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Fim da América I

por Olympus Mons, em 14.04.21

Capture fim america 1.PNG

Não deixo de achar curioso a letargia com que se assiste à implosão dos EUA. 
E implosão é. Quem assiste ao que os EUA se transformaram nos últimos 20 anos não pode, não pode, ter qualquer dúvida que os EUA para o bem ou para o mal… kaput.

A mim cria-me um sentimento híbrido de satisfação e de tristeza. Eu explico: Pela literatura lida, a lógica diria que qualquer país que ultrapasse os 20% de diversidade tem zero, zero hipóteses de sobreviver. Aos 5% começa a perder vertiginosamente capital social e aos 20% terá nenhuma hipótese. Quando me apercebi disto há umas décadas e era novinho, acabavam sempre por me dizer “Olha lá para os EUA, a maior potencia do planeta…” e eu tinha que concordar. Ora, nem duas décadas depois a matemática bateu certo. - Tristeza porque vai ser uma coisa feia.
Mas perfeitamente aberto a ser feliz se os EUA nas próximas décadas me provarem a mim e á literatura, errados. Mas também por honestidade intelectual devo dizer que não, que já comprei as pipocas para ver aquilo implodir.

E esta destruição da América é a coisa mais natural do mundo.

Sendo eu um apaixonado pela arqueo-genética a destruição é a norma para as etno-génesis das populações do planeta. Lembrar que por exemplo a maior parte das populações do planeta tem menos de 4 mil anos. Europeus, Africanos (bantu), Sub-continente indiano …. Tudo criado ontem.  Mas que ninguém se iluda. Primeiro vem o fim do mundo e depois vem esse renascer que muitas vezes traz consigo a tal adição de novas admix genéticas ou o domínio naquela geografia por uma dessas genéticas.

Se perguntasse aos índios durante o replacement por europeus com certeza diriam que tinha sido o fim do mundo. Se perguntasse à cultura Varna, Gulmenita ou Funnelbeaker culture, Lengyel culture nas balças e europa central a chegada da genética Yamnaya das estepes ajudou ao fim do mundo. Se perguntasse aos africanos originais antes da expansão dos Bantu, destes africanos de agora, também foi o fim do mundo para populações que hoje em dia são ghost population.

Tal como acho isso natural também considero natural que haja uma percentagem da população que não sofra de NFC (need for chaos) e que não queira fim do mundo no seu tempo ou dos seus filhos e netos. Também não deve surpreender ninguém.
Raramente ocorreu “fins do mundo” sem intervenção de imigração.  Daí alguma aversão que existe a grandes movimentos de população para dentro de espaços culturais definidos. Correu sempre mal.

O fim do império romano não foi desassociado dos movimentos populacionais de diversidade. No pico do império romano, Roma, a cidade, tinha 2 milhões de pessoas e encontrava-se muita genética vinda do meio oriente, de outras partes da europa e até

do norte de África.  - leiam Moots et al 2020  “Ancient Rome: A genetic crossroads of Europe and the Mediterranean”  e percebe-se que Roma importou gente de todo o lado do seu império de 70 milhões de pessoas. - No fim, dos 2 milhões de habitantes da cidade ficou reduzida a 30 mil habitantes.

Voltando à Roma dos nossos dias.
Tudo o que as pessoas precisam de se lembrar em relação aos EUA é o seguinte: OS EUA em 30 anos (1990-2020) passaram de 230 milhões para 330 milhões. São mais 100 milhões de pessoas no essencial por imigração. É como se Portugal dos anos 90 até agora tivesse tido um aumento de população mais de 4 milhões de pessoas e todas elas vindo de locais que nada teriam a ver connosco culturalmente.

Os EUA fizeram isso conscientemente. Foi politicamente consciente.
A pergunta será: Porquê e para quê.

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4 comentários

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De Anónimo a 14.04.2021 às 15:36

Não sei se é só diversidade. Portugal nem sequer tem assim tanta diversidade quanto isso, e as pessoas não estão muito preocupadas umas com as outras.

Eu culpo mais o socialismo, colectivismo, ou que lhe quiser chamar. Se uma parte substancial da população quiser viver à minha conta, eu quero que a sociedade se lixe, e estou-me marimbando para se têm uma cor de pele parecida com a minha.

Acabar com o Estado Social, e ser implacável com o crime. Em Singapura funciona.

Zé Manel Tonto.
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De Anónimo a 14.04.2021 às 21:33

Aqui, ai está de novo o problema com os dados e a sua multipla interpretação, esquecendo-se dos muitos outros dados em cima da mesa, que lá continuam, para quem queira ver, como agora sucede mais uma vez.

1. Fim dos EUA? Não! Nunca na vida. Aqueles que votaram em Trump, a grande maioria, ganhou. Esses não perderam. Foram roubados, isso sim. Mas não perderam. Ninguém desse pessoal vai deixar enganar-se.

2. Fim da esquerda? Sim. Todos esses que roubaram a eleição a Trump, vão foder-se.

Muitos já mudaram para o lado de Trump, só que a canalha mentirosa da comunicação social não (!) fala sobre este pormenor importante.

3. [...]

