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observar antes de comprar

por Olympus Mons, em 19.08.21

Capture diversity.PNG

Existe nos EUA um tabu, que é falar no great replacement. - Pessoas que dizem que existe um momentum que representa na prática a substituição da população branca nos EUA por minorias. Tanto é verdade esta corrente nos EUA como na Europa com populações de África e países islâmicos no geral. Uma das coisas que convém quando lidamos com estes maluqinhos é que também convém que eles estejam errados, não?

Este post é, claro, da senda do: EUA em 30 anos importaram 100 milhões de pessoas que não eram na esmagadora maioria da sua matriz sociocultural. Que é um número que as pessoas têm sempre dificuldade em interiorizar pela grandeza.
Nestes censos agora publicados é claro que clarificaram algo que há muito tempo era um erro nos EUA que é existir pessoas da América Latina que são brancos e que emigram para os EUA.
Existia assim uns maluquinhos que eram contra a imigração precisamente porque ela representava o great replacement da sua existência étnico-cultural por outro stock de pessoas. Nos EUA são conhecidos como uns maluqinhos  do far-right que votam em Trump e….curiosamente e pelo censos 2020 agora publicados além de far-right também estão ao final do dia simplesmente right!(?).

Os resultados dos censos EUA foram publicados.  Nos EUA em 20 anos a percentagem de pessoas identificadas como brancas caiu de 70% para menos de 60%. Se considerarmos que pessoas brancas da América Latina como de outro stock que a matrix inicial dos EUA (chamemos-lhe alemã com barulho irlandês) então caiu para 57%.  Ainda nos anos 90 eram mais de 80% da população.

Outro factor também revelado por este último Censos é que pela primeira vez a população branca nos EUA decresceu.  Sim, tal como na Europa.  Passou de 224 milhões para 204 milhões. Parte será pela natalidade parte será porque existem pessoas que já não se identificam como brancas… são, mixed raced. Ok.
Mais importante é que observando a população com menos de 16 anos, então os brancos nos EUA já estão abaixo dos 50%.

Por isso, olhando para as proposições colocadas sobre a mesa por esses maluquinhos, não deixa de ser observável que são maluquinhos mas estão correctos.
Seja como for, com celebrações à diversity e laudas ao novo mundo, não podemos deixar de observar que ninguém gosta de caminhar para uma minoria no seu próprio país.  Pelo menos devia ser permitido a estas pessoas vocalizar as suas preocupações.
Aconteça o que acontecer nos EUA nas próximas décadas e nas próximas gerações vamos observar algo. Aliás já se está a observar. Os EUA estão a ficar uma distopia e aberração em que elites vivem em bolhas de qualidade num mar de distopias que começa a tocas as fringe de um verdadeiro Mad Max. Mas não vai ser por muito tempo. Vem aí um duelo com o destino e com a realidade.

Só podemos esperar que a Europa aguarde o tempo suficiente para observar antes de comprar.

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2 comentários

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De Anónimo a 20.08.2021 às 23:17

"Só podemos esperar que a Europa aguarde o tempo suficiente para observar antes de comprar."

Repare numa coisa, Olympus, a Europa já comprou.

A população não branca no Reino Unido estava nos 13% em 2011. Veremos como estará nos resultados dos censos deste ano.
Posso dizer que há bastantes pessoas nesse grupo que se integram bem. Mas também há muitos que querem sharia, pura e simples.

França tem uma população extra Europeia enorme. Algumas estimatvas dão já mais de 15%.

Os Suecos (escandinavos, falamos de etnias, não de passaportes) serão uma minoria na Suécia antes de 2050.

Bélgica, Holanda, Alemanha, não estão muito melhor.

E depois vem o que rebenta ainda mais com a coisa: como bem referiu, a população branca está a diminuir. Os idosos nos países Ocidentais são quase todos brancos. E as pessoas envelhecem, e morrem, é natural. Portanto a mortalidade é quase toda de idosos brancos.
Mas a natalidade não é. A natalidade é em grande medida destas comunidades imigrantes.

Muitos dos imigrantes que chegaram à Europa querem integrar-se. Muitos mais querem manter a sua cultura.
Dos imigrantes islâmicos que querem manter a sua cultura só se pode esperar o pior.

Mas mesmo que a imigração seja de individuos que não querem andar a meter bombas, vêm de países sem cultura democrática, em que o Estado manda em tudo, e que convivem bem com a corrupção.
Em Portugal não irão destoar, mas na Europa civilizada, vão acabar por destruir as instituições (se bem que estas estão a fazer um excelente trabalho para se descredibilizar por elas próprias).

Zé Manel Tonto
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De Olympus Mons a 21.08.2021 às 19:58

Acima dos 20% já não há volta a dar...
vamos ver.

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