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Maluquinhas

por Olympus Mons, em 17.06.22

Já falei variadas vezes de Eric Kaufmann, o professor de politica em Birkbeck College, da universidade de Londres. O nome dele é mencionado praticamente desde a origem deste blog. Aliás para mim era o irritante “liberal” que publicava trabalhos com base no sensus do reino Unido (os maiores do mundo) mas o que me chamou a atenção foi o reparo que ele naquela altura (2011?) revelava, que era estranho verificar que eram precisamente os mais Liberal que se pisgavam dos bairros assim que a carrinha da diversidade chegava ao bairro onde eles moravam. Aliás e que os sensus mostravam que fugiam precisamente para os bairros menos diversity de Londres.

Eric é no essencial um académico que faz investigação e como tal ao longo dos anos tem ajudado a  destruir muitos do novos mitos e meta-normas criadas pelo fascismo cultural de esquerda (FCE) e que rapidamente adquire estatuto de verdade inquestionável.

A kaufmann é permitido fazer este tipo de trabalho sem ser “cancelado” pese embora no ano passado colegas da universidade de Londres terem tentado, e falhado, porque Kaufmann é mixed race (entre Chines e alemão), muito agradável na forma de expressão e com um sorriso não deixa de dizer que continua a identificar-se como um Liberal. Mas também diz que que dados são dados, data is data.
Das questões que Kaufmann ajudou a destruir, por exemplo, está o meme que os apoiantes de Trump eram racistas (que os dados em nada o mostravam) ou que o ateísmo era a via do futuro, quando na verdade o que estava crescer era a religiosidade. 

Mas o que nos traz aqui é que alguns dos últimos trabalhos dele que tenho seguido estão relacionados com a comunidade LGBT. Ele tem destruído muitos dos novos mitos da religião LGBT.
…More importantly, those who adopt an LGBT identity but display conventionally heterosexual behaviour are a growing and distinct group, who lean strongly to the left politically and experience considerably greater mental health problems than the rest of the population. -  Pois… identificam-se como LGBT, mas são completamente heterossexuais no comportamento, denotando grandes problemas mentais. E claro são esquerdalhoides.

Como vos tenho dito nos posts anteriores sobre o tema, o número de pessoas sexualmente mais voláteis são as pessoas do sexo feminino, que mais facilmente se definem como não-heterossexuais, passam por uma fase de LUG (lesbian until graduation) mas ao final do dia, os valores serão os deste gráfico. Mas, ao contrário da percepção dos dias de hoje, são números bem pequenos.

Capture same sex.PNG

Interessante não é? menos de 3% reporta ter tido qualquer comportamento homossexual nos últimos 5 anos, mesmo existindo o tal fenómeno de experimentação e de LUG e no entanto o número delas, especialmente politicamente de esquerda, que se identifica como LGBT é muito maior(10%!?). E inclusive tal como Kaufmann (e todos os estudos anteriores) nos diz a esmagadora maioria delas acabará como 100% heterossexual para o resto da vida. - Este pessoal, de esquerda é mesmo maluco. Isto é perturbação clínica!
Aliás já sabíamos que o número de jovens mulheres que se identificam como bissexual (3% da população feminina) mas que nos últimos 5 anos só tiveram parceiros do sexo masculino em 2021 atinge praticamente 60%.

 Para outro post ficará a correlação que ele costuma demonstrar entre estas mulheres e problemas mentais. Lembre-se do que escrevi anteriormente, os estudos demonstram que 50% das pessoas LGBT pensa em suicídio e, nestas pessoas mais indefinidas e indecisas, a tentativa de suicídio atingirá os 20%... quando na população em geral é de 0,3%. Tendo em conta que o número se mantém inalterável nos últimos 20 anos estará provado que não era por pressão ou inflicção social!

Esta promoção da quebra e destruição de “identity roles” mata!
Por isso, quando as pessoas se dedicam a promover e a celebrar comportamentos LGBT também deverão ter em atenção que a seu tempo poderão ter que responder pela possibilidade de estar a promover problemas mentais numa geração e quiçá níveis elevadíssimos de suicídio.

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