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O fim da América III

por Olympus Mons, em 16.04.21

Merece ser lido e com toda a calma...

Capture withness 1.PNG

Se há algo que definia os EUA, culturalmente, era a conversa do “honest day work”, eram os pergaminhos protestantes e as dimensões que caracterizam a civilização Europeia.

Quando o Smithsonian museum e o seu National Museum of African History manda distribuir e coloca com orgulho o cartaz acima, pese embora tenha vindo posteriormente a pedir desculpa, não deixa de ser revelador do que se considera na América multicultural como os alvos a abater.

Ser trabalhador, cumprir horários, ser racional, objetividade, família nuclear intacta, ter delay gratification… Tudo o que nós sabemos ser promotor de sucesso, ser fomentador de qualidade de vida é o maléfico “whitness”. É Assim simples. - Aquela imagem acima é o “White Culture” a combater e ultimamente a fonte da perversão branca.

Hoje ouvimos falar de proibir o estudo académico de grandes obras literárias porque os seus autores eram brancos e descreviam a vida dos europeus, proibir Beethoven e Mozart, desvalorizar o estudo da matemática…. Esperem, esperem, isto não é só nos EUA. No Reino Unido já assistimos a muito das tendências que se pensaria ficar circunscritas ao meltdown da inteligência nos EUA. E dentro de pouco tempo será difícil não ver isto tudo a transbordar para o resto da Europa como a variante britânica do vírus da Covid-19. Curioso como diria que isto é um vírus que só ataque os 20% da população mundial que é caucasiana, parecendo os outros 80% estar imunes. Não vejo um movimento de penitencia suicidária por parte de outras identidades que não seja Europeus brancos. – Alguem ouviu alguma penitencia pelos danos provocados pelo império Otomano, o mais longo e brutal império? Zero. Vão lá iniciar esse diálogo com ele. Não. Isto é puro NFC (need for chaos) de gente Beta no ocidente.

Não deixa de ser relevante que esta descrição da “maldade branca” na verdade tem características que ainda são mais visíveis em outras etnias como a asiática que com o influxo tremendo de chineses e indianos para os EUA vai colidir ainda mais com demografias que revelam menos apetência para essas mesmas características como a hispânica ou Africana, não vão? Sim, elite branquela nessa altura já não estará lá, já terá se deslocado para um espaço psicológico mais europeioide, como se nada fosse, perfeitamente contente com a explicação que dão a si próprios de “já não estava a resultar para mim… queria qualquer coisa de novo… ou algo de género.”

Uma coisa que convém nunca nos esquecermos é quem é o inimigo (!). Não são pessoas de outras raças ou de outras culturas ou religiões. Pese embora em circunstâncias possam também ser. Depende. Mas que fique bem claro para todos nós que o inimigo que nos ataca, como fenótipo, são: Brancos do sexo masculino e feminino, de classe média alta, elites nas suas áreas e que operam sob a presunção de que “vai ficar tudo bem”. É o síndroma Jane Fonda. Que passou a vida a atacar e a odiar o seu país mas sempre foi um icon multimilionário apaparicada pelo establisment.

Esta maralha opera sob essa premissa que vão sair disto tudo incólumes. É essa parte que temos que procurar uma maneira não violenta de lhes mostrar que não vai ser assim desta vez.
Deixar e promover a implosão dos EUA poderá ser o último grande serviço que os nossos irmãos nos EUA vão prestar aos Europeus. E se assim for, pois, que seja!

Fiquem-se com o restante do Cartaz

Capture whitness 2.PNG

 

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7 comentários

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De Anónimo a 16.04.2021 às 06:05

Caro Olympus,

1. deixe os burros e asnos falarem. Essa moda passa. Mao tentou fazer o mesmo e fracassou. Pelo caminho dele ficaram quantos mortos? 30 milhões de seres humanos?

Os filhos mataram os pais.
Os burros mataram os inteligentes.

E isso foi o fim da China comunista?


2. Esse pensamento foi inventado na Alemanha e exportado através da malvada e profundamente estúpida (so-called) "Frankfurter Schule" para todo o mundo.


3. [...]


