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Dismorfia política

por Olympus Mons, em 18.12.21

 Quando se chama racista e xenófobo a André Ventura convém ir lembrando que por esta europa fora há pessoas, candidatos presidenciais que dizem isto:

In 2021, Pécresse advocated a more restrictive approach to the issue of immigration, seeing it as a "major societal challenge". In particular, she suggests the introduction of maximum annual immigration ceilings and stricter conditions for the issuance of a residence permit, such as having "sufficient resources" (the amount of which would be raised by 25%), "mastery of the French language" and "respect for secularism and the values of the Republic". Finally, she wants to exclude people who have been living in France for less than five years from social assistance.[39]

E , em frança esta senhora á qual se refere o o parágrafo acima, é da direita moderada, muito moderada, sendo nesta altura a melhor colocada para disputar a presidência com Macron!

Não está muito acima nas sondagens da Sra Le Pen mas mesmo assim sondagens indicam que em disputa com o Sr Macron o colocará em risco de perder as eleições. - Mais do que claro a Sra Le Pen onde na segunda volta facilitará a reeleição.

 

 

Ouvir este senhor, perfeitamente legitimo em França, é fazer do André Ventura um perigoso esquerdoide. - Colocado em quarto lugar nas sondagens mas mesmo assim caso Zemmour chegasse ao poder em França que diria esta europa que tem ataques epiléticos na mera menção de Salvini ou Orban? 

 


São estas coisas que nos vão lembrando que Portugal, o Portugal nascido do 25 de Abril, é completamente desfigurado politicamente, é aquela coisa de perguntar a um português onde é o centro e ele coloca a mão trinta centímetros para a esquerda da sua cara. – Esta dismorfia política de Portugal só terá paralelo talvez na Grécia. Se calhar nem isso.

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7 comentários

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De Manuel Galvão a 21.12.2021 às 13:00

E mais uma política a advogar que o seu país só ficará bem quando der um tiro no pé!

Esta gente não percebe que o sucesso económico dos países industriais de hoje (com saldos fisiológicos negativos) baseiam-se na renovação da população ativa por recurso à imigração.
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De Anónimo a 22.12.2021 às 12:15

Mas então não há gente a mais? Isto dito à boca cheia por altas figuras internacionais bem-pensantes... Como é que explica então a imposição de políticas como as do @borto ou da eut@násia?
Pensava eu que a esta 4ª Revolução industrial, através da IA e da Internet das Coisas (consultar site oficial da EU) serviria para colmatar essa questão.
Contudo, é como diz, na prática o que vemos é o ressurgimento do tráfego internacional de pessoas em direcção a esta Europa em declínio acelerado (demográfica, social, económica e politicamente). A minha dúvida é: será mesmo para virem trabalhar e assim pagarem as nossas pensões? Tenho dúvidas, especialmente quando assistimos ao vivo e a cores à ruína do Estado Social – até quando haverá dinheiro para manter tanto subsídio? Através do rendimento mínimo universal? É isso que vai salvar a Europa? São só dúvidas…
Maria Rebelo
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De Manuel Galvão a 26.12.2021 às 19:29

Que confusão vai na sua cabeça, Maria Rebelo!

A legislação sobre aborto e eutanásia não têm nada a ver com demografia, mas sim com as liberdades individuais. Tem a ver com a afirmação cada vez maior das ideias liberais que, basicamente, procuram constantemente aumentar a liberdade dos indivíduos, em detrimento das liberdades coletivas.

Você quer ter sexo com pessoas do mesmo sexo, faça-se gay! acha que não pode criar um filho que concebeu? faça um aborto! está farto de viver e não tem coragem para se matar, peça um serviço de eutanásia!

Mesmo que estas liberdades individuais fossem largamente usadas pelos cidadãos de um país, essas práticas iam beliscar o saldo fisiológico numa percentagem interior a 0,0001%. Isto é, demograficamente, ninguém daria por isso!
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De Anónimo a 27.12.2021 às 13:32

"Mesmo que estas liberdades individuais fossem largamente usadas pelos cidadãos de um país, essas práticas iam beliscar o saldo fisiológico numa percentagem interior a 0,0001%. Isto é, demograficamente, ninguém daria por isso!" Desculpe? Como diz?
Texto de uma Notícia de 2017 (10 anos depois da entrada em vigor da lei)
"Já foram registadas mais de 145 mil interrupções voluntárias da gravidez em Portugal desde a despenalização do aborto. Mas o número anual de intervenções tem vindo a diminuir. Em 2015, último ano sobre o qual a Direção-Geral da Saúde tem dados, houve cerca de 16 mil, menos 10% do que em 2008."
Como é que com estes números, consegue dizer que ninguém daria por isso? Juntando ainda o facto de sermos um dos países mais envelhecidos do mundo...
E sobre as liberdades individuais, só as mantém actualmente e cada vez mais (é ver durante quanto mais tempo) se tiver um certo e determinado certific@do. Isto é, as liberdades coletivas vão se sobrepondo às liberdades individuais, porque, é o bem comum que está em causa. E é preciso perceber que isto das leis estão sempre a mudar.. nada é eterno, garantido e muito menos inalienável...
"Você quer ter sexo com pessoas do mesmo sexo, faça-se gay! acha que não pode criar um filho que concebeu? faça um aborto! está farto de viver e não tem coragem para se matar, peça um serviço de eutanásia!" Até parece que teve que aparecer uma lei para que estes fenómenos acontecessem...
E mais uma vez... quem dá (Estado), também tira... Só as usufrui porque um certo colectivo (Estado e demais organizações mais ou menos governamentais) assim o decidiu, não é o individuo per si que decide seja o que for... o colectivo esteve sempre acima do individuo.

Maria Rebelo
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De João Brandão a 25.12.2021 às 20:19

O Manuel Galvão ainda acredita nos 'glutões do Presto?
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De Manuel Galvão a 26.12.2021 às 19:37

Por acaso acredito nos Glutões do Presto. Trata-se de uma metáfora que associa a capacidade que o detergente tem de dissolver e retirar a sujidade dos tecidos, comparando esta capacidade com a capacidade que certos glutões têm de "absorver" grandes quantidades de comida, retirando-a do prato.
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De João Brandão a 26.12.2021 às 22:18

Pois, uma metáfora então, logo nada de realidade.
E assim o 'esclarecido', oavlag, liberal de costumes e socialista de economia, aqui vem trazer pretensos 'esclaricemntos', balelas ou teorias mancas, que nunca bons resultados.

À la xucialista!

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