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Nha Terra Nha Cretcheu!

por Olympus Mons, em 10.03.21

Num mundo cheio de racistas de esquerda que lutam diariamente para lidar com o racismo que processam emocionalmente  no seu cérebro, na Anterior Cingulate Cortex e passam depois o resto do dia a projectar os seus racismos nos outros, racismo sistémico, racismo inconsciente, racismo, racismo... quando ele existe é primeiramente nas suas mentes, mas dizia eu, nem sei até que ponto este post é inteligível.

Capture cabo verde (1).PNG

Há alguns anos num táxi na ilha do Sal em cabo verde o miúdo (para aí 20 anos) que conduzia diz-me que não percebia porque cabo verde não era Portugal. Fê-lo sem receio e quase desafiador para mim.  Confesso que não soube o que dizer. Mas depois fiquei a pensar no assunto durante um bocado, até ter conseguido um Whiskey decente no hotel.

Anos depois aterro na Praia de noite, saio de manhã, apanho o táxi para o local onde ia, parei no planalto da cidade da Praia e vejo-me sentado no cafezito do Coreto no parque junto ao BCA (banco) e lembro-me de ter pensado que já não respirava tanto Portugal há algum tempo.  Algo semelhante a quando vou para o interior de Portugal ou entro em algumas ruas escondidas de cidades do país… e nem se fala quando se chega à ilha Brava, aquela ilha pequena para lá do Fogo e se vai passear por Nova Sintra, parando para beber um café do fogo…

Não tenho uma posição firme sobre as pretensões políticas dos cabo-verdianos e claro que respeito perfeitamente as opções dos que são nacionalistas, até porque um território tão longe de Portugal traria grandes obstáculos… mas tenho dificuldade em que não seja reconhecido o portuguesismo de cabo verde. Mesmo.
Se tirarmos a ilha de Santiago, onde está a Capital Praia, onde o Africanismo genético (sim, eu iria sempre aqui) é muito maior do que o ADN Português, todo o resto das ilhas, com particular ênfase no Fogo ou São Vicente, as pessoas são geneticamente a rondar 50% ADN Português no seu genoma (!). Junte isso ao portuguesismo socio-cultural que referi e fica um mar de oportunidades em aberto para se questionar o resultado do marxsismo soviético e seus amigos do partido comunista português.

Capture cabo verde Y dna.PNG

Vale o que vale, mas  o que esta imagem nos diz é que 70% das pessoas em Cabo Verde descendem paternalmente de um português (ou pelo menos europeu). Sítios como São Nicolau acima de 90% ou São vicente e Fogo 75%... Não está muito distante de dizermos que são mais filhos de Portugueses do que filhos de Africanas. Ou pelo menos tanto quanto.
Para mim fica um sentimento de irmandade que torna difícil não pensar que talvez um dia, quando, ou se, conseguirmos ver-nos livres da doença do Esquerdismo Marxista, de perguntar aos cabo-verdianos que tipo de relação querem mesmo ter com Portugal. Num contexto saudável talvez nos surpreenda a resposta.  

Eu por mim, abolia já vistos e restrições à movimentação de pessoas e perguntava aos cabo-verdianos se havia algo mais em que poderia ajudar. 

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8 comentários

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De Anónimo a 10.03.2021 às 22:13

Mais factos duros!!

5.
O genoma humano dizem ter à volta de três mil milhões de letras (carácteres). Se alguém escrevesse toda essa informação com uma máquina de escrever (que não seja um computador, essas sem luz, sem electricidade) numa só linha, a cadeia, a corrente de letras, chegava do Polo Norte até á linha do equador!!

6.
Se uma secretária, que consegue escrever com 300 impulsos por minuto, 300 letras por minuto, trabalhando 220 dias por ano, 8 horas por dia, sem interrupção, tentasse copiar o código todo do genoma humano, a vida dela não chegaria, nunca na vida. Ela precisava 95 anos para terminar, completar este trabalho.

7.
Um programador informático consegue escrever 40 letras de código por dia (premissa). Tendo em consideração todo o tempo, desde a concepção até ao mantimento do sistema. Partindo da quantidade das letras inseridas no genoma humano, seria necessário um exército de 8.000 (oito mil) programadores, a trabalhar uma vida inteira cada um. Mas nenhum ser humano sabe, como desenhar tal programa a programar. Que tem que ter lugar num fio de ADN de só dum (1) metro de cumprimento.

Darwin não sabia nada disto. O que Darwin só fez, foi ordenar as coisas em cima da mesa, no sentido que ele queria, que mais lhe fazia sentido. Darwin nunca praticou ciência nenhuma. Ele nunca provou nada, nadinha.

E segundo um professor de química, famoso, que inventou a água pesada e recebeu um prémio europeu famoso por isso, que chefiou durante muito tempo o instituto de ciência exacta da universidade de Basileia o que Darwin diz, é errado, não há provas nenhumas, é só fé. Alessandro Volta defendeu muito antes o mesmo. A lista é longa, cumprida. Os melhores cérebros do mundo sabem-o.

Esses, que toda a canalha da esquerda despreza, hoje em dia.

O saber hoje em dia nada vale.

Jornaleco

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