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barradeferro

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R1B (M269) - Sem imagem!    Eu só queria falar de vinho, cães e cavalos e meto-me na embrulhada que viram.  Isto da genética populacional de pessoas, equídeos e canídeos é viciante mas não quero que este blog se transforme nisso. Vou antes escrever um documento, extenso e holístico desta questão e colocar aqui ao lado.   Quase por brincadeira fui falando de “Parte … - Cães, vinho…e, pasme-se, cavalos!” e na verdade saiu-me melhor que a encomenda. Não quero (...)
Quem tenha lido a minha conversa em comentários com Maju no post anterior, se não entende de pré-história ou de genética populacional deve considerar aquilo tudo chinês.  Neste mapa é fácil de explicar.    Caveat lector: O ser humano tem tendência para padrões interpretativos mesmo quando só há barulho (noise). Por isso provas são coisa boa. OK, dito isto…:   O que eu digo, e muitos outros, é o seguinte: 1 - No 1 (mapa)  mostra um Hotspot, algo descontextualizado, uma (...)
Just one of those no shit moments of, I said it first! :    Just over 6 thousand years ago, in Caucasus region of western Azerbaijan near de border of Georgia, not far from tiblisi, 3 young children, were buried in the Mentesh Tepe, in Pits, in the shulaveri-shomu culture, sideways in a contracted position, (I figure this after reading paper ....Lyonnet_etal2015QI.pdf). * Lyonnet  et al - Mentesh Tepe, an early settlement of the Shomu-Shulaveri Culture in Azerbaijan…       B . (...)
 Decore este nome – Shulaveri-Shomu… outra vez  Shulaveri-Shomu.         Se eu estiver certo, e posso não estar, e até aceito todos os graus de variabilidade dessa hipótese e, tendo eu tempo, até vou picar os gurus como Maju, ou Chad, ou Jeanl (que no mundo real tem nome no mercado cientifico) para me provar errado. Eu duvido e aposto que o consigam! – Mas, se eu estou certo que fique aqui escrito que eu disse primeiro:   * A ocorrência do haplogrupo dominante na europa (...)
Parte 1 - Cães, vinho…e,  pasme-se, cavalos!     Se pensa que estas imagens não fazem sentido neste blog... vai ficar espantado nos próximos dias...! e há coisas…    Espero sinceramente que este post não fique muito grande. Por isso vou tentar sintetizar mesmo que às expensas de algum detalhe, até porque ele existe noutros posts que vou re-caracterizar com tag R1b Portugal. Ok, assim: Até há 6 mil anos atrás a europa ocidental, a sul e Norte, foi o vazio civilizacional. (...)
    Em parte é porque só nos dedicamos a vacuidades que somos hoje em dia o povo que somos,   Quem segue este blog sabe que existe uma questão não resolvida com a linhagem masculina genética que domina a europa ocidental os chamados R1b. Entre 60% a 90% dos europeus ocidentais são R1b dependendo da região, tal como assim que nos movemos para Este os R1a assumem essa prevalência. Existe uma clara clivagem, quase uma barreira genética, que ironia das ironias tem no essencial a (...)
Tinha prometido terminar esta série sobre antropologia com um post sobre HLA (human leukocyte antigens). Muitas vezes aqui falei de Mtdna ( Dna Mitocondrial) que as mães passam aos filhos  e de DNA do cromossoma Y que os pais passam aos filhos daí criando linhagens e haplogrupos genéticos específicos.  É daí que vem a conversa dos R1B do cromossoma Y e das Helenas do DNA mitocondrial. Naturalmente o loadgenético de cada um de nós depois é carregado pela passagem de genes que (...)
Segurem-me que eu ainda faço um paper e submeto ao jornal of antrophology.   A mente humana não tolera vazios. E o maior vazio na actualidade antropológica é toda a confusão na pré-história europeia… Não. Temos que ser precisos. O mistério é quem eram e de onde veio a linhagem genética masculina europeia, os R1b da europa ocidental. Para a maior parte dos historiadores, antropologistas e paleo-geneticista europeus e norte-americanos existem uma verdade que lá ao fundo no (...)
         Esta conversa dos R1b é realmente espantosa. Isto de eles só serem visíveis nos últimos 5000 anos sem se saber como verdadeiramente aqui  chegaram é um mistério (e aqui é provavelmente e em grande parte Portugal). Um mistério que curiosamente não interessa particularmente aos portugueses. Interessa ao resto do mundo… mas não aos Portugueses – Deve ser porque temos poucas pessoas formadas em história em Portugal (!).   Mas OK.  Todas aquelas linhagens (...)
      Já que estávamos numa de  genética, vou-vos contar uma história que tenho a certeza estará errada (ou não!) ou pelo menos terá tons de cinzento. O problema é que ninguém nesta altura a conseguirá provar errada. Mas deixem-me explicar. Haverá um ponto neste texto em que vou trocar R1b por Tejanos (de rio Tejo) mas obviamente que me estarei sempre a referir ao haplogrupo R1b.  R1b é uma linhagem masculina, do cromossoma Y, que os pais passam para os filhos (mas não (...)