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Mundo patético

por Olympus Mons, em 22.10.21

Capture filha jolie.PNG

Este meu post deve parecer acentuadamente distante do meu post anterior (sobre alterações climáticas) mas ao final do dia é em grande medida exatamente igual. É tudo kayfabe para elites abastadas e acima de tudo entediadas.

Pode parecer que tenho alguma coisa contra a coitada da miúda da foto, mas obviamente desejo que seja imensamente feliz e realizada na forma como decidir viver a sua vida, qualquer que seja a forma e identidade que ela venha ainda a escolher. Ela decidir… quando for adulta.
É que a mamã, a tal Angelina, houve uma altura que achava normal que esta miúda fizesse transitioning para o sexo masculino. Felizmente, e tanto quando eu sei, a miúda mudou de ideias antes de ficar com qualquer mazela provocada por hormone blockers ou cirurgia. E cada vez parece mais feminina e bonita e só nos resta desejar mesmo que ela seja feliz.

Mas porque escrevo sobre ela?

Já no passado houve estudos, que foram obviamente muito contestados, e metodologicamente acredito que até bem atacados  não faço a minina ideia, mas que nos diziam que mais de 80% das crianças que possuíam gender dysphoria acabam por se arrepender, voltar a ficar confortáveis com o seu género e desistir de transitioning apesar de toda a pressão que sentiram para o fazer. -  Aliás como a jovem na foto presumo.
basicamente essas criticas assentavam no facto de esses estudos não distinguirem entre pessoas que tinham dysphoria, ou estavam só a experimentar role play daqueles outros que teriam começado mesmo processos de transição, que iniciaram transitioning para outro género e, alem do mais, metade não puderam voltar a ser contactados, etc.

Contudo quando algo cheira mal, é porque está podre.
E deparei-me com este este estudo publicado agora a 19 de outubro. Que terá ido atrás desses tais que começaram ou concluíram o processo e depois voltaram atrás e reverteram o processo, seja cirúrgico ou químico.
https://link.springer.com/article/10.1007/s10508-021-02163-w#Sec13

Vale mesmo a pena ler.  Dá-nos uma ideia muito correta sobre estas pessoas que se arrependeram depois de iniciar/concluir o processo. Pessoas que dizem que deviam ter sido melhor aconselhadas pelos médicos que procuraram e se sentem traídos por esses, pessoas que rapidamente perceberam que afinal estavam confortáveis com o seu género real (60%) pessoas que acabaram por sentir que afinal eram traumas que lhes provocavam aqueles disforia (48%) e que o problema eram os traumas (na maioria sexuais), pessoas que só em 24% avisaram sequer os médicos que tinham voltado ao género original e por isso ninguém sabe deles e estão na bases de dados como tendo mudado de género, etc, etc.

Ninguém protege estas pessoas, ninguém quer mesmo saber. Tal como o mar de meninas que hoje em dia acham que são lésbicas e que rapidamente irão descobrir que afinal são Bissexuais e como nós sabemos, até pelos posts anteriores que já escrevi, acabam aos 30 anos de idade como heterossexuais a tentar ser felizes como o resto dos outros mortais.

Este é um mundo patético. Este é um mundo da esquerda. A mae da menina ajudou a construir esse mundo. Tenho a certeza que a filha dela, montada nas toneladas de privilégio irá ficar nice and dandy. Já um miríade de outros miúdos não terão tanta sorte.

Outra vez, este é um mundo patético. Este é um mundo da esquerda.

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