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barradeferro

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Fosse um título ao contrário... 

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Ao navegar na net, este livro chamou-me a atenção.

Não li o livro mas li várias críticas de historiadores que desmontaram algumas das histórias que ela no livro conta sobre racismo ao longo da história. Algumas da invenções que a autora, uma jovem britânica Reni Eddo-Lodge, reporta no livro são de bradar aos céus. Completar invenções que nem a idade dela, nem a ignorância justificam. 
Que ela crie uma ficção não é a razão pela qual eu faço este post é porque só é possível fazer aquilo porque ela é uma jovem negra a escrever sobre racismo. Fosse qualquer outra pessoa a escrever sobre outra temática e era eviscerado em praça púbica sem dó nem piedade.

Mesmo o facto de escrever este título já é peculiar. Porque se eu escrevesse um livro “porque já não falo com negros sobre racismo” tenho a certeza que nem seria publicado, mesmo que tudo o que ali escrevesse fosse factualmente inatacável.

Sinais dos tempos.

Depois, ela numa entrevista, diz o seguinte:

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Reni Eddo-Lodge está errada. E o seu universo está todo errado porque começa logo ali, nos pressupostos, a estar errado.

E aqui começa o conundrum, não é. Porque se não aceitarmos que efetivamente existe diferenças de temperamento e cognitivas entre grupos populacionais nunca vamos sequer seguir pela estrada correta mais acertada, quanto mais chegar ao destino correto.  Olhar estatisticamente para as diferenças e concluir que é porque existe algo estruturalmente racista é só … estúpido.

Volto sempre ao mesmo exemplo. -  Os judeus Ashkenazi são 0.4% da população mundial e possuem 50% dos prémios Nobel e da ciência em geral e por exemplo são menos de 2% da população americana, mas são 30% das pessoas mais ricas. … E não há nada sistémico ou estrutural a seu favor!  São características deste grupo populacional como um QI médio a rondar os 120 e um Desconto hiperbólico do futuro muito baixo… Quem tem estas características acaba rico e o Judeus Ashkenazi são o grupo populacional em que essas características mais são acentuadas.

Existe um mundo de elites esquerdoides com dificuldade em lidar emocionalmente com o seu próprio racismo e por isso prefere projetar nos outros os sentimentos com que não consegue lidar.  Não que as pessoas os direitoides tenham sentimentos diferentes, é só que lidam muito bem com eles, não lhes ligando nenhuma porque ao final do dia não tem relevância verdadeiramente para o dia a dia na parte que é intencional nessas pessoas. Com intencional quero dizer que temos colegas que são de outras raças, étnicas e proveniências e não ligamos nenhuma a isso nos intentos do dia a dia porque quaisquer juízos tomados não serão relevantes – todos queremos ajuda, queremos rir, queremos sentir bem e estar com gente divertida... queremos conectar com pessoas e especialmente com quem está á nossa frente. Por outro lado, também será verdade que se viver nos EUA e se vir um grupo de jovens negros não é racismo mudar de passeio. É só ter dois dedos de testa (4% da população são responsáveis por mais 60% dos assassinatos).
Todos, observam as dificuldades cognitivas de alguns grupos populacionais em produzir determinados trabalhos. Imagine que pertence a um desses grupos e subitamente toda a gente fala como se tivesse a obrigação de conseguir, mas que é algo externo a si que o impede. Não. Essas pessoas sabem que não tem esse talento peculiar (tem outros) e isso deve criar uma frustração difícil de gerir emocionalmente.

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