4. O que @Olympus Mons está a verificar é o fim, a implosão de todos que mentem.

5. O que continua a implodir é a mentira.

6. Onde é que nasce o mal? No coração de cada pessoa.

7. Os genes nada tem de ver com isto. Onde estão as provas? Não existem. É só uma moda actual.

O tal grupo de seres humanos que trabalham para e com a "ciência" sabem ainda muito, muito pouco.

8. As pessoas em todo o mundo, sejam pretas ou amarelas, são muito mais parecidas, que muitos sabem. As diferenças são mínimas.

9. Tudo tem de ver com os valores. Se uma parte da população defende a vida e a outra o culto da morte, vai haver graves problemas. Claro. Não é preciso estudar para saber isto. Os gatunos querem guerra e andam a provocar a mesma.

Jornaleco

Um computador (hardware) sem software (espírito) para pouco ou nada serve (modelo simples).

Estamos a assistir a mais uma guerra espiritual, o mal contra o bom. A essência é esta. Todas as provas em cima da mesa indicam só para este lado.

(Basta estudar tudo o que este blogue já publicou ao longo do tempo!, por exemplo.)
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De Anónimo a 14.04.2021 às 22:00

O que sucedeu com Portugal e pouco antes de 1974 foi em abstracto o seguinte: a parte do poder que tinha aderido à religião da ciência (influenciada pelo estrangeiro, os tais marxistas: a Rússia era o sol que iluminava a terra portuguesa! (Hahahahahah!!) isto só para ver como aquela malta quis ser totalmente burra, e de que maneira!!) tomou o poder e conseguiu impor os valores falsos deles sobre muitos que se deixaram enganar.

E os frutos estão hoje bem à vista. É justo estarem a comer esterco e infelizes. Como semearam, vão colher. Regra JUSTA!!

Antes de 1974 era importante dizer a verdade.

Desde o ano de 1974 o importante é a mentira. Quem mentir melhor passa mais rápido. Pensam os religiosos dessa crença, cujo nome é "szientism".

Estabeleceu-se um grupo altamente corrupto, que tenta pôr na cabeça das pessoas, que devem viver conforme a ciência diz. Haha.

Só que a ciência não existe. A base de tudo, também de todo saber humano, contina a ser a verdade. O pior e absolutamente mortífero inimigo da mentira.

Jornaleco

P.S.:
Quem é que aqui sabe, que na Índia, quarenta (40) por cento mais ou menos dos seres humanos adoram horoscópios? Mas não é só ler os mesmos! Esses 40 (quarenta) por cento tomam os como se fossem verdadeiros e levam-os a sério. Quer dizer: seguem a vida deles, conforme os horoscópios.

Quais são as implicações disto? Quem é que os fabrica? Isto é um horror total. Os que os produzem, seres humanos mentirosos e gatunos, a conduzir a vida de milhares e milhares de pessoas!! Um horror, baseado numa grande mentira.
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De Anónimo a 14.04.2021 às 22:29

Quem aqui conhece o livro IMPORTANTE de Thomas S. Kuhn?

Outra vez.
Quem quer dominar a ciência, ter sucesso nela, perceber a ciência, tem que querer ir ao rés-do-chão, e SOBRETUDO à cave, onde estão as máquinas da tal ciência.

A epistemologia (estudo filosófico do conhecimento, as regras importantes de pensar correctamente) é o único fundamento da tal ciência. Aqui é que ela começa!

E foi a tal esquerda que quis acabar com este SABER OBRIGATÓRIO e absolutamente essencial.

Sem este saber a tal ciência transforma-se em crença, do mais pior, que pode existir. Foi e é a esquerda que anda a destruir todo o saber.

O livro importante de Thomas S. Kuhn confirma, como também aqui é praticado a religião da ciência.

Kuhn demonstrou, que o tal homem moderno, membro da igreja da ciência, que acredita tudo sem provas, que nem sabe nada de provas, nem as pede, trabalha para só defender o castelo dele.

O homem moderno não pratica ciência digna desse nome nenhum. O homem moderno cria por muitos motivos uma certa visão do mundo, absolutamente subjectiva e relativa (castelo intelectual). E doravante tenta defender o seu castelo, contra todos os dados que apareçam em cima da mesa e possam contradizer a visão dele.

A leitura obrigatória para todos que gostam verdadeiramente do conhecimento honesto, é este título: Thomas S. Kuhn (The Structure of Scientific Revolutions, publicada em 1962).

Kuhn confirmou aqui, como a ciência é feita na prática. E Kuhn confirmou indirectamenete a veracidade de Karl R. Popper. Popper diz como a ciência deve ser feita, devia ser feita. E Kuhn demonstrou, que o ser humano, não é capaz de o fazer. Na sua maioria, naturalmente.

Os melhores seguem só o caminho de Karl R. Popper.

Popper ganhou contra Kuhn, naturalmente. Até hoje. O método da falsificação é quase tão velho com Adão e Eva. Foi o que Popper provou, sem dúvida nenhuma.

Jornaleco

Só 5 a 10 estudantes, em cada 100, é que estudam epistemologia. Na Alemanha pelo menos é assim.

Hoje, quem está à beira da implosão, é a Alemanha da parva e mentirosa Angela Merkel.

E se a Alemanha implodir, é o fim deste esterco da UE.

Hahahaha.

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