Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Os desconectados

por Olympus Mons, em 17.09.22

Por norma os meus posts não são marcados pela continuidade do anterior. Mas este de certa forma é.

Já se sabe há muito tempo que uma maneira de destruir uma sociedade é destruir a sua identidade. Uma maneira de destruir uma sociedade é destruir o seu sentimento de pertença. Sabemos isso porque é assim que assistimos à destruição do capital social que nos bind and blind e é a forma de desunir todas as pessoas que partilham uma identidade.

Capture.PNG booth.PNG

Este jovem da imagem, Thomas Booth do Crick Institute em Londres, é co-autor (um dos muitos) de uma coisa que é o Global Guidelines for Ancient DNA research.
Infelizmente não consigo copy link address porque vai dar um vídeo da unherd (estranho).
Ele não esconde ao que vem e diz que a intenção é “disconnecting the link between (European) DNA and Identity and Belonging". E reparem que o link a ser desconectado não é entre toda e qualquer pessoas que habitam determinado espaço geográfico mas especificamente os Europeus.
Volto a repetir. Pese embora o conceito de raça, que é uma categorização e como todas as caracterizações servem para dar sentido aos dados ou informação, como toda a taxonomia, seja ao final bastante nuance no caso dos humanos, a verdade é que a arqueo-genética, ou ancient genetics tem vindo a estabelecer a identidade dos Europeus como um admix entre grupos populacionais bastante circunscrito e estável ao longo dos últimos milénios. Temos essa genética estabelecida na Europa na idade do cobre e bem disseminada pela europa no início da idade do Bronze. Depois foi só chocalhar e voltar a chocalhar durante os últimos 3 a 5 milénios e é tudo primo.  Ora, neste mundo woke isso é inaceitável.


Isto é o que no meu Post anterior menciono e que Razib Khan se revolta contra. Estes académicos forjados no Marxismo das universidades não escondem nunca ao que veem.  E não o escondem há mais de 50 anos. Nós, o europeu e a sua ancestralidade são os alvos a abater. As razões não cabem aqui.

E também não se iluda. Isto é válido para toda e qualquer área de investigação. Toda. Seja alterações climáticas, seja neurociência, seja neste caso a arqueo-genética. – tudo é para ser revisto e alterado com base nas confabulações ideológicas desta esquerda fascista.

O mais incrível é o modo como ele nos diz com todas as palavras e em alto e bom som que isto é para ser aplicado específicamente aos europeus! (?). Não vá alguém dizer, “ah, ok, então o colonialismo europeu era uma coisa normal e não tínhamos nada que ter entregue as colónias”, ou “Ah, Ok, então não existe razão genética para a identidade nem pertença dos Ameríndios ao espaço geográfico que hoje são os EUA, entendido”… não, não, um dos documentos éticos em vigor sobre a investigação de ancient genetics é precisamente o ter cuidado com estes entidades primitivas, é perceber a identidade e pertença das comunidades locais onde se retirou essas ossadas e até colaborar com essas comunidades nos textos a ser produzidos de forma a não ofender o sentido de identidade e pertença dessas populações… excepto os Europeus e descendentes de Europeus!

É mesmo assim à descarada porque esquerdoide resolve dissonâncias cognitivas imediatamente por isso estas incongruências não lhes faz confusão nenhuma.

Escrevi em tempos um post sobre o modo como David Reich, o guru desta disciplina se tinha metido em problemas porque no seu livro (Who we are..) tinha deixado claro que era inevitável que no futuro se usasse todas estas ferramentos (de uso estatístico intenso de SNPs e alelos) para se estabelecer traits, características diferentes entre grupos populacionais (leia-se raças). Depois em 2018 escreve o artigo no NYTimes que o meteu mesmo, mesmo em problemas: How Genetics Is Changing Our Understanding of ‘Race’  é algo que vale a pena ler  (https://www.nytimes.com/2018/03/23/opinion/sunday/genetics-race.html ).
É um texto e visão de um esquerdoide puro e duro mas que tem alguma integridade e escreve :

“I am worried that well-meaning people who deny the possibility of substantial biological differences among human populations are digging themselves into an indefensible position, one that will not survive the onslaught of science. I am also worried that whatever discoveries are made — and we truly have no idea yet what they will be — will be cited as “scientific proof” that racist prejudices and agendas have been correct all along, and that those well-meaning people will not understand the science well enough to push back against these claims.”

E aí Reich esteve quase a ser cancelado tendo-se safado porque as suas credenciais esquerdoides estavam bem estabelecidas por ter sido uma das pessoas responsáveis pelo cancelamento e destruição de James Watson o homem que descobriu o DNA por acusação de racismo. E quem veio atrás dele foram pessoas como este jovem Thomas Booth, foram inclusive jovens recém-formados nos seus próprios laboratórios.

Perguntará o leitor o que esta gente está mesmo a criar?  - Simples, Olhe para esta imagem.

Se reparar, Africanos, Asiáticos do este, Asiáticos do sul e Europeus estão perfeitamente delineados e marcadas as suas diferenças genéticas enquanto grupos populacionais.

Mas os outros nomes que ali encontra é o continente Americano e repare que os Admix americans, tanto a sul do continente como a norte do continente não são grupos populacionais coesos e estão por todo o lado. Esta é a visão de futuro desta gente a começar pelos EUA onde querem eliminar a ancestralidade europeia sem ser admixture com outras raças. Reparem que não há movimento nenhum para promover admix entre por exemplo a sua população Han (chinesa) e a população negra. Aliás nem conseguem estar no mesmo espaço físico que dá logo faísca. Ou entre a população latina e a população Asiática do sul (indianos)… não. É autofagia pura, é need for chaos puro, é ódio à sua ancestralidade e raça.
 

Muita gente acha que os sinais da Suécia, ou da Itália onde a direita identitária está  a ganhar terreno são sinais de esperança para a Europa. Por cá teremos o CHEGA e o VOX em Espanha…Eu não tenho tanta certeza!
Talvez tudo muito pouco, muito tarde.

Autoria e outros dados (tags, etc)



Mais sobre mim

foto do autor


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.


Arquivo

  1. 2023
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2022
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2021
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2020
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2019
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2018
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2017
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2016
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2015
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2014
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2013
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D


Links

Blogs