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Ninguém gives a shit

por Olympus Mons, em 22.03.21

Capture irreveribel damage.PNG

Aqui há tempos escrevi sobre a filha de Angelina Jolie e Brad Pitt e como após todos os sinais dados às sociedades, americana e não só, como estavam a contemplar transgenderismo para a filha, a verdade é que nas fotos ela aparece cada vez mais feminina ao passar os 14 anos. Não é preciso dizer que tudo o que se deseja é felicidade à Jovem e que viva a vida o melhor que conseguir.
Ora, ainda não tive oportunidade de ler este livro (na verdade sou mais fã de papers do que de livros) mas já li o suficiente sobre as suas premissas.

E é assustador que tantas, mas tantas crianças, e com a ajuda de tantos profissionais, esteja a sujeitar-se a esta experiência social do século XXI.
também li que é “good business” para os profissionais da área mas que fazem os pais e até as próprias crianças assinar todo o tipo de assunção de responsabilidades de forma a tentar proteger-se de ações judiciais no futuro. – Quem observa estes fenómenos com mais atenção muitas vezes afirma que: quando estas crianças em adultos começarem a colocar ações em tribunal isto vai ser uma avalanche. Porque muitos dos efeitos desses puberty blockers ficam para a vida, resultando em infertilidade e outros efeitos secundários graves. veja-se o caso de Keira Bell no reino Unido e como tanta gente vai pagar caro.

Uma coisa que também convém dizer, é que : Nobody gives a shit!    

E num mundo em que cada Z e millennials acha que é uma criação única, uma singularidade do universo, não consigo antever claramente os efeitos que haverá ao descobrirem que na verdade nobody gives a shit.  E existem estudos nos estados unidos que nos dizem que o número de juvenis que se identificam como de género indefinido já é maior que o número de pessoas que se identificam como bissexuais.

Quem siga, por exemplo, os eventos após a morte de George Floyd e o escalar de assassinatos que se seguiu à revolta desse evento percebe que das cerca de mil pessoas a mais mortas até ao final de 2020 ninguém gives a shit.  -  Por isso se fores vítima de fraqueza, ou da loucura dos teus pais, ao final do dia ninguém quer verdadeiramente saber. Não verdadeiramente.

Mas se a situação acima é perfeitamente, na minha opinião, atestável como criminosa, outras é mais … difuso.

Como já aqui escrevi, 95% das pessoas é indubitavelmente heterossexual da mesma forma que 1% é sem hesitações homossexual, assim existe estes 3-4% que começam a sua identidade indefinidos mas que na esmagadora maioria acaba como essencialmente heterossexual. -  Olhando para identidade sexual após os 35 anos será algo como 97%-98% heterossexual.  também, para ser preciso, já nos estudos realizados há 30 anos se notava alguma diferença entre homens e mulheres em que estas começam a vida mais confusas ou indefinidas, mas também que têm uma trajetória para a heterossexualidade mais acentuada. Mas sabemos por exemplo que o sexo feminino se sente mais atraída por pessoas do mesmo sexo que as pessoas do sexo masculino. Mulheres que acham outras mulheres atraentes é bem mais comum que homens que acham o mesmo.

Não encontrei ainda estudos (estou à procura) que nos informem se estas pessoas são mais ou menos felizes, mais ou menos alvo de patologias, etc. Considero que a conversa da homossexualidade é uma seca  e que estas pessoas que começam a vida indefinidas e que são 3 vezes mais que os homossexuais terão que ser estudas e faladas de forma mais séria. – E porquê?

Porque tudo leva a crer que o número nesta nova, novíssima, geração que agora anda no tik-tok, vai ter números de gente não definida como Homo ou Hetero enorme, ENORME. Esta geração Z mas mais a Alpha, vai ser uma experiência de identidades, que vai negociar com o resto do mundo. Vão experimentar o mundo como as crianças pequenas que saltam de uma personagem para outra e os adultos deixam. Assim vai acontecer (está a acontecer). Não há dúvidas que com esta geração de teenagers que agora chegou e que vai ser permitido, como nas crianças até aos 5 anos, que salte duma identidade sexual para outra, experimental e fantasy play, serão uma moda nova. E todos sabemos que modas são modas.  Ao final do dia uma coisa é certo. - A percentagem incrivelmente pequena de Homossexuais terá muito mais mercado do que aconteceu até hoje. E se esse conjunto de identidades sexuais nos que vão acabar como Hetero tiver impacto psicológico, que deverá ter, Azar. – Ao final do dia, Fuck you, NOBODY GIVES A SHIT.

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5 comentários

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De concha a 22.03.2021 às 07:19

Há uma enorme percentagem de pessoas adultas (40 a 60) que se assumem bissexuais, pelo menos no que respeita à pura relação física. De facto, quando há intimidade para falar do caso, quase todas. Não serão poucos, então.
E não acredito que percentagem de homossexuais seja assim tão pouca, mas não tenho números à frente.
Não acredito em gavetas estanques no que toca à sexualidade, e estas "modas" demonstram que há maus liberdade de experimentação, o que é bom, e menos pressão social para escolher uma gaveta, o que ainda é melhor. Bom dia.
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De Olympus Mons a 22.03.2021 às 13:56

Concha ....Não há. E um dos problemas é exatamente esse. É que a realidade existe. E está aí. Qualquer pessoa pode criar o mundo alternativo que quiser em ultima análise até ao manicómio. --- Mas ao final do dia, a realidade é esta:
95% das pessoas assumem-se desde muito cedo como 100% Hetero e assim ficam para a vida. 1% como Homossexuais e assim ficam para a vida.
Dos restantes 4% algo como 2,5% assume-se como essencialmente Hetero (ou seja nunca terá uma experiencia sequer homossexual apesar de não se assumir como 100% Hetero) e no essencial migram todos todos os 4% em direção à heterossexualidade. - E isto é a realidade como medida pelo método cientifico. - O resto é Hollywood.


