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ou outros "one percent"!

por Olympus Mons, em 17.02.21

O mundo parece estar cheio de "one Percents" que nas palavras da esquerdalhada têm mais do que o seu "fair share". Claro que, como tudo o que vai à esquerda, existem animais que são mais iguais que outros...

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Bem se arrependerá este senhor destas suas declarações. Vai ser curioso ver até que ponto existe já "cancel culture" em Portugal com verdadeira capacidade de criar mossa.

Já no mundo real estas declarações do senhor não deixam de ter uma pertinência muito atual. Porque a pergunta é como é que uma pequena percentagem da população (1%) consegue ter tanta relevância na vivencia do século XXI?

Homossexualidade é muito rara. Muito rara. Ao contrário da perceção que as pessoas hoje em dia têm. Mas o que se estuda é na verdade como é tao grande no mundo dos humanos. Sim. 1% é muito grande quando o termo de referência é a natureza, onde não existe. – Só os humanos têm preferência exclusiva por pessoas do mesmo sexo, sendo que os comportamentos observados no resto da natureza, nos mamíferos, são observados comportamentos bissexuais e não exclusivamente homossexuais.  E este facto é muitas vezes escondido na comunicação do fenómeno.

 

Numa atividade natural, os atos sexuais, que também é marcada por um fenómeno como a masturbação, comportamentos bissexuais tornam-se difíceis de verdadeiramente perceber até que ponto são reais. O número de bissexuais reportado está em algo como 5%-7% nos humanos, nos tempos modernos. O estudo da bisexualidade, o que ela realmente será ou representará no leque de opções de contacto humano ainda está para ser estabelecido, especialmente no contexto atual de destruição de status quo e conceitos como o do pós-verdade.  

Voltando à homosexualidade, só nos humanos existe mesmo pessoas (1%!) que só sentem/reportam atração por pessoas do mesmo sexo.
Não existe uma explicação para este fenómeno (exclusividade de preferência pelo mesmo sexo), pese embora uma das razões parece ser que os humanos possuem um Sex Drive muito alto, que pode estar aliado a pressões para escolherem “um dos lados” no seu contexto particular e assim assumem uma da preferências, também o facto dos humanos terem fenómenos de colaboração muito intensos e que em muitos aspetos vincadamente entre pessoas do mesmo sexo…. Mas a verdade é que ninguém tem uma explicação para a exclusividade homossexual nos humanos até ao momento.

Seja como for, 1% ou 5%, o senhor têm toda a razão. Isto é um comportamento sexual estatisticamente muito fringe para a projeção sociocultural que gozam. Eu, como ele, acho que a preferência sexual das pessoas não me é particularmente relevante mas também não estou disponível para promover a homossexualidade, ainda menos se no contexto que influencia a formação de crianças e jovens.

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6 comentários

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De Anónimo a 17.02.2021 às 19:05

«”Instead of Kinsey’s 37% (men who had at least one homosexual experience), Gebhard and Johnson came up with 36.4%; the 10% figure (men who were “more or less exclusively homosexual for at least three years between the ages of 16 and 55”), with prison inmates excluded, came to 9.9% for white, college-educated males and 12.7% for those with less education.»

The Kinsey Data: Marginal Tabulations of the 1938–1963, da altura woke de 1979
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De Olympus Mons a 18.02.2021 às 16:12

É revelador não é? - que 40 anos depois alguém se atreva a usar os números de Alfred Kinsey que quase destruíram a sua carreira. Como deve ter percebido milhares, milhares de estudos, com amostras milhares de vezes maiores que os de Kinsey já foram feitos nesses 40 anos. Não é dificil de perceber, certo? - É consensual que homosexuais são 1% -2% da população.
Mas, nesta altura do campeonato who gives a fuck, certo? já não existe nada a conversar porque não existe bases para isso. Agora vai ser feio, e provavelmente violento, de qualquer das formas. Pronto, a realidade é o que é!

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