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Haverá memória

por Olympus Mons, em 03.06.21

Capture Kamau Bobb.PNG

Curiosa a posição do IL sobre a Carta Digital. A parte que me desagrada no IL desde o início é a propensão para o compromisso e comprometimento em nome do entendimento entre as partes. Por muito que até concorde com posições libertarian do IL em algumas questões ao final do dia também não me iludo que vem revestido de colaboracionismo.
Ocorreu-me isto porque a carta digital advoga algo que eu se puder lutarei com todas as forças que é o direito da internet nos esquecer se pretendermos.
Já aqui expliquei que é comum as pessoas que quebram os status quo ou os pergaminhos e por conseguinte as comunidades e até as totalidade das sociedades onde se integram costumam ser logo depois as primeiras a sair da zona quando as consequências chegam. Que por norma chegam rápido.

Já falei como em londres as pessoas que mais saudaram a diversidade foram as primeiras a abandonar os bairros quando as consequências (destruição do capital social) e foram criar os filhos para junto dos conservadores dos arredores, ou como nos EUA abandonam o caos de zonas de estados onde políticas disruptivas provocaram efeitos perversos e hoje amontoam-se em cidades como Austin Texas, etc. Em resumo o normal white flight que que transformou hoje em dia no liberal flight.

Para as pessoas que hoje em dia se entretêm a cancelar outros por coisas que disseram há 20 anos, gente mestre do WOKE, serão as mesmíssimas pessoas que no futuro vão invocar o sagrado direito digital ao esquecimento. Já aqui escrevi que essa será a maior vergonha e acima de tudo a luta para que não aconteça a maior batalha para as duas próximas décadas.  O meio está a ser usado hoje em dia para destruir o mesmo meio terá que ter memória para os fazer pagar o preço.

Este senhor da fotografia, Kamau Bobb, “former head of global diversity strategy “ da Google acabou de ser despedido por coisas que escreveu há 15 anos atrás sobre judeus.
Havendo o direito ao esquecimento, como já tinha apagado há muito tempo o seu Blog poderia continuar no seu caminho de guerreiro Woke sem quaisquer consequências. Como a internet não esquece, e ainda bem, pagou o preço.
Ou muito me engano ou dentro de duas décadas teremos um mar de meninos hoje em dia woke que quererão que a net esqueça toda a sua peugada digital.
Quererá meramente dizer que depois do que fizeram (e vão fazer) quererão não pagar o preço. Eu sou de direita e punisher por game theory.
Se depender de mim haverá memória.

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5 comentários

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De Anónimo a 04.06.2021 às 00:35

1. Citação:
"Este senhor da fotografia, Kamau Bobb, “former head of global diversity strategy “ da Google acabou de ser despedido por coisas que escreveu há 15 anos atrás sobre judeus."

Former head of global diversity strategy?

LOL


2. Que trabalho estúpido. Ainda bem, que gajo feio, estúpido. E ele que pensava que agora era só a subir (de carreira), ganhar bem, mesmo bem, denunciando os pecados dos outros e ao memso tempo a terrorizar o povo.

Agora o malvado foi apanhado com os próprios pecados dele. Eia pá!!



4. Aqueles que não sabem perdoar ao outro, vão querer que esquecem os pecados deles?

Os Kamau Bobb deste mundo, teriam gostado ter apagado os "pecacos" deles, antes de serem apanhados.

Mas os pecados dos outros eles não vão querer perdoar.

É assim o mundo (caído).



5. Vejam lá, se o livro da cara e a Internet conseguem não esquecer os pecados dos que pecam.

Que trabalho fácil terá DEUS em sua frente, mesmo com ou sem Internet e a "carta digital".


Jornaleco

DEUS tem a memória perfeita, caro @Olympus.

É assim que ELE é, foi definido.

É inteligente, obrigatório, para os cautelosos, fingir que ELE existe.

Eu sei 100 por cento que DEUS existe. Mas a minha experiência nada vale, nos olhos de terceiros.

A melhor estratégia.

Não há melhor.

A do Kamau fracassou. Mas se esse asno malvado pensa, que esse castigo vai ser o único, ele está outra vez muito enganado.

Porque, o ódio contra os judeus não vai desaparecer no coração dele. Pelo contrário, provavelmente. Agora ainda vai subir mais. Os malvados são sempre assim. Os culpados são sempre os outros. Eles nunca fazem mal nenhum, são sempre os outros.

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