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Moamba de galinha

por Olympus Mons, em 04.07.22

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E para toda a gente que se excita em repulsa quando alguém menciona o great replacement que ocorre nos EUA coisas como estas são muito reveladoras. 
O great replacement nos EUA são um facto. São estatisticamente facto e probabilísticamente em curso para a conclusão do processo.

E, quando deixa de haver homogeneidade dentro de determinada sociedade e a “sociedade dos brancos americanos” deixou de o ser e passou a ser diversa, porque já o é  tanto nas manifestações politicas, como vida interna das empresas e nas corporações ou media, podemos então, objetivamente,  observar que fenómenos decorrem, logo à partida, desse facto nos EUA. Porque serão basicamente os mesmos que chegariam à Europa se seguir o mesmo caminho.

E neste post também não vou falar nem do entrevistador, Marc Lamond Hill nem da inteligência com que o entrevistado, Chris Rufo, domina o modo como responde. Mas com este domina, não deixa de ser o modo como foge à pergunta porque a percebe na forma como ela foi desenhada.  Num país onde se pode em 2022 ser racista q.b. relativo a brancos mas Já se você disser algo como  “…diga lá qualquer coisa positiva sobre ser negro?” a sua carreira e vida social acaba".

Ainda, e para que não reste dúvidas, nos EUA pessoas como Marc Lamont Hill espicaçam o conceito de “withness” sem qualquer pejo ou respeito pela aversão conceptual ao conceito que o racismo deveria provocar em todas as direções. Ele não ataca pela nacionalidade, ancestralidade ou outro construtor de identidade …. e isto tem uma razão de ser. Esta gente tem muito tempo para pensar nisto e sabe bem como atrair as pessoas para os frameworks que quer e que construiu.

Este meu post é sobre a incapacidade do brilhante Rufo de entrar por aquele caminho onde estava a ser atraído porque esse tal caminho é na verdade a tal realidade que nunca é endereçada e que constitui o tal problema que teremos enquanto humanos a habitar este planeta resolver.  No ponto onde estamos hoje, é quase impossível de responder à pergunta, e ela foi desenhada para assim o ser, sem estoirar com todas as mais profundas das meta-normas nas sociedades ocidentais.

Raramente encontro razões para dar os parabéns ao fascismo cultural de esquerda mas neste caso faço-o, porque o truque está muito bem montado, e prepara-se que nesta década vai ser usado vezes sem conta.
Qual a resposta correta à pergunta de Lamont Hill? - A pergunta é:

“...diga lá qualquer coisa sobre o ser branco que considera positivo ou que gosta?

Eis a resposta que não pode ser dada:  Deus (ou a natureza) criou a estrutura natural onde todo a humanidade vive.  -  O resto foi criado e foi-lhe dado a si pelo “whtiness”.  Retire pois o whitness da equação e os 90% das pessoas, dos 10% do planeta que sobreviver, voltaria à idade da Pedra!

Está a ver? Como é que se consegue articular isto no nosso novo mundo?  Por detrás de qualquer resposta que der está a afirmação de superioridade desse whitness que não é de todo aceitável num planeta em que estamos todos, devido ao capitalismo e globalização, debaixo de um milagre que nos permite ir a qualquer ponto do planeta em horas, que nos permite entrar num avião em qualquer ponto do planeta e sentar ao lado de pessoas de todas as etnias, que encetamos relações comerciais e pessoais com toda a gente do mundo?

Como resolver este conundrum?  - Este é um problema real. É concreto e deve ser endereçado. Só não o poderá ser mentindo! Não mintam, não inventem, não deturpem porque se 50% dos cérebros do planeta conseguem resolver dissonâncias cognitivas instantaneamente, os outros 50% das pessoas do planeta não o conseguem – Para estes últimos, peta é peta, tanga é tanga, mentira é mentira e não têm uma ACC (Anterior Cingulate) hiperativa que os faz adotar como verdade qualquer treta estapafúrdica que “do the trick”.

Carregando no acelerador, você, onde quer que viva no planeta só está vivo devido a whitness e à bolha tecnológica que o whitness criou.
Bata as palmas mágicas e pufff estamos em Nairobi: Olhe á volta e tudo á sua volta é produto de um Velho Homem Branco Europeu. Olhe o chão, os edifícios, o que está no pulso das pessoas, nos pés, os veículos que e onde se movem, os mecanismos pelos quais não morreram aos 5 anos de idade,  o até o que comem e bebem… tudo aquilo foi criado e dado ao mundo pelo Whitness.
Bata as palmas mágicas e estamos em Shangai, China, novamente olhe á volta e tudo aquilo tal como em Nairobi é uma criação da Whitness que chega até ao framework jurídico-legal que garante os mais básicos direitos dos chineses é uma criação do whitness, porque é uma cópia do direito alemão.

Batemos palmas e vamos a Mumbai?... Não vale a pena, não é?

Novamente a palmas e salta para Singapura e até o próprio pais, tal como todos os países em africa ou na américa Latina, é uma criação do whitness e as pessoas daquele local não trocariam esse whitness por nada do mundo.

E, Já agora, esta criatividade whitness começou em Varna com a roda e vai até ao novo mundo digital. Podemos falar depois da carroça ou da domesticação do cavalo (que provavelmente foi com os Yamnaya e não em botai), ou da pouco valorizada Caravela Portuguesa como marco civilizacional, e daí para a frente toda a bolha que distingue a humanidade para além da idade da pedra se deverá em grande parte se não quase na totalidade a essa whitness.

