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Dispensáveis

por Olympus Mons, em 04.02.23

IMG20230204123240.jpg

E já que falei sobre questões relacionadas com o género, e até porque não me parece que seja assunto que vá desaparecer nos próximos tempos (gerações?) convém ir mostrando destas imagens que acabei de tirar da notícia da troca de prisioneiros entre a Rússia e a Ucrânia.

Na vida real, fora os conteúdos que até considero ofensivos nas sociedades ocidentais, este é o aspeto de quem faz a guerra na Ucrânia. Estas são as caras dos “expendables” da sociedade que são enviados para as frentes de batalha. E quem tenha visto a notícia, depois eles saem do autocarro um a um e não se vê uma mulher, aliás nem se vê sequer pessoas jovens. Na sua quase totalidade a quem é exigido ir para a frente de batalha onde se é carne para canhão e o sacrifício da própria vida é um dever… são estas caras. - Um homem de meia idade (na maioria) com até barba a branquear, nos seus 40 anos. Nada no mundo é mais dispensável que esta gente.

E a seguir mudamos de meio de comunicação, ou de canal e lá vemos pessoas de todo o fenótipo desde que que não pertencem a esta grupo populacional a queixar-se de tudo e mais 25 tostões. Especialmente na dicotomia entre o género feminino e o género masculino, do patriarcado, da masculinidade tóxica e da desigualdade seja remuneratória ou de poder.  

E quando observo esta imagens pergunto-me: Deixaria o meu filho ir combater por Portugal? E a resposta é – Nunca.

Combater por quem? Olho à volta e pergunto combater por quem? Para salvar quem, o quê e que ideia?  E é nestas alturas que percebo porque o império Romano colapsou quando os Romanos de tradição se retiraram para a província e deixaram as elites em Roma por sua conta a contratar mercenários para combater e a criar bordeis a cada esquina. Eu também não deixaria o meu filho combater (arriscar a vida) por esta gente! E não se iludam, esta gente é os portugueses todos ou até pela Civilizaçao Ocidental nos modelos em que ela efetivamente existe nos dias de hoje -  Fuck you!

 

Capture.PNG womam ukr.PNG

E entrentanto, quase como a passar sal sobre a ferida daquelas caras acima, daqueles que nesta altura estão enfiados em buracos a ser dizimados por explosões de artilharia de 155mm, a correr entre paredes a rezar pela protecção daquelas balas todos ou até a serem soltos após meses de cativeiro, as imagens que o Ocidente adora passar, são estas aqui acima, como neste caso num artigo extensivo do Wall street Journal.  Ou o mito da mais letal das combatentes chamada de "witch" e que nas imagens que vejo está armada até ao dentes mas tem unhas de gel de 5 centimetros. Isto e um bordel! São os bordeis romanos do século XXI.

Capture.PNG boot.PNG

Aliás nesta foto acima da capa do WSJ, basta olhar para as botas da menina para perceber como isto é da frente de combate não é? E este pessoal já assume que as pessoas são tão idiotas e palhaças que já nem olham.

Só aumenta a minha admiração por estes homens nas imagens do topo. Eles devem ter alguma coisa que valha a pena salvar. Esperança! - slava ukraini!

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10 comentários

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De Zé Manel Tonto a 04.02.2023 às 21:48

"Olho à volta e pergunto combater por quem? Para salvar quem, o quê e que ideia? "

Pelo feminismo, pelos refugiados do terceiro mundo, pela diversidade, pela tralha trans, pelas drag queen story hour, pelas reparações aos descendentes de escravos libertados há 200 anos... Não se sente motivado?

Se me quiserem recrutar a força para ir defender a sociedade ocidental, mais vale virem preparados para me fuzilarem por deserção 'a porta de casa. Por esta tralha não mexo um dedo.
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De Olympus Mons a 05.02.2023 às 19:50

Infelizmente parece-me que vou pelo mesmo caminho...
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De Anónimo a 10.02.2023 às 13:23

Infelizmente parece que estamos muito perto disso acontecer... e já não deve tardar muito. E aí de quem se recusar. Só espero que não incluam as mulheres como na ultra e mega progressista Suécia.
Quero ver o que vão dizer (pelo menos os que ainda estiverem vivos) os grandes "demo-cratas" e anti-faxistas profissionais dos que tentarem recusar a ir para a frente, quando na guerra chamada por eles de colonialista, quem desertava era herói.
A violência sempre foi e será justificada por quem deter o poder. Por muito que apregoem um discurso (demagógico) de amplas liberdades e direitos, a verdade, verdadinha, é que sempre justificam o uso da mesma e o povo é logo dos primeiros e últimos a levar com ela...
Deus nos ajude... é o que nos resta.
mª rebelo
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De Zé Manel Tonto a 10.02.2023 às 18:54

