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O meu amigo turra.

por Olympus Mons, em 08.09.21

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Numa altura em que até vamos para autárquicas, e depois virá as legislativas e depois… mais alguém acha tudo o que tenha a ver com Portugal é de uma irrelevância, de um cansaço, anedótico?

Terroristas surfam a civilização do Ocidente, a (the) civilização, com toda a sua humanidade e pergaminhos de ela criou e as pessoas amorfas limitam-se a encolher os ombros sempre que nos ameaçam. Em França começa o julgamento de pessoas que executaram mais de 100 inocentes, seguiram-se muito pequenos atentados por essa europa fora e ninguém liga nenhuma, pessoas que deixamos entrar na Europa planeiam a nossa destruição (que não quer dizer que com competência) sendo uma revelação de que as pessoas não se integram nem se incluem em sociedades que não são correspondências ou manifestações do seu temperamento. Pessoas a quem se dá guarida cavalgam as nossas liberdades e planeiam ataques a populações civis enquanto tiram selfies?

Nos atentados de Nice, passado talvez um ano estava lá e ainda tentei encetar conversa sobre o tema com residentes locais ao jantar e ninguém queria literalmente saber, mais tarde tendo em conta que lido recorrentemente com austríaco e mesmo após atentado em Viena, e ele é de Viena, o assunto não era algo que tivesse qualquer interesse… Realmente cada vez mais os ocidentais deixam de ter referências identitárias com a sua localidade e cultura.  Tal como de todas as vezes no passado, é prelúdio de morte.

Quando os indo-europeus (se é que o eram) vieram das estepes da Ucrânia e chegaram à europa (do leste) também em pontos de civilização como Varna ,Gulmenita ou Cucuteni–Trypillia bem mais avançados (por exemplo a roda foi inventada ali) que aqueles nómadas, e sendo sociedades pacíficas, com “cidades” de mais de 20 mil pessoas, estranhamente não se souberam defender.
Sim, talvez as alterações climáticas tivessem criado disrupção, mas não justifica a substituição total e plena que ocorreu a seguir. Não ficou nada deles (a não ser os genes passados pelas mulheres). Aliás o mesmo aconteceu na Europa Central com Globular Amphora culture (GAC), talvez os mais branquelas e loiros de todas as culturas, quando o “sangue yamnaya” chegou nada sobrou da cultura.
E essa é a nossa génese.
Muitas pessoas dizem, que se assim foi, do que nos queixamos agora?
Não se iludam, queixamo-nos que para os que perderam a guerra cultural foi o fim, para os vencedores a dominação demográfica. Não houve, nem vai haver diversidade, multi, nem inclusão. Alguém vai ganhar e quem perder perde tudo. Quem se oferece para ser o perdedor?

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