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Massacres por todo o lado, massacres!

por Olympus Mons, em 21.06.22

Ventura defende conspiração que tem inspirado massacres

Não vou perder um segundo com imprensa pateta do Tuga. Mas já que estávamos no assunto...

A minha posição em relação a este assunto, como já aqui escrevi, centra-se na necessidade de observar os EUA nas próximas décadas enquanto se tenta preservar a identidade europeia que na verdade é, ou era, a identidade norte-americana.
Ao final do dia os EUA, e o Canadá, são, ou eram, meramente uma extensão dessa europa até pela sua dimensão geográfica onde coube grande parte das sensibilidades europeias todas.

Nos últimos 30 anos (tão pouco tempo) aquilo mudou:
Ao final do dia o que se chamará ao processo através do qual um país aumenta a sua população em 100 milhões de pessoas, aumenta em 30% a sua população e passa de 87% Europeia para 60%?  Não é Great Replacement? Não é “grande substituição” da sua população original (formação país) então é o quê?  - Substituição grande fica melhor? Ou troca grande?
Especialmente quando até se projeta o ano de 2044 como o ano em que as pessoas que se identificam como "brancas" ou de ascendência europeia passarão a ser uma minoria.

E, insisto, o meu ponto é que a Europa tem que conseguir esse milagre de não ir atrás dos EUA e cometer o mesmo erro. Na Europa, globalmente, ainda estamos nos 10% de população não europeia, na maioria dos países estará nos 5%-7% o que está dentro da carrying capacity (que deve rondas os 8%) que reconhecemos nas sociedades e ainda assimilável sem grandes alterações identitárias. 
As pessoas têm que perceber que a seu tempo, nas escalas corretas (milhares de anos) obviamente que as identidades se alterarão e os admixes genéticos serão... admix! Não disso que se fala nestes contextos mais de replacement. O problema é que o modo como isso decorre é que a história nos mostra que foi marcado por hecatombes biblicas. Sempre que uma população chega a um espaço geográfico em grandes números dá-se um "replacement" genético que por norma corre muito mal para os que lá estavam. Sempre correu muito mal para os que lá estavam. Os haplogrupos do cromossoma Y bem o demonstram, não é?...

Esta constatação dos menores números na Europa não pode servir para esquecer que há zonas, especialmente nas grandes capitais europeia e cidades de referência que estão mais perto dos números norte-americanos do que da tal capacidade de assimilação. Existem zonas inteiras onde a maioria da população não é de ascendência europeia e esses sítios já denotam problemas sociais e de coesão social muito graves. Pois, Roma caiu mas os Romanos continuaram a ser romanos e acabaram por ser italianos numa continuidade etnico-genética notável sem traços de “diversity” até há bem poucos anos…

No caso dos EUA, aquilo é tudo "as designed...".

como podem ver nesta imagem, a maioria da população americana acha que não é bom nem mau e aceitam isso com a maior das naturalidades. Aumento da população de um país de 100 milhões não é possível fazer sem pelo menos o beneplácito da esmagadora maioria da população autóctone. Maior mercado, mão de obra mais barata, nannies e empregadas de limpeza por todo o lado,  apanhadores de fruta a presos baratas terá sido essa a motivação e ainda mostram uma total aceitação desse processo como se pode ver. 

Quando assim é, pois até pode acontecer que saia algo de fantástico deste great replacement nos EUA. Quem sabe. Por hora, vamos ver como se irá processar as relações entre a muito heterogénea populaçao atual e com incrementos de imigração nos EUA.   

Mas duas coisas têm que ser claras: primeiro é que está a ocorrer um great replacement nos EUA e a segunda é que a Europa está num patamar bem anterior ao que por lá se assiste.

Agora basta ser inteligente aqui pela Europa, fechar as fronteiras para não acontecer o que ocorreu nos EUA, assistir aos eventos que se irão desenrolar nas próximas décadas e retirar as lições e ilações corretas sem cair nas inúmeras narrativas da treta que nos tentarão enfiar pela garganta a baixo, Smoke screens criados por incontáveis conteúdos do fascismo cultural de esquerda. 

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