Nesta realidade, depois, resultam questões interessantes mas nenhuma é a maluqueira alucinante que por aí vai neste mundo alternativo à realidade que é o século XXI.

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De Anónimo a 23.03.2021 às 18:52

"Há uma enorme percentagem de pessoas adultas (40 a 60) que se assumem bissexuais"

The self awareness of a chicken eating an omelette.

Lembra-me uma vez quando uma pessoa conhecida me dizia que mais de 5% da população era qualquer coisa que não hetero.

Pedi-lhe para me dizer todas as pessoas que conhecia que não eram hetero. Não conseguiu passar das 10.

Perguntei-lhe se, nos mais de 25 anos que já levava de vida, só tinha conhecido 200 pessoas.

Em vez de admitir a derrota, com toda a naturalidade, disse que sim, que não conhecia mais de 200 pessoas.

Há quem tenha metido na cabeça que a heterossexualidade é uma construção social e que, deixados à solta, os humanos juntam-se de todo o tipo de formas.

Como a realidade não o demonstra, negam a realidade.

Zé Manel Tonto
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De Anónimo a 22.03.2021 às 16:35

Caro @Olympus, não é possível falar com as conchas perversas, cobardes, mentirosas, profundamente decadentes, parvas deste mundo.

A comunicação está morta.

A concha não sabe o que é amor, mas gosta muito do prazer, de ser infiel ao próximo. A traição em si.

Se a concha percebesse que o comentário dela é puro esterco, sem provas algumas, mas ela nada sabe. A concha nada sabe provar.

A homosexualidade não existe. A palavra serve só para cimentar e encobrir a decadência total. O mal do mal.

Aqui um testemunho dum génio, que a esquerda racista persegue: um homem preto, vejam lá.

E porque é que a esquerda odeia este testemunho? Porque este ser humano preto despreza as mentiras, os não-valores da esquerda putana, malvada, traidora, porca, ladrona.

Thomas Sowell (Stanford), citação:

"One of the sad and dangerous signs of our times is how many people are enthralled by words, without bothering to look at the realities behind those words."

[Q: jewishworldreview.com: sowell051011,php3 [Ano 2011]]

É que a esquerda não tem cultura nenhuma. NENHUMA!! E conchas absolutamente mentirosas destas muito menons.

Jornaleco

FUCK Transhumanism
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De Anónimo a 22.03.2021 às 21:18

Eu tive a ver fotos no Flickr sobre Angola, que eu mal conheço. O que é que eu sei? Pouco, muito pouco.

O que eu sei certinho, é que a esquerda fascista e mentirosa sempre contou mentiras sobre Angola. Eles criaram o ódio entre os seres humanos lá. Tal igual como agora.

Um ciclista jovem, que percorre o mundo de bicicleta, quis pôr muitas fotos sobre a passagem em Angola. Fotos normais, mas que mostram um país de uma beleza extraordinária. Com cantos impensáveis, em princípio. Duma beleza, que nem em Europa assim existe.

As fotos também contam a vida de muitos europeus, que decidiram no passado ir para lá, para criar riqueza e comunicar com a outra cultura lá.

Poucos percebem hoje ainda, o que a esquerda malvada foi destruir em Angola. Para não falar das outras regiões.

A esquerda só sabe destruir, enganar, fazer vigarice.

É que Angola é um país muito, muito rico. Em princípio, Angola é ainda território português. É a nossa cultura lá instalada. Para sempre. Isto ninguém nos poderá roubar. E quem sabe, se o totalitarismo da esquerda parva e fascista se instalar em Europa, Angola poderá ser um refúgio agradável e seguro.

O ciclista continua vindo do Congo, passando por Angola, a sua viagem para Namíbia e para o Sul de África. E é engraçado, que ele passa várias vezes por sítios, estradas, com placas, a avisar os viajantes, para não deixar a estrada e continuar sempre em frente. Isto em Namibia. Aquilo é a estrada dos diamantes. Aqueles que não terem medo, serem espertos, com o devido cuidado, são capazes de encontrar diamantes por ali espalhados. E esta?

Ele mostra uma foto, já muito antiga, onde as pessoas faziam mesmo isso. Encontravam também muitas pedras preciosas ao cimo da terra, entre as outras pedras menos preciosas. Andavam de rastos à procura e encontravam. Claro que alguém quis pôr fim a essa moda.

Quem é que sabia isto?

Muitos vestígios de seres humanos europeus, que passaram por ali, Angola, Namíbia, etc. e agora está tudo abandonado. Porque os que lá vivem não querem ou não sabem, não souberam aproveitar o bom trabalho, daqueles que lá passaram. A esquerda certamente não sabe, nunca soube. Destruir e roubar, isso sim. Portugal começa a aprender.

Jornaleco

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