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Coisas a explicar ao Sr. Mamadu Bá

por Olympus Mons, em 03.12.20

….e toda a escumalha de esquerda.
É que, sabem, ao final do dia  a m*rda da realidade existe e partilhamos todos um planeta em que de se vai de lagos na Nigéria a londres em 7 horas ou de Pequim a Frankfurt em 9 horas.

De um estudo de 2018:

“In another fMRI experiment, African-American and Caucasian-American participants watched pictures of African-American or Caucasian-American people in painful (e.g., in the midst of a natural disaster) and non-painful (e.g., enjoying a picnic) situations (Mathur et al., 2010). African-Americans were more willing to help ingroup than outgroup members experiencing painful situations, but Caucasian-Americans showed no difference between the two groups.
https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fpsyg.2018.01868/full

Por isso, para quem se preocupa com o racismo, e devemos todos, talvez deva começar a formular as coisas de forma mais complexa.  O racismo tem que ser material para ser real. A conversa do “és racista mesmo que não o saibas” nunca poderá ser tolerada. Racismo era, até ao passado recente, algo real e normal (e melhor que a alternativa). Hoje em dia é algo surreal e anómalo.
A crença que deves ter preferência por pertenceres a uma etnia ou raça é absurdo num mundo de trocas continuas e multidirecionais.
Contudo a rejeição em perceber que nós somos o nosso passado, o presente e uma expectativa de continuação no futuro dos dois anteriores também é absurda. Sem estrutura não há existência. Esse ingroup é essencial à sobrevivência. Uns sentem mais (direita) outros pouco ou nada (esquerda), mas recusar o direito a esse sentir aos primeiros não é alternativa.

 Convém lembrar que a ausência de ingroup (que as pessoas de direita possuem muito mais que as pessoas de esquerda) não é a utopia social mas sim a ausência, ou diminuição drástica, do capital social naquela comunidade ou grupo. Daí até ao ponto em que uma mãe com uma criança de 1 ano com epilepsia desmaia e as pessoas à volta filmam a criança aos berros e a mãe inerte com os seus belos telemóveis sem ajudar vai um passo. Esta é a realidade das utopias da esquerdalhada.

E isto, quem cutuca as tensões raciais com vara curta, sabe instintivamente que assim é porque o objetivo é a destruição para construir do zero e de raizum novo planeta lindo da esquerdalhada (aquele de leis, opressão e zero de capital social).

Mas se alguém pensa que os caucasianos que são 20% da população mundial (ui,  e logo os caucasianos com a sua genética Yamnaya) vão servir de bombo da festa dos complexos do planeta… alguém está a apostar no cavalo errado.

 

 

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