Dizia à dias Jonathan Haidt que um Libertarian não passa de um Liberal que foi assaltado, que foi Mugged, pela realidade. Não deixa de ser verdade. Muitas vezes os libertarian, que tanto se lê por exemplo no Insurgente, não passam em alguns dos casos de pessoas mais próximas do bloco de esquerda na perceção dos cânones sociais mas sem toda a tónica na sensibilidade do harm/care e do Fairness/reciprocity ou equality. Veio me isto à memória porque há dias li o (...)
Estamos a enfrentar o Estado Islâmico ou o Islão? Nem é assim tão difícil de descobrir. É só não confabular, o que em termos práticos significa calar a esquerda. A frança tem já quase 10% da sua população muçulmana, cerca de 5 milhões, basta ignorar tweets, opinion makers, líderes religiosos na europa, lideres políticos de países de maioria muçulmana e, em geral, estados de alma do momento…. E basta meramente ir perguntar a essa população o que acha dos (...)
O Rui Ramos escreve algo que devia ser óbvio para toda a gente. O PS é o regime e só está o regime verdadeiramente sossegado quando o PS está no poder. http://observador.pt/opiniao/consenso-se-ps-mandar/ Aliás, também já escrevi que todo este processo de ajustamento teria sido bem mais sossegado se tivesse estado o PS a fazer o ajustamento. Mas azar o nosso não foi o caso e como tal tivemos que levar com uma volumetria de direito à indignaçãoa que teríamos sido (...)
A segunda questão importante é: Um partido político é uma equipa a tentar controlar a governação do país ganhando acesso aos cargos políticos. E tal como Downs nos demonstrou em An Economic Theory of Democracy em 1957 o homo politicus racional actua sempre da seguinte forma e pela mesma lógica: a. Toma decisões quando confrontado com alternativas; b. coloca as preferências por ordem; c. usa um ranking transitivo (vamos focar-nos nesta); d. escolhe sempre a (...)
Vamos entrar numa época politicamente muito intensa daí que tentarei partilhar algumas coisas sobre política. Isto é, para mim, um conjunto de evidências que deveriam ser do conhecimento geral. A primeira é o milagre da agregação e a ode à ignorância. E todos sabemos quando se coloca questões relacionadas com PIQ (political IQ) aos povos como existe um índice de desconhecimento verdadeiramente ubíquo. Mas isso não é necessariamente mau. Na democracia tem que se deixar (...)
Eu gosto de Kaufamann.
Mas convém Lembrar que Eric Kaufmann é um “left Liberal”, daqueles que até escreve no huffington post - Sim é desses mesmos (! ).
Mas o facto é que o trabalho (s) dele é importante para a compreensão de fenómenos que estão a marcar as primeiras décadas do século XXI e que se prevê durante este século circunscrever muito os eventos sócio culturais e invariavelmente influenciar agendas políticas.
Aliás como agora se viu (...)
Primeiro a motivação. Um facto que amiúde me arrelia: Nos media muitas vezes se coloca a questão se ainda faz algum sentido falar de esquerda/direita. Tendo em conta que por norma a questão não se coloca quando se fala exclusivamente de esquerda, porque não escasseiam as vezes em que se fala da esquerda, da nova esquerda, da esquerda unida, da terceira via, isso só pode querer significar que não faz sentido porque por esta altura já devemos (deveríamos) ser (...)