4. Então porque é que os fundadores do movimento racista BLM (quatro putas pretas malvadas) compraram agora casas num bairro de luxo, com mais de 88 por cento de brancos?


5. Porque é que pessoas em todo o mundo desejam ser brancos? O que é que Michael Jackson fez consigo? O que é que muitas mulheres em África fazem consigo?


6. O "white man" nunca vai desaparecer.

É tudo propaganda dos asnos que andam por aí, que a esquerda fascista andou a produzir, ano após ano.


7. Sem o "white man" nada funciona. Os parasitas precisam dele, mais que nunca.


8. Olhe, Londres acabou com o lockdown na segunda-feira passada. Ninguém em Portugal sabe disso?

Nos EUA muitas regiões já acabaram com essa vigarice também.

Está a ver? O white man vence sempre.

Jornaleco


P.S.:
E mais uma. Lopéz Obrador, o presidente do México, deu uma boa bofetada na cara dos fascistas do ambiente e uns bons pontapés nas partes trazeiras desse esterco humano.

Ele parou a (so-called) "green energy" e favorece o carvão e o petróleo.

Os porcos do ambiente estão indignados. Hahaaaaaahahaaha.

Obrador não gosta nada do "cheater" Biden. Ele percebeu, que Biden não é nenhum "white man".

Haha.

O melhor para si.
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De Anónimo a 16.04.2021 às 06:16

Lembra-se de Camboja? Dos Khmer vermelhos e de Pol Pot?

Dizem, eu repito, dizem, que mataram um terço da população. Um terço!!

E hoje?

Muitos, não todos, pediram perdão e voltaram-se para o "white man".

Todos gostam de bom trabalho.

O que as putas, os burros da esquerda fascista querem é mandar no white man. E isso, é impossível, a médio e longo prazo.

Esta moda malvada vai passar.

Eu não me esqueço da fotografia feita por Andy Ngo. Essa diz tudo.

Um dia alguém aparece e dá para trás. Tantas chapadas, que essa canalha falsa foge e encolhe o cu.

Jornaleco

A história ainda não acabou. Só no fim é que as contas são feitas.

MAGA [EUA]
MIGA [Israel]
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De Olympus Mons a 16.04.2021 às 13:59

viva Jornaleco... Isso é verdade. Contas são feitas no fim.

Veja lá o meu Sporting... :)
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De Anónimo a 16.04.2021 às 13:45

Rammstein - Amerika
“Amerika” is, according to the band, a satirical commentary on Americanization and the misconceptions foreigners, as well as some Americans, have about the American utopia.

[Chorus]
We're all living in America
America is wonderful
We're all living in America
America, America
We're all living in America
America is wonderful
We're all living in America
America, America

[Verse 1]
When we dance I want to lead
When you turn yourself around alone
Let us control you a bit
I'll show you how to walk right
We create a lovely round dance
The freedom plays from all violins
Music comes from the White House
And in front of Paris stands Mickey Mouse

[Chorus]
We're all living in America
America is wonderful
We're all living in America
America, America


[Verse 2]
I know the very useful steps
And I will protect you from missteps
And who does not want to dance at the end
Does not know that he must dance
We create a lovely round dance
I will show you the direction
To Africa comes Santa Claus
And in front of Paris stands Mickey Mouse

[Chorus]
We're all living in America
America is wonderful
We're all living in America
America, America
We're all living in America
Coca Cola, Wonderbra
We're all living in America
America, America

[Bridge]
This is not a love song
This is not a love song
I don't sing my mother tongue
No, this is not a love song


[Chorus]
We're all living in America
America is wonderful
We're all living in America
America, America
We're all living in America
Coca Cola, sometimes war
We're all living in America
America, America


NÃO, não vivemos todos na América. Ponto final.

Maria Rebelo
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De Olympus Mons a 16.04.2021 às 14:27

fui ouvir de novo. Obrigado por me lembrar.
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De Anónimo a 16.04.2021 às 16:44

A melhor forma de trollar a esquerdalhada é dizer-lhes que se isso é whiteness, toda a gente devia ser white supremacist.

Zé Manel Tonto

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