Mas… que há para não estar orgulhoso do whitness ? Quando alguém pergunta, diga lá algo de bom que o whitness já fez pelo mundo, a reação correta é olhar para pessoa com se tivesse distúrbios cognitivos…. Ou fosse o produto do sistema educativo americano (a mesma coisa).  

E este, meus caros, é o problema que nas próximas gerações teremos que resolver no tal planeta que se vai de Lagos na Nigéria a Londres no Reino Unido em 7 horas. 

Mas não fico por aqui.
E a solução, na minha opinião, passa por perceber que grupos populacionais tem temperamentos que se ajustam de forma diferente ao momento civilizacional mas que este momento civilizacional também deve ser definido por nós todos, porque ao final do dia o significado de tudo poderá ser redefinido por nós, desde que não seja por petas e tretas sem aderência à realidade. -  Se for para gerir o meu dinheiro eu quero que seja um Judeu ashkenazim como preferência cega e primeira e instintiva opção, mas se for para ir comer uma Moamba como deve ser vou com o Carlitos que é de Angola e sabe por o óleo de dendém e os quiabos na conta certa.
E onde acham que eu vou ser mais feliz? Ao telefone com o investidor ou a comer a moamba com o meu amigo?

 E o facto de se possuir características mais produtivas e eficientes para as exigências de produtividade por parte de determinado grupo populacional, a solução Judaica não vai resultar. A Solução ashkenazim resulta para 0,5% da população não resulta com 20% da população, não é?  Aliás, ainda não está bem assertado se resulta porque o antissemitismo já graça por esse mundo fora novamente.

O que é a solução ashkenazim? – Diga a um judeu ashkenazim, “eh pá, vocês em média têm uma inteligência tão elevada que tem um desvio standard sobre o resto da população mundial….” E ele entre em pânico. A solução ashkenazim resulta para 0,5% da população mundial que o é, que assim consegue ter mais de 50% dos prémios Nobel da ciência, mais de 60% dos prémios científicos, ter uma percentagem elevada da riqueza do mundo todo (porque tem um desconto hiperbólico do futuro baixíssimo) e não ter sido ainda completamente dizimados, apesar das tentativas ao longo da história, pelos outros 99,5%.
Pois, ao final do dia não considero que isso resulte para os 20% da população mundial que não se vai poder esconder dessa forma como, até estranhamente, a comunidade Judaica se gosta de esconder para não ser alvo.
Estamos tão perto de atingir um nível económico médio no planeta inteiro, nessa bolha do capitalismo e globalização que meteu 6 mil milhões  de pessoas na bolha protetora e que está em vias de colocar todos os 8 mil milhões de pessoas deste século lá dentro, que poderíamos redefinir os tais termos de significado e criar premissas de valor em que se aceita toda a gente como ela é mesmo reconhecendo que grupos populacionais possuem características diferentes e que ao final do dia, tal como numa equipa, todos conseguem contribuir para um mundo melhor.
Que valorizamos nós no dia a dia? Não é a amizade o bem-estar o riso e afetos de momentos bem passados seja connosco próprios seja com outros? Alguém mede se gosta de estar com outra pessoa pelo seu QI ou pelo seu desconto hiperbólico do futuro?
Estes malucos da esquerdalhada, ressabiados e complexados, incapazes de reagir positivamente ao trigger do seu cérebro ao saliente (que muitas vezes a raça o provoca), no cérebro deles e não no seu, pese embora depois reajam aos berros e histerismos contro o racismo sistémico ou inferido dos outros, marcados acima de tudo pela inveja e schadenfreuder a guinchar equality, equality a toda a hora...

Fuck that! … eu vou comer Moamba de galinha com o Carlitos outra vez no sábado e quero que essa esquerdalhada doente se F**A!

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3 comentários

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De mcmp a 05.07.2022 às 00:41

Acho que está a sobrevalorizar a moamba do Carlitos. Compare-a com o suflé francês, a pizza italiana, as tapas espanholas ou até com o nosso cabrito assado ou cozido à portuguesa e nós (europeus) ficamos claramente a ganhar.
Não percebi o que quis dizer com o "desconto hiperbólico do futuro".
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De Olympus Mons a 05.07.2022 às 22:48

Viva,
Desconto hiperbólico do futuro, ou Delay gratification.

“Hyperbolic discounting, also called “present bias,” is a cognitive bias, where people choose smaller, immediate rewards rather than larger, later rewards. The discounted present value of the future reward follows a mathematical curve called a “hyperbola”


Os ashkenazin possuem um “discount” muito baixo preferindo aguardar por recompensas do que consumir imediatamente. Daí a tendência para a banca, para investimentos, para investir ao invés de comer logo. … Depois acabam ricos. Eles são definição da alegoria da formiga e da cigarra.


É giro ver os testes em crianças e seguindo-as ao longo de décadas. Colocam um chocolate e dizem às crianças “…olha vou sair e já volto. Podes comer o chocolate mas se quando eu voltar ainda não tiveres comido eu dou-te mais dois.”

Aquelas crianças que não comem o chocolate e esperam, 40 anos depois estão muito melhor economicamente que as crianças que comem o chocolate….!
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De Anónimo a 05.07.2022 às 09:28



Rui Silva

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