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O problema...

por Olympus Mons, em 13.04.22

Esta imagem é muito, muito, reveladora.

Uma das formas como somos calados, como somos desconsiderados, desacreditados, é precisamente porque à critica que existe um FCE és imediatamente lembrado que isso é paranoia e não estás a ver pela perspetiva do outro, ou do outro lado, e que se o fizesses percebias que o desabono é similar e que só o facto de não estares a ter em consideração a perspetiva do outro te leva a

No entanto:

Eu gosto desta imagem deste estudo porque nos mostra que não é assim. Não é!
A imagem está mesmo retorcida e destorcida a favor de um linguajar e adjetivar de esquerda que em muito pouco se distingue de fascismo ou totalitarismos, porque em nada é leal ou isento.

O “information bias“ existe. Tanto que existe que está aqui, nesta imagem.  E o problema não é de somenos.

Sim esta imagem mostra-nos que nos últimos anos isto, e isto é os media em loucura total e como assumidamente propagandistas foi demonstrado pela utilização de termos que exacerbam pejorativamente o outro como extrema direita ou extrema esquerda, extremistas, ultra, etc.  - Até haver uma forma de reconhecimento do “problema” nunca haverá solução. O problema é multivariáveis e multifacetado obviamente.
O “problema” imprensa é só parte do mesmo. Mas ou se encontra solução para o problema ou… que venha Ventura, que venha Le pen, Orbans e Salvini. Porque na dissonância cognitiva é que as sociedades não poderão viver durante muito mais tempo. E por sociedades obviamente que não me refiro a Portugal que não entra para as contas.

O “problema”, na imagem, são as manchas de cor, ou sombreados, que é o espaço entre as linhas vermelhas e azuis. Quem olhar para a imagem nao contestará que existe uma abundancia de cor de rosa ou de vermelho tenue e de forma alguma dirá que esta imagem acima é uma imagem em azul, certo? 
E como se pode ver analizando a imagem no essencial os tais media de referência como o New York Times ou o Washington Post, a revista Times ou até a Associated Press ou a Reuters tem zero de equidade no tratamento, zero de ponderação nos termos e zero de equidistância nas narrativas que passam.

É demasiado, é exagerado e devia ter consequência para esses pasquins. Ouvir na televisão Portuguesa ou nos conteúdos escritos e digitais referencias ao que foi escrito no NYT ou na Times é hoje em dia só patético ou burlesco.

Usar segmentos ou content vindo da ABC news ou da CBS é igualmente ridículo.

Mais curioso é que mesmo olhando para alguns dos jornais ou media tradicionalmente mais à direita como o WSJ nota-se que na verdade, por pressão das meta-normas se comportam mais á esquerda do que como expressão da direita norte-americana.

E repara-se que canais como a FOX news, ou até a Newsmax não denotam de todo o tal “information Bias” que se nota nos nomes impolutos e de referência que mencionei acima. Algo que já tinha notado que retirando algumas personagens como Tucker Carlston ou Sean Hannity a verdade é que o restante do canal até se comporta com alguma versão de isenção perante os eventos, sendo ponderado e equitativo até nos convidados que lá vão expressar as suas opiniões.

Nem em jornais como o New York Post ou o Washington Examinar, que tao associados à direita são no entanto não demonstram “information bias” nas caracterização que fazem do espectro esquerda/direita.

Por último, aquilo que é também evidente é que o nível de polarização criado por uma caracterização de extremos é a norma nos dias de hoje nos EUA.

Aquilo está para rebentar… Mas esse é outro problema!

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