"Só espero que não incluam as mulheres"

Já eu não só espero, como exijo que incluam as mulherees, e que metade dos efectivos recrutados sejam mulheres.
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De Elvimonte a 07.02.2023 às 01:24

Dispensáveis... Sim, os da figura são dispensáveis. Sempre foi assim em todas as guerras: são os homens que combatem. Até poderá ter havido umas snipers soviéticas durante a 2ª GM, umas guerrilheiras nas várias resistências da altura, mas são a excepção que confirma a regra. E cerca de 250 000 ucranianos já terão sido definitivamente "dispensados" desta vida. Não sei se esse número inclui o falecido "Ghost of Kiev", que terá deixado a "witch" das unhas de gel com 5 cm viúva.

Os números variam desde os 157 000 mortos e 234 000 feridos, segundo a MOSSAD (https://hurseda.net/gundem/246987-iddia-mossad-a-gore-ukrayna-ve-rusya-kayiplari.html, em turco), até aos cerca de 600 000 mortos e feridos ucranianos referidos por fontes chinesas.

O que de facto se sabe é que a guerra poderia ter sido evitada caso os Acordos de Minsk tivessem sido cumpridos pela Ucrânia (vd. Resolução 2202 do Conselho de Segurança da ONU, https://press.un.org/en/2015/sc11785.doc.htm) e não tivessem sido usados apenas para comprar tempo para a Ucrânia se preparar para a guerra com a Rússia (vd. Merkel’s confession could be a pretext for an International Tribunal, https://moderndiplomacy.eu/2022/12/13/merkels-confession-could-be-a-pretext-for-an-international-tribunal/).

Sabe-se também que a paz esteve muito próxima logo em Março de 2022, o que o ex-PM israelita Naftali Bennett veio recentemente confirmar numa entrevista que colocou no seu canal no YouTube, tendo sido bloqueada pelos EUA (vd. Former Israeli PM Bennett Says US ‘Blocked’ His Attempts at a Russia-Ukraine Peace Deal, https://news.antiwar.com/2023/02/05/former-israeli-pm-bennett-says-us-blocked-his-attempts-at-a-russia-ukraine-peace-deal/).

(continua)
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De Elvimonte a 07.02.2023 às 01:27

(continuação)

Sabe-se ainda que:

i) Gorbatchev recebeu garantias de Baker (“not one inch eastward”), Bush, Genscher, Kohl, Gates, Mitterrand, Thatcher, Hurd, Major e Woerner da não expansão da NATO para Oriente, aquando da reunificação da Alemanha (vd. https://nsarchive.gwu.edu/briefing-book/russia-programs/2017-12-12/nato-expansion-what-gorbachev-heard-western-leaders-early);

ii) os objectivos da NATO são: “keep the Soviet Union out, the Americans in, and the Germans down.” (vd. https://www.nato.int/cps/en/natohq/declassified_137930.htm);

iii) a Doutrina Wolfowitz (EUA) estabelece: "Our first objective is to prevent the re-emergence of a new rival. This is a dominant consideration underlying the new regional defense strategy and requires that we endeavor to prevent any hostile power from dominating a region whose resources would, under consolidated control, be sufficient to generate global power. These regions include Western Europe, East Asia, the territory of the former Soviet Union, and Southwest Asia." (vd. https://www.pbs.org/wgbh/pages/frontline/shows/iraq/etc/wolf.html)

iv) a Doutrina Brzezinski (EUA) estabelece: "For America, the chief geopolitical prize is Eurasia...and America's global primacy is directly dependent on how long and how effectively its preponderance on the Eurasian continent is sustained." (vd. "The Grand Chessboard - American Primacy And It's Geostrategic Imperatives", Zbigniew Brzezinski, page 30, Basic Books, 1997)

v) no documento intitulado "Renewed Great Power Competition: Implications for Defense — Issues for Congress", o Congressional Research Service dos EUA afirma: "The U.S. goal of preventing the emergence of regional hegemons in Eurasia, though long-standing, is not written in stone — it is a policy choice reflecting two judgments: (1) that given the amount of people, resources, and economic activity in Eurasia, a regional hegemon in Eurasia would represent a concentration of power large enough to be able to threaten vital U.S. interests; and (2) that Eurasia is not dependably self-regulating in terms of preventing the emergence of regional hegemons, meaning that the countries of Eurasia cannot be counted on to be able to prevent, through their own actions, the emergence of regional hegemons, and may need assistance from one or more countries outside Eurasia to be able to do this dependably." ( vd. "Renewed Great Power Competition: Implications for Defense — Issues for Congress", US Congress
https://crsreports.congress.gov/product/pdf/R/R43838/71)

