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E os Nazis são os outros

por Olympus Mons, em 28.07.22

Parecia eu que estava a adivinhar esta conversa do Racismo e da genética com o que o Orban disse.

Capture orban again.PNG

O problema do Orban é o problema que muita gente de diversas áreas científicas estão a ter por esse mundo fora, visto não ser aceite que postulem aquilo que hoje dia são evidências, mas que contradizem ideologicamente o vigente fascismo. Cada vez é mais aparente que o fascismo está de volta, mas na versão século XXI. Mas é a mesma coisa.

Aquilo que o Orban esclareceu foi um ponto técnico e o alerta para um truque, uma manobra insidiosa da esquerdalhada ao fazer querer que os europeus não são raça são sim uma mistura de raças.
Sim, somos uma espécie… mas temos várias raças. Apesar da carga negativa que ganhou o termo devido ao racismo e genocídios, não deve isso significar que não existe. Os cães são canis familiaris e depois existe raças. E ninguém discorda que uma coisa é um pitbull outra é um caniche, certo?

Para que fique claro, aquilo que Orban esclareceu foi que a formação da admixture genética dos europeus ocorreu entre a idade do cobre (ou do calcolítico) e o fim da idade do bronze e que assim, todas movimentações históricas ocorrem dentro da mesma matriz de admixture. Não era mistura de raças. – Isto devia ser tão óbvio que afirmar isto devia ser bizarro de tão evidente.
nas pontas de contacto, seja português com pequena percentagem de adn do norte-africa (bérber) seja no finlandês com ADN Sami, ao longo do tempo existem pessoas que vão tendo essas pequenas percentagens de ADN adjacente ao seu. Mas não muda essencialmente o admix daquela população enquanto definição do seu grupo populacional.

Já Cabo Verde é uma país cuja população é uma mistura de raças. 30%-40% do ADN é europeu, 50% da Africa Ocidental e um bocado de ADN do norte de africa. Isto com variações entre as ilhas. Fora a ilha da capital, até 70% dos haplogrupos do cromossoma Y (filhos de) são de Portugueses.   – Cabo verde é uma mistura de raças.

Num mundo em que se vai de Nairobi a londres em 8 horas, ou que se consegue chegar à Europa por meios terrestres vindo do resto do planeta num mês de migração, estamos perante paradigma novo.

Esse paradigma tem mesmo o poder de acabar com a homogeneidade que caracterizava um grupo populacional. Parecer ser passar os 20% de heterogeneidade numa sociedade, uma aldeia ou um país, para ela deixar de existir a médio prazo. O capital social que une as pessoas parece ter que ter valores acima de 90%.
E se esse é o resultado, podemos falar um bocado sobre o fim da Europa? Ou de qualquer país do Ocidente? Alguém perguntou ás pessoas aos povos o que acham disso? 

E o racismo realmente tem que ali estar presente nesta conversa toda! - De que outra forma, gente fanática do igualdade, consegue justificar a sua obsessão com a genética europeia a não ser por a considerar superior? E como eles, os esquerdoides, tem dificuldade em lidar com o seu racismo de imposição neurológica, criam estas conversas que não lembram ao menino Jesus.  -  Fica-me, pois, a impressão que aquilo que eles acham é que a admixture Europeia é superior e por isso se deve misturar com as outras, quase como se fosse uma conversa do melhorar a raça dos outros, ou alternativamente que como é superior tem que desaparecer como aconteceu em séculos passados com a admixture dos judeus Ashkenazim, desta vez pela miscigenação.

A grande novidade e até me atrevo a dizer beleza do século XXI é que as opções românticas de qualquer individuo estão já muito acima de qualquer convenção de grupo ou de identificação e vivência de grupo populacional. A beleza que alguém de raça negra se apaixonar por alguém de etnia asiática é, e bem muito bem, considerado como um valor que se sobrepõe a qualquer inferência, aferição de significado ou ofensa ao grupo. Tínhamos chegado a este ponto, mas este pessoal, estes esquerdoides dos wokismos e CRT, vão conseguir estragar também isto, como estragam tudo o que tocam. – Todos os abusos tem uma reação.

O mais incrível é que das admixtures genéticas todas do planeta, parece que somente a admixture europeia é que é deve ser alvo de incentivos ao desaparecimento. Não é como se o resto do mundo adorasse miscigenar e os europeus não.  Não se vê um movimento de pessoas negras a miscigenar com indianos, ou pessoas de etnias Han a miscigenar sequer com os indianos que ali estão ao lado, ou os negros norte-americanos a miscigenar com os ameríndios... Nada. Até parece que anda o planeta inteiro a miscigenar e os malandros dos Europeus é que se recusam… quando a verdade é que se tem um planeta inteiro onde 80% mantém as suas características genéticas como estabelecidas pelo identificação do seu grupo populacional, enquanto se grita que a ancestralidade Europeia, os 20%, tem que se miscigenar com os outras raças e etnias?
Ao final do dia fica aquela coisa do Franz Fanon, não é? O mundo só sossega com a morte do homem branco. É isso?

E não se surpreenda, que se for, não passa de working as designed, pelo que conheço de toda a história, mesmo a genética, da humanidade.  Por norma sempre funcionou assim, até ao ponto em que essa população é absorvida … quase sempre por via mitocondrial ou seja pelas mulheres que os homens acabaram em valas comuns ou escravos que não reproduzem.

Mas fica a pergunta -  O mundo só parece sossegar com a morte do homem branco como a europa nazi só sossegava com a morte do Judeus askenazim… E os nazis são os outros???

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