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Resumido,  nesta tabela está expresso  que talvez lá se tenha ido a minha teoria de que se devia pagar a lésbicas para adoptar e tirar da ideia qualquer cedência nesse campo a homossexuais do sexo masculino.

 

De qualquer das formas alguém conhece o contacto daquela Isabel histérica do PS, filha do Adriano Moreira? 

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5 comentários

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De Olympus Mons a 10.12.2013 às 21:34

Para quem tenha alguma coisa em particular contra Regnerus, pode já agora ir ler este trabalho de Allen

High school graduation rates among children of same-sex households
Douglas W. Allen

Abstract
Almost all studies of same-sex parenting have concluded there is “no difference” in a range of outcome measures for children who live in a household with same-sex parents compared to children living with married opposite-sex parents. Recently, some work based on the US census has suggested otherwise, but those studies have considerable drawbacks. Here, a 20 % sample of the 2006 Canada census is used to identify self-reported children living with same-sex parents, and to examine the association of household type with children’s high school graduation rates. This large random sample allows for control of parental marital status, distinguishes between gay and lesbian families, and is large enough to evaluate differences in gender between parents and children. CHILDREN LIVING WITH GAY AND LESBIAN FAMILIES IN 2006 WERE ABOUT 65 % AS LIKELY TO GRADUATE COMPARED TO CHILDREN LIVING IN OPPOSITE SEX MARRIAGE FAMILIES. DAUGHTERS OF SAME-SEX PARENTS DO CONSIDERABLY WORSE THAN SONS.




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De DS a 11.12.2013 às 01:44

O Regnerus e o Allen não são propriamente casos isolados, tendo colaborado e elogiado os trabalhos um do outro.
O Douglas Allen tem também colaborado como assessor para o National Organization for Marriage, uma organização que pretende combater especificamente o casamento entre pessoas do mesmo sexo nos EUA.

Acho pertinente essa informação, já que anteriormente se tinha mostrado sensível ao bias que o Huffington Post teria.

Alguns comentários sobre as observações de Adams:

A taxa de graduation de jovens criados por casais de sexo oposto é, efectivamente, maior. Mas a idade média destes jovens também é maior. Penso que será óbvia a correlação entre taxa de graduation e a idade média, embora Adams estranhamente não se pronuncie sobre o assunto.

Existem outros factores que emergem nos dados do estudo, mas que não recebem tanto destaque na discussão de Adams quanto a orientação sexual dos pais.
Por exemplo:
-maior taxa de deficiência das crianças criadas por casais gay
-maior taxa de crianças de uma minoria étnica criadas por casais gay
-maior taxa de deslocação geográfica das crianças criadas por casais do mesmo sexo (sobretudo lésbicas)
-menor rendimento do agregado familiar, sobretudo nos casais de lésbicas (as mulheres têm um rendimento médio consideravelmente inferior).

É aberrante que estes aspectos mereçam apenas um parágrafo (se tanto) em comparação com a orientação sexual.
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De Olympus Mons a 11.12.2013 às 12:17

DS - Importante: aquilo que é importante em Regnerus e Allen é que se é verdade que estes estudos tem limitações também a verdade é que são os primeiros estudos que tentam colmatar as falhas ridículas, ideologicamente bias, cientificamente vergonhosas da esmagadora maioria dos estudos anteriores que logo à partida tem samplings tão estatisticamente irrelevantes, tão selectivamente escolhidos que nem o passo da “null hypothesis”, de ‘‘no effect’’ conseguem passar. Estes estudos são os primeiros com escala e nessa escala o quadro dos modelos de parenting gay estão muito, mas muito mal, na fotografia. E a realidade não é alterável por fictive outcomes. Só na mente de pessoas de esquerda.


Dito isto , aquilo que o DS parece demonstrar é que ser Gay ou lésbica implica que não se possui de todo as características necessárias à criação de um Lar adequado para o desenvolvimento de uma criança. E não me parece que seja isso que queria.
E repare que algumas das coisas que escreve estão perfeitamente incorrectas como o menor rendimento, ou até formação, dos casais homossexuais (especialmente nos casos de lésbicas).

O DS zangou-se por eu lhe ter traçado o perfil, mas o ponto é todo esse. Não adianta que agora eu argumente extensamente sobre cada um dos pontos , e ponha aqui os contra argumentos de Regnerus ou de Allen porque isso só perpetuará aquilo que o DS parece preferir que é uma infindável troca da nossa capacidade argumentativa. Eu considero isso estéril.
E repare, há qualquer coisa de perfeitamente arrogante no modo como o DS vê o mundo - A homossexualidade é um trait dos humanos que presumo (há quem discorde) sempre esteve connosco. E em milénios nunca esse trait nos indicou que era um modelo correcto de parenting (tendo a homossexualidade tido períodos de maior aceitação). Nunca em milénios! E sabe as pessoas não eram burrinhas até ao momento em que se deu o Maio de 68. Não, muito pelo contrário!

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De DS a 11.12.2013 às 23:22

Igualmente sem grande paciência para argumentar sobre o que é discutível, fico-me pelos dados então.

As observações que fiz no post anterior não provêem da minha imaginação, nem de algum blog ultra-progressista, nem de estudos tendenciosos favoráveis à homoparentalidade.

Pelo contrário, estão no estudo que o próprio Olympus nos convidou a conhecer, Tabela 4:
http://s17.postimg.org/tmbyism5b/Allen_table4.jpg

Obviamente que poderá questionar as estatísticas no estudo que recomendou (talvez com base na sua amizade com um casal de lésbicas cheias de papel), mas sendo assim também recomendo alguma reserva na análise das conclusões.

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De Olympus Mons a 12.12.2013 às 12:20

DS, Quer quer. Esse é o ponto.
Coloca o quadro do Allen para demonstrar o que quer, e eu mostro o mesmo quadro e a mesma linha para lhe demonstrar que os single parenting tem metade do income e o nível de drop-out é exactamente o mesmo! Depois falo-lhe que o nível de formação académica em todos os estudos anteriores é muito mais importante que qualquer outro factor (que as lésbicas tem igual aos casais hetero) e o DS falará de outro indício qualquer, e assim, de interacção entre a ACC e DLPFC vamos construindo abstracções que nos afastam de qualquer aferição sobre a realidade em questão. E essa é simples: - Analisando os resultados práticos da vida das pessoas sob domicílios constituídos por modelos alternativos ficamos com a clara imagem que o resultado prático é muito semelhante aos resultados que observamos em famílias menos funcionais como o single parenting, verdadeiro flagelo das sociedades modernas. – E no caso das lésbicas é algo que pessoalmente não esperava.

Quanto a si. Estamos perante o modelo clássico de abstracção das pessoas de esquerda… e do facto de quando colocados sobre o dilema no patamar pessoal escolhem a opção “correcta”. Correcta neste caso é se o DS soubesse que ia morrer e tivesse que escolher entre o conjunto de amigos a quem entregar a guarda dos seus flilhos, all things being equal, provavelmente escolherá aqueles com modelo mais tradicional. … Pois.
Aconselho a ler os meus posts abaixo sobre o modo como as pessoas de esquerda, mesmo as de extrema esquerda, depois se comportam no mundo real. O “white flight” então é muito interessante.

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