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A estrelinha de David ... digital

por Olympus Mons, em 19.11.21

Folgo em ver que a Áustria voltou atrás na sua decisão de colocar em confinamento somente um grupo populacional, um subset da sua população, os não vacinados esse perigo mundial os chamados “unvaccinated”.

Eu vi programas como os unherd sobre esta situação que parecia peculiar aos olhos de qualquer observador com pelo menos dois neurónios e os austríacos estavam perfeitamente confortáveis com esta situação. E lembrar que o que foi feito aos judeus nos anos trinta do século passado começou assim.

The first major law to curtail the rights of Jewish citizens was the Law for the Restoration of the Professional Civil Service of April 7, 1933, which excluded Jews and the “politically unreliable” from civil service. The new law was the German authorities' first formulation of the so-called Aryan Paragraph, a regulation used to exclude Jews (and often, by extension, other “non-Aryans”) from organizations, professions, and other aspects of public life. This would become the foundation of the Nuremberg Race Laws of 1935, which defined Jews not by religious belief but by ancestral lineage and which formalized their segregation from the so-called Aryan population.”

Nesta decisão da Áustria de rapidamente corrigir o que acabara de fazer não será indiferente os alertas que algumas pessoas fizeram que aquilo que estavam a fazer era muito parecido com o que foi feito por eles aos Judeus. Pessoas, como não podia deixar de ser, usualmente vindo da esfera anglo-saxónica porque todos os outros estiveram positivamente a marimbar-se para aquela anátema que estava a ser feita neste pais da união europeia. A tal União dos valores? Sabem aquela que guincha e grita a toda a hora? -  Temos todos que nos ir lembrando que com a saida do Reino Unido da união esta ficou definitivamente mais pobre. - Já em países como a frança optar por ser "não vacinado" implica uma serie de sérias restrições, desde que não se tenha dinheiro para fazer testes de 22 euros a toda a hora.

Mas na Áustria foi demasiado notório as semelhanças com o passado. E poucas pessoas na Europa das carpideiras notou.
O facto relevante é que os austríacos entrevistados estavam achavam perfeitamente normal isto que estava a ser feito aos seus concidadãos. Dizia um dos reporters a que assisti que isto era o que achavam esta elite num centro de Viena durante as suas compras de artigos de luxo e rolex para o natal. Já saindo desta bolha quase elitista e falando com as pessoas que estavam a trabalhar e a descarregar carrinhas por exemplo as pessoas davam respostas diferentes considerando uma parvoíce.

Era curioso assistir ao ar enfadado das pessoas quando o jornalista os lembrava que os vacinados transmitiam a doença tal como os não vacinados. Não computavam e não queriam saber.

Sim, toda esta gente que grita contra a polónia do Kaczyńskiou a Hungria do Orban, contra os Salvini e porque não dizer o André Ventura e o CHEGA… nesta caso estiveram caladinhos caladinhos a rezar para que algo semelhante seja imediatamente aplicado cá.

Por isso é tao importante deixarmo-nos de patetices de causas e voltar a olhar para os princípios. Tem que haver um ressurgimento destes e menos dos primeiros. Por norma causas são desculpas para evadir os princípios.

Isto é relevante porque eu farto-me de dizer que o fascismo é uma coisa docinha, docinha como mel, desde que não seja contra nós. E isto é a natureza humana.

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6 comentários

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De oavlag a 19.11.2021 às 14:27

A ideia parece ser de forçar os cidadãos que não se querem proteger do vírus com a vacina, a manter distância de locais aonde possam ser infetados, dado o risco elevado de posteriormente verem o seu estado de saúde muito agravado e irem a correr entupir os hospitais,

Não concordo com a medida.

Seria muito melhor uma medida do tipo: quem aparecer num hospital público com Covid e não vacinado, terá que pagar todos os custo de hospitalização a preços do privado. Em alternativa pode ser transferido para um hospital privado.
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De Paulo a 19.11.2021 às 19:05

E que tal fazer o mesmo aos consumidores de açucar quando aparecerem no hospital por qualquer motivo relacionado com esse consumo (e acredite, são muitos os problemas). E os do Tabaco? E o das gorduras trans? É só pensar nos frequentadores dos fast-food. E aqueles que não fazem exercício fisico e, como tal, estão-se a prejudicar e vão também entupir os hospitais? Vamos levar à letra essa lenga-lenga? Já agora, qual é a diferença entre os gastos com o não vacionado e o vacinado? Não gastam eles o mesmo no hospital, sabendo que o não vacinado não gastou nada ao Estado com a despesa com a logistica e o os supostos medicamentos que iriam resolver o problema, mas afinal não resolvem.
E já agora, porque é que o Estado não é ressarcido por todas as despesas com os problemas que levam as pessoas aos hospitais por problemas derivados com a toma da droga? É verdade, não existem problemas nenhuns com isso. Só andam a morrer mais pessoas de outras causas nos últimos tempos, que só pode ser uma coincidência.
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De Olympus Mons a 19.11.2021 às 22:05

EXACTAMENTE!
Esse é o argumento. - Como eu explico, fascismo no rabo dos outros é lubrificante.
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De Rui Silva a 20.11.2021 às 11:59

Pois meu caro ,
está a esquecer um lado da questão muito importante.
Eu por exemplo até aceitaria essa hipótese mas teríamos que aceitar que estamos perante uma quebra de contrato .
Quebra de contrato unilateral, neste caso por parte do Estado.
Assim no mínimo o Estado deveria devolver todas as contribuições a que forçou o referido individuo (via impostos) , mais os respetivos juros e ainda uma indemnização, pois por causa desse contrato que tinha com o Estado , não estabeleceu outro contrato com os que você chama de "privados".
Ou você acha que o Estado obriga o cidadão a um "contrato/seguro" garantindo-lhe assistência na doença e quando a doença surge o Estado pura e simplesmente invoca um qualquer argumento para por um lado ficar com as contribuições arrecadados com o pressuposto da assistência médica e por outro lado desresponsabilizar-se por essa prestação de assistência ? Que tipo de deformação mental/moral/ética pode pensar que isto é aceitável ?

Rui Silva
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De Manuel Galvão a 28.11.2021 às 19:04

Portanto acha legítimo fugir à lei que obriga os condutores a levar o carro à inspeção.

Acha que um cidadão livre não necessita que o Estado lhe indique quando e como deve fazer a revisão do carro.

E acha legítimo que, havendo um acidente com o carro não inspecionado oficialmente, por falha dos elementos do carro que são inspecionados, que os feridos sejam tratados num hospital público à borla.

Isto é, deve achar que a liberdade individual não tem qualquer contrapartida na responsabilidade individual.

Se fosse você a ser atropelado nessas circunstâncias, talvez deixasse de "achar" tanta coisa contra os princípios básicos da cidadania. Deve ser dos que proíbem os filhos de frequentar essa disciplina...

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De Anónimo a 29.11.2021 às 13:35

????
Não percebi nada...
Maria Rebelo

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