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Estrela a estrela...

por Olympus Mons, em 15.07.21

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E nesta longa, se calhar nem assim tão longa, caminhada para o fim dos EUA como os conhecemos, as pessoas devem lembrar-se que isto está nos livros, está nos naps  de como os países se balcanizam.
Para que ninguém se esqueça: em 30 anos os EUA importaram 100 milhões de pessoas que eram de uma matriz sociocultural diferente das sua. E fizeram-no conscientemente. Todos. Republicanos e democratas quiseram essa dinamização da sua economia, esse aumento do seu mercado interno e de mão de obra barata.  Agora vão pagar o preço.
Deve ficar a lição para a Europa.

Alguém lembrava que antes da revolução que levou ao nascimento dos EUA só 35% da população queria a revolução e secessão da Inglaterra. 35%.
E só 10% eram loyalists enquanto a maioria, como sempre acontece, só queria ser deixada em paz. E como tal não contam.

Aqueles números em cima devem fazer as pessoas pensar. 

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2 comentários

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De Anónimo a 16.07.2021 às 00:57


Qual essa obsessão como os EUA?

O nosso problema é muito pior, é esta UE podre e malvada.

Toda a UE foi construída com homens do tipo "Biden". Desrespeitando o povo, leis, e muito mais.

Agora a comissão totalitária na pele da bruxa von der Leyen, a cabra estúpida e incompetente da Merkel, anunciaram o plano concreto, de proibir o carro a gasolina, até ao ano 2035. Mas o terror começa já amanhã.

Porque através do imposto malvado carbono de dióxido vão encarecer de modo artificial andar de carro à base de gasolina.

Demais: querem proibir pouco a pouco o aquecimento à base de gás e petróleo e só permitir aquele à base de electricidade, que cada vez está mais cara e mais cara.

O grande maioria do povo não compreende o grande empobrecimento, que isto implica: o tal esterco do culto da morte com as net zero (carbon emissions).

Só países esquerdistas é que são tão burros, e querem ir pos este caminho.

Claro que nos EUA procuram uma maneira para se ver livre desses cretinos do tipo Biden.

Na Europa terá que suceder o mesmo. Só que os portugueses, a grande maioria, nada percebe da guerra cultural, que se está a passar aqui em Europa.

Jornaleco

Nada percebem, e muito menos as razões pelas quais.

Eu lembro, que a empresa Tesla até hoje não conseguiu produzir um tostão de lucro.

Mas a empresa apresenta lucro.

Só porque a política corrupta deu a esse cretino corrupto Elon Musk direitos artificiais. E se os adversários dele, quiserem produzir carros normais, terão que comprar a ele ou através dum mercado artificial, esses direitos por muito dinheiro.

Isto está tudo doido.

Falei claro?

Os problemas em Europa são muito piores. Muito!!

No reinado de Trump, eram os EUA que lideravam a lista daqueles, que faziam MELHOR ao ambiente: lugar número 1.

Os nossos canalhas e burros, os guerreiros atrasados mentais da nossa burguesia putana, que dizem fazer bem à natureza, andam a ESTRAGAR a mesma.

Quem é que sabe explicar isto? Hhm?
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De Anónimo a 16.07.2021 às 19:49

Olympus, duvido muito que a Europa esteja em melhor forma.

As pessoas podem não querer secessão, mas isso terá mais que ver com não poder identificar uma secção da sua população para atribuir culpas.

Os democratas brancos querem ver-se livres do Sul, os republicanos brancos querem ver-se livres do Nordeste e da Califórnia.

Na Europa secessão seria os anti imigração reconhecerem que parte do seu país está perdida, o que não farão. Para os favoráveis à imigração seria reconhecer que os anti imigração podem ter um país seu, sem imgração, e não vai acontecer.

Quanto à Europa não ter 1/3 da população desenraizada, e oriunda do terceiro mundo, para lá caminha.
Em 2011 13% da população do reino Unido não era branca. E se muitos haverá que são imigrantes de qualidade, muitos mais são um fardo. E estes números já têm dez anos.

Sobre a Alemanha frequentemente é referido que 10% da população tem pelo moenos um prgenitor estrangeiro. Ser fosse um alemão casado com uma dinamarquesa, ou uma alemã casada com um italiana, ninguém se dava ao trabalho de referir isso, não sejemos estúpidos...

Há vários bairros dos arredores de Paris que são África.

A Europa fez o mesmo que os Americanos, e na Europa não há movimentos que queiram parar a imigração de terceiro mundo que consigam mais de 20% dos votos, com excepção de Marie Le Pen (e Salvini, uma vez).

Com a agravante que a imigração da América Latina para os Estados Unidos é de pessoas com cultura Católica. Os Italianos, Irlandeses, e Polacos não eram WASP, mas acabaram por não estragar a coisa. Veremos estes novos.
Mas para a Europa, nem tanto. Muitos dos que estão a entrar nem isso querem manter.

O Olympus escreve estes textos em Inglês nalgum lado? Gostava de mostrar a uma amiga Americana

Zé Manel Tonto

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