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5 minutos

por Olympus Mons, em 18.07.21

Existem 5 minutos que vale a pena gastar. 
Os 5 minutos deste post the Judith Curry é um desses momentos, pela forma sucinta como é holistico.

https://judithcurry.com/2021/07/11/5-minutes/

Eu sigo Judith Curry há várias décadas. Para mim ela a par de Roger Pielke, representam muito bem o modo como chegámos aqui.

Lembro-me dela quando ainda era um deles, ainda pegava com trinta pinças qualquer narrativa que contrariasse os fazedores da tanga das alterações climáticas.  A tanga, não as alterações, claro. Na verdade quando retrospetivamente olho para eles todos, Pielke pai e filho, Spencer,  Christy, Curry, etc não me lembro de um que dissesse que o planeta não está a aquecer e que em parte esse aquecimento deveria ser pelo aumento de CO2 na atmosfera. Não me lembro de um.
Mas Curry foi curioso porque se consegue seguir com precisão o cancel culture, sim o cancel culture começou com as alterações climáticas porque toda uma elite científica não iria deixar que ninguém lhes roubasse a oportunidade. Curry começou por pedir aos colegas que não fossem tao defensivos. Chamou ela na altura de “circuling the Wagon” e que isso era mau. Curry rapidamente passou da amiga para ser inimigo. Quem quiser que investigue: Como tantos outros, ela passou de professora, e professora chair of the School of Earth and Atmospheric Sciences at the Georgia Institute of Technology para uma pariah a quem era negado até a cordialidade.  Ela passou por tudo, desde a traição de pessoas que ela tinha empregado e treinado e que hoje são famosos na área, até as pressões para deixar de ensinar. Como tantos outros hoje em dia já está fora da academia. – Cancel culture começou aqui e muito do que hoje identificamos como cancel culture cumpre com as metodologias usadas para agredir estes cientistas que não aceitaram calar a boca.

E tudo o que ela se insurgiu foi contra a tanga como forma de comunicação errada do problema em mãos. O truque, a tanga, está nisso mesmo. Na tanga. É como se começássemos a falar de pessoas que faltam de penhasco para água em mergulho e de repente toda a gente à nossa volta começa a falar de voar, e super-homem e o thor, e o Hulk… a pessoa fica sem saber o que dizer.

Trago Judith aqui porque este post dela em que transcreve a sua intervenção de 5 minutos num venue qualquer sobre clima. Ela resume muito bem qual o problema de perspetiva que hoje em dia existe sobre esta questão das alterações climáticas.

A ler:
https://judithcurry.com/2021/07/11/5-minutes/

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3 comentários

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De Anónimo a 18.07.2021 às 19:55


1. E eu sigo à mais de dez anos

eike-klima-energie.eu

[Uma site alemã, que luta pela nossa liberdade, contra os mesmos vigaristas, como a Judith faz. Uma organização privada, independente do estado corrupto, que anda a financiar todos esses porcos, contra os quais a Judith também é obrigada a lutar. A esquerda odeia o site alemão, porque é o maior adversário.]

Ou a página

wattsupwiththat.com

thegwpf.com

Há algumas páginas boas.

Todas estão interligadas. A site alemão tem um link com a Judith e de vez em quando apresenta traduções para o alemão.


2. Na ciência não existe saber autoritário. Nunca existiu. Outra vez: na ciência exacta não à ninguém, nenhum Sinclair, que se possa impor pela autoridade que tem ou julga ter. Isso é uma ilusão e mau trabalho intelectual.

Só conta a veracidade da afirmação dita, proclamada.

Por isso, o que conta, não é o que a Judith diz. Só conta, se as afirmações dela são correctas ou não. E ela provou saber o que afirma.


3. A página (eike-klima-energie.eu) já organizou um encontro científico ao mais alto nível em Portugal, uns poucos anos atrás, na cidade do Porto. O que quer dizer, que também em Portugal há cientistas inteligentes, não corruptos, corajosos, sem medo dos socialistasa idiotas.

Nessa conferência vieram os melhores cerébros honestos, de todo o mundo.

Salvo erro apareceu lá um burro esquerdista, que nada percebe da matéria, mas tentou difamar os lá presentes. Nada de novo.


4. Toda esta vigarice com o clima, o vírus fantasma, etc., é levado para a frente, pela esquerda fascista, para meter medo ao pessoal e instalar um novo sistema mundial, para controlar o ser humano e terrorizar o mesmo.

Jornaleco

Eu sigo a site alemão já há mais de dez anos, porque quando eu a encontrei, já sabia "tudo". Eu consegui descobrir a burla sem a Judith ou Eike.

Mas eu fiquei encantado encontrar lá seres humanos, que também defendem a verdade científica.

E eu sou lá um frequente comentador, debaixo de outros pseudónimos.

Mas não tudo é cor-de-rosa. Muitos não se apercebem, que argumentam debaixo duma escola de pensamento. Pior, muitos não notam, não sabem dizer, quando argumentam, porque é que argumentam como falam e não de outra maneira.

Eu quero dizer: a escola de pensamento ateia tem grandes desvantagens. Porque eles interpretam os dados sempre da mesma maneira, e nunca são livres no seu pensar, nos seus pensamentos.

Mas o verdadeiro pensamento, o intelecto, a verdadeira inteligência tem que ser verdadeiramente livre, sem restricções.

E o pensamento ateio OBRIGA qualquer ser humano a explicar tudo, só dum certo modo. É uma forma de escravidão, escravatura.

É lógico.

E eu notei mais, que os tais amigos da ciência exacta sabem muito pouco. Só conhecem o seu prato, se o conhecerem bem. O problema é que a ciência tem muitos pratos, muitas faculdades. E a interdisciplinaridade (saber interdisciplinar!!) é muito importante. Só que quase ninguém a pratica. Poucos estão motivados. Uns ignoram o saber de outras partes da ciência. Saber provado!! Uma autêntica vergonha.

Pior, muitos cientistas não sabem provar o que defendem!

Muito pior. A crença instalou-se na ciência ateia. Poucos cientistas querem ou sabem fazer a prova dos nove, verificar o que foi dito.

Eu aconselho ler o livro de Thomas S. Kuhn [The Structure of Scientific Revolutions, Chicago: 1962]. A leitura desse livro prova, que quase todos os cientistas não sabem fazer ciência. Cada um tem um certo saber e eles não aprendem dos outros cientistas. Não! Eles defendem o seu "castelo" até à morte, mesmo que defendem algo errado.

Não é assim, que se deve fazer, praticar a ciência. A ciência é um constante aprender, só que muitos não o querem. Preferem defender mentiras e assim para a frente.

Sir Karl R. Popper ensina como se deve fazer ciência. É a obra mais importante até hoje.

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