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oh, tão injusto...

por Olympus Mons, em 08.08.21

Novamente, este blog nasceu como um de neuro-política.

Assim, teorizo que ser de esquerda é definido como IAD: todo o pensamento de alguém de esquerda nasce de uma ativação na Insula – Passa para a ACC (anterior cingulate córtex) e termina no DLPFC (Dorsolateral  prefontal..). É parecido com ser canhoto ou dextro, as pessoas continua a ter duas mãos mas instintivamente utilizam uma dela.

https://t.co/ApQeDqxbE7?amp=1

Capture insula 1.png

Este estudo é um dos que confirmará, a seu tempo, a minha teoria.  Ou seja, se eu danificar o I, a Insula, ele estará mais suscetível a aceitar proposições “unfair” e seguir em frente.
Muitos pensaram, mas aceitar proposições injustas não é bom. Contudo e é o que sublinho a vermelho… para o nosso dia a dia, para vida e para a economia na verdade é essencial! É crucial. 
traduzindo aquilo é, como quando se discute com um esquerdoide, que sim, para ele a solução é “aquela” mesmo que signifique que sejamos todos pobres. Dominado por uma Insula (emocional, irracional) nem que se acabem todos na pobreza como o comunismo faz é melhor que deixar o “unfair” dominar.
Claro, claro que serão todos pobres mas não todos e se depender dele e das decisões dele no decorrer do espaço e do tempo não será ele. Para ele, quando forçado a ser autorreferencial, a tratar da sua vida, vai tomar as “decisões certas” mas deixando o assunto abstratamente decorrer, nas opiniões, no voto, no suporte a opções genéricas ele não consegue fugir á inclinação I que passa ao A que passa ao D (IAD).

Estão a ver, é que na vida real, o unfair é subjetivo. As pessoas aferem e inferem de forma muito subjetiva porque esse é um imperativo que nos é imposto pelo modo como o cérebro funciona. Esse é o perigo das ideologias de esquerdas, que brotam desta preferência neuronal.
O cérebro tenta sempre promover os nossos interesses e não ser propriamente justo com os outros. Isto é bem mais verdade na nossa aferição de que é injusto que, do que uma análise detalhada, profunda, multivariáveis e longitudinal do mundo.   

“é injusto” é como “é pesado” ou “é leve” … o que é subjetivo. O que é pesado para alguém pode ser leve para outro e ainda por cima depende do contexto. As coisas tem que ser pelo menos relativas a algo para ser objetivas: Mais pesado do que.
O nosso cérebro não funciona assim.  Funciona como um grande advogado dos nossos interesses. Por isso, na teoria económica é essencial que as pessoas aceitam coisas que percecionam como injustas mas que ainda assim os beneficiam.

Porque ao final do dia a soma de zeros é zero! – Lição que um esquerdalhoide nunca aprenderá a verbalizar e aceitar como normativo conceptual.

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