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Relativo ao casamento homossexual - Tenho amigos homossexuais (oque se calhar não podem dizer muitos dos que suportam o casamento homossexual) e faço-lhes este discurso e na essência eles concordam.

 

 As relações homossexuais não parecem produzir relações de longa duração fomentadas pela oxitocina. Para pessoas que são contra o casamento homossexual, esta é a referência. Oxitocina (OT) cria laços que são únicos e específicos, porque são feitos da mesma matéria que são feitos os laços de uma mãe para os filhos. A Oxitocina entre um casal é o correspondente entre um homem e uma mulher desse laço maternal.  Relações com base neste péptido são as relações progressistas a nossa espécie após o paleolítico, não o contrário.

 

Após 150 mil anos de relações sexuais muitas vezes violentas (por exemplo até nas sociedades pré islâmicas cada mulher servia em média 9 homens ) as mulheres aprenderam esse truque: Se conseguires que um homem esteja ao pé de ti o tempo suficiente para lhe conseguires transmitir oxitocina suficiente (as mulheres são verdadeiras fábricas de) na mesma altura em que lhe baixas os níveis de testosterona, ele vai criar vínculos com a mulher que sustentam um casamento de longa duração. Toda a estratégia feminina desde esse ponto passa a ser como controlar o comportamento do parceiro de forma a baixar os níveis de testosterona dele a quando em ambiente familiar para que as relações entre todos os membros de uma família (pai, mae e filhos) sejam sedimentadas com oxitocina. Isto leva à cultura Dad, à cultura de elevado rearing da parte dos pais aos filhos, à cultura conservadora da família em que esta se constitui num bloco consistente entre todos … e (aparentemente – últimos estudos) leva a uma atitude mais defensiva para com todos os que estão fora dos grupos em que se sentem confortáveis (daí a manifestações mais agressivas para outgroups que pode levar à xenofobia). Mas não pode ter uma coisa sem a outra! – Não existe. Famílias estáveis de longa duração e de elevado rearing para com os filhos levam a atitudes mais agressivas para outgoups e a maior lealdade para grupos com os quais se identificam (lealdade, patriotismo, etc).

E assim,

Uma coisa é garantir os direitos civis de homossexuais. Aceite como fenómeno social de direito próprio e destinto há que garantir os direitos dos mesmos. Isso é uma coisa. Outra é esfregar na cara das pessoas que vivem em ambientes altamente alicerçados em OT o casamento gay , sendo que isso não passa de uma estratégia (inconsciente?) de destruição da estrutura social dos Dads do neolítico, pela epigenética remanescente dos Cads do paleolítico. Não tem nada a ver com direitos dos homossexuais a viverem a sua identidade, tem a ver com a expectável caminhada dos Cads para a destruição dos alicerces das sociedades do neolítico que em grande medida estão assentes na família e na propriedade. Concedo que uma sociedade alicerçada meramente nos cânones dos Dads do neolítico fará com que quem seja a epigenética, a manifestação desses alelos do load paleolítico sinta que este mundo não é o seu…

Contudo, atacar as estruturas fundamentais do mundo dos Dads também não é boa ideia. Estes assentam sob mecanismos recrutados pela Amygdala e esta serve para codificar pistas (cues) externos que se constituírem ameaça suscitam reação. Ou seja, enquanto as acções dos Cads esquerdoides não tiverem expressão no mundo real, enquanto são estados de alma, enquanto são manifestações emocionais do eu Cad, não suscitará grandes reações.  Quando começa a ter… let the games begin. – E não vai ser bonito.

 

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E as CADettes?

por Olympus Mons, em 10.11.13

 

 

 

 

Na imprensa, atribui-se sempre a correlação entre Cads e características físicas atractivas. Mas não é de todo exacta. Veja-se Brad pitt. Um Dad que vive no meio de 6 filhos.

