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Exageros

por Olympus Mons, em 19.01.21

A vitoria dos nossos oponentes ocorre quando nos esmagam, mas também, e na maioria da vezes, quando aceitamos pequenas concessões como vitórias nossas.

Capture Shapiro.PNG

Isto vem a propósito desta notícia do Washington Post sobre a polémica do Playbook de Ben Shapiro no Político. Playbook é uma coisa mais ou menos light hearted deste pasquim digital da esquerda democrática de Washington DC, sobre as notícias que aquela pessoa acha que vão estar na berlinda nesse dia.
A revolta  que existiu porque Politico convidou Ben Shapiro para fazer um desses playbooks é de bradar ao céus. Até porque se há republicano bem comportado é ele. Praticamente impossível de derrotar na argumentação, mas bem comportado e, em muitos aspetos, o mais politicamente correto que se encontrará.
A Politico defendeu a sua posição e até o Washington Post veio escrever isto que acima lemos.

Toda a reação foi exagerada, sem qualquer tino. E aquele exagero tem um propósito que é calar toda e qualquer voz conservadora, diga ela o que disser.
E este post é sobre exageros. Isto aqui, também é um exagero:

E os exageros existem por alguma razão.
20,000 soldados vindos de fora de DC para proteger a inauguração da presidência Biden? 6 vezes mais do que o número de soldados americanos no Iraque e no Afeganistão? – Porquê?

Pela mesma razão que enquanto eram incendiados tribunais federais e esquadras da polícia nos EUA durante o verão e eram causados danos em propriedade privada pelos EUA fora num valor superior a 3 mil milhões de Dólares, as entidades estatuais recusaram ajuda oferecida por parte da Guarda Nacional. – Para minimizar os eventos. 

Este exagero representado por esta encenação servirá para extrapolar desproporcionar a ameaça com um intuíto político muito claro. Já é claro, mas mais ainda se tornará nos próximos meses. Os fascistas esquerdoides parece só saberem usar uma e a mesma cartilha. Até é estranho. Apresenta-se quase como uma limitação… coitados.

 

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1 comentário

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De Anónimo a 19.01.2021 às 22:09

De San Francisco, passando por Lisboa, até Berlim. O culto da morte instalou-se no poder.

Aqui não está direita (qual direita?) contra a esquerda em jogo, essa definição em nada serve, mas os bons a depararem-se com o ódio dos malvados.

Os maus odeiam os bons.

Os bons tem obrigação de odiar os actos dos malvados. E os malvados querem punir isso mesmo, proibir e perseguir o ódio contra a tal "esquerda fascista", que eles merecem, o que é profundamento perverso, doente.

O mau faz mal e não quer permitir qualquer critica.

A perversidade está cá para todos verem. E ela não é boa, claro que não.

Mas o homem moderno continua a negar o óbvio.

Jornaleca/Jornaleco

1. Para onde leva-nos este desenvolvimento maligno?
2. Quem é que vai pagar o mais alto preço?
3. Quando é que este pesadelo, este ataque vergonhoso, criminoso, contra a lei, contra a justiça vai acabar?

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