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Resumido,  nesta tabela está expresso  que talvez lá se tenha ido a minha teoria de que se devia pagar a lésbicas para adoptar e tirar da ideia qualquer cedência nesse campo a homossexuais do sexo masculino.

 

De qualquer das formas alguém conhece o contacto daquela Isabel histérica do PS, filha do Adriano Moreira? 

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31 comentários

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De DS a 09.12.2013 às 23:50

Portanto, não havendo uma população suficiente para estudo (mais um pré-conceito, já agora), vamos usar uma coisa parecida... vamos usar homens e mulheres que já admitiram ter tido relações com o mesmo sexo e compará-los com casais heterossexuais estáveis. What could go wrong?

"Today’s children of gay men and
lesbian women are more apt to be ‘‘planned’’ (that is, by using adoption, IVF, or surrogacy) than as little as 15–20 years
ago, when such children were more typically the products of heterosexual unions. The youngest NFSS respondents turned
18 in 2011, while the oldest did so in 1990."

"Ancillary analyses of the NFSS suggests
a likely ‘‘planned’’ lesbian origin of between 17% and 26% of such respondents, a range estimated from the share of such
respondents who claimed that (1) their biological parents were never married or lived together, and that (2) they never lived
with a parental opposite-sex partner or with their biological father. The share of respondents (whose fathers had a same-sex
relationship) that likely came from ‘‘planned’’ gay families in the NFSS is under 1%."

Ou seja, o estudo não faz mais que provar o que já nos diria o senso comum: as crianças têm melhores resultados quando são criadas por um pai e mãe num relacionamento estável vs criadas por um casal não funcional.

"While the NFSS may best capture what might be called an ‘‘earlier generation’’ of children of same-sex parents, and includes
among them many who witnessed a failed heterosexual union, the basic statistical comparisons between this group
and those of others, especially biologically-intact, mother/father families, suggests that notable differences on many outcomes
do in fact exist. This is inconsistent with claims of ‘‘no differences’’ generated by studies that have commonly employed
far more narrow samples than this one."

No shit, sherlock.
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De ocni a 10.12.2013 às 09:17

Mas aí temos o problema anteriormente referido.
Os casais homossexuais são na grande maioria instáveis. E nos masculinos mais duradouros quando a infidelidade é tolerada, ou seja quando são muito promíscuos (para o caso dos femininos não tenho dados sobre isto, mas da última vez que vi a taxa de divórcios entre os casais de lésbicas era 2 x maior que entre a população em geral).
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De DS a 10.12.2013 às 18:11

Não vou perder tempo a trocar exemplos anedóticos sobre a estabilidade de relações homossexuais. Até porque não é o importante aqui.

Que fique claro que neste estudo não foram estudados casais homossexuais (mas casais em que pelo menos um progenitor admitiu ter relações homossexuais), donde é espúrio tirar qualquer conclusão relativamente aos malefícios da homoparentalidade.
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De Olympus Mons a 10.12.2013 às 21:14

Pois, caro DS é nesse sitio, nesse mesmo, ponha o dedo, que tinha que resolver a dissonância cognitiva ! E assim resolveu.
Deixe-me ver se entendo: Como casais homossexuais estáveis são como os unicórnios (tanto em pesquisas nos EUA como na Escandinávia não os encontram) deduz-se que o estudo é inválido porque não consegue comparar os resultados entre casais heterossexuais estáveis e casais Homossexuais estáveis (Unicórnios!). – É isso?

Aliás como é “normal” no seu mundo que as pessoas vivam relações sexuais com pessoas do mesmo sexo (assumidas perante terceiros) e não sejam homossexuais. Porque não são pessoas que tiveram relações homossexuais, são pessoas que estiveram numa relação homossexual! É diferente.

Por mim se quiser dizer que como casais homossexuais que produzam lares estáveis e de longa duração são tão raros como unicórnios (o estudo não encontrou uma amostra que permitisse sequer fazer o estudo) se tiver o azar de ser filho (odoptado ou não) de um casal homossexual provavelmente terá muitos problemas emocionais/afectivos ao longo da sua vida… OK. Também podem ser assim interpretados os resultados do estudo. Muda mesmo assim tanto?

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De Olympus Mons a 10.12.2013 às 11:53

DS,
Para argumentar consigo teria de partir do princípio que o conseguiria convencer. Algo que descobri há muito tempo que não acontece.
Desde que percebi que pessoas como DS são ético-moralmente deficientes ( no sentido Haidtiano) porque lhes falta os pilares morais que usualmente servem (ou serviram) para unir sociedades (binding foundations) ficou claro para mim. Não vou pedir a um invisual que me indique o caminho para longe das escarpas, certo?

Contudo, se algum objectivo eu tivesse (ou tenho) é fazer todo o possível para que no futuro pessoas como o DS (ou o que subentendo do DS) seja obrigado a viver aquilo que postula. Mais nada. Havendo um processo político em que isso seja possível assim embarcarei desde que concorde com métodos e objectivos.

E repare, existem pessoas que discordam de mim. Existem pessoas que , correctamente, afirmam que se as posições e postura do DS resultam unicamente do facto de todo e qualquer assunto que passe pela cabeça do DS é imediatamente colocado sob um patamar abstracto ignorando que as fundações inatas da moralidade humana passam também por fundações ético-morais mais concretas (no sentido de mais emocionais) e como tal não são para ter aplicabilidade nas interacções humanas do dia a dia-a-dia, sendo assim algo como conversas de adolescente, que devem então ser ignoradas porque ao final do dia são imateriais visto as realidade se encarregar de corrigir.

Bem… talvez. Sim, talvez se deva resumir a um ....No shit, sherlock.

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De DS a 10.12.2013 às 15:20

Esteja à vontade para passar por cima de tudo o que disse/citei e distrair-se a traçar o meu profile.

Numa coisa estou de acordo (mas esqueço-me constantemente), há pessoas demasiado distantes para se aproximarem.

Fique em paz e muito bem penta-equilibrado.

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