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Perdedores....

por Olympus Mons, em 18.01.22

O que esta imagem nos mostra é que o futuro seria de homens brancos e mulheres asiáticas.

Capture dating (1).PNG

Fosse o futuro assim adivinhável.

Esta imagem é de um estudo de 2013, sobre preferências das pessoas que vão às dating apps com o Tinder ou Facebook, etc. Gostava de saber se e até que ponto isto ainda é uma realidade em 2020. Desde essa altura que muito esforço foi feito para mudar algumas destas variáveis. Mas mesmo assim, pelo que li, muitas destas apps passaram a proibir filtros por raça. Contudo estudos mais recentes que este de 2013 reportam essencialmente que as preferências ali reportadas eram ainda a norma.

Presentemente quando vemos um conteúdo, um filme, uma série, uma anúncio de tv vemos muita interracialidade mas não é propriamente esta do homem branco com a mulher asiática. - Nos idos anos 90, era eu um miúdo, lembro-me numas férias estar a fazer passeios (sim passeios físicos), a trabalhar no duro, em bairros ricos nos arredores de Toronto, às 7 da manhã com zero graus e quando os paizinhos saiam com os filhos para os levar à escola já nessa altura ficava surpreendido a olhar para a quantidade de casais que eram de um homem branco e uma esposa asiática.

Claro que eu sei que a esmagadora maioria das pessoas mantém preferências românticas por pessoas da sua própria raça, mas também sei, porque interessado em etnogéneses e em arqeo-genética que todos nós somos o resultado de uma combinação destas, de pessoas que em determinada altura eram de raças diferentes.
E nessas combinações, alguém ganhou e alguém perdeu. Desta vez não será diferente.

A distância, o fst genético, entre um WHG (western Hunter gatherer) e um EEF (agricultor do neolítico) era similar à que existe entre um homem branco e uma mulher asiática. A distância entre os agricultores do neolítico de anatólia e o agricultor do neolítico do Irão, ali até Nagorno karabah e com toda a sua genética de CHG (Caucasus HG)  que viveram milhares de anos perto um dos outros era tão grande como um homem branco e uma mulher asiática. – E arqueologicamente, com o apogeu do aquecimento global do neolítico quando olhamos de novo já estão miscigenados.  Ou seja, todos nós somos o resultado de miscigenação. Desta vez não será diferente. E desta vez é, com o presente aquecimento global, novamente altura de grande alteração etno-cultural e grandes alterações sociais.

Mas como das outras vezes todas alguém ganha e alguém perde.  No passado linhagens inteiras de cromossomas Y foram dizimadas e sobrou os vencedores, os homens vencedores desse encontro entre raças diferentes, desse encontro que foram imigrações. No caso da europa os tais R1b, na verdade o R1b…L51, que foi um homem que viveu arqueologicamente ontem (3500-3300BC, não mais que isso) é ele, ele um homem, o pai ancestral de 80% dos Europeus!  Percorra o mundo inteiro e aconteceu o mesmo por todo o lado.

Ao final do dia, ao contrário dos conteúdos hoje produzidos, o futuro homem com elevado capital social será muito provavelmente essa combinação de asiáticos com europeus e preferencialmente irá ser essa componente europeia a entrar no gene pool na asia e o mesmo no ocidente com a preferência por mulheres asiáticas.  
Quem perde, e interessante o estudo brasileiro, país onde a miscigenação decorre há mais tempo, e que nos mostra que a mulher negra é quem vai perder mais que todos os outros grupos como já hoje em dia ocorre no Brasil. Ao final do dia, mesmo com o esforço que a woke culture coloca em criar uma realidade alternativa, este será um grupo que será perdedor nestas revoluções do futuro.
Aliás, curioso a perspectiva de pessoas como Eric Kaufmann que nos diz que essas pessoas provavelmente se identificarão como brancos, como acontece com ele próprio que tendo ascendência alemã, judaica e chinesa se identifica como branco. Uma coisa que ainda estou por perceber é que os casos que encontro de casais bi-raciais Europeus/Asiáticos os descendentes mantém por norma muitas caracteristicas, uma predominância, Europeioide. Como o caso do próprio Kaufmann.

… ou não. Nestas coisa não é de todo fácil de identificar caminhos. Nada fácil.  A não ser a certeza que haverá vencedores e haverá perdedores. Isso, caros, podem levar para o banco e eu se depender de mim, fuck that, os meus filhos branquelas é que não vão ser dos perdedores.

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2 comentários

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De Zé Manel Tonto a 19.01.2022 às 17:56

Há aqui muita coisa interessante para analisar.
Quem acompanhe criadores de conteúdos red pill, MGTOW, MRA, ou similares percebe bem a preferência homem branco-mulher asiática nos Estados Unidos:

As mulheres Asiáticas são vistas como mais femininas, mais submissas, em melhor forma física.

A mulher Americana média, seja Branca, Latina, ou sobretudo Negra, é obesa.

Não estou a exagerar, a mulher Americana média é clinicamente obesa nessas raças, mas pouco para as Asiáticas (quando foi a última vez que viram uma Chinesa gorda, mesmo uma que viva no Ocidente? Pois...)

As mulheres negras sairem a perder, quanto ao Brasil não sei, mas no contexto destes estudos de dating sites, que são sobre a realidade Americana, a explicação é natural. Os estereótipos não caem do céu, e qual é o estereótipo da mulher negra Americana? Obesa, a viver no gueto, aguerrida, impossível de aturar, woke até dizer chega (exit polls dão >90% das mulheres negras a votar democrata), mãe solteira...

Claro que uma mulher negra com o aspecto e ideias de Candance Owens deixa a maioria dos homens Brancos conservadores de cabeça a andar à roda. Mas ela é um outlier estatístico no meio das welfare queens.

Nos Estados Unidos não tenho dúvida que as mulheres negras saem a perder. Qualquer homem negro de sucesso nos Estados Unidos casa com uma mulher não negra. Referir Barack Obama, ou Jay Z, não pega. 2 casos não anulam os milhões que fazem o contrário, e Barack Obama casou com uma mulher negra antes de ser um indivíduo com sucesso.

Na Europa? Não sei. Conheci várias Africanas, da Nigéria, Gana, etc, a estudar no Reino Unido, que nas condições certas, não sei se não miscigenava

Aliás, da minha experiência, uma Africana acabada de chegar à Europa, é melhor que uma Europeia. A quantidade de bullshit feminista é quase inexistente, ficam felizes da vida se puderem ficar em casa a tomar conta dos filhos enquanto o marido trabalha, sabem cozinhar.

A tendência americana é os homens Brancos preferirem Asiáticas, e na Europa será preferirem outra raça que não Brancas. Já há preocupações na Suécia por homens Suecos estarem a casara em grande número com Tailandesas, e em Portugal, se deixarem as Portuguesas falar, elas descosem-se sobre o que pensam das Brasileiras.

esta é capaz de ser a primeira miscigenização de povos que não ocorre por conquista, mas porque um dos sexos de uma raça se está a tornar tão desinteressante para o sexo oposto, que o sexo oposto vai procurar noutros sítios.
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De Olympus Mons a 20.01.2022 às 20:25

Zé. O Brasil mostra que as mulheres negras estão tramadas. O nível de solteiras que nunca casam nem procriam e são de raça negra no Brasil é estratosférico. Nos locais (cidades) de miscegenação nos EUA já se nota essa preferencia de jovens negros pelas jovens brancas..,

Claro que nao sei o futuro, mas ao seu tempo, o que conta é a tendencia.

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