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A barriga das mães.

por Olympus Mons, em 20.08.22

Pode parecer fixação. Se é, será meramente a fixação que tenho com a falsidade que representa o movimento LGBTQ. E também não estou a falar do aspeto político do movimento, mas sim, e mais importante, sobre a maldade que por vezes tenho a sensação que estes movimentos nascidos de teorização e aproveitamento de extrema-esquerda trazem para as sociedades.

Qual o problema que eu tenho então? – logo à partida um dos problemas será que fica-me a tal impressão que tudo resulta de um grupo de pessoas que vibra com o NFC, o need for chaos , e nada mais quer que ver o mundo todo a arder. Fosse isto o pior. Mas não, é a maldade que sinto nos ossos que esta gente tem que me corrói. É algo como a psicopatia, que como tudo na vida deverá vir sob a forma de um gradiente qualquer.

 

A entender. Nunca foi respondido se a homossexualidade e o transgenderismo é uma coisa boa. Sim, assim, é bom ou mau?

Muitos dirão que esta é uma forma redutora de colocar a questão mas ao final do dia responder a esta pergunta é o essencial. Porque se for “mau”, menor ou menos satisfatória para as pessoas, então se houver uma cura deveria ser usada nada é? Se é um problema então pode ter solução!

Não tenho que repetir que a comunidade LGBT é minada de problemas como consumos exagerados, depressões clínicas e tentativa de suicido que nem cabe nos gráficos da população em geral!

E antes de avançar vamos clarificar uma coisa.  Até mais o transgenderismo ( o verdadeiro, que existe) mas mesmo a homossexualidade resultará que uma circunstância hormonal e anormal que ocorre na barriga da mãe. E essa circunstância será por exemplo, e se calhar até na totalidade, devido a problemas hormonais pré-natal como a CAH (Congenital adrenal hiperplasia) nas meninas. Sabemos que brincar com hormonas como a testosterona ou estrogénio no útero provoca situações de transgenderismo e sabemos que pessoas do sexo feminino com aquele problema, CAH, são prevalecente LGBT, ou que por exemplo homossexuais terão rácios dígitos do 2D:4D menores que os heterossexuais e que este ratio definitivamente resulta da quantidade de Testosterona no útero.

Estudos com mamíferos são inequívocos. Brinca-se com recetores hormonais, com glucocorticoides e consegue-se mudar comportamentos sexuais, espécimes que são visualmente femininas e comportamentos masculinos, e todo o tipo de eventualidades raras mas que fazem parte da espectro de género dos humanos, etc.

E quando se fala em homossexualidade e testosterona imediatamente alguém grita que não há diferenças entre a população hétero e a homo! O assunto morre logo ali. Sabem qual o problema? – Porque não interessa qual a quantidade de testosterona que tens quando já nasceste, mas sim a quantidade que tinhas no útero em determinadas fases do desenvolvimento. Está a ver como é dada a volta ao assunto? Sabe-se há 20 anos que é assim. Que essa quantidade no útero vai determinar quando fores mais crescido como reages a essa hormona (por exemplo injetada) e não a quantidade que tens! E assim se acaba com a discussão, mas na verdade são coisas completamente diferentes e se foste banhado em Estrogénio ou testosterona acontecem coisas que marcam o teu epigenoma e este terá expressão no âmbito da sexualidade humana.

Isto a seguir devia ser entendido por toda a gente.

E qual era a discussão? isto: Como já conseguimos medir essas relações hormonais na Amniocentese o problema poderia ser corrigido. – Quando isto foi descoberto que se poderia medir essas desregulação hormonal no útero e corrigir no útero fazendo com que pelo menos essa esmagadora maioria de pessoas (não tenho a certeza se seriam todas) não nasçam para ser homossexuais ou transgénero mas sim heterossexuais a sugestão foi recebida com violência pela comunidade LGBTQ e pelos bioéticos!   

Esta área da ciência nunca foi implementada. Nunca conseguiu (ou alguém ter tentado) quebrar as barreiras ideológicas imediatamente erigidas e as ameaças de cancelamentos e fim de carreiras promissoras.
Em alternativa a fazer um pequeno teste no processo de acompanhamento da gravidez e aconselhar os pais sobre a probabilidade do filho cair numa das categorias do LGBT se a situação não for corrigida, prefere-se criminosamente colocar miúdos de 12 anos em puberty blockers e começar desde tenra idade a fazer cirurgias de mudança de sexo ou, nas escolas, a dizer coisas como bissexuais somos todos mas alguns ainda não saíram do armário.

Sim, é a maldade do LGBT que me preocupa. Pelos menos mais do que as outras componentes.

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