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Homossexualidade... e o mundo real

por Olympus Mons, em 19.02.21

Vamos lá falar da homossexualidade e do que o presidente do tribunal constitucional disse e vamos começar pelo fim:

A conclusão é óbvia: Que a identidade sexual dos jovens, exceptuado os 95% que se identificam como 100% hétero (estes não têm dúvidas nem mudam),  é muito fluida e na maioria dos casos, na esmagadora maioria dos casos dos que são "indefinidos", altera-se com o tempo no sentido de se tornarem 100% heterossexuais ao amadurecer... e não o inverso.  Os dados são claros. Os jovens tanto do sexo masculino como feminino que no início se identificavam como não 100% hétero  e também os bissexuais, acabam no essencial por se tornar 100% hétero ao atingir a maturidade.

Voltando ao início, o meu problema nunca é com a maluqueira que te passa pela cabeça. Seja soluções para indução de CO2 e resposta climática, seja política, seja comportamentos sexuais ou outros. Não, não. O meu problema é que eu não consigo ou gosto de mentir a mim próprio. E muito menos que pensem que me obrigam a cantar a cartilha seja de quem for.

Eu já não tenho pachorra para conversas sobre homossexualidade. Já não tenho pachorra para conteúdos, filmes, personagens cheios de homossexualidade.  Vejo como natural filmes em que a personagem é homossexual, quando contextualizado no tema, sem qualquer decréscimo no meu grau de amistosidade para com o personagem, mas assim que noto personagens homossexuais à força, tão típico nos conteúdos americanos na última década, perco o interesse pela história porque exageram no estereotipo.

 Já fui líder de equipa com dois Homossexuais escolhidos por mim e passava antes da pandemia todos os dias no jardim do príncipe real, especialmente ao fim de semana, pejado de homossexuais ou descia do príncipe real diariamente para o cais do Sodré cruzando com inúmeros homens e mulheres de mão dada sem me suscitar qualquer emoção, positiva ou negativa. Também nestas situações aceito com naturalidade que homossexuais se sintam atraídos por mim (o que é frequente) e também devo ser justo, fora uma ou outra situação, os homossexuais são muito lestos a perceber o meu desinteresse e a agir em conformidade.  – Ou seja, é tudo uma questão que não me suscita qualquer interesse.

Neste assunto, como em todos os outros, o que irrita é o… não, isso não é uma garrafa, é um copo!  E hoje, amanhã, debaixo de água, na estratosfera, em Marte um copo há-de ser sempre, sempre um copo. Não, eu não tenho a funcionalidade no cérebro, como os esquerdoides de Pretent not (neste caso to see).
Abaixo vamos à realidae, porque no mundo real é, mesmo, assim!: 

Capture STATS homo.PNG

Estes dados são de Savin-William et al, de 2012, um dos estudos mais referidos e referenciados porque são estudos que são longitudinais e multi-dimensionais.  Seja este tema, seja disparidades entre rendimento de sexos, tudo, tudo, procure sempre este tipo de estudos porque nestes é difícil fazer a tanga on demand, ao contrário de estudos feitos para “vender”.

Acima é uma das imagens deste estudo, feito com um número enorme de jovens medidos em waves de 5 em 5 anos e os resultados apresentados no fim. O resumo do estudo (e como podem ver pela imagem) é o seguinte:

- tanto os miúdos que se identificavam como 100% heterossexuais e 100% homossexuais eram estáveis ao longo dos anos.  

-Mas mesmo assim, estamos a falar, se do número de miúdos do sexo masculino que se identificavam como 100% homossexuais, que eram só 1%, repito 1 por cento, só da wave 3 para a wave 4 (5 anos depois)  30% deles tinha passado para serem heterossexuais… 

-… Ao passo que dos miúdos 100% hétero só 2%  tinham tido adquirido comportamentos homossexuais.

Aliás, podem olhar com atenção para a imagem acima para terem uma noção da realidade.  E quando alguém como o atual presidente do tribunal constitucional diz o que disse é desta realidade que ele está a falar.  Deus proteja e abençoe todos os homossexuais... mas vamos todos olhar com mais atenção para a enormidade de miúdos que começam confusos com a sua identidade e acabam por viver uma vida heterossexual. É que Heterossexual é mais feliz. A enormidade de homossexuais que nos dizem que se dependesse deles optavam por ser hétero é enorme também. Que tal ajudar à felicidade de todos a começar por dar espaço aos mais jovens para se encontrarem?

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