais media de referência como o New York Times ou o Washington Post, a revista Times ou até a Associated Press ou a Reuters tem zero de equidade no tratamento, zero de ponderação nos termos e zero de equidistância nas narrativas que passam.

É demasiado, é exagerado e devia ter consequência para esses pasquins. Ouvir na televisão Portuguesa ou nos conteúdos escritos e digitais referencias ao que foi escrito no NYT ou na Times é hoje em dia só patético ou burlesco.

Usar segmentos ou content vindo da ABC news ou da CBS é igualmente ridículo.

Mais curioso é que mesmo olhando para alguns dos jornais ou media tradicionalmente mais à direita como o WSJ nota-se que na verdade, por pressão das meta-normas se comportam mais á esquerda do que como expressão da direita norte-americana.

E repara-se que canais como a FOX news, ou até a Newsmax não denotam de todo o tal “information Bias” que se nota nos nomes impolutos e de referência que mencionei acima. Algo que já tinha notado que retirando algumas personagens como Tucker Carlston ou Sean Hannity a verdade é que o restante do canal até se comporta com alguma versão de isenção perante os eventos, sendo ponderado e equitativo até nos convidados que lá vão expressar as suas opiniões.

Nem em jornais como o New York Post ou o Washington Examinar, que tao associados à direita são no entanto não demonstram “information bias” nas caracterização que fazem do espectro esquerda/direita.

Por último, aquilo que é também evidente é que o nível de polarização criado por uma caracterização de extremos é a norma nos dias de hoje nos EUA.

Aquilo está para rebentar… Mas esse é outro problema!

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Gulp Gulp

por Olympus Mons, em 12.04.22

Gulp, gulp, vir à tona para respirar....Há muito tempo que não estava tanto tempo sem escrever no Barradeferro.

Mas estando profissionalmente debaixo de água durante semanas e tendo sido calão ao não preparar nada em drafts é o que dá. Agora devia tentar escrever 10 posts de seguida!
bem, pelo menos sucesso na oportunidade e contracto que persegui.

Ora bem, contudo e olhando para trás, verdadeiramente perdi algo? Acho que não.
Comentar o quê?  A patetice que é ter um governo socialista de maioria absoluta? Ter o, na minha opinião, maior hipócrita, vendido e propagandista do FCE que há memória em Portugal, o Adão e Silva, ido a ministro da república e talvez das coisas mais desmoralizadoras que posso observar no dia a dia. E não é só o facto de ele estar descaradamente a ser recompensado pelo FCE, pelo tal regime da tal república que devia cair, só me incrementa a sensação de que isto já não tem mesmo forma de evoluir.

Perceber que Mariana é hipócrita, mas que o regime a vai tratar com luvas brancas ou que a rainha dos guinchadeira moralmente superior, a Ana Gomes, obviamente que do alto da sua vida de luxo, privilégio e proteção do tal regime haveria de andar a fazer das suas também não me deixa a sensação de ter perdido algo para comentar.

E comentar o quê depois? As novas birras do Marcelo? As polémicas da comemoração do 25 de Abril? – Nada a comentar nem já a celebrar sobre um evento que teve a sua importâncias mas não foi a invenção da democracia foi sim da ultimíssimas democracias a ser implementadas no ocidente. Assim como penúltimo numa corrida de dezenas e dezenas… bora lá comemorar ser os penúltimos da corrida, Yeey!

Como tinha dito, desligando o VMPC e o ACC a guerra na Ucrânia está uma transposição para o presente da barbárie de Grozni. Mariupol já queimou e vai seguir-se o Donbass… mas não olhem com atenção porque ali até os ucranianos vai queimar tudo o que se mexa sem dó nem piedade. Fica-nos sempre aquela esperança, que sempre acaba gorada, até juvenil, que os Ucranianos surjam com uma capacidade de ripostar a esse eminente ataque com armas “secretas” entregues nos últimos dias e que surpreendam os Russos.  Russos esses, que não tenhamos ilusões se saírem humilhados desta ofensiva vão acabar por se desagregar, especialmente as regiões do leste da Rússia…

Observo que os espasmos verbais no momento em que a Marine Le Pen vai à segunda volta em França, com sondagens a dar 45% dos votos, estão no mesmo nível de sempre e que só quando ela ganhar, que acredito não será desta ainda, deixaremos de gramar com a narrativa repetitiva do fim do mundo. Especialmente quando tudo isto se segue à vitória esmagadora do Orban na Hungria.

Mas, vale sempre a sensação que o mundo está normal. Nesta altura, 12 de Abril pelas 18 horas observo os eventos na CNN de um active shooter em Nova Iorque. Normal porque quem esteja atento, e fuja dos media de esquerda, sabe que tiroteios e assassinatos ali perpetrados por negros é todos os dias e várias vezes ao dia. Vamos  é ver se o assassino, o jovem negro, não grita Black Lives Matter e o assunto desapareça rapidamente da atenção mediática, como aconteceu com o outro na parada de Natal em Waukesha. – Por hora, desde que se soube que era um jovem negro até a CNN abandonou o direto. Aliás como tinha acontecido em Waukesha!

Para já, para já, reparo que as vítimas parecem ser todas asiáticas, o que é consequente com o fenómeno que tenho observado desde 2012 (especialmente começando em São Francisco) de uma raiva surda de pessoas de raça negra contra os antípodas temperamentais que são as pessoas de origem asiática. – A confirmar-se isto, este assunto vai entrar nas catacumbas do incomunicável. Assim como as porradas que os ciganos dão na policia, não é?

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