Aquilo que define um Cad (falo especificamente no contexto das relações entre sexos) é o maquiavelismo. Obviamente que se o homem for muito atraente conseguirá mais facilmente carregar em alguns botões femininos mas não é de todo essa a característica dominante.  Maquiavelismo - O emprego da astúcia e da duplicidade para atingir um fim.  Não é por mero acaso que nas descrições antropológicas de sociedades primitivas Cad, como os Yonomano, aparece inúmeras vezes a palavra maquiavelismo. Mas I digress

Quando observamos o comportamento de jovens do sexo feminino hoje em dia,  e na ausência de normas descritivas (ética normativa vs ética descritiva), estas tendem umas para um comportamento de pendor  CADettes outras de pendor DADettes quando na verdade muita da imprensa adora classificar as mulheres como um fenótipo único.  Se googlar  esta questão dos Cads vs Dads das primeiras coisas que encontrará é que as mulheres preferem os Cads para namorar e os Dads para casar. E seja pelos trabalhos de Kristina Durant seja de Susan Aitken tudo parece indicar que assim seja. Na verdade, na semana anterior à ovulação as mulheres sentem-se bastante mais atraídas por Cads.  E convém também dizer que como demonstrado nos trabalhos de Aitken, as mulheres são sempre capazes de identificar o elevado maquiavelismo dos Cads ficando assim demonstrado que é uma estratégia das mulheres e não propriamente serem ludibriadas pelos malandros dos Cads. São-no por opção.  Pior mesmo é que durante a ovulação considerarem que apesar de os identificar e saberem  não ser confiáveis verdadeiramente  acham que isso é para com as outras mas que não se vai aplicar a elas (!?).  

 

 

Ok, convém fazer um caveat lector, nunca evidenciado por quem escreve sobre estes assuntos – Quem ler atentamente o trabalho de Krisitina  Durante  até ao fim (que jornalista não faz!) ela mostra que toda esta conversa se aplica especificamente a CADettes (fãs de Cads) e não tem efeito evidente sobre as DADettes (fãs de Dads).  O fenómeno é observado em mulheres de elevado self-monitoring (mulheres influenciáveis pelo ambiente circundante), por norma marcadas por menarca (primeira menstruação) em idade precoce. Existiram elementos femininos nos estudos que ao não possuir aquelas características (elevada correlação com menarca mais tardia) eram absolutamente imunes aos Cads. Convém também dizer isto!    E, Curiosamente,  existe uma correlação muito forte entre ter essa menarca muito cedo e o tipo de pai que se tem.  Filha de Cad, tem-na cedo e desenvolve características de maturidade sexual muito precocemente. Filha de Dad (pai presente e de elevado investimento) não demonstra nem uma menarca cedo nem maturidade sexual. Ser filha dos primeiros parece preparar desde muito cedo as meninas para se sentirem confortáveis no namoro (icos) e na procura de parceiro desde tenra idade ao passo que a presença (física e psicológica) paterna elícita uma atitude feminina bem mais restritiva para com elementos do sexo masculino. E a relação destas diferentes atitudes com os restantes aspectos do resto das suas vidas já é sobejamente conhecido.

Aquilo que eu não sei é se o comportamento CADette é uma adaptação comportamental que resulta de uma aferição da realidade (ambiente familiar) que influencia a expressão genética ou se, como muitos defendem, se trata de um quase imperativo epigenético (expressão genética que vai junto com o código genético passado dos pais para filhos e que os determina como certos genes se expressam) .

Já agora convém lembrar que Cad germina na abundancia de recursos. Daí que seja essencialmente nas sociedades ocidentais que existam Cads. E Cad singra no mundo actual, é um sinal dos tempos … Mas não as CADettes! – Estas no essencial estão a pagar o preço. Muita da pobreza e problemas sociais actuais são profundamente marcados pelas dificuldades financeiras inerentes a famílias monoparentais (que é como quem diz ele não está lá e não contribui) e só não é muito pior devido à existência de métodos anticonceptivos e interrupções voluntárias de gravidez. Mas por exemplo nos estados unidos estas já correspondem (mães solteiras) a 30% das famílias americanas… Mas onde está o pai? É o preço do Liberalism social.

Assim, parece inacreditável, que tal como nas sociedades Cads primitivas onde se nota que no essencial o maior esforço de aquisição de recursos cabe às mulheres (cerca de 80%) à primeira oportunidade que Cad tem de singrar enquanto modelo toma as duas atitudes que lhes são intrínsecas: Primeiro elícita à “aldeia” suporte a sua prole (através da evocação de apoios sociais) e deixa para as mulheres o trabalho (o custo físico e financeiro) de criar os filhos sozinha.  E eles? - Votam no Bloco de Esquerda e acham que para “criar uma criança é necessário uma aldeia”… desde que não eles.

 

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