(continua)
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De Elvimonte a 09.02.2023 às 01:31

(continuação)

vi) segundo a Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), os bombardeamentos na área do Donbass intensificaram-se a partir de 16 de Fevereiro de 2022:

Feb 14: 174 ceasefire violations, 41 explosions - https://www.osce.org/files/2022-02-16%20Daily%20Report_ENG.pdf

Feb 15: 153 ceasefire violations, 76 explosions -
https://www.osce.org/files/2022-02-16%20Daily%20Report_ENG.pdf

Feb 16: 509 ceasefire violations, 316 explosions -
https://www.osce.org/files/2022-02-17%20Daily%20Report_ENG.pdf

Feb 17: 870 ceasefire violations, 654 explosions -
https://www.osce.org/files/2022-02-18%20Daily%20Report_ENG.pdf

Feb 18: 1,566 ceasefire violations, 1,413 explosions -
https://www.osce.org/files/2022-02-19%20Daily%20Report.pdf

Feb 19-20: 3,231 ceasefire violations, 2,026 explosions -
https://www.osce.org/files/2022-02-20-21%20Daily%20Report_ENG.pdf

Feb 21: 1,927 ceasefire violations, 1,481 explosions -
https://www.osce.org/files/2022-02-22%20Daily%20Report_ENG.pdf

Feb 22: 1,710 ceasefire violations, 1,420 explosions -
https://www.osce.org/files/2022-02-23%20Daily%20Report_ENG.pdf

Dos mapas que constam dos relatórios da OSCE pode constatar-se que a larga maioria das explosões se registou no lado dos que pretendiam a autonomia consagrada nos Acordos de Minsk, que a Ucrânia durante 7 anos nunca cumpriu e nunca lhes concedeu, talvez por serem dispensáveis.

(continua)
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De Jornaleco a 20.02.2023 às 00:28

Um membro da OTAN confirmou uns dias, tempos atrás, que a guerra na Ucrânia, a guerra contra a Rússia, começou já em 2014.

Esses que não querem combater, vão ser submetidos ao terror do WEF (World Economic Forum).

O que está em jogo na Ucrânia, não é a Rússia, é o nosso futuro. Se a Rússia perder esta batalha, o que não vai suceder, o totalitarismo por parte da UE vai ser mais feio ainda.

Olhe a diferença, Olympus.

V. Exa já aceitou por várias vezes a injecção mRNA experimental. E os seus filhos não?

A guerra começou já aqui.

E recusei essa injecção: zero!!
Esse esterco não entra no meu corpo.

A Rússia quer vender gás e petróleo.
São os nossos porcos da esquerda em Bruxelas e Washington que não o querem comprar.

V. Exa não se sabe informar bem.

A Rússia está a lutar pela sua liberdade.
Também pela sua.

A sua ingratidão e cegueira intelectual são enormes.

Jornaleco
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De Jornaleco a 20.02.2023 às 00:46

No dia 13 deste mês, 2023, dizem, que a ONU acusa os Estados Unidos, a França, a Grã-Bretanha e parceiros (Portugal incluído) de não respeitar a chamada "Safe Schools Declaration".

Atacando escolas, hospitais.

A ONU acusa esses de fomentar TERROR entre os cidadãos na Ucrânia.

Jornaleco
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De Jornaleco a 20.02.2023 às 00:52

Apesar das sanções impostas pelos fascistas europeus em Bruxelas, o sistema financeiro russo encontra-se muito estável.

Melhor: o crescimento russo económico supera claramente o da Alemanha.

Jornaleco

Na Rússia os que abusam crianças não mandam nada.

Ah! Para falar de abusos sexuais. No estado federal da Califórnia, abusar crianças é agora claramente PERMITIDO, bem visto. Ninguém é castigado.

E o grupo que mais abusa crianças, neste mundo, são os chamados homosexuais, lésbicas e as tais feministas. Só que esse esterco não fala abertamente sobre isto.

Bruxelas é claramente a favor de abusos sexuais.

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